Sexo durante pescaria.
Meu nome é Déborah, tenho 27 anos, 1,67, 53kg, sou motorista de ônibus em uma empresa que transporta funcionários.
Sempre tive boa autoestima, gosto quando chamo atenção, quando os homens reparam em mim e me analisam de forma discreta, não gosto de nada depravado, acredito que o que é comportado em público acaba sendo mais excitante em off.
Pois bem, nunca tive lá muita sorte com relacionamentos, porque não saio para festas e nem saio em grupos, divido muito meu tempo entre meus hobbies, como maratonas séries e animes, trabalho e estudos. Trabalho de turno (3x3) e faço faculdade de engenharia semi EaD, o que é chato, mas só quem trabalha de turno sabe como é.
Estava passando por um momento não muito bom, morando sozinha, toda mulher passa por isso, moro numa cidade do interior de Goiás, onde, quando roubam toda a casa, ninguém vê nada, mas leva um boy pra dar uns amassos no portão pra ver uma coisa, vira até manchete..., e eu evitava ao máximo esse tipo de exposição, mas isso ia me deixando mais deslocada da sociedade, então uma amiga, Dona Laura, uma senhora de 57 anos, a quem respeito muito, empresária dona de uma oficina mecânica, a qual faço manutenções no meu carro, comentou comigo que se eu estivesse de folga duas semanas depois daquele dia, no final de semana, ela estava organizando um retiro de pesca somente entre mulheres, em um lago muito famoso que fica em Goiás, perto de onde moro. Então claro que eu animei, e mesmo que tivesse trabalhando, daria um jeito e iria.
Então chegou o dia e eu não sabia bulhufas de equipamento de pesca, só consegui algumas coisas, tipo barraca e colchão para dormir, então dona Laura foi toda gentil e disse que ela me ajudaria, já que não casa dela, na beira do lago, teria tudo o que precisaríamos para uma boa pescaria, então fomos todas, um total de 9 mulheres em uma van, fizemos vaquinha e compramos comidas e bebidas diversas, porque tinham 3 crosfiteiras que não queriam exagerar pra não quebrar a dieta e o foco.
Chegamos lá, vi que era um condomínio, com lotes maiores que os da cidade, mas menores que mini chácaras, cada um com casa, mas nem todos tinham energia.
Chegamos e, após lavarmos tudo, montamos nossas barracas, e fomos arrumar para o passeio, dona Laura, muito desenrolada, tanto conhece como é bem conhecida por aquelas bandas, desenrolou duas canoas com motor e levamos tudo de pesca para essas canoas, o lugar era muito quente, alguém recatada como eu já estava fadada a sofrer com o clima, então disse à dona Laura que estava insegura de ir pescar, já que eu não tenho costume de andar de canoa, então eu só iria atrapalhar, além disso, comentei que eu estava com um sensação de que o grupo das garotas demonstrara certa indiferença comigo, já que 4 eram colegas de classe em uma faculdade onde estudavam presencial, outras 3 eram crosfiteiras, e eu, me senti e me fizeram sentir meio deslocada, interagiam quase nada comigo, e com medo de certas brincadeiras, preferi pedir para Dona Laura para que eu ficasse por ali, no ranchinho mesmo.
As garotas faziam piadinhas discretas, eu fingia não me importava, peguei minhas coisas de banho e desci pro lago, tinham vários flutuantes de pesca, mas o condomínio estava praticamente vazio, realmente pouca gente além da gente, e quando eu relaxava naquela água, vejo alguém se aproximando de caiaque e remando com certas pressa, o que fiquei surpresa, já que normalmente só se vê canoas com motor.
