Buscar no Portal

07 de Abril, 2017 às 10:51 Por: maducd

Praia Grande (SP) - Que festinha

tags:
Esse conto possui 4995 visita(s).

O que vou relatar, se passou há muito tempo. Hoje tenho mais de 50 anos, casado e com pouquíssima frequência faço algo.
Mas lembrar me excita e muito, e resolvi dividir com vocês algumas passagens muito lokas.


Década de 80

Passado um tempo, em um final de semana normal na praia, que como sempre acompanhado de minha mãe e namorada. Eu estava voltando da padaria e fui parado por minha amiga morena (como assim a chamei em outro relato, assim continuarei a chama-la), era a mulher que fazia a limpeza da casa vizinha e que eu tinha ido em sua casa com meu pedreiro. Nos cumprimentamos e depois de algum papo ela me disse que em breve ela iria fazer aniversário e gostaria muito que eu fosse, lembro que ela riu e corrigiu a frase dizendo que gostaria que ela fosse. Entendi muito bem o que ela disse, e respondi que precisaria ver como fazer pois como ela sabia, sempre vinha pra praia acompanhado.

Voltamos para São Paulo e aquilo ficou me corroendo por dentro de vontade de ter aquela liberdade novamente.

Na semana da festa, eu já sabia que minha mãe não poderia ir, e que ainda não tinha como ir sem minha namorada.

Lembro que emburrei a semana toda, deixando minha namorada bolada e acabamos por discutir e ficamos sem se falar por alguns dias.
Com a chegada do final de semana, falei pra ela que gostaria de ir pra praia sem ela, e o que me ajudou e muito foi o péssimo mau tempo, coisa que rendeu até mais uma discussão, porque ela achava um absurdo eu pegar onda com aquele tempo, deixa o mar perigoso. Mas que mar nada, eu queria era aprontar e muito.

Minha namorada virava e mexia dormia em casa, portando o estoque de roupas era farto, sem contar com da minha mãe, que eu também adora vestir.
Escolhi duas roupinhas que se combinavam (nem vou falar que tinha roupa de lycra...kkk), mas um era um vestido preto justo, conhecido como tubinho e outro era uma bermuda jeans de lycra e top, há como adorava usar top e mostrar minha barriguinha sequinha...

Peguei meu carro e sexta fui para praia. Chegue meio tarde e quase tudo estava fechado, coisa que era normal na praia grande.

Como de costume procurei o bar do meu amigo que ficava perto de casa na av.keneedy, mas estava fechado, e achei um pior ainda mas aberto.
Eu não ligava pra nada, entrava e já pedia uma breja e um aperitivo, que na maioria da vezes era Velho Barreiro. Examinei o local, já pensando em alguma sacanagem, mas nada ali merecia atenção, bebi um pouco e fui pra casa, só não contava com o frio que estava.

Fui pra casa e descarreguei o carro. Pra deixar as coisas sobre controle, liguei avisando que cheguei e falei a merda de tempo que fazia. Assim deixando mais sem vontade minha namorada, que até me pediu pra voltar e falei que veria o que ira fazer na manhã seguinte.

O sábado amanheceu bem fechado e gelado. Tomei meu café na padaria e voltando pra casa, cruzei com morena, que estava chegando na casa vizinha.

Ela me viu, e sorridente veio me perguntar se eu iria em sua casa. Falei que não, e ela ficou de cara chateada, ai respondi que eu não, mas Duda sim.

Ganhei um grande abraço e fui convidado a entrar com ela na casa da minha vizinha para conversarmos enquanto ela fazia a limpeza. Não estava fazendo nada mesmo.

Nunca tinha entrado na casa da vizinha e alias nem conhecia a tal.

Morena limpando a casa me perguntou com que roupa eu iria??? primeiro falei que ia com uma calcinha linda e ela riu, ai descrevi como pretendia e de repente ela me pegou pela mão e me fez subir as escadas entrando em um quarto que pelo jeito arrumadinho era da dona da casa.

Falei pra ela o que estava fazendo, e ela me disse que a dona tinha acabado de ligar, e pediu que limpasse a casa no final de semana porque ela viria passar a semana e queria a casa limpa. Geralmente as casas eram limpas quarta ou quinta feira, sei disso porque também tínhamos uma em casa.

