Era uma noite fria. Muito fria. O nervosismo não me deixava falar. Uma gota de suor escorre na minha testa. Eu sabia que hoje seria diferente.
Chamo-me Leo e já havia saído com algumas garotas. Era descendente de italianos, alto, magro, semblante calmo, mas confiante. Eu sabia o que fazer e como fazer. Porém nessa noite a garota com quem estava prestes a encontrar era muito mais experiente do que eu. Ela tinha fama, mas era simplesmente irresistível para fazer-me sucumbir perante comentários maldosos. Pelo contrário, eles me atiçavam e alimentavam meu desejo por prazer. Precisava de uma mulher diferente.
Levantei minha face, joguei água no rosto, tentei não exagerar no perfume, sorriso e olhar sedutor no espelho. Porém, a insegurança não saia do meu peito.
Como nos conhecemos não é relevante, ou pelo menos saudável. Um pouco perturbador talvez, em função disso, te pouparei de detalhes. O importante é que consegui marcar um encontro com a mulher mais desejada de São Paulo. Um corpo de tirar o fôlego. Imaginem uma mulher encorpada, bunduda, aquele tipo que você olha mesmo sem querer, e sua namorada olha em conjunto, te bate e inveja a minha Laura. Minha não, ela não é de ninguém, não tem amigos, nem família. Ela se basta. Nunca precisou de ajuda. Independência é seu sinônimo. Morena, seu rosto possui curvas suaves, um nariz delicado, uma pele macia, um olhar profundo e azul que quando fitado estremece qualquer pessoa. Como não acha-la extraordinária.
Tomei coragem, dirigi minha BMW 320i preta até sua casa. Ela me ligou no meio do caminho dizendo que os planos mudaram. Iríamos nos encontrar em um cinema na capital. Cheguei em cima da hora. Estacionei, caminhei, cheguei ao local combinado. Avistei seu rosto de longe. Ela estava com um vestido branco curtinho, realçando sua pele cor de chocolate. Salto alto, da cor do vestido. Os seios saltavam do decote. E que peitos. Passar a noite sem ficar desviando o olhar de seu rosto seria um grande desafio, mas o maior ainda estava por vir.
Papeamos meia hora, os ingressos já estavam comprados. Ela me surpreendia com seu jeito descontraído. Falávamos sobre tudo. Negócios, séries, comida, até começarmos a falar sobre sexo. Parecia que éramos íntimos ha anos. Ela contou-me dos homens que dormiu, que estava frustrada, pois seu último namorado não atendia a seu fetiche. Fiquei curioso. O que seria esse fetiche misterioso. Porém, comentei de minha experiência, como eu fazia com as mulheres. Até que eu fui interrompido pelo chamado do início do filme.
Dirigimos-nos ao cinema. Queria conversar mais com ela, porém o filme começara. Lembrei de minha adolescência. O meu primeiro beijo foi durante um filme. Mas dessa vez, havia experiência demais em uma só sala.
Sentamos no fundo, ela foi brincado comigo até a cadeira. Abraçava-me e tentava me derrubar pelo caminho. Retribuí. Paaaaaaaah! Ela cai, chama a atenção de todo cinema. Felizmente ela estava bem. O salto havia quebrado. Apanhei, mas ela parecia não se importar e sussurrou em meu olvido de forma bem lenta e sedutora “dor as vezes é sinônimo de prazer”. Já vi que seria diferente da minha primeira vez no cinema.
Haviam poucas pessoas. O que eu queria era sexo, saltar para aqueles peitos, chupar a sua xoxota, brincar sua enorme bunda. Mas, sabia que paciência era necessário. Planeja leva-la para casa depois do filme. Só que minha sorte falou mais cedo.
