Há alguns anos, eu e minha esposa Camila, já tínhamos tido algumas experiências no swing, mas ainda estávamos no nível de iniciantes, sendo que Camila ainda tinha certa timidez, e eu tinha que estar constantemente incentivando e, de certa forma, fazendo uma forcinha, para que ela se liberasse mais.
Ela tinha 25 anos, na época. Gostosa, coxas grossas, definidas na academia, bunda grande, redonda e perfeita, seios pequenos e firmes, com bicos rosados, como o de uma menininha, tudo isto, em uma morena clara, com 1.60m de puro tesão.
Lendo uma revista de anúncios eróticos, um cara nos chamou atenção. Na foto, ele aparecia de sunga, com um corpo legal, embora magro demais, para os gostos de Camila. Era uma foto de bom gosto, mostrando quase o corpo inteiro, diferente das demais, em que apareciam apenas closes da pica. O texo do anúncio também era diferenciado, mostrando um bom nível, e sem linguagem chula. Seu nome era Lima, e decidimos entrar em contato. Poucos dias depois, já tínhamos o número do telefone dele e ligamos. Super simpático e educado, logo cativou o interesse de Camila. Com pouco mais de um mês, conseguiu que ela aceitasse marcar um encontro (com muita ajuda minha, é claro).
Camila aceitou, mas condicionou tudo, a ser apenas um encontro em um barzinho. Não iria para um motel, de cara. Se ela curtisse ele, em outra oportunidade, poderíamos marcar. Tive que aceitar a condição.
Nos encontramos em um barzinho. Camila foi com um vestido leve, curto, que deixava as lindas pernas e coxas à mostra. Uma sandália de saltinho, fazia a bunda empinar mais um pouco, estava linda, sexy demais. Lima nos esperava, em uma mesa afastada dos demais clientes, o que nos deixaria mais a vontade, para o papo.
Ele não era especialmente bonito, era moreno claro, mas com traços de mulato, com cerca de 1,70m. Mas sua simpatia, roupas alinhadas, lhe davam um ar elegante. Era comunicativo, na medida certa, e soube conduzir o papo, conosco, um casal quase iniciante. Conversamos por um bom tempo, mas os assuntos não entravam, muito profundamente, no tema sexo. Eu estava ansioso, queria que algo acontecesse, mas não queria precipitar nada.
Foi chegando mais gente, e as mesas, próximas a nossa, foram ocupadas, assim, ficou mais difícil ainda, falar sobre sexo ou fantasias, sem que fossemos ouvidos, e decidimos sair do bar. Andamos pela calçada e vimos um bar quase deserto. Quando íamos sentar em uma mesa, na parte externa, vi que lá dentro havia música e uma pista de
dança, num ambiente de penumbra, e sugeri que entrássemos.
Camila falou que precisava ir ao banheiro.
- Será que ela toparia fazer algo, hoje ? – Perguntou Lima, que sabia da condição imposta por Camila, de ser apenas um encontro, para nos conhecermos.
- Não custa tentar... É hora de você seduzir ela... – Respondi.
Sugeri que ele a convidasse para dançar. É uma forma de ficar mais próximos. O contato dos corpos, o papo mais íntimo, poderiam facilitar, e fazer com que ela cedesse. Quando Camila estava retornando, Lima levantou-se da mesa, delicadamente, pegou a bolsa dela e colocou sobre a mesa, e a levou para a pista de dança. Fiquei observando, e torcendo, para que algo acontecesse. Eles conversavam. Lima falava ao ouvido de Camila. As vezes, ela sorria, em outras, ela balançava, negativamente, a cabeça. Algumas vezes, se envaravam, como se fosse rolar um beijo. Eu me segurava na cadeira, tremia de expectativa. Os corpos, muito colados, a pica dele, deveria estar se esfregando na buceta de Camila. Era tesão demais, ver minha esposa, dançando com ele. Foi então, que a mão dele, que estava na cintura dela, subiu, tocando o pescoço dela, numa suave carícia. Se encararam, novamente. A mão dele, segurou o rosto dela, levemente, de forma que ela não conseguiu se desviar de um beijo. Vibrei, como se comemorasse um gol. O primeiro beijo, foi um selinho... O segundo, foi mais intenso, e eu podia imaginar que as línguas dos dois se tocavam, os movimentos dos corpos deles, se esfregando, mostravam que havia tesão, naquele gesto.
Voltaram para a mesa, e Camila parecia sem jeito, um pouco envergonhada. Arrisquei, e sugeri que fossemos a um local mais reservado, o que na verdade, significar um motel, é claro.
- Mas ele só vai olhar.... – Camila disse, referindo-se a Lima.
- Sim, apenas olhar.. Não farei nada, sem permissão. – Ele assentiu.
Fomos no mesmo carro, não queria dar a chance de Camila mudar de ideia. Estávamos na zona sul, onde tem muitos motéis, não procurei muito, qualquer um, serviria.
Entramos e, Lima, cumprindo o que prometera, ficou a certa distância, e sentou-se em uma poltrona, para observar nosso show.
Fiquei atrás de Camila, fazendo com que ela ficasse de frente para Lima. Vagarosamente, fui subindo o vestido dela, expondo as coxas deliciosas, e a bucetinha, escondida sobre uma calcinha preta, pequena e enfiadinha, dividindo a buceta ao meio. Lima elogiava minha esposa, falava que ela era linda, gostosa.
