Olá sou Severus, e estiva certo que a minha série “Dona de Casa”, havia finalizado com oito histórias, mas, novamente fui procurado por duas donas de casa que queriam que escrevesse a suas histórias. Assim, hoje, Érica, ira narrar a sua aventura, pois, como muitos sabem eu sou apenas um escritor fantasma, sou aquele que escreve para outros. E a partir de agora será Érica a narrar sua história. Espero que gostem, votem e comentem.
Bem, meu nome é Érica, tenho 53 anos, sou casada há 25 anos, tenho dois filhos, o rapaz com 23 e uma filha de 20, meu marido é um homem de negócios e sempre, apesar de sua correria com a empresa, sempre foi um bom homem para a família.
Trabalha muito, nunca deixou que nos faltasse nada, encaminhou bem os filhos até hoje, e sempre atendeu meus pedidos, logo um bom marido e bom pai.
Porém, entendam, apesar disso, nunca foi um homem tão atencioso como amante. Suas longas ausências na cama, sempre me fizeram fantasiar muito, mas, nunca minhas aventuras haviam saído do campo da fantasia. Nunca até 2013.
Meu marido não foi o primeiro homem na minha vida, antes dele tiveram mais três, todos meus ex-namorados e nunca fui de aventuras, não sei o porquê para ser sincera. Já que sempre me considerei uma mulher consciente e liberal. Porém, acho que essa questão não importa agora.
Como meu marido, sempre nos proveu de tudo, ele nunca achou que eu precisasse trabalhar fora, e eu de alguma forma, me acomodei com essa ideia, e passei minha vida de casada cuidando da casa, seus problemas e dos filhos.
Cuidar dos problemas de casa, dos empregados, dos filhos sempre me preencheu os dias. O tempo passou os filhos, já grandes, não precisam tanto da mãe, empregados? Não temos mais. Tivemos motorista, duas empregadas fixas e cozinheira. Hoje temos uma diarista duas vezes na semana, e a cozinheira. Aprendi a dirigir quando as coisas apertaram um pouco com os planos mirabolantes de nossos governos.
Como tenho mais tempo livre, nos últimos três anos, e, ser avessa a chás com amigas, passeios em shoppings apenas para passar o tempo, entre outras coisas que não vou citar, comecei a pesquisar coisas na internet, coisas para passar o tempo.
E foi pesquisando e lendo noticias, que um dia procurando contos, não contos eróticos, o buscador me trouxe vários sites de contos eróticos. Na hora nem prestei muita atenção, e fui atrás do que realmente estava procurando, e como não obtive sucesso desisti.
No dia seguinte novamente a procura de site de contos, o resultado trouxe-me os sites de contos eróticos. Porém, desta vez resolvi olhar, justamente este que agora publico minha história.
No começo comecei a ler aleatoriamente, atraída pelos títulos, e me decepcionei muito com vários, mal escritos, com berrantes erros de português e concordância, sem contar os que pareciam “Viajar na Maionese”, como fala meu filho. Quis deixar minha revolta em vários deles, mas, pensei bobagem.
Após algumas semanas, e como sou uma pessoa que adora fantasiar. Eu resolvi que eu iria colocar uma das minhas fantasias no site, porém, entre imaginar e colocar no papel era muito difícil. Pensei em colocar alguma transa minha com meu marido, foi decepcionante, nada valia a pena, idem para meus ex.
Então uma frustação se abateu. Pensava, sou uma mulher de 47 anos, mãe de dois filhos grandes, com uma vida financeira estável e agradável, que não casou virgem, que aproveitou, ou pensou que aproveitou bem a vida, e não tem uma foda que valha a pena narrar ás pessoas? Acreditem isso me arrasou por semanas, e de uma forma, que até meu marido perguntou o que eu tinha.
- Nada querido, coisas de mulher, ando com dores, mas, não se preocupe – Mentia.
Durante as madrugadas acordava e logo essa coisa me invadia, nem conseguia fantasiar mais. E então a ficha caiu em uma manhã, dias após completar 50 anos e ter tido uma festa muito boa providenciada pelo marido e filhos, mais de 70 pessoas e muitos presentes.
A minha fantasia agora era publicar um conto, mas como? Minhas fantasias não serviam nem um pouco e minhas aventuras sexuais até ali não eram crédito para tal.
Mesmo assim achei que deveria tentar com minhas fantasias e para melhorar minha imaginação comecei a ver filminhos pornôs. E então aquilo me excitou como muito não havia excitado, ao ponto de me masturbar frente á tela do computador.