O filme começou. Uma cena de ação, muitos tiros, gritos, adrenalina. Fito seus olhos azuis e profundo. Inclino o rosto. Beijo. Uau. Senti como se fosse o primeiro. Subiu uma excitação para cabeça, ninguém nunca me beijara daquela forma. Sua língua dançava com a minha. Puxei sua mão contra minha nuca. Ela entendeu o recado. Ela desceu para meu pescoço, mordia minha orelha, meus lábios. Meu pênis endureceu como pedra na hora. Ela notou o relevo. Continuamos beijando. Minha mão desce e encontra seus seios. Ela não se incomoda. Acaricio seus peitos. Eram durinhos e salientes. Não podia esperar para tê-los em casa. Para minha surpresa ela tira a mão de minha nuca e começa a descer. Passa pelo meu pescoço, peito, barriga, até eu sentir sua mão aperta a cebeçona do meu pinto. Hmm como descrever minha surpresa e prazer. Ela também se surpreende com o tamanho. Ele tem 20 cm, muito grosso e as veias pareciam gritar por uma buceta. Ela começa tocando uma punheta. Levanta e desce carinhosamente sua mão. Olho para ver se as outras pessoas não reparam. Felizmente, estávamos na ultima fileira bem no canto. Apenas um casal do outro lado com seus filhos. Fiquei preocupado, mas ela não parecia se importar. Desci minha mão. Encontrei sua xana. Meus dedos começaram rodeando, já estava um pouco molhada. Entrei com os dedos na sua xoxota quente e húmida. Ela segura para não gemer. Ela olha bem fundo nos meus olhos. Me da um beijo molhado. Tira meu pênis da calça. Desce com a boca. Sua língua encontra a cabeça do meu pinto. Não acreditei. Estava recebendo um boquete em público. Agora eu estava lutando para não gemer. Fingia observar o filme. Mas sua boquinha não parava nunca, subia, descia,lambia. Até o momento que ela tomou folego e conseguiu engoli-lo todo. Nossa como não gozar. Segurei muito para não fazer isso em público. Segurei e consegui me controlar. Disfarçadamente, puxei sua cabeça de volta e disse “Vamos continuar isso em outro lugar”. Ela concordou e demos um selinho antes de sair.
O caminho do cinema até minha casa pareceu uma eternidade. Ela não parava de ficar se esfregando em mim. No carro, a atenção era divida entre sua mão nas minhas calças e a estrada. Quando cheguei em casa, abri o portão, estacionei torto o carro. Beijei muito sua boca, ela sobe em meu colo, a carrego para o sofá. Sim, não deu tempo de chegar ao quarto. O desejo falava muito alto.
Virei ela de costa e disse “ hoje eu te faço mulher”. Fui retirando peça por peça de sua roupa. O vestido, a calcinha, também branca, o salto. Encontrei uma xoxota moreninha, gordinha e apetitosa. Chupei como nunca na vida. Ela desce a mão e começa estimular o clitóris. Alternava os meus movimentos com a língua. Ficamos nessa brincadeira até ela não aguentar mais e dizer “ quero esse pintão me partindo ao meio”. Eu amava escutar isso. Virei ela de costas, e comecei introduzindo lentamente meu pênis em sua xoxotinha. Não vou mentir e dizer que era apertadinha. Já tinham entrado vários pênis ai. Só que a sexualidade dela era tanto, que transei como se estivesse no paraíso. Uma gota de suor começa a escorrer em seu rosto. Os seus pés se contorcem de prazer, eu nunca havia transado tanto assim. Orgasmo estava vindo, sabia que não aguentaria mais. Segurei, segurei, ela começa a gemer e sussurrar coisas que todo homem sonha em ouvir, nos seus desejos mais profundos. Minha porra quente escorre por dentro de sua xana. Ela da um berro de prazer. Uau, exausto eu levanto e quando coloco um chinelo, porém, num susto, ela me joga de novo para a cama. Sou algemado e amordaçado. Olho irritado, mas minha cara muda quando entendo o que se passava. Ela para, calma e confiante como sempre diz “ a brincadeira está só começando”.