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28 de Maio, 2017 às 21:26 Por: Professora Flora

Na sala do diretor

tags: Proibido, professora, diretor
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Sou Flora, 35 anos, casada há 6, sem filhos, aparência mais jovem e me considero uma mulher bonita. Sou loira, magra – mas com seios que de vez em quando me perguntam se são siliconados- com 1,60m e cara de inocente. Hoje trabalho como coordenadora em uma escola particular em Campinas-SP, mas foi em outra escola, trabalhando como professora de inglês, que aconteceu a loucura que vou relatar.
Foi há dois anos. Vou trocar os nomes para que ninguém se meta em apuros.
Eu era nova na escola, ainda estava me adaptando, conhecendo os colegas, os alunos, o funcionamento de tudo. No início tive um pouco de dificuldade, mas em dois meses já estava adaptada. Quem me ajudou muito foi a coordenadora, Márcia. Em pouco tempo viramos amigas. Márcia era uma profissional dedicada, mas enfrentava muitas dificuldades por não se relacionar bem com o diretor, o Ricardo. Ela reclamava que ele não a tratava bem, que era muito rígido com uns e muito mole com outros, que tinha um humor instável e frequentemente a chamava em sua sala para dar broncas por motivos bobos. Eu particularmente não tinha nada contra, pois tinha pouco contato com ele, apenas o via pelos corredores às vezes. Também nada a favor. Aliás, as conversas com a Márcia me fizeram desenvolver uma certa antipatia por ele.
No início do segundo semestre a Márcia me informou que haveria uma excursão com os alunos para um evento de música em São Paulo e eu estava convidada. Fiquei empolgada. Ela comentou que poucos professores se interessaram em ir, pois era no sábado e não pagariam hora extra. Sobrou pra ela e pro Ricardo, mas é lógico que a Márcia não queria ir só com ele de adulto. Concordei em ir. Ela então pediu que eu fizesse uma lista de alunos com bom comportamento, não queriam levar nenhum bagunceiro.
No dia da excursão lá estava eu na porta da escola às 7h da manhã quando a Márcia ligou:
– Flora, passei mal a noite toda, to indo pro pronto socorro. Desculpa, mas não posso ir.
Fiquei meio apreensiva, afinal eu passaria o dia em contato direto com aquele diretor maluco.
Ele chegou, me cumprimentou amigavelmente com um grande sorriso e começou a chamar os alunos para o ônibus. Pela primeira vez notei como ele era um homem bonito. Alto, corpo definido, devia ter uns 40 anos, talvez um pouco mais.
Ao colocar todos no ônibus ele me chamou de lado:
– Aquela aluna, Camila, quem colocou na lista?
– Eu, por quê? Algum problema?, respondi
– É tem sim, ela andou aprontando e não era pra estar aqui. Mas depois conversamos sobre isso.
Gelei. Quando alguém diz 'depois conversamos", a conversa nunca é boa.
Fomos à São Paulo e a excursão foi ótima. Tive oportunidade de conversar muito com o Ricardo e achei que ele não era tudo aquilo que a Márcia dizia. Ele foi muito agradável e em alguns momentos tive até a impressão de que ele estava me cantando, mas depois achei que era bobagem, pois a aliança em seu dedo indicava que era casado, além de ser meu chefe e estarmos em frente a 35 alunos. Observei com mais calma, tentando ser discreta, o quanto ele era mesmo bonito. Parecia praticar algum esporte, os braços eram fortes, o queixo quadrado lhe dava imponência e o bumbum durinho poderia enlouquecer qualquer mulher.
No fim da tarde voltamos à Campinas. Eu estava cansada e nem pretendia entrar na escola, mas com uma expressão muito séria, o diretor me disse:
– Preciso que você vá até a minha sala. Vamos conversar.
Pronto. Eu achei que ele tinha esquecido da aluna e da conversa. Tentei disfarçar, disse que iria apenas tomar uma água e já conversaríamos.
– Tudo bem, não precisa ser agora. Foi um dia cheio. Você tem aula segunda feira cedo?
– Não, só à tarde.
– Ótimo. Venha de manhã, por volta das 9h.
Fui pra casa com mil pensamentos na cabeça. Liguei pra Márcia e ela me contou que a tal aluna que ele apontou realmente tinha aprontado feio e justamente com o Ricardo. Eu gelei, já estava esperando uma advertência ou até mesmo demissão. Ensaiei o que diria. Mal dormi naquela noite e passei o domingo preocupada.
Na segunda de manhã, 9h eu estava na sala de espera. A secretária disse que ele já me esperava e que eu deveria entrar. Ele me recebeu com um sorriso, mandou que eu sentasse e trancou a porta.
– Não na cadeira, sente-se ali no sofá. É mais confortável.
Obedeci sem pensar. Ele se sentou ao meu lado.
– Acho que já sabe porque está aqui.
– Acho que sim, mas quero dizer que eu não sabia sobre aquela situação com a aluna. Me desculpe.
– Quem disse que é isso?
– Não? O que é então?
Ele começou a passar a mão pelas minhas pernas, subindo por debaixo da minha saia. Aproximou sua boca do meu ouvido e começou a sussurrar:
– Te acho muito gostosa. Tava louco de vontade de te pegar no sábado, mas não dava. Hoje temos tempo. Quero te lamber inteira.
Aquela mistura de alívio, indignação e atração me fizeram ceder. O tesão aumentou quando ele abriu minha blusa e apertou os meus seios.
– Vou te comer até você não aguentar mais.
Ele tirou a camisa e a calça e eu quase caí. Que homem era aquele!
– Tira a minha cueca e me chupa.
Obedeci. Chupei com muita vontade aquele pau. Estava duro e era muito gostoso. Em pouco tempo ele tirou aquele cacete gostoso da minha boca e encheu meu rosto de porra.
– Agora é a minha vez de te chupar.
Tirou minha calcinha, levantou minha saia e lambeu minha boceta como um tarado. Quando eu estava quase gozando ele parou. Seu pau estava duro novamente. Ele me colocou de quatro naquele sofá e meteu gostoso o cassete na minha boceta. Gozei como louca. Foi difícil me conter para não gemer alto.
Ele me comeu em várias posições, até gozar novamente. Desta vez nos meus seios.
Eu estava exausta, caída quase morta naquele sofá. Aos poucos fui me dando conta da loucura e senti uma ponta de pânico.
– Fica calma, pode usar o banheiro da minha sala pra se limpar. E tire o dia de folga, já mandei encontrarem alguém pra te substituir hoje à tarde.
Mais uma vez obedeci.
Antes de sair ele me disse:
– Olha, você sabe que não podemos levar isso à sério. Nós dois somos casados, mas, quando você tiver vontade de chupar uma pica gostosa, marque uma reunião comigo.
Piscou pra mim, deu aquele sorriso e abriu a porta. Eu saí com aquela cara de desconcertada e ele com a mesma seriedade de sempre.
No dia seguinte corria o boato de que tinha levado uma bronca homérica. Quando vierem me perguntar eu confirmei. Houve até quem tivesse pena de mim. Mal sabiam é que eu tinha levado mesmo era porra.
Depois disso ainda tivemos mais alguns encontros gostosos na sala dele, até que eu mudei de escola. Às vezes ainda penso em fazer uma visitinha…

Comentários

31 de Maio, 2017 às 11:26
Debslima
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30 de Maio, 2017 às 11:29
Geder
Nooossa que Deliciaaaa... Como isso acontece com freguesia fui seduzido pela minha estagiária e lambi muito o cuzinho daquela ninfeta... whats 67998666725

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