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19 de Outubro, 2017 às 21:41 Por: Helga Shagger

Pai e filho corneados

tags: sodomia, adultério
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- Uou! Parece que podemos ser companheiros de copo!
- Certamente! Mas não deixe Diogo saber!
- Seu futuro marido?
- Ainda namorado. E só!

Já sentados, ela com uma taça de vinho branco na mão e ele com cerveja, bebericam em silencio antes de iniciarem a conversa.
- Parece que voce não está muito entusiasmada com esse namoro. É isso mesmo?
- Meu pai fornece pão há anos aqui pra academia. Ficou rico. Quer continuar com sua regalia de ganhar todas as licitações. Me empurrou Diogo e quer que eu case imediatamente agora que ele se formou. Até que achei ele bonitinho e trepei com ele. Daí, ele passou a aparecer lá sempre.

Gusmão quase engasgou com essa revelação e do modo sem meias palavras dela.
- Aí meu pai viu a oportunidade de ter um elemento que ele pudesse manipular... Diogo! Arrumou para que ele sirva aqui na Academia e assim mantêm seu domínio sobre o Oficial Intendente que cuida das compras.
- Parece um futuro tranquilo...
- Não bastasse que minha mãe é amante do vice-diretor e que meu pai consente!

Gusmão pára a meio caminho com o copo a caminho da boca e fica uns instantes olhando o carismático e belo rosto daquela jovem de modos simpaticamente insolentes.
Toma todo copo e faz sinal para mais uma. Anita levanta a taça também.
- Voce me agrada! Gosto de coroas bonitos! Voce não será o primeiro! Ví voce olhando pra mim. Olhando e adivinhando meu corpo através do tecido transparente!!
- Eu?! Fiz isso? Não! Imaginação sua!
- Voce é um cretino! Um amável cretino! Com certeza tá comendo a gostosona mãe do Diogo! Tá ou não tá?! Que velho safadão! Rsrsrsrsrs! Olha só a tua cara!
- Voce é louca! Voce é... maravilhosa! Age como uma mulher feita e é tão jovem!
- Trepo desde antes meus seios crescerem de todo! Meu pai tem sono pesado e as noites são minhas!

As bebidas chegam. Gusmão nota que as faces dela estão rosadas. Ele não acredita que vai ter um caso com a namorada do Diogo.
“ Caraca! Corneei o pai e agora o filho! Bem... ainda não!”

- Gozei a primeira vez com um homem que era General. Era apaixonada por ele. Aí conheci o cunhado dele. Não sei porque e minha paixão pelo General arrefeceu. Um dia ele me pegou num sessenta e nove com o cunhado e teve um acesso de ciúme e chorou feito um bebezinho. Imagina um homão daquele, comandando seis mil soldados, chorando e implorando para que eu não o abandonasse. Enfim, passei a ser comida pelos dois!
- Deixa eu te chupar... todinha! Agora!

Anita com os olhos baixos leva a taça aos lábios. Depois, pondo os dois cotovelos na mesa e se inclinando pra frente chegando quase perto ao rosto de Gusmão, fala por entre os dentes.
- Seu safado! Seu crápula! Sem respeito por mim e pelo Diogo! Voce um coroa feio, horripilante querendo chupar minha xaninha... querendo comer uma garotinha como eu!
Gusmão está adorando aquele teatrinho. Foi a mesma coisa no inicio com a mãe do Diogo.
Agora Anita faz bolinhas de saliva que se formam na ponta do biquinho que ela faz com os lábios. Gusmão sabe o que vai acontecer. Anita abre bem os olhos de excitação e cospe no rosto dele.
O que escorre até o lábio superior e recolhido pela língua de Gusmão. Em seguida, encarando-a como se estivesse zangado, lhe diz baixinho.
- Sua putinha devassa! Voce tá se comportando muito mal! Vou castiga-la até tua bundinha ficar em carne viva!

A tesão em Anita é sufocante. Ela palpita duas vezes antes de recuperar a respiração e emite um murmúrio rouco e alto o bastante para que o barman se vire sem saber o que está acontecendo.

