A cabeça do meu pau desaparecia no cuzinho agora arrombado da Regina, ela gritava rouca enquanto eu continuava enfiando até a base do pênis bater na bunda malhada dela bem devagar.
- Ai delícia, gostoso, seu pau é muito gostoso, devagarinho assim eu vou à loucura!
Ela já tinha gozado com meu pau na buceta dela alguns minutos atrás e agora eu estava comendo o cú dela bem devagar para tentar prolongar ao máximo aquela foda sem gozar, mas não dava. A visão daquela gostosa de quatro com a cara enfiada no sofá e a bunda apontando para o céu enquanto recebia minha pica era algo divino. Eu comecei a acelerar olhando a bunda dela com a marca de biquíni atolado, do jeito que a puta usou mais cedo na piscina, parecia que só usava coisas vulgares daquele tipo. Eu acelerei mais forte pegando as ancas dela com as duas mãos e depois soltando mais um tapa forte na bunda dela, deixei mais marcas vermelhas.
- Ai gostoso! Fode a sua puta, fode! Goza na minha cara, eu quero leitinho quente na boquinha.
Eu senti a porra vindo e empurrei a bunda dela para fora do meu pau com as duas mãos, quando ela começou a se ajeitar após o movimento violento eu lhe puxei pelos cabelos com a mão esquerda enquanto apertava meu pau latejante com a direita, a safada abria um sorriso com a maquiagem manchada por todo o rosto. Ela olhou para a porta quando escutou barulhos de um molho de chaves e arregalou os olhos, eu sentia meu gozo passando por dentro do meu pau, fazendo com que todos meus músculos se contraíssem. Eu apertei forte o cabelo da minha puta com uma mão e apertei meu pau com a outra, ela parecia querer se mexer mas eu não me importava. O corno abriu a porta quando eu soltei meu grito de prazer, o primeiro jato forçou Regina a fechar o olho esquerdo enquanto escorria por ele, descendo por sua bochecha, o segundo jato quente de porra atingiu ela na testa, metade se espalhando pelo seu cabelo e a outra parte descendo para suas sobrancelhas e depois olho esquerdo se juntando com o resto. Eu aproveitei que a boca da minha puta estava aberta para enfiar toda minha pica lá enquanto terminava de gozar diretamente em sua garganta. Ela se engasgou com o resto da porra e eu tirei meu pau melado para que ela pudesse respirar, quando percebi que tínhamos um voyeur.
- Que porra é essa amor!?
O marido estava carregando três sacolas de compras, tinha uma mochila nas costas e o molho de chaves na mão direita. Regina tentou abrir a boca enquanto ainda recuperava o ar para dizer algo mas nada coerente saiu, eu aproveitei o buraco aberto para enfiar minha pica que ainda estava sensível na sua boca, não empurrando até o final para que ela pudesse respirar direito enquanto me chupasse.
- Ela vai terminar de limpar meu pau com a língua e depois vamos fuder mais uma vez no chuveiro sem camisinha. Vai dar uma volta por mais uma hora que é o tempo que eu termino de usar essa puta.
Meu corpo ainda estava leve por ter acabado de gozar, mas estava bem suado depois daquela foda e até mesmo com um pouco de fome, provavelmente causada pelo saco de pão fresco que o corno carregava, fazendo cheirar a casa toda. A vagabunda me obedeceu, segurando meu pau com a mão esquerda enquanto chupava ele e tentava tirar a porra do olho que devia estar ardendo. Já o corno não conseguia tirar os olhos do meu pau dentro da boca da esposa e do volume de porra que escorria na cara dela.
- Seu filho da puta! Eu vou te matar!
Ele largou as sacolas no chão e começou a correr em minha direção no corredor da casa. Eu empurrei a cabeça da Regina para fora da minha pica e fiquei de frente pra o marido, meu pau balançava ainda molhado enquanto eu me colocava numa posição mais defensiva. Quando ele estava chegando perto bastou apenas um soco rápido e potente para nocautear ele ali mesmo, o viado tentava abrir os olhos deitado no chão enquanto sangue escorria de seu nariz, apenas para ter a visão do meu longo pau de baixo para cima. Percebendo que ainda estava acordado eu lhe dei um último pisão na cara e ele apagou de verdade.
