Juliana não conseguia se acostumar com um homem em casa, foram anos sendo apenas ela e a mãe, mas nos últimos meses também tinha seu primo Rodrigo, um novinho de 19 anos, fazia o tipo nerd, de óculos, cara servida de espinhas, magricelo e tímido. Elas o estavam hospedando enquanto ele fazia a faculdade longe de casa, então, até que ele arrumasse uma renda para alugar um lugar pra ele, ela tinha que se lembrar de não sair do quarto só de regata e calcinha pela manhã, pois no final de semana, a essa hora, ele poderia estar na sala ou na cozinha, mas era tão difícil vencer velhos hábitos. Foram inúmeras situações constrangedoras nesses meses. Juliana era uma moça muito bonita, pele branquinha, rosto delicado, bem desenhado, alta. Pro gosto popular não era exatamente uma gostosa. Pernas finas e praticamente sem bunda, mas o par enorme de seios lhe garantiam alguns olhares e cantadas aqui e ali. A relação com o primo não era ruim, os dois não passavam tanto tempo juntos em dias úteis, com a rotina de aulas e atividades extracurriculares de Rodrigo, era comum ele sair de manhã e só voltar no fim da tarde, no fim de semana ele estava sempre com a cara mergulhada em algum livro, mas quando ela ou a mãe iniciavam alguma conversa ele se mostrava bem simpático e sabia conversar bem, não representava nenhum incômodo ou desagrado. Num domingo desses, a mãe de Juliana os deixou sozinhos a tarde por umas duas horas. Juliana resolveu dar uma passada de pano nos pisos de casa enquanto Rodrigo passou a mão em um de seus livros. Juliana não estava com sutiã, acostumada a ficar a vontade em casa, os seios grandes eram um estorvo a maior parte do tempo e prendê-los dentro de um sutiã era torturante, nem lhe passou pela cabeça que seu primo poderia ter visões privilegiadas do seu dote enquanto ela passava o rodo com pano pela casa. Rodrigo não conseguia se concentrar na leitura, Juliana era tentadora de mais. Todos aqueles acidentes que ocorriam, com ela de calcinha pela casa, os peitos enormes dentro de uma regatinha quase estourando, a imaginação dele ia longe, desejando a prima, passando as mãos por cada centímetro do seu corpo, se metendo entre suas pernas e afundando a cara naqueles melões.
Ela o pegou absorto em suas fantasias quando lhe pediu para ajudá-la com a faxina, para terminar tudo mais rápido. Aqueles peitos balançando de um lado pro outro dentro de uma regata surrada, a cada vez que ela se curvava era um mergulho no seu decote tão apetitoso, o rosto, pra completar, era de uma modelo, difícil de encarar sem ficar sem jeito, quando ele se levantou, distraído, percebeu a besteira que tinha feito, com seu pau ereto pedindo pra pular fora da cueca, ele tentou disfarçar tão rápido e naturalmente quanto pôde. Juliana ficou bem um segundo com o olhar preso naquela situação, observando sem saber como reagir a ereção do primo, a manchinha escura no moletom, indicando o pré gozo do garoto. Quando ele se virou rapidamente dizendo que ia pegar um rodo as bochechas dela se enrubesceram. "Meu primo me deseja" ela pensou, era uma situação muito constrangedora para ambos. Quando Rodrigo voltou, uns dois minutos depois, pois se a ajudar sem lhe dirigir nem mesmo um olhar. Ao final de tudo, Juliana se sentiu na obrigação de tentar amenizar o clima entre eles.
- Olha, sobre o quê aconteceu antes, tá tudo bem viu. É normal... quer dizer_ Não estava ajudando._ Eu quero dizer que eu não fiquei ofendida. Tá tudo bem.
- Desculpa Ju. Não foi por mal.
- Eu sei que não...
- É que você é muito bonita, ás vezes eu...
- Obrigada... Não fala mais nada, vamos esquecer isso, ok?
