O que vou relatar, se passou há muito tempo. Hoje tenho mais de 50 anos, casado e com pouquíssima frequência faço algo.
Mas lembrar me excita e muito, e resolvi dividir com vocês algumas passagens muito lokas.
Década de 80
Com a aproximação do vestibular, o cursinho que fazíamos, aos sábados de manhã, tinha um resumão do que era dado durante a semana, e como combinado com Laís, a loirinha que havia identificado meu carimbo da boate em são Vicente, assistiríamos a aula e depois iriamos para minha casa na praia grande para estudarmos. Com poucas palavras, convenci ela a passar o final de semana em casa, pois o cursinho ficava em santos no canal 2 e ao final do domingo a traria de volta.
Fomos buscar suas coisas, e lembro que falei para ela levar um biquíni e uma roupinha mais chique, para darmos umas voltinhas à noite. Ela riu perguntando se eram só as meninas, e respondi se ela tinha dúvidas.
Chegamos a minha casa, entramos e mesmo antes de comermos algo, pedi para que ela esperasse na sala que eu precisava fazer uma coisa. Me tranquei no quarto e quando sai, estava vestida com um biquininho asa delta branco, uma sainha curta, meu tamanquinho alto, bem maquiada e com meu cabelo de praxe. Preso nas laterais com a franjinha curta. Já era Duda que estava ali.
Quando sai, ela sabia que era isso que ia fazer, mas sua cara quando me viu, ficou parada, quase que apaixonada pelo que estava vendo.
Pedi que ela fizesse o mesmo e mostrei onde era o quarto, que ela entrou e em pouco tempo, saiu com um maio inteiro, azul, bem cavado e mais nada.
Laís era uma baixinha de cabelo claro e curto, magrinha, e um lindo par de olhos claros. Que dava a ela um tom angelical, mas era o capeta em pessoa.
Comemos um lanche e fomos para o quintal estudar e assim passamos toda a tarde, tínhamos as mesmas matérias de estudo, eu prestando medicina e ela veterinária.
Ao final do dia, o calor continuava quando perguntei o que ela bebia??? Ali começou a aparecer seu lado capeta. Falou que tomava o mesmo que eu. E para testar minha amiga, preparei dois copinhos com cachaça e duas cervejas que estavam hiper geladas. Matei meu copinho e já parti para gelada e ela fez o mesmo. Não perdi tempo e já deixei outra preparada, bebemos e assim começamos a esquentar nossa noite.
Com a noite chegando falei para irmos tomar banho e nos preparar-nos para a diversão. Contei o que tinha em mente. Antes iriamos comprar uma pizza, e depois que não iriamos longe. Minha intensão era levá-la até o boteco perto de casa, para quem sabe encontrar minhas amigas e bebermos e dançarmos um forró.
Fui tomar banho primeiro, pois precisa de mais tempo para me arrumar, e ela entrou atrás sem roupa e começou a fazer xixi, ficando ali sentada conversando comigo. Nada falei, mas não podia esquecer que também era tarado por mulheres, coisa que ela já sabia, porque já tinha falado do término de meu namoro e que ela não confiasse muito em mim e assim claro que pirei naqueles peitinhos, foi difícil...kkk
Saindo do banho, fui para o quarto dos fundos, onde já tinha levado tudo que eu precisava, deixando o quarto da frente para que ela se trocasse. Assim teríamos a surpresa quando nos víssemos.
Assim foi, sai com um vestidinho preto, feito por samara, que tinha uma base preta e a de cima babada e transparente. Dava um efeito lindo. Por baixo usava um body preto de renda que era maravilhoso. Calcei uma sandália preta alta, simples, mas chique.
Meu cabelo eu tinha prendido nas laterais, mas puxando para cima, deixando ele em camadas. Não sequei, coisa que daria volume e caprichei na maquiagem, cílios imensos e muita cor, como não poderia deixar, meu baton vermelho puta.
Não fazia ideia de como Laís apareceria, até que uma linda visão entrou pela sala. Ali deixaria de acreditar um pouco mais em seu gosto sexual. Ela estava lindamente vestida em uma mini saia branca, uma camisetinha colada, que dava para perceber nitidamente que estava sem sutiã, porque já entrara na sala com os deliciosos bicos entumecidos e um salto alto, a deixando deliciosa.
Seu cabelinho, curto e soltinho adornava uma pequena tiara. Maquiada bem discretamente, e, epa!!! CADÊ O BATON???? Rindo falei que sem meu batom puta, nada feito.
A primeira frase que ouvira de sua boka foi, tem certeza que você não é mulher??? Retribui da mesma maneira, só que um pouquinho mais sarcástica, tem certeza que você só gosta de mulher. Rimos um bocado. Pois acabara de ficar nítido o que iria acontecer. Mas que deixasse rolar, ainda tínhamos muito tempo.
