Buscar no Portal

03 de Abril, 2017 às 10:37 Por: maducd

Praia Grande (SP) - Meu pedreiro 2

tags:
Esse conto possui 5483 visita(s).

O que vou relatar, se passou há muito tempo. Hoje tenho mais de 50 anos, casado e com pouquíssima frequência faço algo.
Mas lembrar me excita e muito, e resolvi dividir com vocês algumas passagens muito lokas.



Década de 80

A noite, ah que noite.

Me banhei, barbiei, sequei o cabelo com secador pra que ficasse bem liso e brilhante, mas sabia que no buteco ali perto de casa, seria complicado me montar e ficar a vontade junto de meu pedreiro.

Vasculhei as roupas da minha namorada, e lembro que achei uma calça branca de lycra, nesta época tudo tinha lycra. Acho que até o leite. Ela era bem justa e com a cintura alta.
Vesti aquela calça com uma calcinha linda por baixo. Não ficou nada dedo duro, se eu vestisse uma camiseta que cobrisse minha bunda. Coloquei um sutiã e vesti a camiseta escura para ver como ficou.
Claro, tudo da minha namorada.

Me pintei mais discreto possível, e deixei o cabelo solto. Sempre usava ele no dia a dia, preso, com um rabo de cavalo. Mas ele solto não é por nada não, mas era lindo. Eu usava um fio reto.

Fiquei pronta, vesti o tamanquinho alto e fui até a rua para dar uma sapiada no movimento, movimento esse que era do vento.
Terça feira na praia grande há 30 e poucos anos...kkk tinha somente eu.

Já eram quase 9h, resolvi dar uma andadinha na rua para ver como eu me sentia, se estava muito menina ou se dava pra sair assim. Tirando o tamanquinho que fazia barulho quando andava, o resto era um silêncio total. Acabei indo até perto do bar e vendo que não tinha nenhum movimento de entrar e sai, acabei arriscando uma passada pela porta mas sem entrar.

Lógico que olhei pra dentro e pude ver que tinham algumas pessoas no fundo do bar, poucas pessoas, depois vi que eram 3 homens e duas mulheres que dançavam ao som da música que sempre tocava no fundos.

No balcão estava um baixinho que eu nunca tinha visto, então pensei porque não entrar. Passei reto pelo balcão, dando um comprimento pelo olhar, e seguindo reto para o fundo. Sentado bebendo uma cerveja, estava ele, meu pedreiro.

Achei que ele iria ficar parado quando me visse, mas me enganei profundamente. Levantou e veio ao meu encontro rapidamente, e pra minha surpresa, me beijou no rosto.

Olhou pra mim e me perguntou porque não vim vestida pra dançar??? Falei pra ele que não podia, pois valdir, que era dono do bar, era meu amigo e não podia ser visto. Mas falei pra ele como estava por baixo daquela roupa, e não contente, me disse que valdir não iria mais voltar por hoje e que eu deveria ir pra casa e voltar mulher.

Pensei no que ele me disse, e pedi para que esperasse um pouco que eu já voltava.

Não sabia muito o que poderia usar, pois estava perto de casa, e algum vizinho, claro que vizinho, poderia me ver e ai daria problema.

Voltei pra casa e procurei um vestidinho que já tinha visto no meios das coisas. Era um vestido florido, mas era bem escuro, e como sempre as roupas de minha namorada, justas. Eu já estava prontinha por baixo, foi só dar uma enchidinha nos peitos e uma carregada na maquiagem, pois já que era pra fuder que assim fosse. Prendi meu cabelo novamente como eu gostava, preso nas laterais com a franjinha...e claro, tudo isso regado nos aperitivos.

Voltei pro bar na cara dura, entrando e já fui em direção dele que conversava com uma das mulheres que dançavam bem a vontade e regadas por cerveja.

Parei do lado da mulher, que mais tarde viria até a dançar com ela, me apresentei, não tinha nome de guerra ainda, mas usava um apelido que dizia tudo...DUDA, meu apelido mais feminino.

Ela me olhou, pois eu era alta, me puxou e me cumprimentou dando um beijo e nem se ligou. Quer dizer que eu estava uma putinha, e assim a todos cumprimentei, por minha conta mesmo, dando quase uma volta completa no salão, sendo olhada por todos.