Era um homem de uma 30 anos ou mais, forte, mas não de academia, moreno, mais alto que eu, um pouco queimado do sol, ele me viu e desviou a rota para não me incomodar, desceu do caiaque, pegou seus equipamentos e um saco que parecia pesado, vi que eram peixes, já que se rebatiam lá dentro. Eu o reconheci, éramos da mesma cidade, ele era funcionário da empresa para onde eu transportava os funcionários, mas ele nunca andou comigo, já nos encontramos pela cidade, pelo refeitório da empresa, mas nunca trocamos uma palavra, e ele sempre anda sem olhar em volta, só olhava pra frente. Daí fiquei olhando ele tentando ser discreta, mas querendo chamar atenção, afinal, queria que ele me notasse e me observasse, mas o ordinário sequer olhou pra mim, me ignorou a ponto de eu me sentir invisível, bati os pés na água, levantei e passei as mãos pelo meu cabelo, ele olhou apenas por reação, mas seguiu o caminho dele para o local onde ele estava acampado, era o último lote antes de chegar no lago, um ranchinho formado por uma cozinha, banheiro e o barracão na frente... já estava ficando tarde e o tempo passou, eu comecei a me arrepender de ter ido, o tédio tomou conta, então voltei para o rancho da dona Laura, que ficava uns 4 lotes acima do dele, mais ou menos uns 120 metros, passei devagar, de olho naquele homem do caiaque, vi que ele estava tratando os peixes, passei olhando, mas o infeliz nem me notou, cheguei no rancho e pra minha surpresa, a energia estava em falta, pensei que era só com a gente, mas era no condomínio todo, logo as garotas chegaram com a dona Laura, não pegaram nada, típico... Então comentei sobre o assunto da energia, dona Laura disse que sempre falta energia, mas as vezes demora muito para voltar, então as meninas desceram para o lago e foram tomar aquele banho, e eu perguntei a dona Laura sobre o Caiaqueiro, ela disse que ele também arrumava o carro dele na oficina dela, e que ela conhecia ele, o que não foi surpresa, comentei com ela dos peixes que eu vi ele tratando, então ela, atiçada pela curiosidade, disse que iria lá colocar o celular dela para carregar e tirar umas dúvidas, pediu para que eu fosse com ela, o que eu recusei, mas de tanto insistir, acabei indo.
Chegando lá, vi que ele não tinha energia da rede no rancho dele, mas tinha poço de água próprio, e uma espécie de bateria (parecia uma CPU de computador com o nome "Delta 2") recarregada por um painel solar portátil. Essa bateria servia somente para as lâmpadas, carregador de celular e bomba para encher a caixa d'água. Dona Laura já foi chegando e entrando, cumprimentando e me apresentando, e olha, super cordial e prestativo, não entendo muito de peixe, mas eram tambaquis os peixes que ele tinha pego e já tinha tratado, o miserável seguia respondendo e interagindo com dona Laura sem me dar lá tanta atenção, já que eu quase não falava.
Nada de olhares estranhos, nem discretos, tentei me fazer de distraída para ver se ele me encarava, me apreciava, mas nada. As garotas tomaram banho de lago e voltaram para o rancho da dona Laura, passaram de frente pra onde a gente estava, nos ignoraram na cara dura, era nítida a panelinha delas, então entro na cosinha e vejo um fogão a lenha com sistema de aquecimento de água que circulava por serpentina e era armazenada em um cilindro, claro que dona Laura já sabia disso, ela logo disse que não pegaram nenhum peixe e que o condomínio estava sem energia. Lucas, como se apresentou, finalmente olhou pra mim, mas já se dirigiu à dona Laura:
- Vocês duas podem tomar banho aqui se quiserem, a água é bem quente e podem ficar à vontade, disse ele
- Eu, com certeza, e você Déborah??
Eu balancei a cabeça dizendo que queria sim.
Então dona Laura já se convida para o jantar
- O que vai ter de Janta, meu filho? Perguntou dona Laura
- Vou preparar um tambaqui assado na brasa, vinagrete, arroz e feijão. - disse Lucas
Dona Laura toda pra frente disse que às 8 da noite nós desceriamos para tomar banho e jantar, e, claro, traria as bebidas.
Voltamos para o rancho da dona Laura e nos deparamos com as outras garotas fazendo uma fogueira, churrasco entre elas, e nos convidaram, mas dona Laura já soltou um: "temos outros planos."
Preparamos tudo, roupas, itens de higiene, toalha, e descemos para o rancho do Lucas, enquanto tomávamos banho, Lucas finalizava a janta. Comemos, e valha me Deus, que comida gostosa, peixe assado, vinagrete falso, mas gostoso, arroz e feijão feitos no fogão a lenha, conversamos e vi que Lucas era diferente do que eu pensava, não era nada daquilo que eu estava acostumada, eu passei a querer me interagir mais com ele, fiquei curiosa, o tratamento dele fez eu me sentir acolhida ali, mas ainda queria que ele me cobiçasse, pelo menos um pouco, então, na hora de ir embora, conversei com dona Laura, perguntei se era confiável eu ficar por lá e conversar mais, interagir um pouco, já que eu me sentia meio deslocada com as meninas, mas conhecia o Lucas apenas de vista. Dona Laura, já um pouco alterada pela bebida, mas compreendendo a situação, já disse que ele respeita os limites, eu poderia confiar tranquilamente, mas se eu quisesse algo além de conversa, seria eu a arriscar cruzar essa linha, era pra ter certeza do que eu queria, mas ele era sim, muito respeitoso... ela o conhecia mais do que eu pensava, então voltei com desculpa de que o ajudaria a arrumar a cozinha, ele disse que não precisava, que ele iria tomar outro banho e deixar aquela bagunça pro outro dia, eu fui direta e disse que não se recusa ajuda de uma mulher para arrumar a cozinha.