Ela abriu uma gaveta cheia de lingerie. Nossa que maravilha, não resisti e comecei a olhar uma por uma, aquilo me deixou loka. No fundo da gaveta tinha um espartilho preto, cinta liga e só não tinha a meia, que pena. Mas com meus olhinhos brilhando, morena viu e pediu para que eu experimentasse. Pensei um pouco e peguei uma calcinha preta e comecei a tirar minha roupa, morena claro não deixou de olhar meu pau, que tive que esconder viradinho pra trás na calcinha, encaixado com o saco. Vesti toda aquela maravilha e me senti pronta pra qualquer coisa. Foi quando ele me disse que se eu comprasse uma meia, poderia usar aquele conjunto de noite que devolveríamos no dia seguinte.
Eu iria de qualquer maneira na cidade ocian comprar o presente dela, que eu já tinha ideia. Ia comprar uma conjunto de calcinha e sutiã e claro que poderia ter a meia sete oitavos.

Assim foi, tinha mais uma peça para minha transformação.

Quando saímos, ela me perguntou o que eu iria fazer no cabelo, e falou que também era cabeleira e que gostaria de me pentear. Eu ri e perguntei o que ela tinha em mente. Ela rindo, disse que iria até em casa pegar suas coisas e voltava. Fui antes dessa loucura até a cidade ocian comprar o que precisava e também seu presente e as meias.

Morena tinha chegado, e me chamou na porta. Ela estava com mais uma amiga, que me olhando de cima a baixo, de cara me disse...Vai arrasar hoje em amiga.

Em pouco tempo iria descobrir que Samara (olha que nome de guerra), era uma transformista e que iria cantar na festinha. (Achei que era uma festinha, não um evento).

Me fez lavar os cabelos e passar uns produtos que eu não conhecia, mas que eu podia ficar tranquila que eram de boa qualidade. Sai do banho, vesti uma calcinha e de toalha sentei em uma cadeira que já estava pronta na cozinha, e como sempre, começamos a bebericar algo.

Ela me colocou um monte de bobs nos cabelas, aquilo me puxava o cérebro, parecia que ia arrancar os cabelos. Alto preço pra ficar divina. Perguntei se ia demorar e ela me disse que quase nada, era só secar e que antes da festa corria aqui e me penteava. Nossa, aquilo ia ficar doendo. Mas fazer o que.

Como tinha falado, depois das 19:30h ela chegou junto com samara, que começou a arrumar meu cabelo, soltando aqueles bobs que quase estavam me deixando loka e de novo sem me deixas ver nada. Samara pediu se podeira me maquiar, nem pensei e deixei sem o menor problema. Lembro que enquanto ela me pintava, ela sentava no meu colo, e eu brincava dizendo que assim era complicado, e ela ria muito.

Não imaginava o que poderia esperar, só sentia que inflamava por dentro.

Assim foi até que me deixaram olhar no espelho...Não acreditei no que estava vendo. já tinha visto alguns cachos por meu cabelo ser comprido, mas como estava, dividido ao meio e todo, mas todo cacheado e brilhante. Nem tem como descrever, pena que não tinha self naquela época. Iria ter milhões de likes.
Estava única, nunca tinha ficado desse jeito. Estava irreconhecível até para mim, que já tinha feito várias montagens. Mas não assim. Uma loira divina e exuberante. Me apaixonei por mim mesmo, e olha que não fui só eu.

Elas se foram e terminei minha transformação.

O que eu via quando terminei, era uma coisa de outro mundo. O corpet por baixo do vestidinho marcava um pouco, mas já me deixava com peitinho sem necessidade de enchimento. A meia veio a calhar, porque o tempo não estava bom, e o sapato que eu tinha arrumado era simples. Era um sapato anabella preto, pois salto alto fino só mulher consegue ficar mais de 10m no pé e esses eram fáceis de andar, porém era um número menor e me apertava um pouco. (mais um desafio de mulher...kkk).
Mas o que é um sapato apertado pra quem esta com uma calcinha comendo o cu. Tinha também unhas postiças e já tinha pintado de vermelho, pés e mãos. Coisa fácil de fazer.

Eu não acreditava no que via. Se me travestir era objetivo de vida, tinha acabado de achar o caminho sem volta, mas isso pra mim era uma super diversão.
Pra completar, peguei um perfume que era da minha mãe e não fiz custo algum pra me banhar e ficar cheirosa.

Fui de carro pra festa e cheguei já meia calibrada, pois tudo tinha feito com minhas companheiras alcoólicas. Mas travei antes de sair do carro. Não sei porque, mas fiquei paralisado olhando a vilinha que estava um fervor. Lembro que fiquei dentro do carro uns 10m. Olhava pras minhas pernas, mostrando beira da cinta liga atachada a meia. Coisa que iria mostrar mesmo quando eu sentasse.

