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19 de Abril, 2019 às 13:17 Por: Ana.88

Moça da farmácia

tags: Puta, peitões, novinha,
Esse conto possui 6902 visita(s).

Penélope tem olhos grandes, cor de mel, seu corpo é uma pequena cilada da natureza: pés pequenos, panturrilhas e coxas grossas, bumbum bem brasileiro, sua barriga mais parece que fora esculpida de tamanha perfeição, seus seios sempre acesos, firmes, por debaixo daquela farda de atendente, que sempre me chamava atenção, seus cabelos vivia num coque desajeitado, óculos grandes, lábios carnudos que viviam brincando com uma caneta ou pirulitos... sim, meus caros, essa mulher é uma típica descrição do que se chama erotismo. Ela trabalha numa farmácia no bairro onde moro, uma farmácia antiga e decadente... sempre que eu passava, a via sobreposta no balcão, quase debruçada, mordendo caneta, ou chupando pirulito e sempre lendo algo, como se estivesse entretida há tempos. Certa vez, eu muito curiosa pra saber o que ela tanto lia, entrei na farmácia, pedi um comprimido pra dor de cabeça e ela sem nem ao menos me olhar, disse o valor, fiquei encarando e segundos depois, aquela coisa minúscula e deliciosa de ver, falou impacientemente:
-Vai querer, ou vai ficar com essa cara de derrame me olhando?
Um constrangimento quase me dominou, mas felizmente meu dom natural é o cinismo e em tom provocativo, respondi:
-O que eu realmente quero, você ainda não pode me dar, mas prometo comprar um comprimido por dia, se me disser o que tá lendo.
-Olha, não é da sua conta, mas se for pra você matar sua curiosidade e vazar daqui, eu conto...
Antes que ela concluisse, tomei o livro rapidamente... ela estava lendo Mariana, um livro infanto-juvenil do Pedro Bandeira. Gargalhei e ela muito irritada pediu pra devolver:
-Cara, cê não se toca não, sapatão?! Devolve a droga do livro e cai fora!
-Você não tem vergonha não, moça? Destratando cliente pra ficar lendo besteiras para pré-adolescentes.- Questionei ainda rindo. Ela rapidamente saiu de trás do balcão e pude ver melhor aquele corpo lindo, fiquei sem reação e ela puxou o livro e me empurrando, rindo, falou:
-Pra uma sapatão, seu deboche se desfaz bem rápido cara a cara, né? Vai embora antes que meu irmão apareça e reclame pro pai que to brincando no meu turno.
-Meu deboche acaba cara a peito, que delicinha, hein, guria?!
-Vai se fuder! - Ordenou gargalhando
Me despedi avisando que voltaria no outro dia e ela, em tom sarcástico, disse que não aguentaria de saudade.
No outro dia, no mesmo horário, depois do trampo, lá estava eu novamente, cheguei já chamando-a de amante e ela parecia surpresa em me ver:
-Ahhh, não acredito! Veio zuar minha cara novamente?
-Não, amor... avisei que vinha. Estou lhe cortejando, tenho que vir todo dia, até você fazer "Makelove" comigo, ou só virar minha brodinha mesmo.
-Ridícula! Eu não curto sua espécie!
-Ah, você é hetero?
-Não te interessa! Mas não curto sua espécie de gente mal educada.
Rimos por uns segundos. Obriguei ela a dizer o nome e ficamos trocando farpas, olhares provocativos e risos por mais de uma hora. E foi assim durante aquela semana, todas as tardes, depois do trampo, ela já me esperava sem livro algum, sempre fingindo não me querer por lá, mas o jeito como me olhava, como ria das minhas bobagens e como ficava triste nas despedidas, indicava que algo bom tava surgindo alí. Eu estava completamente encantada por aquela moça, chegava em casa com uma excitação indescritível, riso bobo na cara, lembrando o jeito como ela me provocava, mordendo aquela maldita caneta, me olhando por cima dos óculos, ela tem essa facilidade de estar falando do café da manhã como se estivesse pedindo pra ser devorada, era inevitável não me tocar toda vez que chegava casa e naquela noite, não foi diferente. Largada no sofá, com toda aquela sensação boa, tesão, lembranças daquela boca perfeita, minhas mão correu automaticamente pra dentro da minha calça... e de olhos fechados, imaginava ela alí comigo, meus dedos já encharcados, tocavam freneticamente minha buceta, desejando ser a dela, sonhando no sofá, estar fudendo a moça da farmácia em minha cama... o cel não parava de tocar, me desconcentrando, acabei atendendo irritada e era a Penélope:
-Você tá fazendo o quê? -Questionou aparentando desconfiança e eu ainda ofegante respondi:
-Tava batendo uma na sua intenção!
Ouvi aquela gargalhada, escandalosa, com alguns insultos
-Idiota! Me manda sua localização no Whatsapp que eu vou aí conhecer onde você mora.
-Agora?!
-Pra ontem.
