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12 de Maio, 2019 às 15:56 Por: AlexCan

Ruiva e Gestante, melhor impossível!

tags: Ruiva, grávida
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Olá, meu nome é Alex, 49 anos, divorciado, porte atlético (malho e corro todos os dias desde os 15). Há alguns anos moro no Canadá, hoje resido em uma pequena comunidade no extremo sul da Ilha de Vancouver, mas, nos dois primeiros anos aqui, morei na cidade de Vancouver.

Em uma noite fria e com neve de sexta-feira, no inicio da primavera, fui a um bar próximo ao meu AP que costumava a frequentar (não bebo álcool por convicção desde os meus 15 anos, sóbrio a diversão é melhor! Salvo alguns vinhos e espumantes especiais de minha pequena coleção e em ocasiões muito especiais) onde sempre encontro gente boa, boas conversas e principalmente ótimo sexo casual. Estava conversando com alguns amigos quando vi no balcão do bar aquela DEUSA com cabelos ruivos encaracolados, fiquei aguardando alguns minutos para me certificar se não estava acompanhada, então resolvi me aproximar, e para minha surpresa ao me aproximar vi que estava grávida, cheguei perto e pedi permissão para sentar ao seu lado e ela concedeu (aqui sempre peça permissão para se aproximar de uma mulher, para não ser preso por assédio sexual) e me assentei ao seu lado.

Me apresentei, e ela disse que se chamava Carla (vou usar nomes em português para as mulheres que vou relatar). Começamos a conversar e lá pelas tantas perguntei sobre a gravidez, se ela era casada ou tinha namorado ou namorada, ela respondeu que era solteira e que o pai da criança era um ex-namorado que ela teve enquanto morou na Califórnia, um relacionamento rápido, ela terminou porque viu que o cara era um babaca, e descobriu a gravidez depois do término quando já estava de volta a Vancouver, mas que o ex não sabe da gravidez. E jogando uma indireta, no meio da conversa falei que minha ex durante a gestação tinha umas coceiras quase impossíveis de se coçar, bem na base do útero principalmente entre o quinto e oitavo mês de gravidez e como fazíamos para “tratar o problema”, ela sorriu e disse que também sofria deste desconforto e continuamos a conversar. Já passava das 23h nos preparamos para sair, paguei as nossas contas (sucos e água com gás, 0 álcool) e quando estávamos de saída, Carla me deu um ultimato, “já que você tem “experiência no assunto”, preciso que me ajude com aquelas coceiras, e eu mais do que depressa me prontifiquei em socorrê-la, dei-lhe uma carona e como minha casa era mais perto a convidei e ela aceitou.

Ao chegar em minha casa, Carla falou que precisa ir ao banheiro, mas, precisamente de um banho, a levei à minha suíte lhe entreguei uma toalha um roupão e mostrei sabonetes e umas colônias corporais que tinha e se ela desejasse poderia usar, fechei a porta do banheiro para deixá-la a vontade voltei para o quarto, onde tenho uma pequena mesa e preparei-a com duas taças alguns petiscos e frutas do frigobar, fui à minha adega (adaptada no terceiro quarto) e trouxe um espumante de baixíssimo teor alcoólico (0,5%) que comprei durante uma viagem à região de Champagne na França, e coloquei à mesa.

Carla saiu do banho envolta no roupão, disse que também tomaria um rápido banho e deixei-a a vontade, não demorei mais do que cinco minutos, encontrei Carla assentada em minha cama folheando um livro que estava lendo e havia deixado sobre minha cama, me assentei ao seu lado e fitei em seus olhos e beijei-a apaixonadamente ela correspondeu, e de acordo com os instantes que se passavam com mais e mais volúpia então reirei o meu roupão e com um leve movimento retirei o dela também, ficamos de pé para nos desvencilharmos dos mesmos, e lá estava aquela linda DEUSA Vermelha, nua, seios médio e volumosos, devido à gravidez, auréolas e bicos rosados, aqueles pelinhos vermelhos bem ralinhos que desciam da altura de seu umbigo até cobrir bem de leve sua linda xoxota rosada, era uma visão maravilhosa, melhor impossível!

A beijei mais e a deitei sobre a cama, beijei seu pescoço e fui descendo aos seus seios, beijei-os a lateral e a base e depois os mamilos, ela ficou um pouco receosa pois poderia sair um pouco de leite, eu disse que se ela não se importasse eu também não, ela consentiu e continuei a beijar e chupas aqueles seios maravilhosos, ela gemia, saiu um pouco de leite o que me deixou com mais tesão ainda (minha fascinação em sexo com uma grávida vem da gestação de minha ex, foram umas das melhores transas que nós tivemos em nosso casamento, e, era a primeira vez desde então que transava com uma grávida), desci acariciando e beijando sua barriga e cheguei ao caminho da felicidade, desci beijando cada centímetro deste maravilhoso caminho, até chegar à sua xoxota rosada e levemente coberta por ralos pelos vermelhos, toquei seu clitóris e seus gemidos estavam mais frequentes e mais altos, lambi sua xoxota de cima a baixo e enfiei minha língua, ela deu um gritinho, e continuei a chapá-la e enfiar a língua, ela elevou o quadril e com as mãos prendeu minha boca em sua xoxota, suas pernas estremeceram ela gritou e gozou molhadamente em minha boca, bebi todo aquele néctar direto na fonte e depois me deitei ao seu lado e a beijei.