Naquela noite, cada um em seu quarto, o sono não vinha. O pensamento naquele momento, imaginando as possibilidades, as implicações, as consequências. Como já era de costume, Rodrigo pegou uma camisinha em sua gaveta. Tocou uma gostosa punheta imaginando como seria se tivesse rolado naquela tarde. Comer Juliana de quatro no sofá, pô-la pra sentar e cavalgar sua rola. Gozou na camisinha, deu um nó bem apertado e guardou pra jogar em algum lixo da rua, como já vinha fazendo algumas vezes antes. Ainda sem sono, foi até a cozinha tomar uma água e encontrou a prima fazendo o mesmo.
- Opa, noite quente hoje né?
- Oi. É, tô toda suada... do calor. Não consigo dormir.
- Também não, pra completar vem aquele mosquito chato no ouvido.
- Eu tenho uma pastilha de tomada a mais, você quer?
- Aceito.
Juliana foi buscar o "espanta mosquito", Rodrigo esperou na porta. Se pegou imaginando se seria aceito se entrasse no quarto atrás dela e à pegasse de jeito, o mais provável é que ela desse queixa dele por tentativa de estupro. Quando ela saiu, se toparam desajeitadamente, ambos puderam sentir suas coxas se batendo com um pau meia-bomba entre eles.
- Ai, desculpa, eu te machuquei? Ando sempre distraída, sou um desastre.
- Não, a culpa foi minha, não devia ter ficado tão perto da porta.
*Silêncio constrangedor*
- Eu vou pro meu quarto, obrigado pela pastilha.
- Vai lá, de nada, boa noite.
- Boa noite.
Ao se deitar, Juliana queria enfiar a cara nos travesseiros e morrer. O menino já tinha ficado excitado com ela naquela tarde, agora ela vem com o papo de estar toda suada só pra atormentar mais ele, se ela não prestasse mais atenção no que falava e fazia, o convívio deles ali seria impossível. Daquele ponto de vista não podia culpá-lo por estar ficando excitado de novo quando eles se toparam a pouco, na certa deveria estar agora se masturbando pensando nela, que horror, ele ia sujar a roupa de cama imaginando estar fazendo aquilo na cara dela... Enquanto pensava essas coisas, ela mesmo começou a se excitar com tudo aquilo.
Na semana que se seguiu eles só se viam por umas duas horas a noite antes de cada um ir pro seu quarto, mas ambos se masturbavam pensando no outro. Juliana não se sentia atraída pelo primo verdadeiramente, mas a situação era interessante, era primo irmão dela, e ia passar pelo menos mais uns quatro anos junto com elas. Era arriscado, se a mãe dela descobrisse seria um auê, ele seria mandado de volta pra casa dele, teria que trocar de faculdade, ela ia ouvir da mãe por tanto tempo, e nas reuniões de família os dois podiam virar a fofoca entre todos, pensar em todas as formas que aquilo podia dar errado lhe dava um tesão imenso. Brincar com a sorte. Além da siririca, ela também pegava o desodorante rolon e introduzia. Por vezes também experimentava meter atrás, mas não tinha coragem de por tudo. Estabanada do jeito que era, corria o risco de acabar com um desodorante rolon inteiro preso dentro do cu.
O fim de semana veio, Rodrigo passou o dia inteiro de pau duro imaginando formas de seduzir a prima, mas sem coragem de realmente por um desses planos em prática. Juliana era um poço de dúvidas. "Dar pro meu primo ou não? Ele não faz meu tipo, não me atrai em nada. É capaz que eu estrague tudo se fizer. É isso que eu quero? Estragar tudo? Acho que é. Correr o risco, fazer isso escondido da mamãe pelos próximos... anos? E se eu enjoar disso mês que vêm? Ainda tem o resto da estadia dele aqui. Se eu der pra ele agora, que 'moral' eu vou ter pra dizer não pra ele depois?"