Enquanto na Academia prossegue a cerimonia e seus protocolos, num quarto de hotel Anita participa com louvor de todas as perversões sexuais permitidas e inventadas.

O corpo de um homem quase cinquentão, bronzeado do sol com pelos brancos aqui e acolá por todo o corpo musculoso, dá esbarrões nas bojudas nádegas avermelhadas da ninfeta de corpo escultural e levemente rosado.

Ela geme e murmura coisas sem nexo enquanto pede mais e mais que ele a penetre no anus.
Seus pulsos estão seguros de encontro ao colchão, um pouco acima da cabeça, pelas manoplas do coroa. Ele tem os braços esticados e o quadril sobe e desce em cima da bundinha empinada dela.

Terminada a cerimonia, Júlio junto com uma esbaforida Anita vão cumprimentar o novo tenente da família.
- Didi, vou pra casa descansar um pouco. Tá muito calor!
- Tudo bem amorzinho. Não se esqueça do baile. Te pego as sete!

Anita se despede do pai e do filho com um beijinho e se afasta uns dois passos se vira e dá adeusinho com a mão. Tem um leve sorriso nos lábios, meio sarcástico.

Ruth está sentada na cantina dos oficiais com Gusmão que parece cansado.
- A idade está chegando mesmo, hein querido! Vamos embora, não vou ficar pro baile.
- Sabe, querida, quero te confessar uma coisa e espero que voce não se aborreça.
- Não me digas que não vamos pro Shagger-La nesse fim de semana! Já dei até desculpa pro corninho!
- Pelo contrário! Nós vamos é hoje! Mas o que quero te contar é...

As sete horas em ponto, Diogo salta do jipe no seu garboso uniforme e fica sabendo que Anita não estava em casa. O pai, com forte sotaque lusitano, lhe diz.
- Acho que ela pegou carona com alguém e já foi ao baile. Meus parabéns, ô pá!

Satisfeito, Diogo vai até o hotel onde estão seus pais. Encontra só o Júlio na recepção.
- Não me faça mais feliz ainda, pai! Me diga que a mãe não vai ao baile!
- Isso mesmo! Houve um acidente seríssimo com uma das lanchas no resort e eles tiveram que sair daqui correndo. Voce só terá a mim e Anita por companhia.

Ao mesmo tempo em que está aliviado por sua mãe não ir, Diogo sente pena do pai por ser tão ingênuo e corno. Abraçando o pai pelo ombro, eles entram no jipe.

Meia hora depois, um jatinho faz uma curva por cima da Academia. O grande pátio está cheio de convidados chegando.
Elas dão uma olhada lá pra baixo soltando risinhos, depois se brindam entrelaçando os pulsos. Bebem todo o champanhe da taça e se olhando diretamente nos olhos se beijam.
As taças são depositadas na mesa não se sabe como, pois agora as duas se beijam apaixonadamente.
- Eu quero beijar tua xaninha, putinha safada!
- E eu a tua, rampeira devassa!

