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14 de Maio, 2018 às 16:11 Por: Daniel Polansk

O Bombeiro e a Vigilante

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Na época que em que trabalhava como Bombeiro Civil, estava eu trabalhando em uma multi nacional onde tinha que periodicamente fazer inspeções nos equipamentos contra incêndio, dentre eles um extintor e uma Bomba que ficava ao lado de um rio, e sempre deixava para verificar nos sábados ou domingos em que estava trabalhando, por ser um local muito bonito e deserto sempre aproveitava para dar uns mergulhos no rio que tinha a água limpinha, e na portaria dessa empresa tinha uma vigilante que eu fiz amizade e sempre nos finais de semana no qual trabalhava ela era frequentadora assídua da minha sala, pois meu trabalhava sozinho, foi em um sábado muito quente que falei prá ela que iria até a casa de bombas do rio fazer minha inspeção, então a Ângela resolveu que iria comigo até lá, quis me livrar dela mais não teve jeito e ela acabou indo comigo, prá chegar até o local tinha uma trilha coberta por mato em ambos os lados e eu ficava brincando com ela que uma cobra iria pega-la, ela ria e dizia não ter medo, chegamos na casa de bombas fiz meu trabalho enquanto ela admirava o local, meu trabalho era bem rápido ao terminar fui fazer companhia prá ela, sentamos em uma mureta que tinha no local e ficamos conversando, quando eu falei se ela não estivesse ali eu iria tomar banho no rio, ela me olhou nos meus olhos e falou que eu poderia fazer de conta que ela não estava ali, então eu disse a ela que iria entrar nú na água, ela falou que poderia entrar e se água tivesse boa ela também iria entrar, nesse momento tirei minha farda e dei um longo mergulho no rio pois já estava acostumado, ela me perguntou e ai como tá a água disse que estava perfeita, não acreditei quando ela começou a tirar a roupa, pois até aquele momento não tinha reparado naquela mulher bonita, tipo falsa magra, morena, olhos castanhos claros, cabelos até o ombro e seios pequenos, e uma bundinha bem desenhada, fiquei parado observando, ai foi a vez dela brincar comigo, - vai se afogar heim, então eu disse se eu me afogar você faz um boca a boca ai eu não morro afogado, ela disse-Vai morrer de outra coisa né, dito isso ela pulou na água e adverti para ela ter cuidado com a correnteza , eu já estava de pau duro e dava pra ver , eu mergulhava e tentava passar a mão naquela xoxota lisinha e ela se esquivava, até que parei de tentar, quando ela me disse você desiste fácil, eu disse que não era isso é que não poderíamos perder tempo pois a qualquer momento poderia ser chamado e não queria perder aquela chance de possui-la , ela então concordou e veio até mim e trocamos um delicioso beijo onde nossas línguas entrelaçaram, ela estava pendurada em meu pescoço e eu atracado na sua cintura, soltei uma das mãos e direcionei me para naquela bucetinha apertada e fui penetrando devagar ela não resistiu e começou a remexer o quadril como louca, rebolava, mordia meu peito até eu sentir as contrações de sua bucetinha e ela cravar suas unhas em minhas costas, logo em seguida foi minha vez de gozar gostoso, ai saímos do rio e fomos em direção a minha sala, lá chegando, peguei a chame do meu vestiário e disse que iria tomar um banho e pedi para ela vir comigo, entramos juntos no chuveiro e começamos a nos acariciar quando resolvi deixar ela apoiada na parede e entrei por trás bem gostoso meu pau entrava e saia gostoso daquela bucetinha linda, e ela gozou de novo, saímos do chuveiro ai deitei ela no banco e fui enxugando todo seu corpo com a boca percorrendo cada centímetro parando em sua xoxota e no cuzinho dela, e ela se contorcia, rebolava em minha língua, foi quando eu pedi para ela chupar meu pau, fizemos um maravilhoso meia nove, logo em seguida sentei no banco e pedi para ela sentar no colo ficando de costas prá mim, fui penetrando devagar até sumir tudinho dentro dela, ela começou a cavalgar gotoso, enquanto eu enfiava dois dedos no cuzinho dela, ao perceber que iria gozar ela parou os movimentos e falou ainda não tirou meu pau da xoxotinha e posicionou na entrada do seu cuzinho, que tive problemas para penetrar pois era apertadinho e meu pau e um pouco grosso mais depois que entrou a cabeça foi entrando tudo centímetro por centímetro, após entrar a metade ela começou a rebolar até entrar tudo, começamos um vai e vem gostoso até eu anunciar que iria gozar, ela pediu para eu gozar em sua boca, tirei meu pau e direcionei par sua boca punhetei umas três vezes e inundei boca dela como minha porra, enquanto eu gozava ela pedia – dá leitinho , dá, depois de deixar meu pau limpinho ela se lavou e se vestiu e foi embora, nesse mesmo dia eu passeia noite inteira com ela, fizemos algumas loucuras no Trabalho, até que ela foi transferida de unidade, e eu me formei e também sai da empresa, tenho saudades das tardes naquele rio e da aquela vigui fogosa .espero que [email protected]

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