O sábado passou, anoiteceu. Onze horas, meia-noite, uma da madrugada. Rodrigo tem sua punheta interrompida por batidas na porta, do outro lado era sua prima pedindo pra entrar. Ele tomou coragem de seguir uma ideia muito errada, mas que podia até dar certo. Encorajado pela cena de mais cedo, na sala com a prima assistindo TV pouco antes de se recolherem, ela sentou mais perto dele, com a mão entre as pernas bem fechadas, o corpo de lado permitindo ele olhar pros peitos dela o quanto quisesse, o ombro se movendo repetidamente, mesmo que discreto, ele tinha certeza que ela estava se masturbando pra ele, não tinha sido imaginação. Com isso em mente, atendeu-a com o pau pra fora, ainda duro da masturbação. Quando a porta abriu, Juliana se deparou com o magrelo espinhento do seu primo com o pau duro escapulindo por um lado da cueca, não era nada fora do normal, branquinho, não muito grosso, devia medir uns 14 centímetros, mais ou menos. "Já começou sem mim?" Ela perguntou rindo da situação. Trancou a porta atrás dela e subiu na cama de quatro, deixando o garoto ver que não havia calcinha por baixo do camisetão surrado.
Juliana_ Pedi pra ele apagar a luz e ascendi o abajur, eu gosto de fazer a meia luz. Ele veio por cima de mim, me beijando, roçando a língua, passeando por toda a minha boca, do mesmo jeito o pau dele fazia nas minhas coxas, quando abri minhas pernas ele quase entrou de primeira, ele tentou por logo pra dentro mas eu pedi calma, tínhamos a noite toda, ele ficou com ele roçando do lado de fora, massageando meu grelinho enquanto a gente se beijava e se amassava, foi quando ele gozou. Melou minha roupa e os pelinhos da buceta, ele ficou envergonhado mas eu disse que ia ajudar ele a fazer igual um homem de verdade, tirei a camiseta e deixei ele ver finalmente os meus peitos, grandes, pesados, brancos, mamilos cor de rosa grandes e de bicos duros, puxei a cara dele e enfiei entre eles, perguntei se ele estava gostando, ele só acenava que sim com a cabeça enquanto caçava o bico pra mamar, eu chupei o resto de porra da camiseta, ainda estava quente. Ele chupava meu peito com força, não sabia se ficava só em um ou dava uma mamada em cada, entranhei aquilo tudo e perguntei se ele ainda era virgem, envergonhado, ele assumiu que sim. Falei pra ele relaxar e deitar que eu ia cuidar dele. Cai de boca na rola dele que logo começou a crescer. Engoli cada restinho de porra que ainda tinha no pau dele. Quando já estava perfeitamente duro falei pra ele por a linguinha pra fora, sentei na cara dele, agarrei os cabelos e esfreguei a chaninha na língua dele. Ele por sua vez era inexperiente mas era esperto, enfiava a língua o máximo que podia dentro da buceta e me fazia arrepiar toda, pedi pra ele por um dedo no meu cuzinho, o safadinho disfarçou e quando fui perceber ele já estava com dois lá dentro. Continuamos naquilo até que gozei e enchi a boca dele com meu melzinho e mandei ele engolir tudinho. Feito isso, deslizei pra baixo, peguei o pau dele e sentei, já tinha sentado em maiores mas o dele era gostosinho também, rebolei na rola e sentei com força pra senti-la o mais fundo que podia, eu tava morrendo de tesão e ficava cada vez mais louca quando parava pra pensar no quê eu estava fazendo com meu priminho. Ele levantou o torso e me abraçou apoiando a cabeça nos meus peitos e me fazendo bombar com mais força, pedi pra ele avisar quando fosse gozar, ele avisou em cima, o primeiro esporro foi dentro de mim, não sabia se ficava puta ou mais excitada, pus os dedos lá dentro e pus mais um pouco de porra dentro da boca, dizendo que era pra deixar ele mais excitado pois eu ainda queria muito mais. Deitei de pernas pro ar e toquei uma siririca pra ele enquanto ele punhetava até ficar à pino de novo.
