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14 de fevereiro, 2016 às 23:04 Por: Carol Sheraik

O PEÃO DO TITIO ONOFRE

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Alo amigos queridos, pra quem ainda não leu relatos meus, sou a Carol, tenho 39 anos, casada, Luiz o meu marido tem hoje 58 anos, coroa grisalho e muito carinhoso e bom de cama, aqui estou pra relatar a mais recente aventura que tive, foi quando junto com meu marido fomos visitar seu tio Onofre em sua fazenda (seria uma nova lua de mel, as crianças ficaram em casa com a empregada). La chegando procuramos nos acomodar, enquanto o Luiz arrumava nossas coisas no quarto, resolvi fazer um breve reconhecimento do local, saí então pela trilha no meio da mata, mas sempre cuidando para não me afastar muito, de repente escorreguei na grama ainda molhada do orvalho e caí com fortes dores no tornozelo, fiquei ali imóvel por uns segundos, de repente senti uma mão em meu ombro me oferecendo ajuda, pensei ser meu marido, mas não, era um peão da Fazenda que passava por ali e viu o ocorrido, observei aquele homem com muita atenção, aparentava ter uns 40 anos, barba por fazer, chapéu quebrado na testa, sua roupa meio suja, cheirando a merda de vaca, mas muito educado e gentil, eu havia torcido o pé, por isso tive que ser levada em seus fortes braços, me senti uma princesa sendo carregada por um plebeu numa sensação de estar sendo bem protegida, enquanto caminhava, sua mãos iam se ajeitando para me segurar melhor e com isso percorria meu corpo de leve, senti um ar de sensualidade naquilo, quando chegamos, Luiz veio todo preocupado ajudando o desconhecido a me colocar numa poltrona, agradeceu por mim o homem que saiu rapidamente, Luiz, usando um preparado que a tia Norma guarda pra essas ocasiões massageou meu pé que logo a dor desapareceu, por sorte não foi nada sério; pedi a meu marido para irmos ao quarto e fizemos amor, mas incrível eu sempre pensando naquele peão desconhecido, todo acanhado e tímido. À tarde Luiz resolveu jogar canastra com seu tio, coisa que não me atrai, perguntei se era possível cavalgar um pouco pela fazenda, o Tio disse que sim, mas por não conhecer o local não deveria ir sozinha, tia Norma então chamou um empregado de confiança para me acompanhar; Voltei ao quarto para me arrumar, vesti uma saia longa de couro com uma grande abertura na frente, uma blusa só amarrada na frente, sem nada por baixo, sai e ouvi então Maria gritar por um tal de Rogério, ela me levou até o curral onde o homem preparava os animais, qual não foi minha surpresa ao ver que tratava-se do mesmo peão que me ajudara pela manhã, para montar, fui ajudada novamente por aquele homem que ficou muito acanhado quando meus seios pelo decote ficaram a mostra e quase tocaram seu rosto, Saímos pelo campo, cavalgando devagar, Rogério muito cuidadoso ia na frente, eu o seguia de perto sempre observando aquele físico de homem do campo que no momento trajava um conjunto de vaqueiro, mas dessa vez limpo e até cheiroso, quando as vezes me aparelhava a ele, sentia seus olhos me fitarem e caírem em minhas pernas que ficava a mostra pela abertura da saia, eu gostava disso, pedi a ele que queria ir a um rio me refrescar um pouco, tal era o calor, Rogério me conduziu a um lugar lindo, um rio que no máximo tinha cinco metros de largura, desci, também com sua ajuda, tirei minha bota, sentei-me numa pedra na beira do rio com os pés dentro d’água, Rogério do outro lado do riacho levou os animais para beber água, bem na minha frente, ao abaixar para molhar meus pés com as mãos, novamente meus seios queriam sair, fiz que não vi, e percebi que o peão ficava excitado, pois um volume começava a aparecer em sua larga calça, aquilo também me excitava, de propósito disse a ele para se refrescar também, ele pensou e resolveu atender minha sugestão, sem camisa, exibia aqueles músculos e um peitoral cabeludo, eu já não tinha mais dúvida, desejava aquele homem, mas pensara que vim para aquele lugar para curtir bons momentos com meu marido, mas poxa, ele não pensou nisso quando preferiu jogar cartas com seu tio. Eu bem sabia que não tinha muito