Quando Gusmão sai da cabine de comando encontra Ruth e Anita relaxadas e dormitando com os respectivos rostos perto da xana de uma e da outra.
Diogo assim que chegou ao teatro, sentou-se ao lado pai e volta e meia o olhava de lado. Ele não podia acreditar que ele fazia aquelas coisas com sua mãezinha. Ele era o culpado por acostumá-la àquele tipo de abordagem sexual.
E maldita hora que ele próprio tinha visto e possuída a beleza do cuzinho rosado de sua mãe. Diogo jura a si próprio que por mais tezão que ele se lembre do acontecido jamais tocará nela de novo. Ele passará a venerá-la como uma santa.
- O quê é, Diogo? Fica me olhando de lado! O que houve?!
- Me diz uma coisa, pai. É... bem, eu não sei como começar. Bem, é que eu... eu acho bonito uma mulher bunduda. E o senhor?
- Eu, o quê?
- Gosta de comer um cuzinho?
- Voce tá maluco? Que porra de pergunta é essa?
- É que... não sei, não sei, mas já tive experiência de sexo anal com uma garota e...
- Isso é horrível, filho! Por mais que você use camisinha... é sujo, fedido! E anti-natural!
- Mas... mas, não uma prática comum entre casais? O senhor... e a mamãe já...
- O quê?! Nunca! Nunca! Não se deve fazer isso nem com uma mulher de rua, ainda mais com nossas mulheres de família! É pura perversão! Nem pense nem faça isso!
No intervalo do jogo, Diogo diz ao pai que vai dormir. Ele se dirige ao bar onde Ruth estava, enlouquecido com as mentiras dela e mortalmente curioso em saber quem sua mãe realmente era.
Sabia agora com certeza que aquela não foi a primeira vez que ela se entregou a um estranho e também que fora sodomizada sem protestar. Tinha certeza que ela era uma ninfomaníaca, uma doente e precisava de tratamento. Jurou de novo que nunca revelaria ao pai a verdadeira causa quando ele a internasse pra tratamento.
De longe ele viu que ela não estava no bar. Sofreu com a idéia de que ela tivesse outra recaída e fosse procurar alguém. Estava desnorteado. Não sabia aonde ir. Caminhando a esmo, acabou dando no caminho para o bangalô deles.
Ele visualizou a sombra dela sentada no sofá. Foi um alivio. As paredes da sala do bangalô eram de vidro de cima a baixo. Ele não entendia porque ele balançava lentamente a cabeça de um lado pro outro. Chegando mais perto, seus olhos quase saíram fora. Ele viu a cabeça de Gusmão emergir por entre as coxas de sua mãe.
Ela estava com os joelhos curvados, quase tocando nos seios. Agora, o torso atlético dele estava todo aparente e parecia que ele ía penetrá-la. Estupefato, Diogo viu sua mãe afastar Gusmão do meio de suas coxas, balançando a cabeça negativamente ao mesmo tempo em que baixava os joelhos e ficava sentada na beira do sofá.
Ato contínuo, Ruth segurando com as duas mãos o cacetão pela base, faz com que ele invada sua boca até a metade. Aí ela passa a sugar como se fosse uma bola de picolé. Segundos depois ela tira a rolona gosmenta da boca e fica olhando com admiração aquele estupendo órgão masculino.
Diogo está hipnotizado pelo desempenho de sua mãezinha. Agora, não era mais sua mãe, mas uma belíssima femea praticando um sensual boquete no macho de agora.
Poe um breve momento a sua natureza masculina fala mais forte que seu respeito pela mãe. Mas, apelando com todas as forças ao seu caráter, ele consegue deslocar sua luxuria para o fundo de sua mente e irrompe como um pastor evangélico enfrentando satanás.
- Mãe! O que está fazendo?! Sei agora que você é uma mentirosa! É uma rampeira!
Voce me envergonha! Envergonha meu pai! E você, seu cafetão filho da puta! Cai fora!

Gusmão fica estático, apreensivo. Ruth, passado o susto da gritaria, larga a rola dele e calmamente encara o filho.
Depois, se levanta e baixa o vestido que estava enrolado até o pescoço. Gusmão se abaixa e vai suspendendo a calça.

Diogo engole seco vendo a mãe fazendo uma espécie de rebolado ao ajeitar o vestido.
- Olha aqui, Diogo! Fale e pense o que quiser. Não tô nem aí! Não valeu a pena cuidar de dois marmanjos e ter minha natureza sexual mutilada!

Gusmão olha pra Ruth e faz menção de que está indo embora.
- Nada disso! Vamos sair daqui juntos. Me leva lá pro resort da ilha. Aqui não vai dar mais pra fazer você gozar! E você, meu filho, diga pro seu pai o que quiser. Eu só volto na terça.

Antes que Diogo e Gusmão atinem pelo que Ruth lhes disse, ela já está cruzando a porta. Gusmão se aproxima de Diogo, remexendo nos bolsos e tirando uma nota de cem dólares lhe diz.
- Toma! E diz pro papai somente que ela vai passar o final de semana no Spa. Só isso!
- E pra que esse dinheiro. Comprando meu silencio daquilo que ví?
- Não. Tô comprando o passe dela! E não me provoca, moleque!

