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25 de Outubro, 2015 às 17:11 Por: Gorila

Rapidinhas na Mamãe

tags: mãe, pai, filho
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Somos uma família de classe média alta, de origem alemã e conservadora formada por cinco pessoas (pai, mãe, eu e dois irmãos, sendo que eu sou o do meio). Meus pais são empresários e eu e meus irmãos somos universitários. Na aparência, somos uma família normal como qualquer uma, a exceção de um fato certamente pouco comum em famílias ditas normais: ter relações sexuais com a própria mãe. Isto acontece entre eu e minha mãe há quase seis anos de forma bastante discreta e pouco frequente, o que ajuda a esconder o ato, quando ele acontece.

Nosso dia a dia é como a de qualquer família, com os pais saindo para trabalhar e os filhos indo para a faculdade, logo cedo pela manhã, voltando todos para casa no final da tarde / início da noite. Nos fins de semana, geralmente meus pais ficam em casa enquanto que eu e meus irmãos costumamos sair de casa, ou para ficar com as namoradas ou para ficar com os amigos, como se vê, uma rotina extremamente comum. Por causa dessa normalidade no nosso dia a dia é que as nossas relações não foram frequentes, como já disse antes. Vou contar as duas primeiras vezes que fodi ela.

A primeira vez aconteceu à pouco tempo atrás. Talvez por ter sido a primeira vez, foi a mais traumática e por isso, ainda me lembre bem do fato. Era manhã de um feriado e todos ainda dormiam pois não eram nem oito horas, mas ela já estava na cozinha preparando o café para a família. Fui o segundo a acordar e me lembro até hoje que a primeira coisa que notei nas roupas dela foi o contraste da calcinha preta com a bermuda de tecido leve. No primeiro momento ainda resisti, mas o fato de estarmos sozinhos me encorajou a fazer o que fiz. Me aproximei por trás dela, sem que ela notasse e pus a mão direita na parte de trás da coxa dela, deslizando rapidamente pra a vagina.

Ela começou a agitar os braços tentando me afastar, mas como sou mais forte e alto, passei o braço esquerdo em torno da sua cintura, levantei ela deixando-a na ponta dos pés. Com isso, ficou sem reação, e como não podia gritar para não acordar o resto da família, restou implorar para que eu a largasse e parasse com aquilo. Minha resposta foi botar o pedaço do tecido da calcinha que cobria a vagina pró lado e sem nenhuma cerimónia, enfiei o dedo médio em toda sua extensão. Ela se retesou, mas aparentando estar calma, em um tom de voz claramente irritada, mandou que eu parasse, dizendo que alguém poderia entrar.

Mesmo estando um pouco nervoso, como seria de se esperar, tive uma fração de segundo de calma e vi que minha mãe estava certa, por isso soltei ela. Mas com o pau em riste por baixo do calção que eu usava e dessa forma sem esconder o volume que se formava (a imagem de uma barraca armada era perfeita para representar a cena).

Por isso, no instante seguinte em que a larguei, segurei ela pelo pulso e com uma calma que até hoje não sei dizer de onde tirei, disse que iríamos pró quartinho de empregada que usamos como depósito. Ou pela calma e segurança no tom da minha voz ou porque achasse que não teria como resistir, ela concordou e caminhou na minha frente. O quartinho ficava num pequeno pátio que ficava atrás da cozinha. Ela entrou primeiro na peça e logo eu também faria o mesmo, mas não sem antes olhar pra porta da cozinha e ver que realmente não havia nenhum movimento lá, isto é, certamente todos estavam dormindo ainda.

Apesar disso, não queria ‘dar chance pró azar’, por isso queria uma coisa rápida. Fechei a porta e a imagem da minha mãe parada de frente para mim me olhando fixamente e com ambos os braços sobre a barriga até hoje não me sai da cabeça. Rapidamente com um único puxão, baixei a bermuda dela deixando exposto a calcinha. Com uma mão, baixei um pouco o meu calção, enquanto que com a outra pra dentro do calção, segurei o pau duro botando para fora por sobre o calção. Encostei a cabeça do pau na calcinha e rapidamente com a outra mão ‘descortinei’ a calcinha e sem hesitar meti a tora!

Me lembro do nervosismo que eu estava para acabar logo com aquilo! Metia com força e vontade empurrando-a contra a parede. Lembro que eu estava com os braços estendidos em direção da parede, apoiado nas mãos e olhando para baixo, vendo meu pau sumindo por baixo dos pêlos que cobriam a boceta.