Ele aceitou, arrumamos a cozinha, puxei umas brincadeiras, tipo, jogando água com sabão, colocando mais vasilha suja pra lavar, bebendo cerveja que sobrou e dividindo a mesma lata, dando na boca dele, e vi que ele só não é atrevido, mas não deixa de ser um homem, terminamos e eu pedi para que ele fosse tomar banho, e que depois eu iria, eu já estava solta, mais confiante de que eu tinha conseguido a atenção dele, mas não queria voltar para o rancho da dona Laura por causa da exclusão.
Enquanto ele tomava banho, fui até dona Laura e disse que só queira algumas cervejas e mais algumas coisas, as meninas logo faziam piadas de que enquanto elas tomaram banho frio do lago, ela tava se deliciando com banho quente... Claro que dona Laura contou - eu sorri e desci de novo, com roupas de frio e roupas extras. Lucas já havia terminado o banho e estava dentro de sua barraca se vestindo, pedi licença, e fui pro banho, demorei um pouco, com cuidado para não usar toda a água do reservatório, mas consegui fazer o que queria.
Dali pra frente, eu já estava alterada, e tava pronta para cruzar a linha, puxei uma cadeira, daquelas de descanso e, pra minha surpresa, a vista da área dele era de frente para o lago, lua cheia, céu limpo, estrelado e muito lindo, ventava um pouco, o clima estava agradável e favorável, ele se sentou e perguntou o que eu estava achando daquela vista, eu disse que estava encantada.
Logo, compartilhamos as bebidas, já iam dar 11 da noite e eu fiquei sem graça, pois a conversa estava agradável, o clima, a vista a paisagem, tudo perfeito, a gente conversou de tudo um pouco, brincamos e nos conhecemos superficialmente bem, mas... Eu não sabia como seguir adiante, então olhei para ele perguntei o que ele achava de mim. Ele ficou nervoso, ficou pálido e depois roxo de vergonha, disse que tinha me achado interessante, ficou surpreso porque achou que eu era fresca e metida, mas o que conversamos se mostrou o contrário, e então eu disse, meio manhosa, e encorajada pelo álcool, que eu estava brava porque ele não me dava muita atenção e parecia me ignorar, como se não tivesse gostado de mim, mas que eu entendia o fato dele ser discreto preferir manter a postura, mas que tinha uma linha que eu queria cruzar.
- Você é tão doce e tão bonita falando assim, que eu tenho medo de confundir as coisas - disse Lucas.
- eu só vou no banheiro e já volto - disse eu. Quando na verdade estava louca para fazer xixi e dar uma conferida, porque se eu saísse dali sem uns pegas, eu me mataria antes da porteira.
Voltei e me deparei com ele escovando os dentes e usando enxaguante bucal. Eu fiz o mesmo, claro e peguei balinha macia de menta na minha bolsa, ofereci a ele e pedi para que não recusasse. Ele prontamente aceitou, então ofereci outra e pedi pra ele se sentar e fechar os olhos que eu colocaria na boca dele, pedi para que não olhasse. Nessa hora eu senti minha pernas bambeando e tremendo demais, veio um frio na barriga, um nervoso intenso que havia muito tempo que não sentia, já que os homens chegavam já mostrando o que queriam, isso quebra um pouco a emoção, mas ali era diferente, eu estava mesmo quebrando limites, cruzando a linha entre o certo e o incerto... Então joguei fora a balinha, me curvei e puxei um selinho, sem me mexer, esperando uma reação, uma resposta, qualquer coisa, eu estava ???? nervosa, ansiosa, com um pouco de vergonha, então eu me desequilibrei por causa das pernas bambas e do nervosismo, mas ele me aparou, me sentou no colo dele, passou o braço por detrás da minha cabeça e mano, me tascou um beijo, mas foi o beijo, não foi selinho e nem lambida de dente, foi aquele beijo, me derreti na hora, liberta, me entreguei, minhas forças voltaram e eu correspondia àquele beijaço que me sufocava, mas conectava minha alma à dele, meu corpo tremia, eu me sentia como em uma primeira vez de adolescente, eu não queria mais só a atenção dele, eu queria muito mais, não queria parar, conforme a gente se pegava, e se pegava pra valer, eu queria mais intensidade, queria quebrar mais limites, queria ir para os finalmentes a com alguém que eu acabava de conhecer, então eu interrompi, estávamos ofegantes, ele me olhou parecendo enxergar dentro de mim, e eu disse que queria dormir ali, com ele, pois depois da dona Laura, ele era o único com quem eu queria dividir as lembranças daquele passeio, ele disse que a barraca estava armada, e claro que eu pude ver bem que não era só a barraca não, a bermuda dele entregou o homem.