Quando Júlio chegou, encontrou o filho olhando fixo pra televisão.
- Por que não voltou pra assistir o jogo. Deu empate e vai pra prorrogação. Avisa pra mamãe que chegaremos um pouco tarde.
- Pai, a mãe não tá! Ela recebeu um convite pra passar o final de semana no Spa lá do outro lado.
- Hãhã... Bom pra ela. O recado tá dado. Agora vamos assistir a prorrogação!

O que aconteceu a Ruth no resort Shagger-La será assunto para os próximos capítulos.

Vamos agora para quatro anos a frente.

Júlio está mais radiante do que o próprio filho que acaba de receber as divisas de tenente, colocadas nos ombros por sua mãe. Praticamente não houve um beijo mas um roçar de bochechas.
Ruth está charmosíssima com seu vestido branco com florezinhas e primoroso chapéu caído de lado. Ela sabe o efeito que suas curvas faz nos homens, principalmente suas nádegas e sua boca de lábios carnudos pintados de vermelho sangue.

Ela escolheu aquele vestido bem solto para que não se revelasse suas curvas. Mas, quis os deuses que lhe fosse feita uma pegadinha. Todo mundo tentava visualizar se ela estava com calcinha ou sem. Quatro oficiais do alto comando praticamente a aprisionaram com tanta atenção enquanto Ruth dava risinhos.

Aquilo martirizava o filho que tinha apresentado a namoradinha ao pai. Diogo acha estranho o Gusmão estar alí.
- Pai, o que ele está fazendo aqui?
- Ué? Não sabes? Tua mãe não te contou? A Ruth está trabalhando com ele desde... desde... Ah, não me lembro! Pois é! Quando disse a sua mãe que voce se formava hoje, o Gusmão nos ofereceu trazer de jatinho. Por falar nisso, por que voce não disse a sua mãe da sua formatura?
- É, benzinho, por que, hein? Voce nunca falou dela pra mim!

Anita tem um sorriso lindo e narizinho arrebitado. É uma mulher belíssima, apesar de feito dezoito anos duas semanas atrás. Ela é quase da altura do seu tenente estando descalça.
Por coincidência seu vestido também é transparente e não são poucos os olhares em sua direção. Inclusive o de Gusmão.
- Não é bem assim... Ela me trata como um bebê! Nós temos nos falado regularmente. É só que... que... Ah, não sei! Deixa pra lá! Vamos ao almoço comemorativo!

Como Gusmão não estava na lista, ele não participou. Foi convidado a ir à Cantina dos Oficiais enquanto durasse o almoço. Sentou-se no bar e pediu uma cerveja.
- Posso saber que porra que voce tá fazendo aqui?
Ele nem se importou em se virar. Sabia quem estava ali e esperou que Diogo chegasse ao seu lado.
- Garoto...
- Garoto, o caralho! Me chame de tenente e de senhor!

Mansamente Gusmão virou a cabeça em sua direção e lhe disse trincando os dentes.
- Fui das Forças Especiais. Saí major. Dei muito porrada em tenentinho! E tu, boneca?

Diogo fica vermelho de tanta raiva. Mas a vida militar o ensinou a controlar suas emoções e agir no momento exato pra atingir o inimigo, no caso, Gusmão.
- Grande merda, ô ex-fuzileirinho! Sou paraquedista também! Mas, agora diz! Que porra tás fazendo aqui?

Diogo falou tão alto que até o barman se virou pra ver o que estava acontecendo.
Gusmão salta da banqueta e põe uma nota que dá pra pagar cinco cervejas iguais aquela e se encaminha para a saída.
Diogo permanece imóvel por uns instantes controlando a raiva, em seguida vai atrás dele. Anita vem em direção aos dois, brindando-os com aquele sorriso maravilhoso.
- Didi, já começou a entrega de diplomas!

Ele sorri de volta e vai apressado para o teatro, deixando Anita pasmada por sido deixada ali. Gusmão lhe sorri amigavelmente.
- Eu me sentiria muito orgulhoso de ter uma filha como voce. Imagina ser seu noivo!
- Namorado, somente.
- Não quer me fazer companhia enquanto eu bebo uma cerveja? Lhe pago uma Coca-Cola.
- Não me faça rir! Me ofereça vinho, vodka, conhaque! Não essas coisinhas de bebê!


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