Em poucos minutos, comecei a ejacular sem parar, lembro dela com uma expressão de dor, ela que até então estava imóvel enquanto eu a fodia. Tirei o pau ainda semi duro e melecado e ela rapidamente levantou a bermuda dizendo que era melhor voltarmos separadamente pra cozinha, pra evitar qualquer problema. Voltei primeiro e como não havia ninguém aproveitei pra limpar meu pau com um pedaço de papel toalha e enquanto eu fazia isso, ela entrou na cozinha e disse que iria pró banheiro se arrumar.

Uns quinze minutos depois, tomávamos o café da manhã normalmente. A única coisa diferente era que, ao contrário das outras vezes, estava silencioso. Quebrei o silêncio, perguntando se ela tinha gostado. Me olhou fixamente sem responder. Então eu mesmo respondi que tinha gostado e que se tivesse outra chance, comeria ela de novo. Pra minha surpresa, disse calmamente para não fazermos nada antes dela ir ver o ginecologista. Concordei.

Algumas semanas depois, em um lance de sorte, ficámos sozinhos em casa, mas por pouco tempo, porque logo meus irmãos e meu pai já estariam de volta pra janta. Me aproximei e agarrando ela por trás perguntei se já tinha ido no médico. Disse secamente que sim. Então, encostei o queixo no ombro dela e tapando a boca dela perguntei rindo se ela estava pronta pra ser minha puta. Estava séria e não respondeu. Tinha notado que estava sem sutiã, então apalpei o seio e enfiei a mão pra dentro do decote da blusa, enquanto lambia a orelha dela. A medida que eu massageava o mamilo parecia que iria furar a blusa!

Disse pra ela que iríamos ao meu quarto. Enquanto caminhávamos os poucos metros até lá, ela falou que seria arriscado porque eles poderiam voltar a qualquer instante. Respondi rindo que na situação que eu estava, a coisa seria rápido… logo que entrámos no quarto, encostei a porta sem fechar e fui logo sentando na cama. Abri o zíper da minha calça e num ‘passe de mágica’ lá estavam meus 18 cm apontando pra cima. Disse pra ela abaixar a calça que vestia e vir sentar no meu colo:

“Senta!”

Obedeceu rapidamente. Abaixou a calça, a calcinha e se aproximou colocando uma perna de cada lado e se apoiando com as mãos nos meus ombros, foi descendo enquanto eu segurava meu pau na vertical. Parou de descer quando meu pau tocou na entrada da boceta, então segurei a pela cintura e puxei a fazendo descer de uma só vez. Meu pau entrou de uma tacada só pela vagina, arrancando dela um gemido em meio a respiração ofegante.

No início, ao fazer o vai e vem, meu pau saía de dentro dela, mas foi só acomodar a tora que ele ficou bem ‘agasalhado’ e minutos depois ela levava um esguicho de porra atrás do outro. Finalizamos com mamãe levantando do meu colo cambaleante depois de experimentar mais uma vez meu leite. Tivemos mais algumas relações depois dessas duas que contei acima e em todas elas a tesão de ver minha mãe tomar ferro é incrível!!

2
Estava ainda na aula quando minha mãe ligou dizendo pra ir buscá-la quando saísse da faculdade. Tinha hora marcada no dentista e ela marcou naquela hora para que sua consulta coincidisse com o fim da minha aula e assim pudéssemos voltar juntos pra casa, visto que o consultório ficava a pouco mais de quatro quarteirões da faculdade e, o motivo principal, eu estava de carro.

Ainda no carro, disse pra ela que se não tivesse ninguém em casa, eu iria querer ‘alguns minutos do tempo dela’. Ela não pareceu entusiasmada com o que eu havia proposto e aparentando indiferença respondeu que um dos meus irmãos talvez pudesse estar em casa.

Mas, chegando em casa, vimos que não havia ninguém. Já passava pela minha mente o que eu iria fazer com ela. Então tocou o telefone e era um colega da faculdade. Ficámos falando por pouco mais de dez minutos e quando acabamos nossa conversa, sabia que o que eu queria era achar ela.

Passei na frente do quarto dos meus pais e ela sentada na frente da cómoda de frente pró espelho penteando o cabelo. Entrei no quarto e encostei a porta sem fechar e fui caminhando na direção dela. Parei do lado dela e coloquei as mãos nos ombros dela dizendo que queria aqueles minutos que tinha dito a ela ainda no carro.