Tirei o vestido de Camila, e fiquei massageando os seios dela. Lima pediu permissão para se masturbar, pois estava muito excitado com a visão do corpo de Camila. Eu perguntei a ela, se ela permitia, e ela disse que sim. Ele foi tirando a roupa, ficando só de cueca, mantendo-se na poltrona. Continuei acariciando o corpo de Camila, que rebolava, lentamente, esfregando a bunda em minha pica.
Lima baixou a cueca, exibindo uma pica de uns 17cm, dura, com a cabeça reluzente, já melada, pelo tesão que sentia. Ele massageava a própria pica, olhando para Camila, e elogiando o corpo dela. Camila olhava para ele, meti a mão por dentro da calcinha dela, e notei o quanto ela estava molhada, totalmente excitada.
Ela foi se aproximando de Lima, deu uns passos para frente, lentamente, e tocou a pica dele. Ele gemeu, agradecendo ao toque. Ela foi se abaixando, e ficou de joelhos, a frente dele. Brincou um pouco com a pica, até que, lentamente, foi engolindo ela.
- Que boca gostosa, quente... Tudo que eu queria, era esta boca na minha pica ! – Exclamou Lima.
Me afastei, para contemplar melhor a cena. Camila, de joelhos, com a calcinha enfiada na bunda gostosa, mamando em Lima. Comecei a me masturbar, olhando aquilo. Era tesudo demais... Ela tentava engolir toda a pica dele, deixando-a melada. Baixei a calcinha dela, e fiquei acariciando a bunda e a buceta, que escorria, de tanto tesão.
Lima se levantou, levou ela para cama, e chupou a buceta de Camila, elogiando, o gosto, o calor, o formato. Fez ela gozar, em pouco tempo. Enquanto ela se refazia, ele colocou uma camisinha, e foi beijando a barriga dela, seios, pescoço, boca. Ficou por cima dela, ela abriu as pernas, e a pica entrou, com facilidade, pois ela estava totalmente lubrificada. Lima segurou as pernas dela, para que ficassem bem abertas e começou a socar, Camila gritava, e pedia mais.
Sentindo que ela tinha gozado, novamente, Lima tirou a pica, e ficou batendo e esfregando ela, na buceta de Camila. Ela rebolava, para que a pica a tocasse, massageasse toda a vulva. Então, ele votou a meter. Colocou Camila de lado, e ficou por trás dela, levantando um pouco uma das pernas dela, eu podia ver a pica dele, entrando e saindo, enlouquecendo Camila.
Ele pediu para ela ficar de quatro, na beira da cama. Ele se abaixou, e lambeu a bunda, a buceta e o cu de Camila, que gemia, e pedia para ele meter. Ele meteu, na buceta. Alternava, entre movimentos lentos e rápidos, fazendo Camila gemer alto, até gozar.
Lima deitou, e pediu para Camila vir por cima dele. Ela sentou na pica, que entrou toda, de um só golpe, fazendo Camila gritar. Ele socava, beijando ela, e mamando nas tetas dela. Socava forte, fazendo ela tremer. Ele tinha uma percepção enorme, e sentiu que ela ia gozar novamente, socou a pica no fundo da buceta dela, e a beijou, enquanto suas mãos a forçavam, pela cintura, para a pica ficar no fundo da buceta dela, enquanto ela rebolava, gozando.
Camila pediu um tempo, já tinha gozado, várias vezes. Ela foi para a ducha, e ele ficou na cama. Falei para ele ir junto. Dei um tempo, e fui espiar, os dois estavam tomando banho juntos, com ele abraçado a ela, por tras. Ela rebolava, lentamente, roçando a bunda na pica dele, enquanto virava o rosto para trás, para que ele a beijasse.
Voltaram para cama, e a brincadeira continuou. Fizeram um 69, e Lima voltou a foder Camila. Colocou ela, na posição de frango assado, com as pernas bem para trás, totalmente arreganhada. Ele fodia ela devagar, deslizando a pica para dentro e para fora, num movimento bem amplo. Camila adorava aquilo, sentir quase toda a pica, entrando e saindo, curtindo, cada milímetro.
Ela começou a gemer mais alto, mais intensamente, e ele sentiu que ela iria gozar, e acelerou os movimentos. Ela começou a gozar, e ele meteu, ainda mais forte e mais rápido, fazendo ela gritar algo. Ela se contorcia, gozando, e ele não parava. Até que ele tirou a pica de dentro dela, tirou a camisinha, em um só golpe e, ficando mais inclinado sobre ela, gozou, com jatos fortes de leite, melando a barriga e os seios dela.
Quando ele saiu de cima dela, deitando-se ao lado dela, aproveitei que ela ainda estava de pernas abertas, com a buceta melada e arrombada, e meti nela. Sem pudor, espalhei a porra dele, quente e espessa, sobre os seios dela, especialmente, sobre os mamilos, que estava inchados e sensíveis. Ela gozou novamente, e acabei gozando também.
Fomos embora, agradecidos, pela deliciosa foda, proporcionada pelo nosso amigo Lima.
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25 de Abril, 2025 às 01:41
Parabéns, que relato sensacional, ver a nossa esposa sendo putinha de outro macho é tudo que um marido corno deseja. |