Então dia vendo uma mulher na minha faixa de idade, chupando gulosamente um pau por um bom tempo, até o homem gozar, pensei – Meu Deus, era disso que eu precisava, de uma boa mamada com alguém com mais energia. Digo isso porque, meu marido quando transa, não durava muito tempo, pois, ele gozava sempre bem antes de mim. No inicio, ele me chupava e eu gozava gostoso, porém, depois de algum tempo, ele acabava, virava e dormia.
Contudo, também pensava que isso seria trair meu marido, que sempre fora bom, tirando o sexo criativo, com todo o resto. E não era certo.
O tempo foi passando e eu a cada dia, ficava mais fissurada na ideia de escrever um conto, mas, nada saia, afinal não tinha nada para sair mesmo. E sabia que no fundo não saía, porque, o que eu estava realmente precisando, era ter alguma coisa real para contar, e esse pensamento me dividia entre querer trair e não trair.
Toda via, eu sabia que lá no fundo, a ideia de escrever um a aventura, era na verdade a vontade de ter uma aventura, de realizar uma fantasia. E acreditem, ou não, essa vontade de ter uma aventura, não era me arreganhar toda para outro homem, era a vontade de chupar um cacete diferente após tantos anos. E eu digo acreditem ou não? É porque, não era falta de pau na buceta que me incomodava, sempre foi depois daquele vídeo, a tara por chupar um pau bom, por um bom tempo e sentir o prazer que isso iria proporcionar a mim e aquém eu estivesse chupando. E só de me imaginar mamando em um cacete diferente, me enchia de tesão e medo.
Agora aqui preciso esclarecer uma coisa, não foi só o vídeo, ele só reacendeu uma velha chama, eu sempre gostei de chupar, e as mulheres que lerem isto, sabem o prazer que é ter um pau pulsante entre os lábios. Minha vida sexual se iniciou pela boca, quando tinha 15 anos e chupei o primeiro pau da minha vida.
Disse anteriormente que tive três namorados antes de meu marido, e é verdade, namorados com os quais fui para a cama, porém, desde que chupei meu primeiro pau, e gostei muito, chupei pelo menos uns dez, contado marido e os ex, até 2013. Mas, deixe contar como tudo começou realmente e é o que vocês querem saber mesmo.
Como disse minha vontade e fantasia só aumentava, mas o receio também, porém, quando estamos com algum desejo e se quer muito, mesmo sendo errado, acaba acontecendo mais dia ou menos dia, e no meu caso foi em uma quinta-feira quente de verão.
Sai de casa para ir a um shopping comprar uma roupa para uma festa que tinha naquele final de semana, estava já bem perto do local, quando o deus destino, que é um safado de marca maior, resolveu aparecer.
Quando parei no semáforo, senti uma leve batida atrás e um barulho de vidro quebrando, olhe pelo retrovisor e uma cabine dupla esta parada atrás de mim.
O sinal abriu e encostei e fui descendo já puta da vida, para ver o estrago, que sabia tinha sido maior no meu carro.
A caminhonete, uma Amarok preta, estacionou logo em seguida, olhei e vi minha lanterna traseira quebrada e a porta do bagageiro amassado. Olhei para á frente do outro carro e estava apenas arranhado.
O motorista já estava descendo, um homem, que depois saberia que se chama Teodoro, aparentando trinta e poucos anos, vestido esportivamente, mas, bem vestido, digas se de passagem, vinha em minha direção, com uma cara de “putz que merda em?”.
- Meu senhor, não viu o sinal fechado? – Disse sem dar-lhe chance de falar nada.
- Me desculpe senhora – Disse calmamente – Realmente, me distrai – finalizou levantando as mãos naquela atitude, “Fazer o que?”.
-E agora, olha meu carro, meu marido vai adorar já acha que dirijo mal – Falei nervosa.
- Calma senhora, eu resolvo isso, não amassou tanto, nem estragou a pintura, a lanterna se troca na hora, e uma gorjeta esses riscos somem em dois minutos – Falou calmamente.
- Mas, quem vai pagar por isso, e aonde vou levar esse carro hoje?
- Me siga, conheço um lugar a uns quilômetros à frente, que faz isso em duas ou três horas, e eu pago – Falou agora sorrindo.
- E onde fica?
- Me siga – e entrou em seu carro.
Segui o homem, e até aquele momento, nada além da batida passava pela minha cabeça, ainda.
Chegamos ao local, uma mecânica, bem arrumada, mas, meio suspeita. Teodoro desceu de seu carro e foi efusivamente cumprimentando os mecânicos do local, que soube depois serem velhos conhecidos.
Mostrou meu carro para os dois homens e depois de uma breve conversa, ele lhe disseram, que em três horas estava tudo pronto.
