O que vou relatar, se passou há muito tempo. Hoje tenho mais de 50 anos, casado e com pouquíssima frequência faço algo.
Mas lembrar me excita e muito, e resolvi dividir com vocês algumas passagens muito lokas.
Década de 80
Era uma semana de feriado prolongado e eu estava de férias, decidi ir para praia na terça e esperar o pessoal descer no feriado (minha mãe e minha namorada), e aproveitar para verificar um pequeno serviço que estava sendo feito pelo vizinho na construção dos muros que cercavam a casa.
Eu tinha um buggy e carreguei com tudo que já podia levar, inclusive uma mala de roupa de minha namorada. Olha que me lembro de ter planejado alguma sacanagem.
Desci a serra e como sempre fazia, antes de chegar em casa, parava num boteco de um conhecido para tomar, e aí sim, descarregar o carro.
Cheguei em casa após a hora do almoço e me deparei com 2 pedreiros cochilando no quintal, os 2 estavam só de shorts, já que fazia muito calor. Entrei em choque vendo aquela cena.
Cumprimentei ambos, dando as mãos. O mais velho nem me deu importância, mas o outro até levantou para me dar a mão.
A dia foi se passando e também passando algumas coisas em minha cabeça.
Precisava ir até a cidade ocian para comprar um chinelo e aproveitei pra comprar algumas cosias que eu precisava...Cerveja e Cachaça.
Comprei na época um tamanquinho de madeira, que se usava muito. Mas também comprei um que tinha um saltinho, não era alto, mas era o suficiente para dar uma arrebitadinha na bundinha e me deixar feminina. Em toda minha vida crossdresser, nunca tive problemas em comprar coisas femininas.
Voltei e quando fui arrumar as malas quarta da frente, a casa era grande, tinha uma casa na frente, um grande quintal, e uma edícula com 2 quartos e banheiros nos fundos, olhei peça por peça das roupas que minha namorada havia separado.
Fechei a porta do quarto, vesti a parte de baixo de um biquíni asa delta, coloquei um shorts de lycra que se usava frequentemente e sai para o crime.
Assim se passou o dia, eu andava pela casa bebendo e me mostrando, se olhasse pra minha bundinha iriam ver que eu estava deliciosa. Meu tesão só aumentava conforme ia chegando a noite, noite essa que eu já tinha planejado algumas artes, mas nada do que iria vir a acontecer.
Lá pelas 16h resolvi ir novamente ao boteco, que ficava pertinho de casa pra tomar mais umas, mas fui assim mesmo, com o biquininho marcando minha bundinha, mas com uma camiseta meio comprida, que não me deduraria, mesmo porque, eu ficava sempre no fundo do bar, onde tinha música e era mais reservado. Sempre que lá fui, tinha somente senhores que nada viam ou ligavam para o que acontecia em sua volta.
Bebi, dei uma calibrada e voltei pra casa, que pra minha surpresa estava fechada e num silêncio total, visto a hora que já passava das 17h, claro que eles já tinha encerrado o serviço e ido embora.
Entrei, peguei uma cerveja e correndo fui me montar pra dar uma atiçada nas ideias.
Sou loiro, meu cabelo por eu ser surfista, era bem comprido, quase 2 palmos abaixo dos ombros, magro, e naquela época, como era feliz, nenhum pelinho no corpo. Hoje nem falo.
Me vesti com todo biquíni, coloquei uma saída de praia que era um microvestido transparente, prendi meu cabelo, era simples, pegava dois grampos e prendia as laterais, aquilo já dava um charme especial e a franjinha dos cabelos pequenos mudava minha cara.
Ainda tinha a bolsinha cheia de pequenas maquiagens que sempre ficava na casa, era meio que comunitária, pois as mulheres sempre esqueciam algo e lá tinha.
Me maquiei um pouco, rímel, uma sombrinha e o batom vermelho, que pra mim sempre foi absolutamente necessário.
Tudo isso fiz com o som ligado e a breja acompanhada de meu amigo velho barreiro rolando solto.
Terminei aos meus olhos de me transformar numa linda loirinha e fui à cozinha pegar outra breja quando Pah...lá estava ele, o segundo pedreiro, que tinha levantado para me cumprimentar, parado na porta da cozinha preparado para ir embora.
Ele era um pouco mais baixo que eu, moreno de cabelo, bem simpático e pelo cheiro no ar, tinha acabado de sair do banho, por isso não vi que tinha outra pessoa na casa.