tempo com aquela miragem e resolvi atiçar ainda mais lenha na fogueira, tirei minha saia, ficando apenas com uma minúscula calcinha toda transparente, procurei ficar a vontade para não espantar Rogério, mas minha excitação já não dava pra esconder, ele também tirou sua calça e ficou de cueca, hummm, ai foi que pude notar o volume, com certeza era um dos maiores que até então eu conhecia, resolvi procurar brincar, jogando água nele e ele em mim, logo mergulhou, e eu o segui, não era fundo, quando subimos estávamos frente a frente esbarrando um ao outro, ficamos quase que colados, senti seu membro tocar minhas pernas, eu ainda de blusa que ao molhar fez com que um seio ficassem totalmente exposto, Rogério olhava mas não tocava, perguntei a ele se gostava do que via, com a cabeça acenou afirmativamente, sentindo que tinha de tomar a iniciativa, peguei sua mão e trouxe até meu peito, ele estava alucinado, abri minha blusa e joguei-a na grama para secar, abracei-me àquele homem, sentindo-o tremer tamanha era sua timidez, foi se soltando aos poucos, me apertou com aqueles braços fortes, senti um tesão enorme, mais ainda quando peguei naquele pau duro sob a cueca molhada e transparente, puxei para fora e de joelho trouxe até minha boca, nossa, devido ao tamanho mal conseguia abocanha-lo todo, após uma seção de vai e vem ele gentilmente levou-me até a margem, deitando-me na areia, tirou minha calcinha com a boca, chupou-me meio sem jeito, percebi que não era sua especialidade, mas essa inexperiência dele é que me alucinava mais ainda, deitou-se sobre mim, e com muito cuidado foi penetrando aquela tora em minha boceta que já não agüentava mais de tanto tesão, uii, que delicia, isso ele fazia muito bem, aquele peito sobre meus seios, seu corpo tremendo, só que agora sabia que era de prazer, gozei muito nessa posição, virei sobre ele e sentada naquela vara cavalguei com perícia, sentia suas estocadas cada vez mais forte fazendo-me gozar novamente, Rogério pediu para que eu ficasse de quatro, assustei-me, pensando que ele queria meu rabinho que poderia se arrebentar com aquele cacete tão grande, mas mesmo assim atendi prontamente, mas não, acho que ele pensou que me machucaria também e naquela posição me penetrou na vagina, ui, gozei como nunca, ele quase tirava e enfiava novamente levando-me a loucura, aumentando o vai e vem aos gritos senti ele gozar jorrando dentro de mim seu líquido abundante, foi ai que dei conta que não usamos camisinha, mas já era tarde, um banho para nos relaxar, nos vestimos minha blusa já seca felizmente, montamos nos animais e voltamos para a sede. Chegando Luiz estava na porta com o tio a nos esperar, meu marido todo sorridente e sem que nos apeássemos me perguntou - E ai meu amor, deu para fazer uma boa cavalgada? eu, olhando para o Rogério do meu lado respondi. – e COMO. Até hoje, sempre que vamos visitar o tio Onofre, dou um jeitinho de me encontrar com meu peão favorito, e olha que ele vem aprendendo muito bem como fazer uma mulher delirar em sua vara.
Bem meus amores, ai esta mais uma aventura minha, é real como as demais, podem acreditar. Quem quiser contato comigo mesmo que só pra bater papo, me escreva emails ou no face [email protected], ah, hoje eu e meu marido temos uma relação aberta e ele sabe de todas minhas aventuras, podem falar com ele tbem [email protected]. Beijos.

Comentários

12 de Março, 2016 às 17:28

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Ótimo conto... Adoro mulher safada que gosta de ser bem fodida, mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,depois de algumas exp. passei a gostar demais de ficar cobiçando uma mulher safada, ou vela se exibindo, até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos..e vontade.. whats 19 98922-4148
24 de fevereiro, 2016 às 17:40
Garoto Dotado
Me Chama quero te conhecer Coroa Gostosa! 67 8404-9021
19 de fevereiro, 2016 às 23:47
Mmsilva
Também adoro essas putinhas casadas é muito bom ouvir elas pedindo rola...aguardando um contato de algum corninho ou uma putinha casada mim chamar no whats 011 948623793

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