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30 de Dezembro, 2019 às 13:50 Por: AlexKauai

Minha prima Marcela

tags: prima
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Minha prima Marcela.

Aloha, estou vindo de uma ótima semana, estivemos na Banzai Pipeline para curtir o Pipe Masters com a vitória do Potiguar Ítalo Ferreira da etapa e também do título da WSL, semana de surf, trilhas e muita curtição (desconsiderando o transito caótico na North Shore) em Oahu. No relato anterior citei minha tia Tereza e minha prima Marcela, e como elas tem tudo a haver com minha vida sexual, vamos falar sobre elas.

Tudo começou no inicio dos anos 1980. Minha tia Tereza é a irmã mais nova de meu pai, meu pai era o primeiro e ela o último dos 12, sim doze, filhos de meus avós; ainda com 17 anos ela se casou com meu tio Jorge, que na época tinha uns 40 anos e aos 18 ela teve minha prima Marcela. Meu tio Jorge era muito bem de vida, morou desde os 16 anos no Texas e montou lá uma empresa que importava café brasileiro e colombiano e distribuia no Texas, California e outros estados americanos, tinha muito dinheiro mesmo. A Marcela nasceu quase cinco meses depois de mim, e mesmo com meus tios morando em BH e eu no interior eu e a Marcela crescemos juntos, quando ela vinha para a casa de meus pais no interior, tomávamos banho numa cachoeirinha juntos,quase sempre pelados, tomávamos banho junto em casa, e às vezes brincávamos no chuveiro de um dar banho no outro, ela lavava meu “pintinho” e eu lavava a “pererequinha” dela, coisa de criança mesmo. Foi assim até os meus 10 anos, quando uma vez tomando banho ela foi lavar meu “pintinho” e ele resolveu ficar duro na mão dela, ela achou estranho, e depois disso com vergonha eu nunca mais quis tomar banho junto ou nadar pelado com ela de novo. Logo depois de meu aniversário de 11 anos, meus tios resolveram morar nos Estados Unidos, ficaram lá por quase três anos e quando retornaram quase não reconheci a Marcela, a guria magricela de que me lembrava, cresceu, já tinha seios crescidos, bunda grande e coxas grossas como a mãe dela (rsrs), já era uma moça, mas quando me viu, saiu correndo e me abraçou toda sorridente como antigamente, foi logo me chamando para ir à cachoeira, por que estava louca para matar saudade da época de infância e descemos para a cachoeira, ela toda feliz tagarelava falando da sua vida no Texas e me perguntava sobre como seu estava, como estavam as coisas em casa, foram 15 minutos de muta conversa, não me recordava de tê-la visto tão feliz como naquele dia.

Chegamos na cachoeira, ela parou a conversa ficou olhando para aquele lugar em silêncio por uns dois minutos, e como fazia quando criança, tirou a roupa e nua saiu me puxando para a água, eu fiquei pasmo, embora virgem eu já sabia o que era sexo, não era mais aquele menino inocente de anos atrás, e perguntei por que ela tinha ficado pelada, ela sorrindo disse que nadar pelada naquela cachoeira era a melhor lembrança que ela tinha da infância, e receoso de que alguém chegasse e a visse daquela forma comigo ali, falei que não éramos mais crianças se alguém nos pegasse ali irámos levar uma surra, ela respondeu que sabia, mas não se importava, pois, havíamos crescido nadando ali e tomando banho junto e pelados e não tinha nenhuma vergonha disso, e que não entendeu por que fiquei com vergonha daquela vez que ela me lavava e fiquei de pau duro, como eu estava aquela hora com ela pelada ali, e veio e me abraçou e deu um beijo em minha boca, falei menina não brinca com fogo, ela me disse “quero só brincar e não me queimar, pois quero continuar virgem”, e pegou em meu pau duro e pediu para lavá-lo como quando éramos criança e começou a me bater uma punheta, depois ela abaixou o meu calção e ficou de costas para mim e se apoiando numa pedra, ela encaixou meu pau no meio de sua bunda e começou a rebolar, eu cheio de tesão peguei em seus seios e os acariciava, e logo gozei em sua bunda, ela sorriu e disse que seria nossa “brincadeirinha” secreta, depois a encostei de costas na pedra e comecei a chupar seus peitinhos, ela gemia feito uma gatinha faminta, e depois, como tinha visto em umas revistas pornô, chupei a bucetinha dela, foi a primeira vez que ela gozou, e foi em minha boca. Depois daquele dia, sempre que ficávamos a sós na cachoeira ou em algum lugar isolado, ficávamos na nossa “brincadeira”, que cada vez mais evoluía, ela passou a me chupar o pau e eu gozava na boquinha, nos peitos e bunda dela, numa ocasião loucos de tesão, como queria continuar virgem, ela pediu para tentar comer o cusinho dela, eu afoito e inexperiente tanto quanto ela, tentamos a seco, e deu ruim, ela não aguentou de dor quando a cabecinha começou a entrar e pediu para tirar, e nunca mais tentamos de novo.