- Viu senhora... Por gentileza qual sua graça mesmo?
- Não lhe disse, meu nome é Érica – Respondi mais calma.
- O meu é Teodoro, nome em homenagem a meu avô, mas, se quiser me chame de Téo – disse sorrindo esticando a mão.
Apertei lhe a mão e só então percebi que sorriso bonito Téo tinha e que mão macia também. Não era aquele homem lindo, mas, charmoso, e como deu para perceber, muito educado.
- Olha vai demorar aqui, você estava indo para casa ou algum outro lugar, posso lhe dar uma carona – Disse todo gentil.
- Estava indo aquele shopping perto... – Ele me cortou e disse.
- Ok, estou de férias, e também ia aquele shopping, preciso comprar uma camisa nova, me da essa honra Érica?
- Sim, claro – Dei-lhe meu melhor sorriso.
Fomos ao shopping, comprei minha blusa para a festa e Téo a sua camisa, depois sentamos para tomar algo para refrescar.
Ficamos conversando amenidade, e falando da vida de um e outro, quando disse que tinha dois filhos e um com 25 anos, ele, claro, gentil disse que não acreditava, pois não parecia ter mais que 35 anos.
Sorri e pensei, “Certo acredito muito nisso, você esta é jogando com a senhora aqui”, mas, confesso que estava gostando, e claro, a essa altura minha cabeça estava a mil, em minha fantasia e desejo, mas, tinha certeza naquele momento que nada iria acontecer.
Quando estava na hora de irmos, já voltando para o estacionamento pegar o carro dele, passou uma mulher, acredito que até mais velha que eu, mas, com tudo em cima. Antes de qualquer coisa não estou caída não, faço ginástica e malho em casa mesmo. Então, bem, não pensei que sou um cacareco não.
Ela passou e ele virou a cabeça olhando para ela, e eu ri.
- Que foi Érica, gosto de admirar mulher maduras bonitas, não posso?
- Claro que pode, mas, pensei que você fizesse o estilo mais de gatinhas – Disse meio que provocando.
- Não Érica, apesar de ter me casado com uma mulher, dois anos mais nova que eu, sempre gostei de mulheres mais velhas, sei lá tem mais pegada – disse rindo.
Vou confessar que minha cabeça vou e disse – Aposto que estava olhando para alguma na rua quando me pegou por trás – disse de maneira bem pensada e maliciosa.
Téo olhou para mim, com um sorriso e olhinhos meio serrados e falou – Não, não estava não, estava pensando apenas distante. Mas, se fosse você na rua, com certeza olharia.
- Mentiroso – Disse sorrindo e olhando dentro dos olhos dele.
Nesse interim tínhamos chegado ao carro dele e estávamos parados frente a frente, sem desviar os olhares, e meu pensamento era: “Me pegue e me beije cara”. E nem bem completei esse pensamento, Téo me puxou pela cintura e me beijou. Retribui, jogando meus braços em volta de seu pescoço.
Meu corpo se retesou todo, e foi maravilhoso, aquele beijo anos depois de beijas sempre o mesmo homem.
Ficamos nos beijando por um breve tempo, então Téo disse – Vamos entrar e talvez...
Cortei sua fala com outro beijo e disse – Talvez sim, e acho que é sim, sim. Mas, não ao que acredito que você iria dizer.
- E o que eu iria dizer?
- Para irmos para algum lugar mais tranquilo, longe dos olhos curiosos – Falei entrando no carro.
Ele sorriu entrou e assim que fechou o cinto disse – Não, não ia dizer isso, ia convida-la para um motel mesmo.
- Foi o que eu quis dizer em outras palavras, mas, você acredita que eu iria para um motel com você só porque te beijei?
- Acreditei, ou acredito. Motivos tenho. Você é casada, eu sou casado, já trocamos indiretas e nos beijamos, para duas pessoas casadas e na nossa idade e experiência, achei que seria o caminho óbvio.
- De certa forma você esta certo em seu raciocínio. Eu até vou para outro lugar com você, mas, não para um motel. Tenho curiosidade de conhecer um drive in – disse o que era verdade.
- É só um estacionamento privado, sem conforto nenhum a não ser do carro – Falou surpreso.
- Pois é – Falei olhando a cabine dupla e completei – Acho que esta cabine dupla tem conforto suficiente para o que tenho em mente – falei agora livre do medo, apenas com muito tesão e vontade de chupar aquele cara.
- E o que tem em mente? – Falou saindo com o carro.
Fiquei olhando para a rua enquanto pensava em uma forma bem safada de falar o que eu queria, naquele momento e em outros, com outros homens que vieram depois.