Soltou um “Ahnn, filho!” num tom de voz em que aparentava estar enfadonha com aquilo. Disse que queria ela de pé. Ficou de pé. Então levantei a saia dela e prendi na cintura pra que não caísse. Baixei sua calcinha (preta, transparente na frente, podendo ver o tufo de pêlo) e calmamente abri o zíper da minha calça e puxei meu cacete pra fora como se fosse pra mijar. Pedi pra que ficasse de costas pra mim. Se virou e pôs as duas mãos contra a porta do roupeiro.

Pronto. Me posicionei atrás dela e como sou mais alto que ela, dobrei levemente os joelhos enquanto ia guiando meu pau com a mão pra dentro dela.

Como disse no início do conto, uma transa sem rodeios e bem ‘convencional’.

A única reação que ela teve foi o de contrair a vagina enquanto eu ia deslizando com o pau pra dentro. Maravilhoso ver meu pau sumindo a medida que ia entrando e só parei quando entrou tudo. Então comecei o vai e vem segurando ela pelas ancas. Segurei ela bem firme e o único movimento que fez foi quando numa das entrada que dei com mais força, fiz ela arcar levemente o corpo pra frente.

Alguns minutos depois soltei um “Uuhhh…mãe, vou gozar, vou gozar!” e logo que acabei de falar, já soltava os primeiros jatos. Meu pau estava melecado mas duro quando puxei pra fora e com o esperma ainda escorrendo ao longo dele. Mas, mãe é mãe em qualquer situação! Se virou pra mim e apontando em direção ao banheiro disse pra mim ir se lavar. Me deixou mais excitado ainda ver ela recém fodida, os lábios da vagina escancarados depois do meu ‘serviço’ ainda com a calcinha arriada e a saia levantada pedir pra que me lavasse.

Disse pra ela que queria mais uma vez. Novamente não pareceu receptiva com a minha ideia. Disse pra ela deitar na cama, e ela argumentou que se fizéssemos na cama, poderíamos marcar a colcha com suor ou esperma ou mesmo com nossos odores. Então, tirei minha camisa e estendi sobre a colcha e disse pra ela que agora não tinha mais desculpas pra não se deitar sobre a cama. Ela deitou-se e ficou me olhando esperando meu próximo movimento.

Até aquele momento, eu só estava com o zíper aberto. Então, desabotoei a calça pra poder abaixar a calça. Depois baixei a cueca. Ela tinha se deitado, mas seus pés ainda estavam no chão. Me apoiei sobre um joelho enquanto minha outra perna ficava junto das pernas dela. Me curvei sobre ela e nossos rostos ficaram a no máximo dez centímetros um do outro. Disse pra ela subir um pouco mais na cama. Ela o fez e dessa vez suas pernas estavam na cama ficando só com os pés de fora. Também subi pra me posicionar melhor pra dar a segunda enterrada nela. Antes ainda, fiquei de joelhos ao seu lado só pra mostrar a ela o estado em que estava (principalmente pra mostrar o meu pau).

Me retesava e assim fazia subir ainda mais o cacete. “Esse aqui serve ou quer um maior?”, perguntei.

Não respondeu e também não moveu um músculo do rosto. Que tesão, ter a mãe deitada, nua da cintura pra baixo, esperando que o filho ponha o pintão já a ponto de explodir dentro da sua xana e no final inundar com aquele líquido branco melado e cheiro inconfundível escorrendo pelas coxas dela e ver ainda o montinho de pêlos sobre a xana também ficar grudento por causa do esguichos do filhão! Voltei a me posicionar e segurando o cacete fui novamente abrindo a entrada da gruta.

Entrou. Só a cabeça, mas tinha que ‘dosear’ direito se não iria acabar gozando naquele instante mesmo. Puxei pra fora e me apertei bem o meu pau com toda a força, pois sentia que o leite ‘queria’ sair, mas apertando senti que iria conseguir segurar pelo menos um pouco e poderia aproveitar melhor aquele momento (afinal de contas não é todo dia que se fode a mãe!). Voltei a enterrar o pau dentro dela e dessa vez além da cabeçorra, um pouco mais da metade da extensão entrou. E dessa vez mostrou que sentiu a picada! Gemeu e isso me fez forçar ainda mais os movimentos. Foi fatal! Em pouco tempo já ejaculava de novo.

Essa trepada aconteceu um pouco antes das duas da tarde e no mesmo dia, a noite, ainda fui estudar na casa da minha namorada pra prova que teríamos no dia seguinte. No final foram duas bocetas bem fodidas e por sua vez, a nota da prova me fodeu naquela matéria!

