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03 de Maio, 2017 às 03:45 Por: CarecaDeCavanhaque

Real: Mulher de dar Inveja

tags: ruiva mulher boca hetero
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Naquele dia eu estava inspirado para a putaria... pois é!

Era aí por 2008. Morava em um quartinho pequeno dividia a casa com uma tia. Era bem pequeno. Cabia a cama e a mesa do meu computador. Naquelas madrugadas a diversão era ficar entrando na internet atrás de putaria. Eu tinha uma namorada. É fato. Mas o sexo com ela não era aquele sexo que eu havia idealizado desde as minhas primeiras vontades. Além do mais, a idéia de sexo que minha namorada tinha era completamente diferente da idéia de sexo que eu tenho. Romantismo em excesso para mim sempre atrapalhou. Tentei conversar a respeito. Ela deve ter me achado depravado ou ingrato. But... Eu gosto de romantismo sim. Adoro. Na hora do cinema, num fondue com vinho, no passeio no parque, de mãos dadas, numa viagem, numa carta ou num email... Mas no sexo... No sexo romantismo é ótimo antes de tirar a roupa e depois da gozada! E sortuda da mulher que entende isso.
Mas as coisas não são tão fáceis assim. Perguntariam-me: - Porque não pagava uma puta? Responderia: - Não acredito em gemidos de puta. Para eu comer uma puta acho que ela que teria que me pagar. Na verdade eu sempre fui feliz mesmo nos meus sonhos e nas minhas punhetas. Até o momento minha mão, com certeza, tinha sido a minha melhor foda. Minha mão de duplinha com meus pensamentos podiam literalmente fazer a mais santa e casta criatura se tornar uma devassa. Vez ou outra era mais legal tocar uma vendo uma mulher tocar uma simultaneamente na rede. Em prazer virtual sempre acreditei. Sem prazer uma mulher não ligaria a câmera para mim pagando peitinho ou mostrando algo mais úmido. Só se fosse muita caridade, mas as santas estão o céu. Sexo virtual: punheta high-tech.
Naquela madrugada - dia, então, desliguei o telefone, fechei a porta do quarto, liguei o computador e fui à caça. Estava precisando dar uma gozada com alguém. Mas não era fácil. Era literalmente uma caça. Nessas horas muito mais fácil é ser mulher. Muito mais fácil! Mas eu não desistia. Se por um acaso eu não achasse uma mulher com a mesma idéia dando mole eu assistiria uns filminhos e tocaria a minha tranquilamente na minha cama. Filminhos sim. Sou totalmente movido pelo apelo visual. Não só eu. Qualquer macho. Mas aconteceu algo estranho naquela madrugada.
Entrei na sala de bate-papo de um programa que se chamava Tivejo. Para falar a verdade nem era uma sala de sexo. Acho que era uma sala de música. Algumas pessoas podiam ficar ali conversando e se quisessem também podiam deixar suas câmeras abertas. E havia algumas câmeras abertas. Várias de homens com a minha mesma idéia, umas de barangas encalhadas ou casadas frustradas, talvez uma gostosa de soutien e calcinha e dentre tantas câmeras: uma boca. Sim! Uma câmera mostrava apenas uma boca. Feminina, grande, vermelha. Balbuciava algumas palavras, mas sempre fui péssimo em leitura labial. Além do mais essas palavras não eram para mim. Que inveja. Se fossem para mim eu imaginaria qualquer coisa. A língua entre os dentes me provocava. Instintivamente o meu tesão que já estava calibrado guiou minha mão até o teclado e me fez escrever alguma bobagem como “Oi gostosa”, “E aí boca?” ou qualquer outra besteira. A outra mão, inevitavelmente, foi direto ao meu pau que se manifestou imediatamente. Latejou. Eu não precisava de mais nada. Se eu desligasse o computador naquele exato momento, aquela imagem me renderia talvez um ano de punhetas inacreditáveis. Porém, dia de sorte - a boca me respondeu: “- Oi!”.
Foi complicado. Não queria escrever outra bobagem com medo de levar um fora, mas rolou uma empatia tão grande com aquela boca que quando me dei por conta a boca já era minha amiga. Não lembro o que falei. Com certeza foi um momento criativo e inteligente elaborado na velocidade da luz pelos meus hormônios. O mais bizarro: me apaixonei. Não só pela boca, mas pela dona da boca. Nome fictício: Luana. Compromissada, sete aninhos mais velha (eu tinha uns 23), cheia de historinhas legais, mesmos gostos, mesmas idéias, bonita, divertida, mas saquei: Afim de foda! Claro... Uma boca daquelas não me enganaria! O resto não preciso contar. Mesmo porque, não me lembro da ordem dos fatos. Minhas punhetas a partir daquele dia tinham endereço certo. Trocamos telefone, trepamos pelo telefone algumas vezes. O que posso dizer é que a partir daquele dia eu tinha certeza que ela seria a minha mulher. Demorou. Demorou um bocado. Sete anos. Mandamos nossos namorados passear e hoje estamos juntos. O amor é grande e o resumo da ópera é o seguinte: A Putaria gerou amor! Creiam. Há coisa mais incompleta que amor sem putaria? Tantos casais perdidos de amor que não fodem...