Ouvi uma batida na janela do carro e abri, era samara, maravilhosamente produzida, diria com certeza que não na festa não teriam duas belas assim. Falei que tinha travado e ela rindo me disse que como eu estava, ninguém que me reconheceria. Era difícil mesmo.

Sai do carro e de braço dado com ela, adentramos a festa. Pude ouvir um burburiu quando passamos até a entrada da casa que fora tinha uma decoração simples mas colorida, e um reservado com caixas de som, idealizando um pequeno palco. E claro gente pacas.

Entramos e fui cumprimentar a aniversariante, entregando seu presente, que de pronto abriu e aos gritinho dizia que já imaginava que seria esse o presente. Uma calcinha vermelha pequena e um sutiã rendado que acompanhava o conjunto.

Fui muto bem recebida por todos, mas preferi ficar dentro da casa, isso quando samara deixava, pois ele estava mais empolgada de todas. A festa foi rolando deliciosamente e pra minha surpresa, quando estávamos conversando na cozinha, antônio o pedreiro mais velho, entrou e me cumprimentou, dando um beijo na minha mão e me elogiando pela beleza. As meninas que estavam a minha volta, nem esperaram ele sair pra me encher de perguntas...principalmente se eu tinha dado pra ele, porque muitas se esquivavam por causa do tamanho do seu pau. Ri longamente e olhei pra elas como dizendo...eu posso querida!!!

Lá pelas 11h a festa deu uma parada, pois Samara iria fazer sua apresentação, iria cantar. O show rolou e ela cantou várias musicas até ela começar a me procurar com o olhar e me convidar pra dançar naquele pequeno palquinho. Fui puxada sem chances de escapatória. As musicas eram baladinhas dançantes fáceis de acompanhar, e no final fomos aplaudidas longamente. E ai ela começou mostrar o que iria acontecer até o final da noite.
Samara me deu um puta beijo na boka que eu não esperava mas respondi rapidamente, e apertando seu corpo ao meu, Fomos ovacionadas!!!

Cantamos o parabéns, que samara puxou. Cortamos o bolo e a dança rolou, um forro daqueles, e nem sei contar com quantas pessoas dancei. Homens e mulheres, pois elas dançam entre si, deixando os homens louquinhos. Levei algumas passadinha de mão, que sempre são bem vindas. Penso diferente das mulheres que não gostam. Se me passou a mão é porque achou gostosa. Dancei com antônio que me falou boas besteiras e claro, senti aquela rola me esfregando. E a dança mais gostosa de todas, foi samara, onde de bokas coladas, nos esfregávamos alucinadamente. Ela sabia o que queria, e eu ali, desenhando ainda.

A noite foi longa, mas lá pelas 2h da madrugada o som teve que ser baixado, assim debandando boa parte das pessoas mas samara não desgrudava de mim.
Em um momento de liberdade, grudei em morena e perguntei o que samara queria comigo. Ela disse desde que saímos de minha casa, ela não falava em outra coisa que não fosse eu.

Sei lá, vamos deixar rolar, pois ela era linda e grande como eu.

A festa foi esfriando e dentro de casa as coisas esquentando. Na sala ficaram alguns casais dançando e se pegando, o que deixou o clima do final da festa animado e excitante. Samara se chegou e começou a me falar um monte de besteiras, e a que mais me deixou excitada, foi que ela tinha se apaixonado por outra menina e que não conseguia tirar os olhas e nem parar de pensar em mim.
Que se não fosse por morena, de tarde já teria me pegado assim que fiquei pronta. Como ela disse, foi amor a primeira vista.
Amor esse que me rendeu sim, uma grande amizade e altas saídas em São Vicente. (eita noite fervorosa que tem por ali, pra quem gosta de meninas assim como eu).

Ficamos ali, e acabamos por nos divertir muito dançando mais e se pegando. Todos paravam e ficavam olhando nós duas se pegando, era beijos, apertos, mãos para todo lado. Boa parte sabia quem era samara, mas quanto a mim, acredito que pouquíssimas pessoas que estavam ali.