3
Mais uma do tipo rapidinha. Eram mais de onze da noite e eu estava estudando na sala com a tv ligada e então papai e mamãe entram, recém voltando depois de participarem de um evento social. Papai logo que entrou sentou no sofá parecendo que ainda assistiria um pouco de tv, mas de repente, dormiu. Nem tirou o paletó! Mamãe estava na cozinha. Quando entrou na sala, já havia tirado os saltos agulhas que havia usado na festa, mas ainda estava com o vestido longo preto, além da meia-calça.

Quando viu o pai dormindo no sofá, deu um risinho irônico e enquanto se dirigia ao corredor que levava aos quartos, disse pra mim acordar o pai. Fui até o pai e balançando-o pelo ombro, não o acordava de jeito nenhum. Pensei: com o pai dormindo como uma pedra aqui no sofá, vou lá pro quarto assistir mamãe tirar aquele vestido e com um pouco de jeitinho talvez ainda conseguiria uma transa que não estava nos meus planos naquela noite.

A porta do quarto estava encostada e ao entrar vi mamãe de pé em frente ao roupeiro que estava com uma das portas abertas. Um cabide já estava sobre a cama.

“O pai não vai acordar nem com banda de rock tocando na frente da casa!”

Fez uma cara de compreensiva. “Você ainda vai continuar estudando? Então vai pro quarto pra não incomodar teu pai.”

“Pode deixar.”

Mas parei ao lado da cama e botei o pau pra fora por cima do calção e da cueca. Mamãe viu e disse: “Teu pai tá lá fora, filho!”

“Garanto que ele não acorda mesmo com a senhora gritando e gemendo!”

Ela riu com o que eu falei enquanto eu caminhava na sua direção. Ainda continuava fazendo doce. “Vai acabar amassando o vestido, filho!”

“Não vai! Levanta ele e fica segurando! A senhora está um arraso nesse vestido e agora vai ver o que acontece quando fica bonitona assim!”

Com essa massageada no ego, ia ser mais fácil comer ela.

“Isso! Segura assim e não se mexe!”

Mamãe estava paradinha. Tirei o calção e jogando sobre a cama, parei ao lado dela pra me agachar pra tirar a meia calça dela. Tirei e joguei sobre a cama também. Baixei a calcinha só até o meio das suas coxas. Voltei a ficar de pé. Mamãe estava com um risinho, mas parecia um pouco nervosa.

Enquanto ia me posicionando na sua traseira, mamãe acompanhava meus movimentos pois estava com a cabeça virada pra trás olhando meus movimentos.

“A senhora sabe que não vou machucar. Abre um pouquinho mais as pernas. Isso!”

Quando ela deu um passinho lateral, abrindo mais as pernas, eu que estava segurando meu membro, atolei em um movimento só. Ouvi um “Aaahhh” seguidos de alguns “Ai, ai, ai!”.

Acho que foi só por causa da cabeçorra, porque depois ela levava quietinha! Engatado atrás dela, fui levando-a pra mais perto do roupeiro, mas aí ela pediu um tempo porque queria tirar o vestido, pois não queria continuar naquela situação. Puxei o pauzão pra fora e então mamãe botou as mãos pra trás do vestido pra procurar o zíper.

“Deixe que eu ajudo.”

Baixei o zíper e a ajudei a recolher o vestido enquanto ele ia escorregando em direção do chão, aproveitei também pra tirar de vez a calcinha que estava preso nas suas pernas, ficando agora só de sutiã. Ela pegou o cabide que estava na cama e então pôs o vestido com o cabide sobre a cama. Então peguei na mão dela e a levei pro outro lado da cama, a contornando.

“Sobe e fica de bruços!”

“Ai filho! Imagina se teu pai aparece agora”, ela falava enquanto ia se pondo como pedi. Seus joelhos, tornozelos e os pés estavam fora da cama, no ar. Me encostei na beiradinha da cama, inclinei o corpo pra frente e assim uma parte do meu pau ia sumindo dentro da buceta. Ela gemeu. E gemia em quase todas as bombadas que eu dava. Mas no final era eu quem gemia de prazer enquanto ia jorrando esperma pra dentro dela.

Levantei e rapidamente ela fazia o mesmo pegando a calcinha e a vestindo. Meu pau ainda não estava totalmente mole, mas assim mesmo vesti o calção. Peguei a cueca e sai do quarto e mamãe voltava a arrumar o vestido. Pra completar, no outro dia pela manhã, na cozinha, num momento de distração dela, botei a mão por baixo da saia e enfiei dois dedos na buceta dela.