Mandei a localização, com pontos de referência e levantei nervosa, correndo contra o tempo, fui pro chuveiro, terminei o banho e ainda de cuequinha (sim, uso cueca e acho super confortável), corri arrumando as coisas na sala, toalha no pescoço, quando ia catar os livros espalhados no chão e sofá, ela bate na porta, já me afrontando:
-Abreee!!! E nem adianta correr pra por a roupa que vi que tá nua.
Quase morri de vergonha... escutei aquilo e o corpo gelou, mas me toquei que era impossível, estava tudo fechado. Coloquei uma camiseta bem rápido, me enrolei na toalha, abri a porta, pedindo que esperasse um pouco e ela me seguiu até o quarto. Lembro que ia pegar um short, mas a garota me empurrou pra cama, se jogou em mim e rindo, falou:
-Fica assim, não sou sua amante?
-Você tá me deixando nervosa.
A essa altura, eu já estava completamente molhada de novo. Ela não saiu de cima, apoiou a cabeça na própria mão, com sua perna em cima de mim, passando a mão entre meus seios, por cima da blusa, disse:
-Você está nervosa por quê?
Não consegui pensar em nada... eu realmente estava nervosa como há tempos não ficava, o coração descompassado, não conseguia controlar minha respiração, ela tinha um cheiro bom, doce... parecia muito flor de maracujá... olhei pra ela, aquela boca sorrindo, os olhos brilhando tão maliciosamente, virei de frente pra ela, tirei seus óculos, agora ela me olhava de maneira desafiadora, tirei a mecha do cabelo que sempre estava caindo no rosto, desprendido daquele coque desajeitado e sexy pra caralho e ela continuava em silêncio, cheirei seu rosto, ela fechou os olhos, corou, ficou ainda mais quente... sua boca se abriu suavemente e a beijei, num beijo tão quente, tão bom, que nós duas gememos. Ela me abraçava com força, se mexia, passava as unhas nas minhas costas e sussurrou:
-Me ensina, faz comigo... me beija lá em baixo.
Eu não pensava em nada, só sentia aquele tesão louco me dominando. Abri sua blusa, seus peitos perfeitos, arrepiados... seus mamilos durinhos, beijei e ela:
-Chupa... mais forte!
Percebi que, embora ela tenha pedido pra ensinar, preferia algo um pouco mais quente, mordisquei e ouvi um gemido delicioso... apertei sua cintura e ela enclinou o quadril contra meu corpo, tirei seu shortinho minúsculo e sua calcinha estava molhada, passiei no corpo dela entre beijos e algumas mordidas, ela gemia mais gostoso com as mordidas, puxei sua calcinha e era uma das bucetas mais lindas que já vi... gordinha, aquele grelo meio escondido, abri as pernas dela mais um pouco e a sua buceta estava toda encharcada, não estava mais em mim, encaixei meus lábios naquela buceta gostosa e mamei freneticamente. Minha boca estava completamente enterrada nela, pressionava minha língua no seu grelo durinho. Enquanto ela gemia, mexia, xingava de tesão, eu sugava, lambia de um lado ao outro e ela ficava louca quando eu fazia bem rápido, quando eu pressionava e enfiava a língua lá dentro. Senti suas unhas cravando nos meus ombros, suas coxas querendo fechar, segurou meus cabelos com força e seus gemidos foram ficando mais intensos, sua respiração mudou, ela tentava falar algo, mas gaguejava... sua buceta pulsava, ela me apertava e tremeu inteira... parecia entrar em combustão na minha cama... tentou escapar, mudei o ritimo da língua e mais um orgasmo chegando, era incrível... eu sentia seu líquido espirrar no meu queixo e ela tentando escapar, gemia loucamente, levantei, deitei por cima, ela me abraçou e eu a penetrei com meus dedos e  implorei, morrendo de desejo:
-Goza pra mim mais um pouco, gostosa!
E ela guaguejava pedindo!
-Me fode, karaio!
Num ritimo louco, ela sentou contra parede, toda aberta e eu fudendo aquela buceta sem parar, segurava em seu pescoço, sufocando e soltando sempre que ela espirrava seu gozo na cama, em mim... era inacreditável ver alguém molhando tudo daquele jeito, era a primeira vez dela com mulher, era a primeira vez que eu via alguém gozar daquele jeito tantas vezes, entre tapas e arranhões, ela me mostrou que era exatamente a puta que eu imaginava toda vez que a via chupando pirulito, debruçada, o balcão da farmácia. E até hoje, minhas dores de cabeça me fazem rir... lembro da moça da farmácia.

Comentários

12 de Janeiro, 2026 às 12:21
Mimi
Quero uma experiência assim,mulheres entrem em contato
12 de Janeiro, 2026 às 12:19
Mimi
Quero uma experiência assim,mulheres entrem em contato
22 de Maio, 2019 às 20:21
luzia
que conto gostoso, adorei, gostaria de provar algo assim!
29 de Abril, 2019 às 10:39
pinguim
queria eu esta vendo isso de perto!

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