Ele me olhou de cima a baixo, dizendo que agora sim, eu era a mulher que ele procurava.
Ficamos ali no fundo do bar bebendo, quando de repente tocou a primeira musica que ouvimos juntos mais cedo, que lembro, pois era muito divertida nas suas frases.
Ele me puxou para o centro, e começou a dançar, me puxando ao seu encontro e me rodopiando como fizemos de tarde.
Eu dançava mas olhava a minha volta, o resto do pessoal, que tirando as duas mulheres que não paravam de dançar, não tiravam os olhos de mim, e justo eu que falei que ninguém prestava a atenção em nada. Também, 1.80m, loira, com um vestido colado e justo, dançando e me esfregando como uma putinha no meu macho. Tava abafando.

Eu já estava a deriva, o que mais poderias esperar.

Uma meia hora depois e já mais alegre com o que eu bebia, uma das mulher se chegou e disse que o bar iria fechar, mas que se comprássemos umas cervejas, poderíamos ir para casa dela que ficava quase ali perto. Topamos a ida.

A casa dela ficava no outro quarteirão, saímos do bar, e pra minha surpresa, fui de mãos dadas até chegar na casa dela que ficava dentro de uma pequena vilinha. Ali tinha gente pra fora, eram mais crianças, mas tinham vários olhos me seguindo, pois estava bem bonita e gostosa.

Chegamos na casa e fomos entrando direto pra cozinha, só nós mulheres, para guardarmos as bebidas e falar algumas besteiras. Uma dela me perguntou se eu jogava alguma coisa, por ser alta, brincando falei que jogava vólei, que não era de toda mentira.

Estávamos em 3 casais, uma olhou pra mim e perguntou se sempre saia bonita daquele jeito, pois elas estavam bem simples e nada sensuais. Lembro que ai me deixei levar pela conversa, e falei que se tínhamos que dar pra algum macho, que esse macho antes nos comessem pelos olhos.

Pronto, lá fomos nós 3 para um quarto, onde elas sem esperar começaram a se trocar ali na minha frente, sem saber que eu não era bem aquilo.
Eu estava bem a vontade, meio chapadinha, mas ainda respondendo por tudo que fazia.
Bem, assim esperava.
Quando a mais morena foi se vestir, ela estava com um calcinha que assustaria até um cego. Foi quando me afastei um pouco, virei de costas e falei pras duas ouvirem, vocês não tem nada parecido com isso, e levantei meu vestido, mostrando uma calcinha branca, linda, minuscula, enfiadinha na bunda. Elas riram e me falaram, minha querida, você é magrinha, você pode. Não deixei barato e falei para que elas vestissem a menor delas.

Saímos as 3 do quartos aos risos e os 3 estavam na sala estavam mexendo no som e procurando uma boa musica pra dançar.

O tempos foi passando e dançamos bastante, e as vezes trocávamos os pares. Numa dessas trocadas, acabei por dançar com um senhor que nem mais sabia quem era de tão chapado que estava. Senti sua mão encher minha bunda, em vez dele ficar com a mão na minha cintura, véio safado ficou me apertando. Olhei para meu pedreiro mostrando aquilo e ele deu risada, me fazendo gestos para que eu apertasse o senhorzinho. Sorrindo dei uma passada de mão no meio das pernas dele, mas dali não saia nada.
Quando fui dançar com a morena que falei pra usar uma calcinha menor, pois as duas dançavam quase juntas tempo todo, ouvi da sua boka que ela sabia quem eu era. Que ela fazia a limpeza da casa vizinha a minha, e que tinha me visto chegar hoje de tarde.

Fiquei branca, mas ouvi que ficaria quieta, pois nem todos ali iriam aceitar quem eu era.

Voltei a dançar com meu pedreiro, quando ele me pediu para irmos pra cozinha, que ele queria me dar uma coisa, eita, vestidinha daquele jeito, o dna feminino de cair nas pegadinhas já estava se fazendo presente, e lá fui eu achando uma coisa e ganhando outra.

Estávamos sozinhos e ele sem pensar, tirou seu pau duro e teso pra fora e pediu pra que eu agachasse e chupasse sua rola.

Estava na chuva mesmo, então vamos nos molhar. Abaixei e comecei a sugar aquela rola deliciosa, chupava, sugava, punhetava e pah...entra na cozinha a morena sabe tudo e me pega com a boka na rola. Lembro que ela falou rindo, vai engasgar e ficou ali pegando uma bebida e eu com a rola na boka nada podia falar. Ela parou na porta da cozinha e falou e todos tinham ido embora, que ficamos só nos e elas duas que moravam na casa.