Olhei para ele da forma mais tranquila possível, e o vi dando olhadas na minha direção no aguado de minha resposta.
Sorri, aumentando a sua ansiedade e falei – Olha Téo, sou casada há 25 anos, tenho 50 anos, dois filhos já homens feitos praticamente, sabe quantas vezes beijei outro homem desde que conheci meu marido?
Sem deixar que ele falasse respondi a pergunta que na verdade fiz para mim mesma responder, - Nenhum, até você, isso deve dar uns 28 anos mais ou menos, quase a sua idade, pois você diz ter 31 anos, não é?
Téo só assentiu com a cabeça e eu continuei – Então querido, dar para outro homem, ou seja, qualquer coisa relativa a sexo com outro homem, já superou sua idade.
Ele continuou quieto e prestando atenção na rua e em minhas palavras.
- Ir para cama com você seria muito interessante no mínimo, e muito prazeroso no máximo, não sei para você...
- Seria muito...
- Estou falando meu lindo – o repreendi carinhosamente, apertando ao mesmo tempo gentilmente sua coxa.
- Desculpe – Disse Téo como uma criança que acabou de quebrar um copo.
- Desculpo sim, claro que desculpo, se você for um menino bonzinho com a titia aqui – Disse sorrindo – Então como estava dizendo, não sei se iremos para cama algum dia, não sei, com certeza hoje não. Mas, como disse quero conhecer um drive in, e esta cabine é ampla para o que eu quero – E me calei alguns segundos para aumentar o suspense dele.
- Meu lindo – Disse muito calma - Não vejo um pau duro de outro homem ao vivo, há bastante tempo, e digo você me deixou com um baita tesão. Mas, não tesão de rola na xana. Estou com tesão de chupar sabe? No meu tempo de mais jovem, dizia-se fazer uma chupetinha, hoje é pagar um boquete. Então para ser bem sincera, quero chupar tua rola, esta me entendendo?
Aqui gostaria que entendessem, e as mulheres com certeza vão, quando nós mulheres queremos alguma coisa, não temos vergonha em falar, principalmente quando se esta cheia de desejo como eu estava.
- Nossa bem direta ao ponto, até me deixou meio perdido – Téo falou entrando em um drive-in.
Apenas sorri, e sem nenhum remorso em admitir, ciente de que estava a poucos minutos de cometer uma traição desejada, e respondi – Pode ficar sem jeito quanto quiser desde que não fique de pau mole com isso.
Téo estacionou e nem bem soltou o cinto veio morto de fome para cima de mim, me beijando, lambendo o pescoço, mordiscando minha orelha, suas mãos percorrendo minha nuca e seios. Tentou levantar minha blusa.
- Calma. Muita calma, querido – Falei o empurrando um pouco de mim, embora estivesse adorando ser assim desejada com tanta gula.
Então tirei minha blusa, estava com um sutiã bege de rendas que deixava os bicos do seio bem amostra através do tecido. Depois, abri-o, deixando meus seios à mostra, com os bicos mais que duros.
Tenho seios de médio para grandes e não estão mais empinados há algum tempo, porém, não estão caídos demais, e os bicos são grandes.
Olhei para Téo, com cara de agora sim. E ele entendeu então menos afoito e mais calmo, começou a lamber e chupar meus peitos deliciosamente. Ele alternava um peito e outro lambendo os bicos e mordiscando á vezes, me fazendo gemer e tremer de prazer.
Apesar disso, não podia deixa-lo continuar, pois, não sei se me seguraria, pois por mais tesão que estivesse minha fantasia era outra, e eu queria era realiza-la.
_Meu amorzinho, esta uma delicia, mas, eu vim aqui para outra coisa, e quero agora – disse afastando sua boca dos meus seios.
- Claro tudo pela minha deusa – Disse entrando entre os bancos e indo para a parte de trás e me chamado – Venha, minha deusa deliciosa.
- Então tire essa calça agora – Disse me colocando entre os bancos.
Téo tirou os sapatos, abriu o cinto e tirou a calça, ficando só de cueca em menos de um minuto.
Olhei para o volume que já babava na cueca, deixando uma marca mais escura onde estava a cabeça de seu pau, e gostei do que vi.
Fui para o banco de trás. Ali o espaço é bem generoso, o suficiente para me ajoelhar entre as pernas de Téo e alisar suas coxas, e depois o volume sobre a cueca.
Fiquei um tempo assim, alisando o mastro por sobre a cueca, vendo a mancha escura aumentar.