Rodrigo_ Era a melhor coisa que já tinha me acontecido, minha prima, que eu vinha querendo comer à meses finalmente estava na minha cama de pernas abertas pra mim, a buceta já suja de porra por dentro e por fora e pedindo mais, eu não podia acreditar, ela deixava os pentelhos bem baixinhos numa depilação meio moicano, igual as atrizes americanas, eu fui ficando excitado de novo, ainda com o pau meio mole tentei por pra dentro, ela precisou me ajudar, meio estranho, meio constrangedor, quando a gente assisti muito pornô, acha que quando for fazer já sabe de tudo e vai fazer igual os caras, mas na pratica a teoria é outra, eu queria impressionar ela, ser o fodão, mas logo de cara ela sacou que era minha primeira vez, foi foda, mas ela foi legal comigo, eu fui tentando o meu melhor. Todo dentro dela de novo fui fazendo de vagar, apreciando os peitões balançando, as caras e bocas dela, beijando, mamando o bico rosado e duro, sentindo as coxas dela se apertarem em volta na minha cintura e os pés se cruzarem sobre minha bunda. O cheiro dela era delicioso, todas as sensações, o calor do corpo dela, fui metendo mais forte e ela soluçava a cada bombada até que eu mandei ver na safada que tive medo que minha tia ouvisse o barulho das ancas batendo ou da cama arrastando, ela arqueou as costas, apertou mais forte as pernas ao meu redor e mandou eu continuar daquele jeito até que ela gozou, gemia baixinho e pra se controlar mordia o dedo indicador, e eu assisti aquele show de primeira mão, quase gozei junto. Se ela não me tivesse mandado parar eu teria continuado com tudo até eu lavar o buceta dela de porra de novo. Mas ela me pediu pra comer ela de quatro. Minha prima quase não tinha bunda, mas de quatro, o pouco que tinha ficava redondinho, bonito de se ver, e além da buceta molhada e vermelha pedido rola, o cuzinho ficava totalmente exposto, piscando. Comecei a comer ela de quatro, babei meu polegar e enfiei dentro do cu dela, ela jogou a bunda pra trás e o cu dela engoliu meu dedo inteiro.
Juliana_ Eu tava tirando o cabaço do meu priminho, que tesão. Dando gostoso de quatro, ele logo foi enfiando o dedo no meu cu, que delícia aquele dedo entrando e saindo junto com a rola dele, dobrando lá dentro, comecei a ficar com muita vontade, mas nunca tinha dado o cu pra ninguém antes, mas já que estava descabaçando meu primo, ele podia descabaçar meu cuzinho também. Aproveitar que o pau dele não é tão grande. Ele me comeu tão gostoso de quatro, bati uma siririca junto pra gozar mais uma vez antes de pedir pra ele me fazer aquele favor. Gozei, senti que ele já ia gozar dentro de mim de novo, dessa vez fui mais rápida, saí e ainda tive tempo de virar e meter a boca, ele gozou no fundo da minha garganta, nem deu pra sentir o gosto, quase engasguei, mas engoli até a última gota ainda com o pau dentro da boca. Chupei com força, dei o máximo de mim pra pica não amolecer. A ponta do meu dedo brincando na entrada do cuzinho dele ajudou. Chupei mais, cuspi e babei até ficar liso feito quiabo. Fiquei de quatro com a bunda bem empinada, enfiei dois dedos no cu e masturbei ele um pouquinho. "Vem comer o meu cuzinho priminho. Tira o cabaço dele bem gostosinho, vem". Tirei os dedos, ele enfiou a língua, lambeu bem por dentro, eu estava entregue, aquela língua por si só já fazia miséria, eu podia passar a noite com ele me chupando o cu. Ela macia e parecia que entrava fundo, eu sentia cada nervo do meu corpo estremecer, então ele tirou e cuspiu. Era