Continue a chupar aquela rola, e mais um pouco entra a outra mulher, irmão de morena, que era a mais velha e mais bokuda. Olhando a cena deu uma gargalhada alta e ainda completou dizendo que agora sim tinha ficado com vontade. Eu ali agachada, punhetando meu pedreiro com a boka aberta e tudo dentro, só olhando pra ela de rabo de olho. Com as mãos sem tirar aquele pau da boka, chamei ela pra perto e puxei a mão dela para punhetar meu macho enquanto eu chupava. Ela ficou ali do meu lado me ajudando naquele trabalhinho árduo.

Ele me puxou pra a sala, onde tinham 2 sofás, sentando no mesmo que morena estava, e me fez agachar novamente e continuar a chupar aquela rola deliciosa. Morena me olhava com cara de tesão, olhando eu ali naquela posição. Desejando estar no meu lugar.

Comecei a ouvir risadinhas de ambas, tenho certeza que a morena contou quem eu era. Foi quando uma delas falou para que não desemos atenção a elas e que fizéssemos o que queríamos.
Pra que ela falou isso, meu pedreiro me puxou pra cima, me levantou o vestido e começou a me beijar inteirinha. Cada beijo na boka que eu ganhava, meu corpo estremecia de tesão. Eu ali de calcinha e sutiã, meu macho e duas mulheres se deliciando com o que viam.

Ele me pegou e me fez ficar de quatro apoiado no sofá, abrindo minha bundinha e lambendo meu cuzinho que já era dele, meu pau nem se mexia, estava quietinho e deveria estar bem molhadinho, pois sentia que estava quente.
Ele lambeia muito gostoso meu cu. Ele parou e claro que senti que ele iria me comer, quando a outra também sentou sofá, ficando uma de cada lado, olhando para minha cara, querendo ver eu levar rola..
E assim foi, ele parou na portinha e entrou no meu cu que estava molhadinho e receptivo para mais uma seção de rola.
Elas olhavam pra mim com uma cara de inveja, porque eu rebolava, me mexia e mostrava que estava amando ser comida.
A morena não se conteve e meteu a mão entre as pernas, e começou a se masturbar, ali do meu lado, eu sendo comida e ela loka pra sentir o que só eu tinha.
Pena que não demorou muito, meu pedreiro me segurou e gozou maravilhosamente em meu rabo, só sentia seu pau pulsando e minha cintura apertada, meu encheu de porra, quente, sensação que me fez dar gritinho como se estivesse gozando, sentindo tudo aquilo dentro de mim.

Ele saiu e foi direto para o banheiro, e eu ali parada, sem conseguir fazer muita, coisa. Umas delas, não lembro qual, me deu o vestido e sussurrando falou, guenta bem...rimos as 3.

Quando ele voltou, conversamos um pouco e de repente ele falou que ia embora e que nos veríamos, me deu um beijo e saiu.

Não sei mas tenho quase certeza que bateu um pequeno arrependimento nele, talvez por ter aquele pequeno público e pensar que alguém poderia saber quem eu era.

Mas tudo bem, eu e as meninas ficamos conversando e bebendo ainda mais um pouco.

Eu estava chateada mas bem satisfeita, por ter feito muitas coisas de uma vez.

Voltei para casa sozinha, fui pela primeira rua até a praia e voltei pela minha, já nem lembrava mais que era uma menina não tinha ninguém na rua.

Assim terminaria minha noite, e claro que me masturbei muito quando cheguei em casas.

Teve mais uma pequena passagem com o pedreiro que conto na terceira parte.

Bjs
Contarei outras passagens de minha vida feminina.

Só pra dar um pouco de veracidade aos meus relatos. Minha mãe era maquiadora e eu era sua modelo, posso dizer que fui mais pintada (acho que em ambos os sentidos...kkk), que muitas mulheres em toda sua vida, por isso sei fazer muita coisa interessante neste campo, além de ter crescido em uma loja de roupas feminina que ela tinha.
Minha namorada era também do ramo da moda e quando na década de 80 saiu o movimento Drag Queen, sai algumas vezes montada por ela, pra baladas e até hoje seus maiores amigos são gays.

Ps. se puderem dar notas aos meus relatos, Agradeço!!!

Comentários

10 de Abril, 2017 às 15:43
maducd
comentem....

1