Eu já não aguentava mais segurar meu tesão quando falei pra irmos pra algum lugar mais a vontade, e ela me disse que iria dormir ali, que poderíamos ir pro quarto. Sorrimos ambas pra morena e entramos, e sem perder tempo fui agarrada por ela que como uma loka me tirou o vestido e saiu a me beijar todinha. Fiz o mesmo, deixando-a somente de calcinha e um topzinho rendado que dava um charme especial no seu corpinho branquinho.
Nos deitamos e sem parar de me beijar, ela libertou meu pau da apertada calcinha, baixando e metendo a boka, sulgando todo melado que nele se espalhava. Meu pau inflou dentro de sua boka, ficou teso em um segundo e o mesmo fiz com ela, e pra minha surpresa, tinha um belo pau branquinho e grossinho escondido entre suas pernas. Chupei de todo jeito e o também fui chupada. Metia os dedos no seu rabinho e o mesmo eu ganhava de carinho. Ela voltou a me beijar e sussurrando no meu ouvido, disse que queria me comer todinha.
Me virei com a bundinha pra cima e pedi que metesse em mim, que eu precisava ser comida, linda daquele jeito. Fui prontamente atendida e sua rola entrou como quis, pois me cuzinho estava molhadinho e pronta praquilo. Meteu muito gostoso no meu cu, tinha força, eu dava pequenos gritinhos de tesão. Não deixava ela parar de me comer, como estava gostoso. Ai me dei conta que bem na minha frente tinha um grande espelho, que refletia claramente aquela cena, coisa que me deixa viva na memória o que vi e vivi. Era enrabada por samara uma morena deliciosa e safada que me comia e me fazia gemer de prazer. Pedi pra ela continuar a me comer que estava amando.

Ela parou e pediu que eu virasse, e assim sentou no meu pau, que estava duro como porrete, mas acho que mais de tesão por me ver no espelho, nunca tinha me visto tão linda com aqueles cabelos cacheados. (cabelo esse que me fez ficar no mar no dia seguinte, com aquele frio, pra desfazer as porras dos cachos que não alisavam de jeito nenhum...kkk).

Ela sentou em mim, e meteu sem dó no seu rabo. Entrou fundo e seu gritinhos era altos e excitantes. Metemos muito, nos chupamos muito, até que eu não aguentei mais e pedi que ela me fizesse gozar. Achei que ela iria me chupar ou meter meu pau no seu cu, mas não, ela me virou de lado, meteu seu pau no meu rabo, e começou a me punhetar. Nossa fui a loukura com aquilo, me olhava no espelho e me excitava comigo mesmo, ela pouco se mexia dentro de mim, mas me punhetava com vigor, até que comecei a gozar loukamente, gemendo e pedindo pra que ele me fodesse, e foi quando senti que seu pau pulsava dentro de mim. Ouvindo gemidos de gozo no meu ouvido me dizendo que nunca tinha feito assim, dessa maneira, que sempre era comida, mas que estava loucamente apaixonada por mim.

Aquilo no momento foi de me deixar nas alturas.

Me virei e sulguei longamente aquela boka deliciosa e assim ficamos por um longo tempo, até que bateram na porta, rindo e falando alto se iriamos ficar ali o resto da noite.
Nós recompomos, coisa que deu um certo trabalhinho pois tínhamos nos desmontamos toda, e saímos do quarto, dando na sala completamente vazia. Só ouvimos algumas vozes na cozinha onde as meninas que sobraram conversavam alegremente e claro, todas bem chapadinhas. Fomos recebidas com muitas risadinhas e claro, mais bebida pra comemorar.

Morena virou para mim me agradecendo pelo conjuntinho e dizendo que já tinha sido elogiada. Perguntei como, e ela me falou que antônio tinha visto o presente e que queria vê-la com ele. Ai ela riu muito mais, me perguntando como eu consegui levar aquela vara no rabo, pois ela tinha tentado e não tinha conseguido. Todas ouvindo a conversa riram muito e claro que não contei sobre os cometas.

A noite acabou maravilhosa e eu voltando pra casa, mas não sozinha, mas com minha linda namoradinha e assim passamos o resto da noite transando ou seria nos amando.

Mas com os detalhes da primeira trepada, vocês já podem imaginar como foi o resto da noite e o comecinho da manhã.

Quanto ao meu cabelo, tive que voltar na casa de morena depois da praia, pra ela alisar com secador, outra coisa que quase me arrancou o couro. Eita vida difícil dessa mulherada amada.

Bjs
Contarei outras passagens de minha vida feminina.

Só pra dar um pouco de veracidade aos meus relatos. Minha mãe era maquiadora e eu era sua modelo por anos, e posso dizer que fui mais pintada (acho que em ambos os sentidos...kkk), que muitas mulheres em toda sua vida. Por isso sei fazer muita coisa interessante neste campo, além de ter crescido em uma loja de roupas feminina que ela tinha.

Minha namorada era também do ramo da moda e quando na década de 80 saiu o movimento Drag Queen, sai algumas vezes montada por ela, pra baladas e até hoje seus maiores amigos são gays.

Ps. se puderem dar notas aos meus relatos, Agradeço!!!




Comentários

10 de Abril, 2017 às 15:43
maducd
comentem...

1