Ela se recompôs e disse que agora era hora de coçar, perguntei qual seria a posição mais confortável para ela e então se pôs de quatro, agora estava eu contemplando aquela bunda maravilhosa, seu cuzinho rosado e sua xoxota ao fundo entreaberta esperando mau pau para penetrá-la, ela se vira e me pede uma só coisa, não goze este momento é meu e depois nos divertimos (era o mesmo que minha ex pedia nestas circunstancias) fui enfiando meu pau (uns 17cm) bem devagar queria sentir cada centímetro daquela xoxota vermelha e deliciosa, então Carla projetou vigorosamente seu corpo para trás fazendo com que meu pau atingisse o seu útero (me lembrando de qual era a minha função ali, coçar e não transar) e rebolando fazia com que meu pau “coçasse” toda a base do seu útero, depois comecei a estocar devagar, mas, com firmeza e fui acelerando o ritmo e aumentando a força das estocadas (desviava meus pensamentos para retardar o máximo possível meu gozo) ela pedia e mais forte e fui estocando até que ela deixou de gemer e passou a gritar numa mistura que parecia insana de prazer pela coceira saciada e pelo sexo quase selvagem que nos submetíamos naquele momento, realmente louco, de união do útil ao agradável.

Ela se deitou e me deitei ao seu lado e beijei-a agora apaixonadamente, ela agora se pôs sobre meu corpo e faz o mesmo caminho que fiz, beija minha boca, meu pescoço, meu peitoral desce pela minha barriga e chega até o meu pau dando um beijo em sua cabeça e posiciona seu corpo sobre ele e senta com força e vai rebolando sobre o meu colo novamente sinto meu pau “coçando” o seu útero, e ela continua neste movimento por minutos seguidos até que novamente goza naquela insana mistura de prazeres, ainda com o meu pau dentro ela se deita cuidadosamente sobre meu corpo, me beija como uma louca, quase devorando minha boca, então ela afasta um pouco seu rosto e me olha bem nos olhos, seu olhar de satisfação agora se altera para um olhar sexy e penetrante, e com quem me diz “agora é sua vez”, ela começa a se movimentar sobre o meu pau e em tom imperativo me diz “fuck me! Cum inside me!” (foda-me! Goze dentro de mim!) e começa a cavalgar sobre meu pau, seu olhar safado fixo nos meus olhos, me mostrando sem uma única palavra sem um único gemido sequer, quanto tesão ela estava sentindo, até que ela grita novamente gozando feito uma louca eu não resisto mais e gozo junto com ela, ela desaba sobre mim me beija desce pelo meu corpo o beijando frenéticamente e agora chupa com vontade meu pau lambuzado com os nossos gozos e o deixa quase limpo. Ela se deita ao meu lado eu beijo a sua boca e adormecemos.

Acordamos era umas 09:00h da manhã tomamos um banho e a convido para passar o final de semana comigo, ela aceita e passamos os dias numa louca mistura do útil ao agradável. Repetimos as sessões de coçadas e sexo por várias semanas, mas quando ela estava chegando ao oitavo mês de gestação seu ex chegou a Vancouver, tinha descoberto através de um amigo a gravidez e a pediu em casamento prometendo mudar de comportamento, ela não aceitou se casar, mas foi morar com ele para fazer um teste, depois de 18 meses se casaram, e vivem felizes, mas ainda falo com a Carla ao menos uma vez por semana e a “Sam”, sua filhinha, se tornou minha afilhada.

Um abraço a todos.



NOTA: Olá, sou o Alex.

Como já relatei no meu primeiro conto, há alguns anos que deixei o Brasil e moro no Canadá. Sempre lí e gostei de Contos Eróticos, adoro sexo, e resolvi compartilhar algumas de minhas experiências em terras Canadenses e também algumas anteriores no Brasil.

Atualmente moro numa comunidade de pescadores no extremo sul da ilha de Vancouver (não a cidade de Vancouver) na costa Oeste do Canadá. Local frio, bem diferente do Rio de Janeiro, onde vivi boa parte de minha vida.

Sou natural de BH, Minas Gerais, me formei em Administração e Economia, desenvolvi minha carreira como executivo do setor financeiro e bancário entre as cidades do São Paulo e Rio de Janeiro, fui casado com a Sheila (me casei com 22 anos) por quase 20 anos, com quem tive muitas alegrias e também com quem passei o pior momento de nossas vidas, que foi a morte de nossa filha de 17 anos em um acidente automobilístico em SP. Evento que desencadeou um tanto de emoções e turbulências em nossas vidas e há uns oito anos o nosso divórcio.

Depois de tudo isso, me declarei aposentado; vendi tudo o que tinha no Brasil, imóveis, veículos, ações e liquidei investimentos e vim para o Canadá. Morei primeiramente na cidade de Vancouver por dois anos e meio, e desde 2017 moro aqui na Ilha de Vancouver.

Um abraço a todos.

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