Durante muitos anos ficamos na nossa “brincadeira” secreta, mas, quando eu terminei a 8ª série fui morar em BH na casa de meu tio Carlos em BH para fazer o que hoje é o ensino médio, alguns meses depois, meu tio Jorge, o pai da Marcela, faleceu em um acidente aéreo no Texas, depois do funeral minha tia Tereza pediu para morar com ela e a Marcela, e mesmo quando estávamos sozinhos eu e a Marcela, não tínhamos clima para “brincar”, e ficamos assim por uns três meses. Numa segunda-feira qualquer, minha tia disse que precisava ir ao Rio de Janeiro para resolver com os advogados umas questões das empresas de meu tio, e nos deixou em casa sozinhos dizendo que já éramos crescidinhos e não precisávamos de babá, mas, era para ter juízo pois ela ficaria uns dez dias fora. Na manhã da sexta-feira daquela semana levantamos e tomamos café, a Marcela foi para escola, eu arrumei as coisas em casa, e fui para a escola à tarde, quando cheguei em casa, o apartamento estava perfumado, com as luzes apagadas, apenas os abajures do canto da sala acesos e a Marcela veio me receber com um lindo hobbie de seda da mãe dela, pegou minha mochila e me deu um roupão que era do pai dela, e mandou eu tomar banho e vestir o roupão e encontra-la no quarto de casal.

Tomei meu banho, vesti o roupão como ela pediu, e, quando cheguei na porta do quarto de casal ela se levantou da cama me abraçou e me deu um longo e quente beijo, depois ela me disse que havia contado para sua mãe sobre as nossas “brincadeiras”, que comigo ela tinha dado o primeiro beijo, deu e levou o primeiro amasso, que ela punhetou um homem pela primeira vez, levou a primeira mamada nos seios, recebeu a primeira chupada na buceta e tinha gozado pela primeira vez na boca de alguém, que o meu foi o primeiro pau que ela chupou e levou a primeira gozada na boca, que tinha tentado me dar o cusinho, mas, não aguentou; e que com o priminho dela queria perder o cabaço (eu já sabia disto, depois eu relato como) e que a mãe dela a levou num ginecologista, ele a examinou, passou uns exames e depois receitou um anticoncepcional para ela, e que naquele dia ela estava pronta se tornar mulher.

Eu abracei e a beijei, a conduzi até a cama e tirei o hobbie dela e o meu roupão, nús nos deitamos na cama (já não era mais aquele rapazinho inexperiente, mas, tremia tanto o quanto naquela primeira vez na cachoeira), a beijei carinhosamente e fui descendo e chupando seus seios, ela gemia alto e descontroladamente, beijei sua barriga e desci até sua buceta, já encharcada, e chupei todo o seu mel, enfiei minha língua em sua buceta e depois chupei seu grelinho com força até ela gozar na minha boca, e ficar bem encharcada novamente, depois beijei sua boca e a beijando comecei a penetrar sua bucetinha, ela começou a gemer em meu ouvido e ofegante pedia para quebrar o cabacinho dela, pois ela queria ser mulher, e sem muita resistência fui enfiando lentamente meu pau e seu cabaço foi para o espaço, logo todo o meu pau estava dentro da bucetinha de minha priminha linda, depois de algum tempo, comecei a foder aquela buceta apertada e gozei dentro dela, me deitei e ela veio sobre mim e começou a chupar o meu pau sentindo o gosto de nossos gozos misturados e depois veio me beijar, passados alguns minutos eu a coloquei de quatro, e fui enfiando meu pau em sua buceta apertada e gostosa, e fodi com força, e a cada socada ela pedia para foder mais forte e mais rápido, até que ela aos gritos goza em meu pau pela primeira vez, eu continuo a socar o pau na buceta dela e quando falo que vou gozar, ela pede para segurar um pouco por que estava gozando de novo, quando ela goza eu explodo em gozo dentro dela, exaustos deitamos abraçados e de conchinha dormimos juntos naquela noite. Depois disso, transamos muitas vezes, inclusive com minha tia em casa, e foi assim até elas se mudarem para os Estados Unidos no final do ano, minha tia falou que eu poderia morar no apartamento e não me preocupasse com as despesas, pois ela ajudaria a pagar para complementar o dinheiro que meus pais me enviavam até eu pode me sustentar.

Eu e a Marcela, sempre mantemos contato, depois de adultos nos encontramos em família várias vezes em minhas viagens, e quando ela viajava comigo e a Sheila; ela só retornou ao Brasil quando minha tia faleceu de câncer há poucos anos para o seu sepultamento, quando isto aconteceu eu já estava divorciado e ela pela segunda vez também estava dicorciada, ficamos juntos e transamos muito, nos encontrávamos quando eu ia aos Estados Unidos e também quando ela vinha ao Canadá, para relembrar os velhos tempos, rsrsrssss, ano passado ela se casou pela terceira vez agora com a Sarah, uma médica que se mudou há uns dois ou três anos para uma casa ao lado da dela em Houston, e, que desde que se conheceram deu em cima dela até que, se dizendo cansada de homem, resolveu dar uma chance a ela, namoraram por um tempo e agora se casaram, mas, ela sempre que me liga ou manda uma mensagem pede para avisar à Sheila, que ela está com saudade do pau do priminho gostoso, e que quer apresentar o meu pau à Sarah também; isto quando ela mesma não fala diretamente para a Sheila.

Comentários

02 de fevereiro, 2020 às 01:41
Matumbaman
Que conto maravilhoso e excitante, mto bom mesmo, gostosas falem no zap(83)991372496 estou a espera...

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