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02 de Julho, 2017 às 00:30 Por: m.2017

Priminha chatinha entrando na linha(rola)

tags: Shirley sentou na vara
Esse conto possui 10098 visita(s).

Olá amigos Me chamo M.
Minha prima Shirley sempre foi um caso á parte em minha vida.
não tínhamos um bom relacionamento e sempre vivíamos em pé de guerra, isso desde os tempos de criança.
Apesar dos seus 14 aninhos Shirley se achava a adulta da família, entre nós familiares ,corria o boato que havia perdido seu cabacinho com 12 aninhos, ela sempre foi um pouco avançada em tudo, o que a tornava insuportável...rs
meus outros primos, apesar das inúmeras patadas e da falta de humor que ela demonstrava viviam sempre correndo atrás dela, não importasse o quanto ela os maltratava.(talvez tivessem uma segunda intenção com aquela chata...rs)
Nossa relação sempre foi de muito atrito, vivíamos nos xingando e nunca fizemos questão de estabelecer uma trégua, para minha felicidade Shirley aparecia em nossa casa apenas uma ou duas vezes no ano, morava no interior e nas vezes que vinha para sp, era praticamente obrigada pelo pai, que realizava trabalhos nas férias escolares como pintor e reparos gerais, geralmente meu tio ficava hospedado em alguma pousada no centro da cidade vindo para casa apenas nos finais de semana , já Shirley ficava em nossa casa aproveitando também a oportunidade para ganhar algum dinheiro ajudando minha mãe com encomendas de doces e salgados para festas.
Shirley detestava a ideia de ficar em minha companhia, pois sempre a tratei com desdém, o que era notório para todos da família.
Certo dia porém ,para minha surpresa, as coisas mudaram repentinamente.
Já era tarde da noite, eu Havia acabado de chegar do trabalho, com meus 17 anos, trabalhava em uma mercearia, era o meu primeiro emprego em carteira, muito cansativo por sinal e na maioria das vezes chegava em casa já me jogando no sofá..rs
Sofá que por sinal se tornara minha cama, já que meu quarto por contragosto havia sido cedido para Shirley.
nesse dia ao chegar em casa, percebi que as luzes estavam todas apagadas logo deduzi que todos já haviam ido dormir, porém ao acender a luz da sala me deparei com Shirley largada no meu sofá, não tive reação quando me deparei com ela deitada de bruços, apenas pude reparar que por trás daquela menina insuportável, havia um mulherão.
Tentei chama-la na intenção de acorda-la mas não obtive êxito, então tomei a iniciativa de pegá-la no colo e leva-la até seu quarto, já em meus braços, ela inconscientemente(creio eu) entrelaçou seus braços em meu pescoço deixando seus seios muito próximos de mim, confesso que naquele instante tive vontade de cometer uma loucura, ela vestia um pijaminha bem fininho, quase transparente onde se marcava os bicos grandes de seus seios fartos e empinados, meu quarto era bem próximo, á acomodei em sua cama, e a cobri com um lençol, porém a vontade de ver seu corpo era maior naquele momento, então a descobri novamente e fiquei por um minuto a observando, me bateu um tesão de imediato, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar olhando aquela filha da puta gostosa.
Tomei uma ducha rápida e antes de me deitar novamente, me dirigi até o quarto para poder espia-la por mais um instante, para minha surpresa ela não se encontrava no quarto, então ouvi um psiuuu bem baixinho...
em pé ao lado do sofá da sala, com um sorriso no canto da boca disse Shirley praticamente susurrando..
gostou do que viu?... imagina sem nada..
e quase que me hipnotizando foi tirando seu pijama das meninas super poderosas..rs
primeiro foi tirando sua blusinha de alça, deixando a mostra seus seios empinados, o bico dos seus seios eram destaques em sua comissão de frente, soltou seus cabelos e em seguida tirou a parte de baixo de seu pijama, não usava calcinha e logo deixou amostra sua bucetinha, para minha surpresa, uma buceta extremamente peluda e volumosa, não resisti...
Naquele momento já nem lembrava o porque odiava aquela menina, me aproximei e com muito tesão comecei a beija-la, chupei seus seios maravilhosos, aqueles bicos eram realmente de tirar o fôlego, fui guiando seus passos, tirei minha roupa sentei- me no sofá e sem muita enrolação a fiz ajoelhar para cair de boca na minha rola grossa, ela chupava com vontade, sem nenhuma frescura, parecia entender muito do assunto, me punhetava com força , com movimentos rápidos e intercalada com leves mordiscadas na cabeça da minha rola me levando a loucura.
Eu me sentia nas nuvens com aquela chupeta bem feita, ficamos assim por um tempo até que a vontade de gozar ficou incontrolável, então dessa vez a acomodei sentada no sofá e ali de pé em sua frente enchi sua boca de porra, ela prontamente cuspiu , acho que ainda não se sentia a vontade de sentir uma porra quente passando pela sua garganta, ainda sentada no sofá foi minha vez de me lambuzar naquela buceta peluda, aqueles pelos grossos davam a impressão de rasgar meus lábios, quanto mais eu socava minha lingua mais sentia cortar minha boca, o que me dava mais TESÃO ainda, chupei aquela buceta com muito tesão, em certo momento Shirley passou a gemer mais alto, gemidos que eram abafados por suas próprias mãos, afinal minha mãe dormia no andar de cima, e não poderia nos flagrar, seria constrangedor, porem o tesão e a adrenalina pelo proibido naquele momento corriam em nossas veias, eu preenchia aquela buceta com cada centímetro da minha língua, até que ela estremecendo seu corpo inteiro balbuciou as palavras que soaram como música aos meus ouvidos...
Puta que pariu, M....
tô gozando gostoso primo...
Nossa que delícia de língua
Eu aproveitando o momento a levantei e pedi para que se inclinasse no braço do sofá, e como se fossem feito um para o outro, minha rola grossa encontrou sua buceta enxarcada de tesão, coloquei com vontade naquela buceta peluda, podia sentir certo incômodo dos seus pelos cortando minha rola, mas só pensava em colocar com força, imprimi o ritmo certo, em certos momentos colocava bem devagar, fazia com que ela sentisse meu pau explorar cada pedaço de sua buceta, em outros momentos enfiava com voracidade, estocando com muita força, ela parecia não se incomodar com os 18 Centímetros de rola que entravam em sua buceta, apesar dos seus 14 aninhos não reclamou em nenhum momento, apenas curtiu todos os momento que foram nos reservados naquela noite, após fodermos por um bom Tempo chegava a hora do prazer ser consumado, ela pedia mais pica e eu entregava tudo que podia, abafando os gemidos de sua boca, fodia aquela buceta com força em um ritmo alucinante, ela mais uma vez estremecendo seu corpo gozou novamente na minha rola, contráindo sua buceta , como se não permitisse que meu pau saísse de dentro da sua xaninha inundada, minha priminha me fez gozar loucamente, tentei tirar meu pau pra fora para que não gozasse dentro, mas foi impossível.
Gozei demais, um jato de porra muito forte invadiu sua buceta fazendo com que minhas pernas ficassem bambas de tanto que tremiam, puta que pariu aquela safadinha me fez ir a loucura, e ela só tinha 14 aninhos.
Depois dessa foda, passamos a nos entender cada vez mais, suas visitas se tornaram mais frequentes e fodemos muitas outras vezes.
Com o passar do tempo ela foi se tornando uma mulher cada vez mais linda, meus outros primos bem que tentaram, mas aquela buceta até os dias de hoje gosta mesmo é da minha rola.

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