4
Pouco antes do meio-dia, papai ligou dizendo que almoçaria na casa do amigo que ele fora visitar. Ao desligar o telefone, fui a cozinha contar a mamãe. Encostei-me na porta da cozinha.

“Papai disse que vai almoçar na casa do X e só volta a tarde.”

Mamãe reagiu com indiferença e continuou o que estava fazendo. Depois de uma pausa, continuei.

“Vamos aproveitar que papai ficará fora por mais algum tempo e depois que a senhora terminar de aprontar o almoço, vamos para a sala…”

Ajudei a levar os pratos até a mesa e quando levei o último esperei mamãe vir a sala. A cena era a mesma da manhã no quarto quando ela pisou na sala. Eu já estava de pau duro à mostra e só a esperando. Quando me viu naquele jeito, soltou um “Ai, filho!”, misturado a um risinho nervoso.

“Vem, mãe! É a última do dia e vou deixar a senhora bem abertinha!”

Puxei ela e para a poltrona e levantei o vestido e meu pau foi deslizando pelas coxas dela e então se encaixou na boceta. Tentava se levantar enquanto eu a segurava firmemente. Mamãe parecia mais cansada do que de manhã e, arfando e gemendo mais do que de costume. Depois que gozei, ela se limpou com um pedaço de papel e fomos almoçar normalmente.

5
Sábado, 30/10/04, onze da manhã. Houve um coquetel na empresa do meu pai pra comemorar um determinado negócio. Logo após o coquetel, seguiria-se o almoço. Estavam presentes em torno de 30 pessoas, incluindo entre outros meu pai e o seu sócio (os donos da empresa), as nossas famílias, e mais os funcionários da diretoria e familiares. Como eu tinha marcado sair com alguns colegas da faculdade as 14hs para irmos a um shopping aqui da cidade, quando eram 13h30m, encostei no meu pai e avisei-lhe que sairia por causa desse compromisso.

Ele disse que tudo bem e me perguntou se eu estava de carro e quando disse que não, disse então pra levar um dos carros da empresa e passou-me a chave do carro e junto com a chave, pediu-me também que eu levasse a mãe rapidamente em casa pois ela queria pegar algo que ela queria mostrar pra uma das senhoras que estavam na festa.

Sem problemas, até porque precisava mesmo voltar pra casa para trocar de roupa (meus colegas certamente estariam de bermuda e ténis e eu estava de terno, gravata e sapato de bico fino). Atravessei o salão e quando avistei minha mãe, expliquei-lhe a situação e em menos de dez minutos já estávamos no carro a caminho de casa. No carro perguntei a ela o que ela queria levar na volta pra festa e ao ouvir sua resposta, lembro que respondi: “Ah! Está na gaveta da estante da sala.”

Ao chegarmos em casa, estacionei o carro na garagem e minha mãe saiu primeiro do carro. Usava um vestido longo (tapava até uma parte do salto alto que usava) do tipo tomara-que-caia. Fiquei só olhando ela rebolar a bundinha enquanto subia os degraus da escada que levavam a cozinha. Fiquei de pau duro, mas indeciso se comeria ela naquele momento ou não e enquanto caminhava em direção ao quarto pra trocar de roupa era só essa dúvida que me martelava a cabeça.

Mas logo resolvi a situação. Já estava trocando de roupa (na verdade, tinha só tirado as roupas que estava vestindo) quando peguei o celular e liguei pra um dos meus colegas que estariam no shopping comigo e disse que demoraria mais meia hora além do horário combinado antes. Tudo acertado! Tinha pelo menos 20m pra trabalhar, pra jorrar meu leite. Estava só de cuecas e vestido dessa forma mesmo saí a procura da “caça”.

Não estava no seu quarto e então fui pra sala e lá estava ela de costas pró corredor que leva a sala (então, de costas pra mim também), concentrada em procurar a coisa que queria levar pra festa. Aparentemente não achou, pois quando se virou estava ainda de mãos vazias e enquanto se virava, certamente ao ouvir o barulho que denunciou minha presença ali naquele momento, estava pra se queixar da minha dica que tinha lhe dado ainda no carro sobre o tal objeto.

Mas, quando me viu ali de pé a uns 3 ou 4 metros atrás de si, só de cuecas e com o pau completamente duro, estufando a cueca, “esqueceu” a reclamação que faria.