Gelei, brinquei de estátua...kkk
Mas como mais que de repente, como não tinha outra saída, perguntei se ele queria uma cerveja, e respondeu que aceitava era uma pinga, apontando para a velho barreiro que estava em cima da pia.
Fui e servi, pegando um copo e dando em sua mão.
Os olhos dele não perdiam um só movimento que eu fazia, eu andava pela cozinha meio sem rumo, pra baixar um pouco a adrenalina, que está a mil...e quinhentos.
Peguei meu copo de cachaça e matei numa paulada, estava precisando daquilo, pois minhas experiências, apesar de várias, na maioria eram só. Sem a companhia masculina e muito menos sozinho, e livre para ser uma fêmea para aquele macho.
O som ligado estava um pouco alto e fui para sala baixar, e ele me acompanhou. Aproveitei e perguntei, alguma coisa, eu precisava falar, para dar um tom normal ao que estava acontecendo, qual tipo de música que ele gostava, e tive como resposta já o número da estação que só tocava forro.
Eu só tenho avessas a samba e seus derivados.
O som começou a tocar e ofereci para ele mais uma dose que foi aceita deixando tudo mais calmo, mas extremante excitante.
Voltei para a sala e ele havia sentado na beira do sofá, não tirava os olhos de mim nem por um segundo, foi quando ele me perguntou se eu gostava de dançar??? E como resposta dei uma leve reboladinha, pois aquele não era meu ritmo, que o fez rir e me falando que estava errado.
Se levantou, veio em minha direção e aí foi outra vez de brincar de estátua, passou a mão na minha cintura, me puxando para junto do seu corpo, começando a dançar, meio que pulando.
Eu toda desajeitada, tentando acompanhar, pois aquilo não era meu ritmo e muito menos tinha o costume de ser conduzida, fiz o possível e quase que por milagre, em segundos já era sua partner na dança, colando ainda mais meu corpo no seu.
Ficamos ali dançando e de repente ele começou a se soltar e me deu umas rodopiadas, que além disso minha cabeça com a cachaça ajudava no embalo.
Foi quando numa dessa viradas, ele me puxou de costas para seu corpo, e ali ficamos dançando colados, com minha bundinha encostada naquele macho e claro que percebendo o volume que estava sua calça.
A música acabou e na propaganda bebemos mais um pouco, o clima já havia quebrado e estávamos bem à vontade.
Quando a música voltou, ele já me pegou e juntou sem chances de escapatória. Foi quando ele olhou em meus olhos e me meteu um puta beijo na minha boka que sem pensar se abriu toda pra receber aquela língua quente e molhada.
Estávamos perto da parede quando ele me colou nela e começou a dançar se esfregando, apertando seu corpo contra o meu, mostrando e me fazendo sentir que seu pau estava lá, duro e teso.
Essa situação não tinha outra maneira de acabar, ou seria melhor começar.
Me virei de costas apoiada na parede e rebolei no seu pau, mostrando minhas más intenções, ganhando beijinhos nas costas e nuca.
Empurrei ele pro sofá, o fazendo sentar e tirei a saída de banho, ficando só de biquininho, pois senti que não escaparia de maneira alguma e nem mais queria escapar, tinha que mostrar a fêmea que tinha guardado dentro mim.
Ele sentado e eu de pé dando pequenas reboladinhas, me virava e mostrava toda mercadoria que podia oferecer, rebolada de frente e de costas, mostrando minha linda bundinha comida pelo biquinho enterrado nela. Fui puxada, sentando em seu colo e ai não parei mais de rebolar.
Me afastei um pouco, sem sair de cima e acabei por libertar aquele mastro que já pedia socorro para sair. Saquei um lindo pau, roxo e já bem melado, pronto pro uso.
Sai de cima e me ajoelhei na sua frente, olhando para aquele mastro, comecei a sugar mostrando que ele já tinha uma nova dona, Eu...que pau cheiroso e delicioso
Chupei e recebia vários carinhos, quando ele me puxou de volta, e me fez sentar em colo com aquele pau entre minhas pernas. Ele puxou o biquíni de lado e ali sem frescura alisou minha bundinha e já meteu o dedo no meu cuzinho sem avisar ou pedir licença.
Sabia que mesmo aquele pau não sendo muito grande, não seria de tudo fácil ser penetrado, então fui até o banheiro, e peguei um potinho de vaselina dentro do armário, que até hoje não sei porque tinha aquele potinho lá, e passei no meu rabinho, já aproveitando e dando uma enterradinha com meus dedos para lubrificar todo caminho.