Então enfiei as mãos pelas laterais das pernas da sua cueca e cheguei até seu o pau vibrante. Apertei um pouco, alisei seu saco. E depois, retirei-as e libertei seu cacete daquela prisão. Tremi quando seu pau apareceu livre com a cabeça vermelha toda melada.
Segurei gentilmente com uma mão direita aquela maravilha duríssima e com a esquerda comecei a bulinar suas bolas.
Comecei punheta-lo suavemente, mas, não resisti muito tempo, pois meu tesão falava agora como se fosse uma entidade a parte dentro de mim.
Sorrindo, comecei a lamber a cabeça melada de seu pau, e quanto mais lambia, mais, aquele líquido vertia.
Téo gemia baixinho, e sentia seu corpo tremer a cada passada de língua que dava na cabeça pulsante de seu pau. Comecei a lamber toda a extensão daquele cacete delicioso, porque só quem já chupou um pau sabe o prazer que isso proporciona.
Cheguei a seu saco e lambi-o todo, até deixa-lo molhado de saliva. Então voltei lambendo toda a extensão até chegar novamente ao topo.
- Que delicia – suspirei – Há quanto tempo não provo uma cacete diferente, já havia me esquecido que um pau tem um sabor diferente do outro – Falei passando o rosto suavemente pela cabeça melado. Téo só me olhou com uma cara de prazer, que me fez ficar com mais tesão ainda.
Passei os lábios pela ponta de seu pau, e suavemente a coloquei entre os lábios, mordiscando com eles a cabeça vermelha.
- Você esta me deixando louco – disse Téo entre gemidos de prazer.
- Estou é? – Falei olhando bem nos olhos dele – E eu nem comecei ainda a melhor parte
Ainda sorrindo comecei a enfiar aquele mastro na minha boca, lentamente, passeando com a língua.
Quando a cabeça toda estava dentro comecei a chupar suavemente, empurrando com força a cabeça com a língua contra o céu de minha boca. Fiquei assim, por uns segundos, então a enfiei mais fundo e comecei a chupar com mais vontade, mas, sem desespero, de maneira ritmada, mas, sem muita pressa, enfiava até a metade e voltava, enfiava e voltava, gemendo alto e revirando os olhos de prazer sem forma de explicar.
Fiquei assim uns instantes e depois retirei da boca, aquele cacete e beijei-o por toda sua extensão até as bolas e voltei até abocanhar novamente, dessa vez mais forte e mias rápido.
- Nossa que delicia de boca – gemeu Téo – Você é um espetáculo no boquete. Você gosta mesmo de chupar em?
- Hum, hum – respondi sem tirar o pau da boca.
- Você é uma puta boqueteira de primeira – Falou entre gemidos.
Tirei o cacete da boca e fui até perto do rosto de Téo e falei – Sou uma boqueteira de primeira? Sou mesmo? – E beijei-o de leve nos lábio, para que ele sentisse o sabor de seu pau.
Deslizei novamente e voltei a mamar com vontade, mas, sem pressa, nem devagar demais. Mamei como louca, sentindo o prazer de cada chupada. Babei até uma hora.
- Nossa eu não vou aguentar muito mais – Falou entre os dentes Téo.
Sabia que ele iria gozar logo, enfie uma mão entre minhas penas até minha buceta ensopada e comecei a me masturbar.
- Goze querido, me de seu leite quente, encha minha boca faminta – Falei agora entre gemidos de prazer.
Com esse incentivo Téo não mais se segurou e deu uma bela gozada na minha boca, quase me fazendo engasgar.
Mas, não estava disposta a desperdiçar nada e continuei mamando até a última gota, e me masturbando. Meu gozo chegou forte, me fazendo dar um gritinho de prazer. Depois lambi todo o cacete deixando-o o mais limpo possível.
Arrumei-me e comecei a voltar para o banco da frente, quando Téo me segurou pelo braço e disse – Espere um pouco, você não quer mais nada?
Olhei seria para ele e disse – Não querido, o que eu queria já consegui, espero que tenha aproveitado- E sentei novamente no lugar do carona para me ajeitar, olhei no espelho do carro e vi que tinha porra no meu queixo e peitos, acho que babei sem sentir.
Limpei-me e fomos buscar meu carro, a partir desse dia vieram outros, e já tenho uma lista até interessante de paus chupados, grandes, pequenos, grossos, finos, de jovens e velhos, como disse não faço exceção.
Sei que ficou longo, mas, era assim que queria e meu, amigo, acho que posso chama-lo assim agora, Severus, escreveu como eu imaginei.
Tenho outras aventuras, e se quiserem saber. Peçam ao Severus e ele entra em contato comigo.