No primeiro momento ficou imóvel e logo em seguida quando percebeu o que iria acontecer, pareceu um pouco contrariada e abrindo um sorriso disse: “Ah, não! Nem pensar! Você não ia sair agora com teus colegas?” Ri e contei sobre o telefonema que tinha dado alguns minutos antes quando consegui adiar por mais alguns minutos. Então, ela me lembrou que ela precisava voltar ainda a empresa e por isso não poderia demorar.

Respondi que se alguém perguntasse, poderíamos dizer que a demora se deveu a procura do objeto, então fui direto na gaveta que tinha lhe dito antes no carro, e tirei o objeto que ela procurava.

Deu um sorriso amarelo por ter gastado alguns minutos procurando enquanto eu tinha achado o objeto em menos de um segundo.

Ela: “Obrigado. Mas, agora te veste e vamos embora. Me leva de volta pra empresa do teu pai e depois vai se encontrar com teus amigos! Podemos deixar isso pra outra hora”.

Quando ela falou isso, falou sorrindo e apontando pró meu pau. Respondi enquanto baixava a cueca: “Ah, mãe! Olha como eu estou! Não vai demorar! Levanta esse vestido”. Ela riu (parecia estar com pena de mim, mas ao mesmo tempo certamente achava engraçado ver o filho de pau duro pedindo pra comê-la!).

Mãe é mãe! Levantou o vestido e pude ver a calcinha branca que usava além da meia-calça preta. Por pouco não gozei naquele instante! Lá estava minha mãe prendendo seu vestido junto ao quadril enquanto se mostrava de meia-calça, calcinha e que junto com o salto agulha e os ombros de fora davam a ela uma imagem muito sexy!

Antes de me ocupar com a meia-calça e a calcinha, ainda coloquei uma mão pra dentro do decote e apalpei um dos seios. Ela, reagindo a apalpação: “Aaaii! Pára! Vou ficar com o bico durinho e vai ficar nítido!”

Eu, rindo: “Desculpe, então!…”

Peguei o meu pau e balançando ele continuei a frase: “O jeito é atolar isso aqui na senhora, que certamente não vai aparecer!”

Ela riu. Então, com uma mão em cada lado do quadril, baixei a meia-calça e enquanto baixava ainda ouvi ela dizer pra baixar até junto dos saltos, pois estava receosa que no momento em que eu gozasse, pudesse respingar e acabar manchando essa peça. Fui pra calcinha e enquanto baixava, eu dizia ironicamente: “Com a calcinha, a senhora não precisa se preocupar com manchas.” Ela sorriu concordando.

Pronto! Estava ela nua da cintura pra baixo, ia ter a vagina arregaçada de novo pelo querido filhinho! Encaixei a glande entre os lábios vaginais e empurrei de uma vez só! Sentiu (“Aaiii, hmmmm!!!”), por isso gemeu com a estocada!

Enquanto eu puxava o pau lentamente (pra sentir a fricção de toda a extensão do membro com a vagina) pra fora: “Larga o vestido, mãe! Quero meter na senhora com o vestido na posição normal.” Ela, já experimentando o vai-e-vem: “Nããooo!!! Vai manchar o vestido.”

Eu: “Não vai. Vou esporrar tudinho dentro da senhora!” Então, largou o vestido e somente na frente é que a barra do vestido ficava preso no vão formado entre meu abdómen e a barriga dela. Dos lados e atrás, o vestido estava vestindo-a normalmente.

Quando senti que estava pra gozar, puxei o pau pra fora e apertava pra tentar segurar um pouco mais de tempo a porra que estava pra sair. Nesse momento, quem nos visse veria apenas uma mulher vestida normalmente a não ser a meia calça estar toda enrolada junto aos tornozelos e um homem mais jovem na sua frente com a cueca abaixada e um pau cheio de veias brilhando de melecado e a glande num tom roxo.

Eu, provocando-a: “Aaaaaaaggg, olha só o que estava enterrado na senhora!” Baixou o rosto e por um ou dois segundos fixou-se na tora e deu um sorriso como que orgulhosa de ter aguentado o tranco!

Continuei a falar enquanto que agora, era eu que levantava o vestido: “Pega ele e enfia a senhora mesmo, vamos mãe!” Por um segundo pareceu que ia vacilar, mas então de repente, pegou firmemente com uma das mãos enquanto eu pedia pra aquela apertasse porque eu estava quase gozando com o toque da mão dela. Entrou mais uma vez e tão logo entrou, larguei o vestido deixando ele novamente cobrir o corpo dela!

