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10 de Dezembro, 2019 às 12:22 Por: AlexKauai

Novo lar em Kauai

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Olá, meu nome é Alex, 49 anos (quase 50), ex e ainda divorciado, porte atlético (malho e corro todos os dias desde os 15). Após meu divórcio, morei muitos muitos anos no Canadá, primeiramente na cidade de Vancouver e depois em uma pequena comunidade no extremo sul da Ilha de Vancouver. Já escrevi vários contos aqui, sob a alcunha de AlexCan, a mudança se refere á nova fase de minha vida na Ilha de Kauai, no Havaí, como escrevi no meu conto anterior (Uma visita inesperada), me mudei para cá para morar junto com minha amada atual e ex "esposa". Aliás, dia 19 completo meus 50 anos.

Como já escrevi, me mudei para Kauai no dia 15/06 passado. Minha vida com a Sheila está melhor do que nunca, e já colecionamos algumas aventuras e tenho outras anteriores para contar.

Mas, vamos ao que interessa. Me reencontrei com a Sheila, e para lembrá-los ela tem a mesma altura que eu, 1,88m, e, embora mais encorpada, de pura beleza atlética e elegância (que ela adquiriu de muitos anos de balé clássico e ginástica olímpica), agora com os cabelos um pouco mais compridos, até o meio das costas. Sempre muito delicada e elegante, até no sexo, ela é o amor de minha vida desde o inicio da faculdade quando eu tinha pouco mais de 19 anos. Nestes quase 30 anos de relacionamento, exceto os quase 9 separados após o divórcio, sempre transamos de todas as formas possíveis e imagináveis, com a flexibilidade, força e agilidade de ginasta dela, pudemos experimentar as mais loucas posições, porém como ela foi criada em família evangélica, nunca fizemos sexo anal. E, bom, depois que publiquei o conto sobre nosso reencontro, ela pediu para falar dela nos relatos, não como algo idílico, mas, como uma mulher que ama me dar sua buceta (lembrando que ela revisa tudo que eu escrevo antes de postar aqui).

Era um amanhecer de sábado no inicio de Julho, e, a noite de sexta-feira havia sido maravilhosa. Acordei com o sol raiando no horizonte do Pacífico, e a Sheila não estava na nossa cama, me levantei ainda nú e caminhei ao deck e ela estava na hidromassagem, ao me ver disse: "acordou belo adormecido, vem aqui e me acompanha neste lindo nascer do sol". Me assentei ao seu lado na hidro e comecei a beijá-la e acariciá-la, logo a coloquei sentada na borda e comecei a chupar sua buceta com tanta fúria que logo ela gozou em minha boca, depois ela se levantou e se aproximou do parapeito do deck, e chegando por trás dela, enfiei meu pau em sua buceta e comecei a fudê-la com força quando ela pede para chegar meu ouvido próximo à sua boca e entre gemidos ela pediu: "come o meu cú, tira a virgindade dele", atônito eu perguntei se ala tinha certeza, pois ela sempre havia guardado os principios nos quais fora criada, ele respondeu que sim, e me deu um tubo de lubrificante que já tinha levado consigo e eu nem tinha visto; e ela me pede: "vai com muito carinho, meu amor".

Tirei meu pau de sua buceta e me ajoelhei atrás dela e comecei a beijar sua bunda e logo comecei a chupar seu cú, ela gemendo feito louca pedia para comer o cú dela, era a primeira vez que a via tão selvagem, já havia chupado o cuzinho dela várias vezes, mais ela sempre foi muito elegante, até nos gemidos, agora estava se liberando totalmente; fui colocar um dedo e ela falou que não queria dedos, ela queria meu pau no seu cú, e me deu o gel na minha mão e passei o gel em seu cuzinho e no meu pau e o posicionei no seu buraquinho que piscava como nunca, e mais uma vez perguntei "tem certeza?" ela responde que sim, e nervoso como da primeira vez que transamos, comecei a enfiar meu pau bem lentamente no seu cuzinho, quando a cabeça entrou ela gemeu com um pouco de dor, e , preocupado a perguntei se queria que eu parasse, e, como resposta ela fala para fuder o seu cú, e jogando seu corpo para trás ela põe meu pau todo para dentro e gritando bem alto pede, "fode o meu cú"........

Ela gritou de dor e prazer, ela rebolava em meu pau acomodando-o dentro de seu cú, e depois iniciei um vai e vem bem de vagar para ela ir se acostumando e Sheila gemia feito uma puta no cio, a minha putinha no cio; fui acelerando o movimento e aumentando a força das estocadas e ela gemendo cada vez mais alto pediu para fuder com força o seu cú, e fui socando o pau naquele cú virgem com toda a minha força e logo ela estava gozando, e eu me segurando ao máximo que podia para não gozar, parei um pouco para que ela se recompor do gozo, e logo depois ela estende a perna direita sobre o guarda-corpo, deixando seu cú todo livre para ser fodido, eu enfio, agora com força, sem pena e sem dó meu pau no cú da minha amada, ela grita e pede para fodê-la com toda minha força, e vou socando e ela grita pedindo mais e com mais força, até ela gozar novamente, era sua segunda gozada dendo fodida pelo cú, eu não aguento mais segurar e encho o cuzinho dela de porra. exaustos deitamos no deck, sob o sol daquela manhã de verão, ainda bem que moramos próximo a uma falésia e não temos vizinhos, pois nunca ví minha esposa tão selvagem na hora do sexo, ela nunca gritou tanto como naquela manhã.

Ficamos alguns minutos abraçados descansando, logo comecei a beijá-la e chupar seu pescoço e seios, ela sempre goza quando chupo seus seios, e desta vez não foi diferente ela gozou gemendo delicada e elegantemente, nem parecia aquela mulher que a poucos minutos atrás, gritava de tesão como uma puta; caio de boca em sua buceta melada e começo a chamá-la de puta gostosa, cadela safada, e ela puxa minha cabeça pelo cabelo e me faz beijá-la, e pede para comer de quatro o cú da cadela, e mais uma vez soco meu pau de uma vez em em seu cú, e ela grita pedindo para foder o cú da minha cadela por que minha cadela queria pau no cú e gozando ela rebola loucamente seu rabo em meu pau, seu cú piscava com intensidade como se estivesse mastigando o meu pau falo que vou gozar, e ela retira o meu pau de seu cú e cai de boca nele o chupando com toda força pedindo para dar leitinho na boca da minha cadelinha arrombada, e logo encho a boca de minha esposa de porra.

Descansamos mais um pouco e fomos tomar um banho, no banho eu a lavava e acariciava carinhosamente e perguntei a ela o porque daquilo tudo, ela encosta na parede e me puxa para junto de seu corpo, e me olhando nos olhos, ela diz que sempre que lia e ouvia o que contava sobre as mulheres que comi o cú, ela ficava incomodada, pois ela nunca tinha me dado o cú, eu disse que nunca exigi isto dela, e que sempre respeitei aos principios dela, e que nunca me senti incomodado com isso; ela me respondeu dizendo que se libertou dos tabús que ela guardava, mas, que há muito não seguia aquele modo de vida, e que estava na hora de realizar esta fantasia que eu tinha com ela, e ela aproveitou para entrar no personagem e se liberou de tudo e se entregou à intensidade do momento, da dor de ter o cú arrombado, do tesão e de um dos orgasmos mais intenso que ela já teve.

Este é o primeiro de muitos relatos que aos poucos vou trazendo aqui, espero que tenham gostado, um abraço a todos.

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