Entramos naquela mega barraca, tirei só minha blusa e continuamos os beijos, mesmo estando sozinho, aquela barraca era enorme (para 7 pessoas) com colchão de casal seria nosso quarto 5 estrelas, me entreguei com tudo o que tinha direito, queria ir por cima, mas ele me colocou deitada de costas pra cima, me beijava na nuca, descendo pelas costas, até perto da minha bunda, depois voltava até a nuca, lambendo e mordiscando pelo caminho, me fazendo arrepiar por inteira, ele desatou meu sutiã, ficou com um dos joelhos entre minhas pernas, prensando minha bunda, e continuou mordendo, beijando e mordiscando, enquanto uma de suas mãos me alisava das costas, via costelas até as coxas...
Me virei pra cima, ficamos frente a frente, ele olhou para os meus peitos e não resistiu, foi direto neles, durinhos, macios, eu estava acesa, pegando fogo, já queria gemer, mas me segurei, por enquanto... sua mão me acariciando enquanto ele mamava meus peitos com vontade, meu tesão explodia, mas tudo que eu queria era curtir mais e mais, porque aquele mix de sentimentos era novo pra mim, era forte e intenso, eu estava enlouquecida sem pressa, queria continuar.
Lucas aos poucos foi tirando minha calça, uma jogger, tipo moleton, me deixando só de calcinha enquanto se deliciava na minha barriga, acariciava o rosto nas minhas cochas, entre minhas pernas alternava entre uma cocha e outra, eu comecei a gemer intensamente, não quis nem saber de me segurar mais... Ele ia e vinha com tudo, aos sussurros e de forma ofegante, ele encostou na minha virilha, cutucava com a língua, e quase que de surpresa, arredou a calcinha e caiu de boca na minha bucetinha, que já estava encharcada nem sei desde quando... Ele sabia onde estava o clitóris, e começou a usar a língua de forma que eu enlouquecia, eu gemia, pegava em seus cabelos puxava e apertava, ele sabia o que estava fazendo, com as duas mãos, ele me pegava pela cintura, e fazia movimentos de vai e vem enquanto me chupava com vontade, com sede e fome, ali eu sabia que seria comida, macetada, fodida de várias formas, aquela homem estava judiando de mim, judiando da minha bucetinha, eu senti a intensidade chegando, até que gozei, em um orgasmo que me fazia tremer em gemidos atrás de gemidos que acabou com minhas forças, o que foi aquilo, nunca fui tratada assim, nunca fui chupada até chegar ao orgasmo, e que orgasmo... eu nunca havia gozado com tanta intensidade apenas com um oral, eu já estava lubrificada, mole e derrotada pelo prazer, mas eu ainda queria mais, queria que ele me comesse, queria que ele metesse aquele cacete na buceta que ele judiou sem dó nem piedade, e antes que eu pudesse me recuperar, ele tirou minha calcinha, veio pra cima de mim como um leão, abocanhando meu peitos, que estavam ainda mais sensíveis, eu entrei em delírio total, perdi a visão no mesmo instante, e enlouquecia quando senti ele colocando o pau pra dentro da minha bucetinha, não muito devagar, mas sem parar, colocou tudo, me abraçou na cintura com um braço e se apoiou com o outro, e começou a rebolar, me lascou em banda, aquilo me desestabilizou toda, e pra completar, me deu outro beijo que eu fui às estrelas, ele me dominava como queria, tinha fogo e vontade, ali eu estava sendo fodida de verdade, a intensidade com que ele me comia me fazia querer gritar de prazer, mais uma vez, eu estava sendo derrotada, quase chorando de tanto tesão, era uma macetada mais forte que a outra, ser fodida com tanta intensidade, que perdia as forças, meus olhos lacrimejando e eu delirava a ponto de perder a fala, nem sei quanto tempo se passou, ele me colocou de bunda pra cima, eu estava fraca, estava entregue, dominada, a mercê de um homem que teve total liberdade para me usar e fazer o que quisesse comigo, ele apoiou um travesseiro por baixo do meu quadril e montou em mim, e voltou a foder minha buceta, agora por trás, pegou meu braços pelos pulsos e começou a puxar, ali eu estava sendo enrabada, eu era a presa, com um pouco de força que recuperei, entre os gemidos eu pedia:
- "me come, mete, me fode com vontade, acaba comigo, me come assim, eu quero ficar acabada nesse pau".
