Fico atordoada quando meu marido me beija, mostrando toda sua paixão por mim. Somos recém casados e tenho vinte e dois anos. Meu marido tem seis anos a mais e trabalha como consultor jurídico do prefeito desta pequena cidade do sul de Minas Gerais.
Ele foi meu primeiro amante e até o momento, ele é cheio de dedos e bastante zeloso quanto às práticas sexuais. Não faz muito tempo que praticamos sexo oral e ele me disse que nunca tinha gozado na boca de alguém e que aquela foi sua primeira vez!
Neste dia eu também gozei em sua boca, mas tive que orientá-lo como fazer minete. Ele não notou minha desenvoltura do modo como eu suguei todo seu esperma de seu lindo caralhinho!
Ah! Se ele soubesse que, em menos de um mês que chegamos à cidade, eu já havia chupado e sido submetida a todas as taras sexuais de dois outros homens!
Ninguém pode dizer que eu faço isso de livre e espontânea vontade. Eu odeio os dois homens por me fazerem objeto dos desejos deles.
Sistematicamente sou enrabada ora por um ora por outro e algumas vezes pelos dois ao mesmo tempo!
E o terrível de tudo isso é que eu gozo como uma louca desvairada!
Eu tento resisitir. Estou sempre de cara fechada quando eles iniciam a invasão de meu anus ou minha bocetinha, mas ao final, meus hormônios me traem.
Raras vezes eu não chorei após ter gozado com aquelas pirocas se alternando em meu cusinho e na minha boquinha!
Eu fiz de tudo pra não gostar do sabor de sêmen, mas quando eles me ordenam que eu lhe chupe as pirocas, eu só quero parar depois de engolir a última gota!
O mais velho deles, se chama Jardel, às vezes tem que me impedir de lhe continuar chupando, pois ele não quer gozar logo!
Ainda mais sendo eu uma meninha e ele na metade de seus cincoenta anos!
O outro é um homem bem aparentado na casa dos trinta e parece ser muito rico. Os dois são sócios de um haras que fica na fazenda do prefeito.
Rafer, o bonitão, tem dois terços da parceria. Um belo dia, eu estava dando uma volta na fazenda e acabei entrando nos estábulos.
Lá vi Geizer, um belíssimo garanhão puro-sangue e por pura curiosidade me aproximei dele pra acariciar-lhe a crina quando percebi sua ereta rolona balançando e batendo lentamente em sua barriga.
Fascinada, pois jamais tinha visto outra rola que não a de meu marido e ainda mais de um cavalo, passei a acariciá-la como se fosse um animalzinho, a coisa mais natural do mundo!
Em segundos, não sei como, eu fiquei excitadíssima e aquela torona de músculos já não parecia mais um gatinho como eu pensava antes. Geizer gozou como um vulcão.
Eu estava tão embevecida com aquela monstruosidade tremendo de espasmos em minhas mãos que não notei os flashes da máquina fotográfica operada por Jardel!
Foi assim que começou minha submissão.
Portanto ninguém pode me culpar, pois sou chantageada e as fotos serão distribuídas, não só para meu marido!
Assim, devido à sociedade com Jardel, eu me tornei também propriedade de Rafer.
Jardel me forçou a praticar todo tipo de prática sexual e aos poucos fui me acostumando com sua imensa rolona a invadir minha boca até a garganta e como já disse antes, a ser sodomizada quase que diariamente.
Nos dias que estou menstruada ele goza em minha vagina, adora melar sua rola em minha bocetinha e depois penetrar-me o cusinho.
Normalmente ele me come durante o dia, mas já houve umas duas vezes que ele tinha viajado e quando voltou já noitinha, telefonou e me obrigou a encontrá-lo em seu carro, numa rua ao lado de onde moramos e me fez delirar com um tremendo minete!
Uma das vezes, eu perdi toda a vergonha e implorei pra que o canalha gozasse em minha boca!
Nesse dia, quando voltei pra casa, meu maridinho perguntou se estava tudo bem com Leilene, a esposinha do prefeito.
- Sim... sim, ela queria me mostrar o presente que comprou pro aniversário dele!
- Poxa! Por que ela não subiu aqui?
- Ela não quer que você saiba também do presente!
-Aaah, tá certo! Venha aqui, me dê um abraço, minha princesinha!
E antes que eu desse uma desculpa que queria ir ao banheiro, ele me abraçou e seus lábios colaram nos meus!
Sua língua procurou pela minha e fiquei estática com medo que ele percebesse o gosto ou o cheiro do esperma do outro que se espalhara em volta de minha boca!
- Eu amo você! Eu amo você!
- Eu mais ainda, querido! – E lágrimas de infidelidade brotaram de meus olhos.
Eu fiquei simplesmente parada, sem reagir aos beijos de meu marido. Eu estava semi-nua, me preparando para tomar um banho quando ele chegou do trabalho.
Eu sempre ficava comovida do jeito que ele me olhava, expressando seu verdadeiro amor por mim. A candura com que me beijava e acariciava, me enchiam de ternura por ele.
Tive uns dois namorados antes, mas foi ele meu primeiro homem e eu não poderia ser mais feliz por ser sua esposinha.
Seus lábios encostam-se aos meu e seu beijo doce transmite todo o desejo que ele sente por mim, gentilmente acaricia minha polpuda bunda.
Eu correspondo ao beijo e sinto que seu sangue ferve, seu penis se avoluma de encontro a minha barriguinha.
Ele me aperta um pouco mais forte e suas mãos, em cada banda de minhas nádegas, fazem com que elas se separem um pouco.
Então sinto escorrer semem do meu anus que havia sido penetrado pela rola de outro homem, cerca de meia hora antes!
-Espera, amor. Deixa eu tomar um banho primeiro. Estou toda suada...
Ele não esconde sua frustração e ainda me beija mais uma vez.
Eu me sinto tremendamente culpada por ainda aceitar aquele beijo de quem me ama, pois meu marido não percebe o cheiro e o gosto do esperma do outro homem de quem eu havia chupado a rola até ele gozar em minha boca!
- Amorzinho... por favor. Deixa eu me lavar. Em cinco minutos estou de volta.
- Está bem, está bem! Mas por favor, Nanete, não demora! Não mais que cinco minutos!
E seu belo sorriso ilumina minha alma pecadora. Eu não poderia ser mais feliz na vida. Todo aquele carinho e o desejo expressado pelo homem que realmente amo, me deixam em estado de graça para fazer amor.
Sinto-me então perdoada por ter feito sexo com outro homem e gozado loucamente! Então o arrependimento se abate sobre mim e começo a chorar baixinho.