Ele abria os olhos lentamente, sentindo dor por toda a cabeça, sua boca tinha gosto de sangue e agora estava na cama do casal. Eis que surge do canto dos olhos sua esposa com os cabelos escuros molhados e uma toalha amarrada no corpo para esconder a nudez.
- Oi amorzinho, você não devia ter puxado briga com o Max amor, ele é lutador. Daqueles de verdade, sabe? MMA e tudo mais…
O corno percebia a realidade e se sentava rapidamente na cama, se arrependendo mais rápido ainda quando percebeu o quanto estava cheio de dores.
- Não amor, fica quietinho fica, você ainda tá cheio de dodóis. Você deu sorte de só acordar agora, o Max ainda me fudeu por um tempão no chuveiro e só parou quando gozou dentro da minha bucetinha, ainda nem tive tempo de limpar ela, sabia? Só me despedi e trouxe você até a cama para cuidar das feridas faz pouco tempo. Se você acordasse antes era capaz de apanhar mais e ter que ir pro hospital amorzinho.
Ela desfez o nó dá toalha e revelou o corpo pelado ainda cheio de marcas vermelhas e até mordidas em seus peitos.
- Para não dizer que tô mentindo, coloca a mão aqui amor. Tá vendo o quanto de gozo que ainda tem na minha bucetinha? Deixa eu fazer força para sair…
O gozo guardado ainda quente caía na palma do corno enquanto ele começava a chorar incrédulo.
- Mas Regina, você nunca sequer deixou eu gozar dentro, com medo de ficar grávida. O que está acontecendo? Isso não pode ser real.
- É real amor. - Ela disse pegando uma parte da gosma branca da mão do marido e colocando dentro de sua própria boca, engolindo em seguida. - Não acho que ele usa gozo falso amor, já provei o dele várias vezes, saberia se fosse mentira. É bem mais doce e volumoso que o seu, me lembra o de alguns atores da época em que fazia filmes. Eu deixei ele gozar dentro por ser um homem de verdade, nunca ia querer um filho seu amor, você mal tem quarenta anos e já é gordo e careca. Ele é um homem, forte, lindo e viril, um deus grego.
- Eu não estava falando disso, deixa para lá…
Percebendo a tristeza inconsolável do marido, Regina pousou a mão direita sobre o pau adormecido dele escondido pela calça jeans. Ele a olhou segurando o resto do choro e a vagabunda o olhou de volta como uma cadela carente.
- Não quero que fique chateado amorzinho. Você sempre será meu marido, mas se alguém como o Max quiser me usar eu não posso fazer nada amor… você sabe do meu passado, eu não me controlo perto de um homem daqueles.
O corno olhou para o espelho no guarda-roupa em frente a cama e observou suas feridas, aquilo não era algo que poderia enfrentar, já era um milagre ter convencido aquela mulher a se casar, que mal faria se aquilo deixava ela feliz?
- Que tal amor? Eu chupo seu pauzinho bem gostoso e você deixa isso para lá, não arranja briga com nosso vizinho.
Ela estava tirando o botão da calça do marido quando ele percebeu o que a puta disse e colocou uma mão parando ela.
- Ele é nosso vizinho!?
- Sim amorzinho, fala baixo dentro de casa, vai que ele escuta e vem aqui de novo para um terceiro round? Meu cuzinho ainda tá doendo bebê, depois de chupar meu ursinho vou ficar quietinha o resto do dia para recuperar.
Regina terminou de tirar a calça do marido e abaixou a cueca do homem deitado, se pondo logo a chupar o pau murcho do corno bem devagar, a cabeça da mulher estava concentrada no boquete então o corno só tinha visão dos cabelos ainda molhados da sua puta pública e as diversas marcas selvagens deixadas no corpo dela pelo último macho que à havia usado.