O caso em que vou narrar é verídico, e me aconteceu quando tinha 17 anos. Tenho uma irmã que hoje tem 18, mas que na época tinha 16 anos; e minha mãe, que é principal na história, e orçava 36 ou 37 anos na idade.
Minha mãe é uma mulher muito bonita: de cabelos loiros, lisos, rosto admirável, pernas grossas e um bumbum empinado. Porque não tinha os peitos grandes quando era nova, hoje os trazia crescidos na forma de pêras, médios, num tamanho que a deixa muito gostosa.
Eu particularmente nunca havia olhado minha mãe como mulher, até o dia em que ao voltarmos da praia ela deixou-se dormir só de biquíni, no sofá da sala; e, como minha irmã estava no banho, parei para admirar aquelas pernas com ligeiros pelinhos loiros, sua cintura nua, fina, e seus seios ideais. Fora ali que calculei quantos homens não dariam tudo para ter aquela visão, e eu a tinha de graça, quantas vezes o destino mandasse. Assim, não poderia limitar-me a vê-la apenas como filho; e, desde então, a admirava sempre que podia, com uma excitação que não tinha limite. Ela era um tesão.
Era solteira havia 5 anos (pouco mais ou menos), desde que se separou de meu pai, um engenheiro cuja parte financeira não era melhor porque não trabalhava tanto. Morávamos eu, minha mãe e minha irmã; todavia, meu pai havia quatro filhos. Daí se tira o motivo da separação.
Todos os anos nós viajamos para a fazenda de meu avô, no interior aqui de Minas Gerais. Foi na fazenda que tudo começou. Priscila (minha irmã) e Paula (minha mãe) sempre levavam consigo seus biquínis para tomar banho no açude que havia enfrente a casa do campo. Eu me chamo Pedro Henrique (Pedro para que nosso nomes se iniciassem todos com P, e Henrique é o nome de meu pai).
Já no primeiro dia em que chegamos, entrei no quarto e vi minha mãe e a Priscila de biquíni, prontas para irem aproveitar o sol lá fora. Deitei na cama.
— Não estou gostando desse biquíni; o que acha dele Pedro? – perguntou minha mãe, com ar de quem havia trazido outros conjuntos.
— Para mim me parece bom — respondi — ainda que não a tenha visto vestida com outros.
Na realidade, o biquíni estava ótimo e a deixava maravilhosa. No entanto, com o comentário deixei uma idéia no ar; e, como se ela a houvesse captado, fez-me uma cara de surpresa e disse:
— Pois vou experimentar outro e já volto para você me dizer o que achou.
Fiquei muito excitado com a idéia, que fora o real objetivo do meu comentário.
Minha irmã, que era um tanto inocente, aproveitou para me perguntar também sobre o seu biquíni. E eu, ainda que estivesse mais interessado na volta da mamãe, decidi que nos daria melhor cobertura se a Priscila também ficasse a trocar biquínis. Disse pois, que não tinha como dizer se era o melhor biquíni que havia, uma vez que não a tinha visto com outro. E ela fora também me pedir opinião vestindo outro conjunto.
Nesse entretempo minha mãe voltara, com um pequeno biquíni preto, dos que se amarravam nas laterais. Fiquei pasmo, ela estava muito gata.— Nossa mãe, esse biquíni esta lindo! — eu disse.
— Acha mesmo? — perguntou ela, enquanto se olhava no espelho — Não esta dizendo isso só para me agradar?
— Não mãe. Está ótimo mesmo.
Resolvi que, se desejasse realmente algo com minha mãe, aquela era a hora de ir mais a fundo; e emendei:
— Está uma gata... Deixe-me ver o biquíni mais de perto.
Ela me olhou com a mesma cara de surpresa que fizera em meu primeiro comentário. Pensou, deu-me um sorriso e veio em minha direção.
Sentei-me rapidamente na beirada da cama, onde ela parou em minha frete.
— Ainda acha que está bom em mim? — perguntou-me, quebrando o gelo do silencio que fazíamos.
— Está ainda mais bonito de perto — disse eu, que tremia, mas que não deixava de ser inteligente.
Eu olhava para seu rosto, sentado na cama, e via seus lindos seios protuberantes no caminho.
Pensei que ela então se afastaria, mas para meu espanto disse:
— Pois eu não gosto muito desse conjunto, porque acho que me deixa mal feita aqui — disse trazendo minha vista para sua cintura, onde havia dois lancinhos em cada lateral, que amarravam o biquíni.
Eu imediatamente agi, levando uma mão a segurá-la pela cintura e a outra a pousar encima do laço.
— Na verdade mãe, essa é a parte mais bonita do biquíni — disse, segurando a ponta como querendo abri-lo.
Foi o tempo em que escutamos minha irmã voltar ao quarto. Nisso minha mãe afastou-se naturalmente e eu aproveitei para deixar minha mão correr em sua perna lisa.
— Então Pedro, esse é melhor que o outro? — perguntou Priscila, entrando pela porta.
— Bem melhor — disse eu já a despachando.
Assim, ela e minha mãe ficaram a olhar-se no espelho. Minha mãe que agora já se portava mais sensual.