Fomos buscar a pizza na padaria, que ficava um pouco longe, pois eu não tinha como ir na perto de casa, eu já estava arriscando muito. Compramos sem problemas, havia pouca gente na padaria, mas claro que fomos notadas pelos poucos que lá estavam, mas acho melhor relatar o que iria vir a acontecer brevemente.
Retornamos para casa e quando descíamos do carro, minha vizinha estava saindo do portão, quase que nos esperando chegar.
Lembra daquele corset com a cinta liga que eu usei na festa de morena, era dela. Nós cumprimentou, me fazendo brincar de estátua mais uma vez, mas fui salva por Laís que a cumprimentou se apresentando e Joana fez o mesmo, e eu não poderia deixar a beijei me apresentando.
Quando menos espero, Laís fala que tínhamos que entrar para não comer a pizza fria, e insistiu para que joana nos acompanhasse. Ela resistiu, mas não muito, e acabou entrando.
Comemos, ela não quis, mas aceitou uma cerveja...oh mulherada que planeja tudo...e ali falamos algumas besteiras.
Assim que terminamos de comer, parados na cozinha arrumando as coisas, Joana me falou que eu ficava linda vestida daquele jeito. Logo saquei que ela sabia e que devia ficar me vigiando.
Ri, e agradeci, perguntando o que ela achava???, precisava saber onde pisava, e tive como resposta que achava um tesão o que eu fazia. Que já tinha me visto algumas vezes, com outra morena, que só podia ser samara, entrando e ficando todo final de semana. Já tínhamos transado algumas vezes no quintal, então aquilo queria dizer, que provavelmente ela já havia me visto dar o rabo.
Iriamos até o boteco beber e dançar um pouco e para encurtar aquela conversa, convidei para que nos acompanhasse. Convite que nos faria de ir carro, pois ela assim preferia.
Chegamos as 3 e já fomos notadas, estávamos lindíssimas. Joana se trocou rapidamente e só precisei passar uma coisa em sua boka. Imagem o que???
Nesta noite o boteco estava bem cheio, mas avistei morena que nos chamava para se chegar, o que fizemos rapidamente.
Notei que havia algumas pessoas diferente, mas também meu pedreiro, meu homem. Nos cumprimentamos pelo olhar, e claro que contei para elas quem ele era. Que nos fez rir e muito.
Bebemos uns aperitivos e começamos a dançar, pois morena e sua irmã, já faziam isso, acompanhadas de outros casais.
Colei Laís e sai dançando. Ela ria muito, e de tempos em tempos, parávamos e tomávamos mais um aperitivo. Iriamos ficar muito engraçadinhas ainda esta noite.
O tempo foi passando e já estávamos bem alegre, quando joana disse que queria ir embora, pois já tinha achado o que fazer. Ela iria levar meu pedreiro para casa, e para isso, me perguntou se tinha algum problema, ri e falei que não tinha nada com ele. Virei para Láis e disse que deixaria ela descobrir que o pau dele não é grande. Rimos muito.
Acabamos indo todos para casa, juntos no carro de joana.
Entramos cada um em sua casa, e eu guiando Laís que estava chapadinha e rindo muito, e Joana em sua casa com meu pedreiro, que mais uma vez não me falaria tchau.
Dentro de casa, na sala, liguei o som para ficarmos por ali tomando mais umas cervejinha, pois a noite tinha que continuar, quando o som tocou um forrozinho, que fez Laís pular do sofá e a começar a dançar. Assim ficamos um tempão.
Senti Laís me fazer carinhos nas costas e retribui o mesmo, até que me soltei, e tirei meu vestido, para ver no que daria, ficando somente com o body. Fui admirado por Laís que o mesmo fez, ficando somente de calcinha, pois ela havia saído sem sutiã. Ficamos ali dançando e nos alisando, passávamos por todos os lugares, até que ela me empurrou para a cadeira a beira da mesa, sentou no meu colo, e sem muito demorar, me deu um maravilhoso e longo beijo em minha boka. Ficamos um tempão naqueles beijos, imaginava que a qualquer momento ela poderia se ligar quem eu era, e não o que aquela bebedeira a fazia ver.
Levantei e fiz com que ela me acompanhasse para o quarto. Aquela nossa diferença de altura, seria melhor resolvida na cama. De boa me seguiu, e assim a fiz deitar em minha cama, ficando de frente para mim, tirei sua calcinha, e sem pensar, cheirei antecipadamente aquela maravilha que iria meter a boka. Me abaixei e comecei a beijar ela todinha, das laterais até o centro quente e molhado que estava sua bucetinha. O cheiro, ah o cheiro, que maravilhoso. Era linda, fechadinha e com seus pelinhos clarinhos, que delicia de bucetinha. Daquele jeito, sei que poucas mulheres resistem por muito tempo, e metendo os dedos e chupando, veio um gozo maravilhso, que demostrava toda excitação que estava minha lesbiquinha.