Por um breve momentos, eu queria que ele gozasse logo, porque eu já estava exausta, totalmente esgotada. E as coisas acabaram pra mim quando ele tirou o travesseiro debaixo do meu quadril, me deu uma gravata meio que chave de braço, apertando meu pescoço, deitou sobre mim e levou a outra mão no meu clitóris.
Aquilo me detonou, derrubou minhas estruturas, ele metia com mais força, enquanto me enforcava, sem machucar, eu estava sentindo minhas últimas forças se concentrando para um último orgasmo, ele respirava ofegantemente enquanto me comia, enquanto espancava minha buceta por dentro com o pau e massageava por fora com os dedos. Ele deu suas últimas empurradas, libertando a puta vagabunda que eu mantia aprisionada, eu gozei com mais intensidade do que antes, eu me tremia e queria gritar de prazer, meu corpo todo se contorcia enquanto ele gozava dentro e me prendia com seu braços. Eu revirava os olhos, sentia aquele cacetão bombando dentro de mim enquanto enquanto gozava e me enchia, e ao mesmo tempo esgotava todas as minhas últimas forças.
Eu sorri, ele me conduziu em um abraço por trás, deitando de conchinha sem tirar o pau de dentro de mim, meu cu ainda estava piscando repetidamente depois de presenciar minha bucetinha ser surrada por aquele cacete, que saía aos poucos, me senti realizada, arrombada, comida, enrabada, macetada, fodida... Me faltam termos para descrever o quanto eu me sentia uma safada realizada naquele momento. Ficamos mais ou menos uns 15 minutos deitados de conchinha, até eu me recuperei um pouco e fui tomar banho, com um sorriso descarado no rosto, sem dizer uma palavra, mas com vergonha de olhar pra ele, já que o álcool foi exorcizado depois daquela surra que eu levei. Tomei um banho aos trancos e barrancos, estava muito fraca, quando sai do banheiro, ele estava enrolado com uma toalha, me serviu água, chocolates e algumas barrinhas de cereais, ele tomou o banho dele, veio até onde eu estava sentada, me abraçou por trás, me apertando no encosto da cadeira, disse que eu era incrível, então entramos para a barraca, organizamos a bagunça e fomos dormir juntos, agarrados cruzamos a madrugada como dois amantes que se esbaldaram em prazer.
No outro dia cedo, acordamos totalmente doloridos, eu ainda sentia os efeitos, e ele estava com dores das remadas, tomamos um café da manhã com o que ele tinha levado, organizamos tudo e eu me despedi dele, pois ele iria organizar as coisas do rancho e guardar o caiaque, pois ele iria voltar para a cidade ainda pela manhã, eu senti um aperto, um pouco de tristeza, e pedi para ficar com ele mais um pouco, falei sobre a sensação do beijo, sentei novamente no colo dele e nos conectamos profundamente naqueles beijos intensos, meu corpo reagia e eu sentia minha bucetinha se mexer, tipo preocupada com o que poderia vir a seguir, com medo de levar outra surra.
Prometemos nos encontrar novamente, então voltei para o rancho da dona Laura, satisfeita porque nessa pescaria, eu fui pescada e fisgada de um jeito que eu vou demorar esquecer. Pouco tempo depois, 1 hora depois, mais ou menos, ele passou de carro indo embora, não olhou pro lado, as meninas estavam frustradas porque passaram a noite sem energia, no tédio e com os celulares descarregados, como não havia previsão da energia voltar, decidimos encerrar o passeio ali mesmo, pois não estávamos preparadas para aquela situação, então Dona Laura devolveu as canoas, organizamos tudo e voltamos para a cidade ao entardecer daquele dia, dona Laura perguntou se eu havia gostado, eu respondi que sim, mesmo eu me sentindo excluída no começo, o que veio depois valeu muito cada segundo do passeio. Ela fez um joinha e se sentiu feliz por mim, que pude aproveitar melhor o passeio.
Voltei à minha rotina, com a autoestima restaurada, mas não me importava mais se me olhavam, pra mim, não fazia mais diferença ser observada, vista ou analisada, vejo o Lucas com certas frequência, ele sempre me cumprimenta, entre bons dias e boas tardes, estou aguardando outra oportunidade de poder acampar novamente.