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01 de Março, 2017 às 08:27 Por: wK1

Mostrando o cuzinho em cima de uma moto no carnaval

tags: Esposa putinha; Cuzinho a mostra; Exibidinha;
Esse conto possui 10143 visita(s).

Sou Raquel, 41 anos, casada a 6 aninhos, moreninha clara, peitinhos grandes, bundinha média e do bem, bem assanhadinha.
No final de semana de carnaval descemos para praia para ficarmos numa casa que alugamos. Ainda era sábado a tarde, por volta das 18, já tínhamos bebido um pouquinho. ainda não tinha rolado nada, quando chega o Sr Paulo, meu comedor fixo, numa moto nova e gigante.
Eu: - Nossa Sr Paulo, não é só sua rola que é grande, sua moto também é (sou assanhadinha com o Sr Paulo).
Sr Paulo (rindo): - Quer dar um role?
Eu (perguntando ao maridão): - Posso mor? (estava de vestidinho e sapatiha)
Mor: - Pode, mas só se for sem calcinha.
Sr Paulo (rindo): - Vai mostrar todo o rabão guloso.
Mor: - Essa é a intenção. Atiçar a homarada com seu cuzinho gostoso.
Eu: - Ai mor, vc é muito safado mesmo (mas com a xotinha já coçando de tesão), mas é claro que topo.
Ali mesmo na calçada tirei a calcinha e entreguei para o mozão guardar: - Guarda com carinho meu corninho lindo.
Eu: - Vamos Sr Paulo, vamos mostrar o rabo do esposa do corno por aí.
Sei que mal sai o vestidinho levantou e minha bunda ficava toda exposta. Mas tudo bem, era sábado de carnaval mesmo, e o Safado do Sr Paulo fazia questão de ficar na frente dos carros mostrando o meu cuzinho piscando (cuzinho que tinha participado de uma suruba um dia antes) e com certeza se o focassem o olhar dava para ver a xotinha lisinha.
Por dentro do capacete o safado do Sr Paulo me falava: - Rebola putinha, rebola.
Fomos até a praia mais próxima e quando ele corria sentia o ar refrescando meu rabinho, Hummm, dava um tesão imenso. Vez ou outra olhava para traz e via alguém dentro do retrovisor e só imaginava o que ele estaria pensando: “Olha que putona, com o cu de fora em plena luz do dia”.
O tesão só ia aumentando. Paramos para tomar água de coco numa barraquinho, pelo calor que fazia. Quando chegamos ninguém notou nada, mas quando saímos, ao subir novamente na moto meu rabo ficou justamente virado para barraca de água de coco. Só ouvi o vendodor berrando: - Eita cuzinho gostoso. Assim vc mata o velho.
Voltamos quando voltamos o sol já estava se pondo. O mozão como bom corninho já tinha arrumado a casa toda, guardando tudo do carro.
Mor: - Conseguiu um rola para minha esposa.
Eu: - Ai mor.
Sr Paulo: - Rola ela não levou, mas que deixou muitas dura por ai, isso deixou.
Eu: - Seus safados. Assim pareço uma putinha.
Mor: - E vc não é. ( levantando meu vestido e mostrando minha xota raspadinha para os dois).
Sr Paulo (enfiando o dedo na minha xota): - Caralho, tá molhadinha, tá querendo rola.
Eu: - Seus safados. claro que está com um puta tesão.
Sr Paulo: E sócio, sua esposa já tá querendo rola mesmo.
Mor: - Pode comer primeiro.
Sr Paulo, viriu que é me jogou no sofá e já começou me comer ali na frente mesmo, enquanto o mozão colocava mais cerveja na geladeira.
Eu: - Ai mor!!! O Sr Paulo tá comendo a xota da sua esposa. Vai deixar?
Mor: - Claro, e ainda vou trazer mais para lhe enrabar minha doce esposinha neste fim de semana.
Eu: - Ái mor, por isso que não largo de vc.
Sr Paulo me comendo e rindo logo me encheu de porra, e tirando para fora coloca na minha boca para limpar. Eu é claro não deixe nenhuma gotinha de porra na sua rola (adoro satisfazer um macho e verdade e ver a cara de safado que o meu marido faz quando bate uma punheta assistindo sua puta com uma rola grossa dentro da xota, ou do cú, tanto faz). Ainda no final peguei uma colher e esparramei a porra que escorria da minha buceta nos meus peitinhos.
Eu: - Olha mor, sua esposa toda esporrada.
Mor só respondeu: - Assim que eu gosto, assim que eu gosto.
Assim começou oficialmente o carnaval da putinha do corno.

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