Por essa nem eu esperava! Achei que tão logo sentisse o toque da vagina iria gozar, mas consegui ainda dar algumas bombadas antes de finalmente ter vários espasmos de ejaculação! No momento que ejaculava puxei ela pra cima de mim agarrando-a pela bunda por sobre o vestido. Simplesmente atolei minhas mãos na bunda dela enquanto urrava como um animal, soltando porra e mais porra dentro dela, enquanto apertava a bunda dela com vontade!

Depois de ejacular e antes de puxar o pau pra fora, dei um beijo no rosto dela e ainda alisava sua bunda por sobre o vestido com a mão direita enquanto meu braço esquerdo estava ao redor da sua cintura. Mas não resisti e logo levantei o vestido pra poder passar a mão direto na carne. Deslizei o dedo médio por entre as pernas até a entrada da vagina e como não poderia deixar de ser, estava ainda húmida. E quando subia a mão, o dedo passou pelo cuzinho e ela sentindo o toque ali, contraiu-se instintivamente. Brinquei com isso: “Guarda ele pra mim pró meu aniversário! Meu presente vai ser tirar tua última virgindade.”

Ela riu: “Mas guri! Quer dividir tua mãe em duas?” Eu: “Sério! Espere que a senhora vai ver o que estou planejando!? Ela “respondeu” com uma gemida parecida com aquele que a Daniele Winits deu no comercial do sorvete quando as amigas dela disseram que ela tinha que beijar aqueles marmanjos todos! Pegou um guardanapo, passou-o para limpar a entrada da vagina, levantou a calcinha e ajeitou o vestido.

Menos de cinco minutos depois, quando já estávamos de novo no carro (pronto pra dar a ré pra sair da garagem), comentei com ela que se ela dissesse a alguém que a poucos minutos atrás ela estava transando com o filho, ninguém acreditaria. Sempre que estamos sozinhos no carro (com ela no banco do carona) dentro da garagem e ainda antes de eu ligar o motor, ela já põe o cinto de segurança.

Mas, nesse momento sempre brinco passando a mão no cinto pra ver se está seguro (risos). Só pra poder passar a mão nos seios dela e dependendo quando ela usa algum decote, por menor que seja, enfio a mão só pra agarrar a teta dela. É coisa rápida, mas que sempre rendeu algo como uma acariciada na vagina (quando ela está de saia ou vestido, é batata! Coloco a mão e dou uma acariciada na parte interna das coxas e quando não ela protesta de forma mais veemente ou demora um pouco mais pra reclamar, aí é tarde! Certamente já estou com um dedo enfiado nela!).

Mesmo quando está de calça, é só eu fazer aquela cara que só os filhos sabem fazer (risos) e que nenhuma mãe resiste (risos), consigo que pelo menos abra o zíper pra dar uma alisada na calcinha. Pouco tempo atrás, quando ela me ordenou que fosse com ela pra fazer as compras no mercado (ela sempre vai com o pai), nessa mesma situação, ela estava de calça jeans e uma camiseta. Logo depois de colocar o cinto, dei uma mamada nas tetas dela por sobre a camiseta e pedi que ela abrisse as pernas. Ela resistiu. Então uma linguada e um chupão no pescoço, fez ela cair na gargalhada e pedir “Pelo amor de deus, pára! Vai deixar meu pescoço todo marcado!”

Coloquei a perna esquerda dela em cima das minhas pernas, enquanto sussurrava no ouvido dela pra baixar a calça. Como ela não queria sair de casa com marcas de chupadas no pescoço, teve que ceder (risos) e assim consegui a permissão dela. Desabotoei e depois abri o zíper da sua calça. Via um pedacinho da calcinha branca. Coloquei a mão dentro e meu dedo médio já estava abrindo caminho por entre os lábios.

Essa foi a vez em que ela mais sentiu (pelo menos aparentemente) meu dedo na sua boceta. Era um tesão vê-la se contorcendo enquanto eu deslizava ele cada vez mais pro fundo dela! Então já fui logo colocando o anular também! Dois dedos entrando e saindo enquanto ela se desesperava se mexendo nervosamente sem parar.

Repetia sem parar: “Ai, que loucura! Ai, que loucura!” e de tanto se mexer, aquela perna dela que estava sobre os meus, já não estava mais. A vagina comprimia meus dedos enquanto ela soltava um misto de grito e gemido que parecia reprimido dentro dela. Foi um dos melhores gozos que ela já teve e foi com os dedos!!