Voltei e sentei novamente no seu pau, guiando ele bem retinho no meu cuzinho e comecei a esfregar aquela rola que entrou mais fácil do que imaginava, mas as estrelinhas se fizeram presente.
Com a pegada que ele dava na minha cintura, começou um vai e vem muito gostoso e delicado no meu rabo. Rebolei, como uma fêmea e ganhava beijinhos molhados a todo momento.
Aquela posição estava profunda, sentia todo pau entrando, mas nada como ser possuída de quatro.
O sofá era bem largo, levantei e do lado dele fiquei na posição que eu queria, olhando, sem falar nada, pedindo para que ele me possuísse.
Levantou e sem pedir licença, entrou em mim como se fosse de casa, meu cuzinho já era seu.
Me segurou pela cintura e num louco vai e vem, começou e me dizer um monte de besteiras que me deixou mais loka ainda com aquele pau dentro de mim.
Ficamos ali naquela maravilhosa foda, até que senti que sua pegada na cintura estava ficando mais forte e foi quando ele pediu para que rebolasse mais que ele iria gozar.
Empurrava meu corpo contra o seu, fazendo aquele pau enterrar no meu cuzinho e não demorou muito para sentir ele pulsando e jorrando toda porra quente dentro mim, aquilo me deixou loka, me fazendo sentir a mais gostosa das fêmeas.
Nesta época desse relato, ainda não tínhamos problemas com transar sem camisinha, essa era usada para não engravidar.
Achei que gozando ele iria parar de me socar o rabo, mas ele continuou naquele vai e vem bem devagarzinho, seu pau continuava duro e teso. Me liguei que teria outra seguida. Foi quando pedi para ele que me virasse e metesse de frente, ficando toda abertinha, ali na sua frente de franguinha assada, esperando sua rola me possuir mais ainda.
Ele se ajoelhou e quase que sem parar, entrou em mim sem precisar de ajuda, meu rabinho já estava aberto sem frescuras e muito escorregadio, deixando fácil, mas muito fácil mesmo sentir ele no meu fundo.
Ele continuou naquele vai e vem socando meu cuzinho sem parar, me apertava a cintura dando muita firmeza na sua pegada, dava beijinhos, enfiando a língua na minha boka, nossa, como foi gostoso ser comida por ele, eu era uma fêmea, aberta, gozada e esperando mais.
Ele me chamava de tudo que era nome feio, me deixando loka de tesão.
Quando ele me falou que iria gozar novamente, pedi para que me deixasse chupar seu pau, que eu queria sentir seu gozo na minha boka.
Ele levantou quase que imediatamente e pediu para abrir a boka que ele ia gozar.
Abri e senti seu pau pulsando e engoli tudo que saia daquele mastro, chupei, apertei e tirei toda e qualquer gotinha que podia sobrar.
Ele sentou ao meu lado, quase que desfalecido e respirando fundo, mas muito fundo, como se tivesse feito todo serviço necessário.
Me recompus, me vestindo novamente e busquei uma cerveja bem gelada para nos refrescar.
Ficamos ali alguns minutos sem nada falar, ele se levantou, foi ao banheiro e voltou todo pronto para ir embora.
Já tinha ficado escuro, era começo de noite.
Acompanhei até o portão, tudo estava escuro na casa, tirando a cozinha.
Saímos da casa e ele parou me beijando longamente foi quando ele me falou que quando estivesse no boteco ali perto, que pelo visto ele também frequentava, que eu poderia conversar com ele de boa, porque o que tinha acontecido, era somente nosso.
E sorrindo ainda me falou que estaria mais a noite bebendo umas e se eu não queria por lá aparecer???!!!.
Imagina o que aconteceu...mas isso é pra outra história.
Bjs
Contarei outras passagens de minha vida feminina.
Só pra dar um pouco de veracidade aos meus relatos. Minha mãe era maquiadora e eu era sua modelo, posso dizer que fui mais pintada (acho que em ambos os sentidos...kkk), que muitas mulheres em toda sua vida, por isso sei fazer muita coisa interessante neste campo, além de ter crescido em uma loja de roupas feminina que ela tinha.
Minha namorada era também do ramo da moda e quando na década de 80 saiu o movimento Drag Queen, sai algumas vezes montada por ela, pra baladas e até hoje seus maiores amigos são gays.