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18 de Agosto, 2015 às 18:20 Por: Marcio

Na fazenda II

tags: amigos; gay; ar livre
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O pai do meu amigo chegou no fim da tarde, após ter levado as sacas de arroz para a fazenda e deixado as meninas e o outro menino. Nós três embarcamos na caminhonete, com uma cara de que nada havia acontecido, exceto pelo fato de eu ter ralado um pouco os joelhos e cotovelos por estar apoiado no chão, enquanto era comido por meus amigos.
Chegamos na fazenda já quase noite. A mãe do meu amigo nos recebeu e pediu que tomássemos banho, dois a dois, para andar mais rápido, pois o jantar era servido sempre muito cedo, pois não havia luz na fazenda, e eles eram do tipo que acordavam junto com o sol, para começar o trabalho.
Os dois começaram a rir e olharam para mim quando ela falou isso. Meu amigo chegou perto e disse "você vai ser nossa escravinha este final de semana, e ai de você se reclamar". Fiquei assustado, mas também morri de tesão com a perspectiva. Meu amigo acabou indo tomar banho primeiro, com o menino, não sem antes me dizer que amanhã seria a vez dele tomar banho comigo. Foram rápidos, então entramos eu e o outro. Para surpresa dele, quem tomou a iniciativa fui eu. Segurei sua pica e comecei a punhetar, enquanto ele tirava a camisa. Abaixei seu shorts e o fiz sentar no vaso, enquanto mamava. Disse para ele: "vai gozar na minha boca, mas vai ser só isso agora." Chupei com muita vontade até sentir aquele leite gostoso enchendo minha boca e escorrendo pela garganta. Fiz com que ele batesse uma para mim também, mas disse que ninguém mais iria saber. Gozei na mão dele, aí tomamos banho e saímos, já com a mãe de meu amigo reclamando que era para ser rápido, e não para ficarmos enrolando no banho.
Jantamos e fomos dormir, já cansados com o que tinha acontecido até ali. Como ficamos os quatro no mesmo quarto, nada mais aconteceu durante à noite.
No outro dia, tomamos café e nos disseram para levar uns sacos de adubo até um lugar onde estavam replantando o pasto para o gado. Fomos os três para carregar o que precisava, colocando os sacos em uma pequena carreta ligada a um trator. Meu amigo avisou ao pai dele que depois iríamos para a cachoeira e voltávamos para o almoço.
Deixamos nossa encomenda, e seguimos para a cachoeira. Tiramos toda a roupa e entramos pelados no rio, que tinha uma pequena cachoeira e ficava em um lugar de acesso não muito fácil, o que nos dava bastante privacidade. Como eu já estava gostando bastante da brincadeira, comecei a chupar meu amigo "Estou te devendo, vem aqui". Mamei gostoso, mas não deixei que ele gozasse. O outro também queria e passei a mamá-lo, até que os dois ficaram totalmente duros. Ainda dentro d'água, mergulhei e comecei a revezar os dois paus na boca. Levantei, tomei ar e repeti por umas 10 vezes, até que pedi para levar no rabinho de novo.
Saímos da cachoeira e escolhi um lugar bem gramado, coloquei minhas roupas no chão, para não ter o problema do dia anterior de ficar com joelhos e cotovelos ralados. Me pus de quatro e os dois começaram. Desta vez meu amigo foi primeiro. Como doeu! Pensei que desta vez seria mais tranquilo, mas não foi. Ele foi ávido em meter logo e com força, o que piorou mais ainda a dor. O tesão era tanto que gozou logo, mas desta vez eu só sentir dor. O outro logo tomou o lugar, e não sei se porque tinha o pau um pouco menor ou se porque meu cuzinho já estava todo lambuzado com a porra do primeiro, entrou muito fácil e pude curtir mais as estocadas. Enquanto ele metia, eu me masturbava e gozamos praticamente juntos. Voltamos para a água, me fizeram mamar mais um pouco, mas logo voltamos para a fazenda.
Naquela tarde de sábado, ficamos jogando bola, e nada mais aconteceu, até a hora do banho, quando fui com meu amigo e dei-lhe o prêmio de uma chupada incrível e ele me presenteou com uma considerável quantidade de porra na boquinha.
No domingo, infelizmente não conseguimos sair somente os três, voltamos no fim do dia para a cidade, mas repetimos esta brincadeira algumas vezes por mais uns meses, quando conseguíamos um tempo sozinhos na casa de alguém. Meu amigo mudou-se de cidade e eu não era tão amigo do outro, o que acabou com as sessões de rola por aquela época, e só voltei a ter uma relação assim algum tempo depois.

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