— Vamos mãe, vamos indo para o açude? — disse Priscila.
— Vá indo que eu vou experimentar outro biquíni, que acho que ficará melhor; o Pedro me dirá se ficou bom, daí então eu vou.
— Pois não demore — disse minha irmã, saindo do quarto com uma toalha no ombro.
Minha mãe que também saíra para trocar-se, logo retornou com um biquíni ainda mais bonito, de semelhante modelo, porém, azul com flores brancas.
— Então Pedro, esse não é bem mais bonito? — disse minha mãe, desfilando pelo quarto.
— Realmente é muito bonito — disse eu —; mas o que o deixa bonito é a senhora, mãe, que fica bem com tudo.
Eu estava suando frio, porque já imaginava que aquelas trocas de biquínis estavam além de meras vaidades.
— Deixe-me vê-lo mais de perto mãe? ¬— repeti.
Nisso minha mãe veio em minha direção, já esperando talvez que eu colocasse minhas mãos novamente em sua cintura. Eu estava de pau duro com aquela situação, duro como rocha, e também muito nervoso. Não perdi tempo, e no que ela se aproximou da cama coloquei uma de minhas mãos em sua cintura, sentindo a curva de sua pele macia, e a outra mão levei para o lacinho da outra lateral, segurando-o pela ponta; e disse, para justificar:
— Mãe, a senhora é muito bonita. E esses lacinhos são o que deixa o biquíni mais bonito em você. Fica linda com ele.
Disse isso puxando o lacinho, querendo me fazer entender que queria desamarrá-lo; no entanto, como estava nervoso, talvez o tenha puxado com mais força do que devia, de sorte que desfiz o laço e o biquíni se ia abrindo, não fossem as mãos rápidas de minha mãe, que o segurou e tornou a amarrá-lo, afastando-se com cara de quem havia desaprovado.
— Eu fico mesmo bem com ele ou é sem ele? — disse-me como ar de bronca.
— Nossa, mãe, não sabia que se abria tão fácil! — exclamei — Desculpe. Sinto muito.
— Quase que tu abre meu biquíni... Vai dizer que não sabia? — perguntou minha mãe.
— Não sabia que era tão simples abri-lo. Foi muito sem querer.
Ela deu um sorriso, novamente quebrando o gelo e a tensão do momento.
— Pois é fácil. E agora, quando precisar abrir um, já sabe como é...
— É verdade — falei sorrindo.
— Pois então, se voltar a abrir meu biquíni não vale mais dizer que foi sem querer viu — disse-me com um sorriso alegre, que nunca a vi fazer, e saiu com a toalha em direção ao açude.
Vi-a sair pela porta, mais linda do que nunca. Sensual. Desfilando.
Deitei-me na cama e fiquei animosamente a lembrar de tudo que havia passado. Ainda estava muito excitado. Estava louco por minha mãe, e era só no que pensava: eu queria comê-la. Passei muito tempo deitado, imaginando o quanto meu pai fora tolo em perdê-la; o quanto seria prazeroso possuir uma mulher tão linda; e quantos homens já não desejaram fazê-lo. Eu me achava um privilegiado de ter uma mãe tão bela, enquanto havia amigos meus que tinham mães tão deploráveis e idosas; e, sobretudo, era privilegiado porque tinha aberto o caminho de tê-la, de fuder com ela.
Deitado arquitetei meus planos, mas no fim todos dependiam dela para darem certo.
Veio pois a noite, e chegou à fazenda minha tia, irmã de minha mãe que morava no interior, trazendo consigo mais três primos pequenos que eu tinha, um amiguinho deles e meu tio. A animação tomou conta da casa. Decidiram fazer uma fogueira para iluminar a noite. Eu, minha irmã e as crianças estávamos reunidos em torno da fogueira, e minha mãe veio sentar-se conosco. Pouco era o tempo no qual podia conversar com seus sobrinhos, que não paravam. Ela estava com um shortinho jeans e uma camisa regata, e sentou-se do meu lado.
Depressa as crianças se inquietaram, e decidiram brincar de esconde-esconde. Minha mãe, feliz, disse que também participaríamos, mas que não podíamos ir muito longe. Para ela era uma animação poder vê-los brincar; e começamos a nos esconder. Havia uma garagem ao lado da casa, onde se guardavam velhos entulhos de fazenda, e foi para onde todos nós fomos nos esconder, porque estava escura. Eu entrei na frente de minha mãe, que, por haver achado melhor esconderijo me puxou pra junto dela, detrás da grande porta de madeira; ficamos em silêncio, e eu me posicionei atrás dela, já com outras intenções. Ouviam-se algumas risadas de meninos brincando, mas pouco ou nada se via. Minha mãe, no aperto detrás da porta, pegou minha mão e colocou em sua barriga, de sorte que ficamos mais juntos. Eu comecei a me aproveitar da situação, e passei a alisar levemente sua barriga; ao passo que ela não se incomodava, eu insistia mais descaradamente, ás vezes subindo um pouco mais a mão, ás vezes a descendo, até chegar ao short; mas, sempre com movimentos lentos...