6
Papai ia viajar a negócios num vôo no final da tarde da sexta-feira e quando estávamos eu e mamãe no saguão do aeroporto esperando juntos o avião, papai ainda dizia para cuidar da mamãe. Disse pra não se preocupar sobre isso… Depois de assistirmos a decolagem do avião, já no carro, prontos para voltar pra casa, avisava mamãe que naquele fim de semana em que papai não estaria em casa, queria mamãe circulando pela casa de calcinha, e foi assim durante toda a vinda quando dizia das formas que eu queria pegá-la e a primeira seria logo que chegássemos em casa.

Ela fingia que não ouvia nada do que dizia, mas vez por outra via um risinho que ela deixava escapar. Assim que entramos na casa e a porta foi fechada, sem a menor cerimônia, posicionado atrás, levantei a sua saia até que a calcinha ficasse visível, ouvindo dela em tom surpreso: Hugo!

Mal tinha acabado de pronunciar meu nome e eu já a botara contra a parede e depois de dar uma bela alisada na calcinha, baixei, deixando mamãe de bunda de fora. Então aproveitando que eu abria o zíper pra puxar o pau pra fora, mamãe se virava e então se posicionou como eu queria, por isso logo que puxei o pau, já metia na buceta, com a cabeça entrando direto! Bombei mamãe naquela posição, mas logo pedi que mamãe ficasse de frente para a parede com os braços esticados e mãos espalmadas na parede e pernas abertas (brinquei dizendo que era uma batida policial e ia revistá-la).

Como sou mais alto, mamãe teve que ficar na ponta dos pés para se equilibrar o que a fez reclamar da posição, mas isso apenas me deixou com mais tesão! Quando o pau entrou rasgando na xana, mamãe soltou um gemidinho baixo, enquanto olhava pro chão. Eu tinha passado o braço em volta do corpo dela e apertava um dos seios enquanto arremetia para a frente e para trás freneticamente!

Durante alguns minutos só se ouvia o som abafado do choque de nossos corpos, mas logo depois, ouviria mamãe soltar um segundo gemido que coincidiu com a esporrada que eu dava.

Meu pau ainda estava meio duro e melado quando saiu da xota e assim mesmo dei umas duas pinceladas numa de suas nádegas o que fez mamãe reclamar, enquanto levantava a calcinha e baixava a saia. Então se dirigia ao quarto dizendo que iria trocar de roupa e depois iria preparar a janta. Olhando mamãe caminhar, pensei ainda consigo dar mais uma, agora vai ser no quarto, então!, por isso fui atrás e parando junto ao marco da porta, vi mamãe se preparar para tirar a blusa, mas logo parou ao me ver ali encostado junto a porta e com o pau ainda em posição. 

Não está satisfeito ainda?, me perguntou. A senhora está vendo que não, respondi enquanto me encaminhava junto da cama com o pau apontando para a frente, saindo da abertura feito pelo zíper aberto. Mais uma, desta vez com a senhora de bruços na cama, falei, já me posicionando, indicando que a esperava se deitar para que pudesse vir por cima.

Calmamente, tirou a saia, a calcinha e a blusa e subiu na cama, colocando um joelho e depois o outro e então, esticando as pernas e então, deitar-se como eu havia pedido, deitando a cabeça sobre os braços cruzados, esperando por mim. Antes de deitar por cima, ainda peguei suas pernas e abri um pouco mais a posicionando como eu queria. Feito isso, era hora do sacrifício: passando uma perna por cima do seu corpo, me ajeitei deitando sobre mamãe e segurando o pau no espaço apertado entre nossos corpos, ia tentando achar o caminho para nova metida na xana. Entrou e mamãe deu uma retesada, mas dessa vez havia entrado com mais facilidade por causa da lubrificação devido a fodida de antes na sala.

Entre um e outro gemido, reclamava do desconforto da posição, enquanto levava as estocadas que eu dava com vontade cada vez maior vendo mamãe naquela situação. Comecei como da outra vez com um vai-e-vem rápido com estocadas fortes, mas logo diminui o ritmo, fazendo que a cada atolada do pau, parava deixando o pau enterrado e fazendo movimentos circulares, com meu corpo todo colado a dela. Então puxava lentamente para fora da xana, só a metade do pau para depois voltar a atochar com força, quando cada atochada vinha acompanhada de um gemido de mamãe.

Como conhecemos o ritmo um do outro, foi como se mamãe adivinhasse que eu já iria gozar, quando em meio aos gemidos, disse que tinha que preparar a janta. Mal acabou de falar e eu já começava a esporrar. Uma hora depois, jantávamos e assistíamos a TV.

Comentários

15 de Agosto, 2017 às 23:47
Sigilodemachos
Caralho que delícia...

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