Gozou e me puxou para cima para um delicioso beijo, quando me pediu que tirasse me pau e que deixasse ela chupar.
Ali ficava claro que eu podia foder aquela delicia como queria. Continuei com o body, mas saquei o pau que pra duro só precisou que ela tocasse, e fui, maravilhosamente chupado. Parei aquela chupada, virando ela de frente e abrindo suas lindas perninhas, que me mostrava o caminho que devia seguir.. Fui chegando perto e ela pegou meu pau e começou a esfregar na sua bucetinha, direcionou para que de uma vez minha rola entrasse nela. Gemeu deliciosamente, sentindo ele entrar naquela bucetinha quente e molhada.
Meti, mas meti muito com ela, virava, comia ela de costas, colocava ela em cima de mim, e metia. Até que voltei a chupá-la e metendo os dedos em sua bucetinha, também comecei a meter os dedos em seu cu. Assim ela gozaria mais uma vez, com minha boka em sua buceta e meus dedos no seu cu.
Levantei e perguntei se ela queria que eu metesse no seu cuzinho, recebi um sim, já virando e ficando de quatro, abertinha esperando seu cu ser fodido. Não precisei lubricar, ela estava toda molhada. Encostei entre suas coxas e meti meu pau no seu cuzinho, não parando até que tudo entrasse. Ela gemeu de dor e prazer, e mesmo em baixo de mim, começou a forçar meu pau cada vez mais fundo. Aquilo fez com que Laís desse gritinhos, pedindo que fodesse mais, e assim o fiz, socando meu pau cada vez mais fortes, sem dó, saia e entrava a vontade, quando não aguentei mais e falei que iria gozar, recebendo de volta movimentos bruscos, enterrando meu pau cada vez mais fundo, falando também que iria gozar.
Quando ela começou a urrar de tesão, fazendo mais força pra sentir meu pau no fundo e eu gozando deliciosamente no seu cuzinho.
Assim desfalecemos um ao lado do outro, por alguns minutos. Só se ouvia o respirar profundo. Nos olhamos e assim ficamos nos beijando por minutos.
Quando ela começou a me dar uma explicação sem que eu havia pedido, disse que havia namorado por 5 anos, apesar de seus 20 poucos, e que seu ex namorado, tinha largado ela para ficar com sua melhor amiga e que desde então só havia se relacionando com meninas, mas só pequenos casinhos. Tudo isso contado as lágrimas, acho que ainda efeito da bebida. Nada disse, somente olhava e lhe fazia carinho nos cabelos.
Ela me falou que quando me viu na boate, logo de cara sentiu um negócio por dentro, mas que depois viu que eu não era de toda menina. Mas que quando começou a me conhecer melhor no cursinho, tinha gostado de mim e que sentia uma grande atração para ter Duda e ao mesmo tempo.
Ri, e chamando ela de bruxinha voltei a beijá-la e assim trepamos por toda noite e de todas as maneiras. Ela me fez gozar deliciosamente em sua boka, enfiando seus dedinhos, deliciosamente no meu cuzinho.
Acordei mais cedo, e fui pegar uma onda. Esporte que nunca deixava de fazer.
Voltei, almoçamos e passamos a tarde estudando, e as vezes lembravamos o que tínhamos feito. Claro que acabamos transando mais, antes que eu a levasse embora.
Ficamos assim, por pouco tempo, o cursinho já estava acabando, e o vestibular iria começar. Além da federal, eu prestaria mais algumas, e todas em lugares diferente e longe de santos.
Mas foi maravilhoso aqueles momentos de lésbica, porque eu só a comia Laís, vestida de Duda, isso era a única coisa que ela me pedia.
Bjs
Contarei outras passagens de minha vida feminina.
Só para dar um pouco de veracidade aos meus relatos. Minha mãe era maquiadora e eu era sua modelo, posso dizer que fui mais pintada (acho que em ambos os sentidos...kkk), que muitas mulheres em toda sua vida, por isso sei fazer muita coisa interessante neste campo, além de ter crescido em uma loja de roupas feminina que ela tinha.
Minha namorada era também do ramo da moda e quando na década de 80 saiu o movimento Drag queen, sai algumas vezes montada por ela, pra baladas e até hoje seus maiores amigos são gays.
Ps. se puderem dar notas aos meus relatos, Agradeço!!!