a hora, eu empinei mais, pus o travesseiro de baixo da cabeça, agarrei as laterais do colchão. Ele agarrou minha bunda, deu um tapão servido e eu gemi de prazer. Puxou uma nádega pro lado e encostou a cabecinha bem na boquinha do cu, minha vontade era de berrar de excitação, mas não podia, só cochichei um "vem". A cabecinha entrou, senti meu cu enlanguescendo, ele continuou vindo, foi entrando e eu sentindo cada centímetro deslizando pra dentro em câmera lenta até que senti a barriga dele encostando em mim, a essa altura meus olhos já estavam revirados, eu fungava fundo, ele jogava o peso do corpo em cima de mim pra abrir caminho mais fundo, então voltou um pouco, daí meteu de novo. Eu levantei um pouquinho o corpo e me apoiei nos cotovelos. Ele seguiu comendo meu cu de devagarinho e eu tinha espasmos de prazer, comecei a rebolar e jogar o quadril pra ele meter com mais força, ele me seguiu e começo a fazer miséria com meu buraquinho, eu gemia, era uma delícia, ele castigava minha bunda com um tapa mais gostoso que o outro "me fode feito uma puta" e pedi, e ele atendeu, começou a meter com tanta força quanto tinha metido na minha buceta por último, aí começou a doer, mas p tesão era tanto que eu queria mais daquela dor, quanto mais ele pudesse me dar, melhor. "Dentro do meu cuzinho você pode gozar o quanto quiser, Ro", falei,e o menino ficou louco, meteu com toda a força e eu chorava curtindo aquilo. Depois de tudo que ele tinha gozado antes, essa demorou mais, ele cansou e pegou mais leve e voltou a pegar pesado umas duas vezes, eu experimentei um orgasmo por trás, que eu nem sabia que existia. Quando ele finalmente gozou, o leite dele dentro de mim e a piroca ainda dura bombando me fez gozar uma última vez junto com ele. Meu cu já tava meio anestesiado, fiquei imaginando que ele tinha me deixado toda arrombada e eu amei a ideia. Ele rolou pro lado, eu dei mais uma chupadinha de cabecinha de despedida, dei boa noite pra ele e voltei pro meu quarto. Pequei meu rolon, dessa vez enfiei inteiro lá dentro e sentei, rebolei na cadeira da penteadeira com o desodorante enfiado e bati uma siririca, gozei pelo cu e buceta ao mesmo tempo. Como vi que eu podia por ele pra fora sem problemas, enfiei ele de novo, vesti a calcinha por cima e fui dormir.
Fui acordada com meu primo taradinho beijando minha minha bochecha e agarrando meus peitos. Me disse que já era tarde e minha mãe tinha saído, tínhamos tempo pra uma rapidinha sem medo de gemer auto. Topei de pronto, falei que tinha uma surpresinha pra ele aqui atrás, permaneci de bruços, ele abaixou minha calcinha e viu eu "piscando" o cu com o desodorante dentro. "É só tirar e meter sem dó" falei. Ele fez, dessa vez doeu bem mais, não aguentei. Chupei ele até gozar dentro da boca, uma remessa servida de porra, fiz um charminho antes de engolir e passei o resto do dia com o cu ardendo, achei ótimo. Naquela noite fizemos de novo.
Continuamos fodendo às escondidas de tudo quanto é jeito.
Rodrigo e Juliana continuaram a relação por mais um ano, até que ele conseguiu um estagio de pagamento razoável, se mudou para uma casinha de aluguel e os encontros dos dois foram ficando mais raros. Até que Juliana arrumou um namorado e Rodrigo parou de procurá-la na época. Depois de formado, teve um último encontro com ela, que terminou em sexo, antes de voltar pro seu estado natal.
Eventualmente em alguma reunião de família os dois dão um jeito de dar uma fugidinha em nome dos velhos tempos.