Lembro do primeiro dia que beijei aquela boca. Agora a boca tinha cheiro, tinha calor, tinha língua na língua, tinha gosto. E fora a boca ela tinha uma bunda tão gostosa. Um jeans apertado. Eu não via a hora de deitar com aquela gostosa numa cama e mandar ver! Era fome mesmo. Fome como nunca senti. Fome de uma mulher que só existia em devaneios, e agora se materializava. E naquela mesma noite eu e ela nos acabamos em uma trepada que até hoje chamo de paranormal. Não havia mais chances de eu largar dessa mulher.
O tempo passou. Claro que essa volúpia acalmou um pouco. Deus sabe o que faz. Se fosse sempre assim eu teria largado da vida para trepar com ela. Morreria magrinho, seco e feliz. Mas o sexo que tenho hoje com ela – este eu posso dizer que é o sexo idealizado lá nas minhas primeiras vontades. Como curto essa gostosa, mulher perfeita. E a amo.
- Minha puta! Ela adora ser chamada assim. E eu adoro chamá-la. Isso não acaba com nosso amor. Não é falta de respeito como dizem os mais puritaninhos. Isso “pega” mais amor. - Empina sua cadela! Ela ergue aquele rabo gostoso e vem rebolando em direção ao meu pau. Eu sou louco por isso!! E a boca? Quanta mágica ela faz com aquela boca! A boca culpada de tudo! A boca que beija, lambe e chupa como nenhuma jamais saberá chupar. Chupa mesmo... Sabe o que faz. Estou aqui escrevendo e lembrando quando ela olha nos meus olhos com aquela carinha de gulosa e abocanha meu pau com vontade. E isso vai me deixando com mais tesão. Meu pau está duro agora. Uma pena ela estar longe...
Se ela tocasse a campainha aqui hoje eu iria abrir a porta olhando nos olhos dela com a mão no meu pau, por cima da calça. Segurando o que ela tanto gosta. Ela entenderia. Entraria com aquele seu jeitinho de safada mordendo os lábios. Eu beijaria sua boca com um beijo molhado. Ela sentiria minha língua lá no fundo da sua boca tentando explicar que é isso o que meu pau gostaria de fazer com a sua bucetinha.
Ela tem uma bucetinha tão gostosa! Escorre quando está endiabrada. Rosada, apertada, ruivinha... Que vontade! Ah se ela entrasse aqui em casa agora. Com aquele jeans apertado eu pegaria forte naquela bunda gostosa. Com a vontade que eu estou eu tenho certeza que ela tomaria um tapa gostoso e só escutaria essa frase: “ -Tira essa calça ”. Não ia ter tempo para maiores preliminares. Eia iria ficar só de calcinha debruçada no meu sofá. De bundinha. Sentindo um pau duro e quente roçar entre as suas coxas. Minha mão pegando no seu peito... Eu beijaria o pescoço dela e falaria no seu ouvido: “- Preciso te foder, cadela! ”. Ela não teria muito tempo para dar a resposta. Eu tiraria aquela calcinha e logo ela sentiria a cabeça do meu pau procurando sua entradinha deliciosamente úmida. Num supetão faminto seria arregaçada. Como é delicioso sentir ela sequinha por fora e molhada por dentro. Duas ou três estocadas e começaria a escorrer... Como isso me excita!
“ - Rebola Luana. Sente minha pica cravada em você e mexe. Mexe como uma putinha e faz teu macho te dar um jato de leite quente lá no fundo. ” Era isso que ela iria ouvir agora. E ela mexeria gostoso. Posso ouvir ela dizendo: “ - Mete! Mas mete forte! ”. Eu ia dar uma surra na buceta dela. Adoro perguntar para ela: “ Quem é a minha cadela? Quem é a minha puta? Quem é a minha mulher, minha vagabunda? ” e vem a resposta meio gemida, meio choramingada de tesão: “Euuuuuuu!”. Putz... Essa mulher sabe fuder muito!
E sem muita demora nos acabaríamos numa sinfonia de gemidos. Numa gozada uníssona. Um orgasmo “dos deuses”. Eu daria a ela o prometido. Aquele jato de porra quente lá no fundo... depois um abraço forte, uns beijos na boca, juras de amor eterno e terminaria dizendo: “- Agora o café! “
Já faz nove anos. Não tenho desejo por outra, encontrei a melhor. Mulher do caralho. Meu amor, mulher perfeita. Até hoje juntos.
E quem não gostaria? Só não publico uma foto, pois o ouro não se entrega!
Jamais!

Comentários

08 de Maio, 2017 às 13:04
Ksado40
Boa tarde, gostei do seu conto me add no whats pra saber mais de sua esposa t sou casado 19 997634113

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