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01 de fevereiro, 2017 às 08:38 Por: wK1

Saindo a caça: Chupando o instrutor da academia no estacionamento do shopping

tags: Esposinha puta; casada exibida;
Esse conto possui 5802 visita(s).

Sou Raquel, 41 anos, casada a 6 anos, moreninha clara, peitinhos grandes que adora uma chupada, cuzinho e buceta assanhados.
Meu marido me liberou totalmente, só me exige que seja responsável. Então na semana passada combinei com ele que seria a semana de caça a trepada. Na terça-feira já contei no conto anterior que trepei com um advogado no seu escritório.
Na quarta, sai novamente do serviço e fui direto para o shopping (outro) e quem não encontro. Meu instrutor da academia (aquele que demorou para me comer). É claro que abriu aquele sorrisão (com certeza imaginado que iria me comer).
Ele: - Caramba, vc por aqui, está faltando muito a academia (realmente estou meio desleixada neste ano).
Eu: - Sentiu minha falta.
Ele: - Claro, a academia não é a mesma sem vc.
Eu: - Sei muito bem do que vc sentiu falta.
Ele: - E era para não sentir?
Eu: - Claro que não… (sussurrando) era para para bater várias punhetinhas pensando em mim.
Ele: - E vc acha que não fiz isso.
Eu (safadinha, em meio ao shopping): - E fez. queria ver???
Ele: - Quer que eu mostre? Vamos para algum lugar mais reservado.
Eu: - Onde, no estacionamento?
Já era por volta das 8 da noite, não era noite mais já estava meio escuro. Fomos para o estacionamento até meu carro, que tem vidros bem escuros. Entramos os 2 no fundo e trancamos as portas. Meu carro é uma SUV e é bem alta, não da para notar de fora. só se colocar a cara no vidro.
Tirei a pica do instrutor e comecei um boquete enquanto ele apalpava minhas tetas. Fiz um boquete caprichado, chupando as bolas de cima em baixo, passando a linguá por toda glande, que a essa hora esta duríssima e vermelha. Pedi para ele então bater uma punhetinha enquanto eu assitia.
A principio ele não quiz, falei que se quisesse me comer depois tinha que bater uma punheta. Para ajudar tirei os peitinho para e comecei a me exibir passando o dedinho nos biquinhos. Esse se animou na punheta. Enquanto punhetava com uma mão coloquei a outra dentro da minha buceta que já estava toda melada.
Eu: - Se precisa lubrificar é só falar que sou uma chupada.
Ele então aproveitou, falta toda hora que estava seco. Eu então é claro, como boa putinha caia de boca e lubrificava com minha saliva.
Quando vemos alguém se aproximando dávamos uma parada, mas logo voltávamos. E não é que quando ele estava quase gozando o corninho me ligou. Só mostrei o celular para ele, com a foto do corninho que ele conhecia da academia e pedi silêncio.
Eu: - Oi mor, saudades.
Ele quis parar, mas eu peguei sua piroca e continuei punhetando-o.
Mor: - Está aonde?
Eu: - Estou no shopping, comprando uma calcinha nova para vc me comer.
O instrutor foi a loucura, ofegante. Tive que colocar a mão sobre a sua boca.
Mor: - Hum, fico só imaginando a sua bucetinha molhada neste calcinha nova.
Eu: - Já tá molhadinha mor, para vc. (enquanto o instrutor me siriricava, com 3 dedos dentro da minha xota).
Eu: - Vontade de chupar sua pica mor.
E cai de boquete na pica do japonês que não resistiu que encheu minha boca de porra.
Eu (tentando falar, com a boca cheia de esperma): - Me espere que vou te chupar todinho.
Mor (Acho que já sentindo que eu estava aprontando): - Sem pressa mor, te espero com a pica dura.
Eu: - Te amo.
Desliguei o celular, olhei para o instrutor, com a porra cheia de porra, fiz um gargarejo de puta, daqueles que fazem bolinhas com a porra, e enguli tudo.
Eu: - Agora preciso ir, meu marido está me esperando em casa.
Saímos do carro, enquanto ele voltou para o shopping eu fui correndinho para casa contar para o maridinho que o instrutor japonês havia gozado na boca da sua esposinha.
Maridinho é claro quis gozar também, mas ele pode, ele pode.

Comentários

03 de fevereiro, 2017 às 08:04
Geder
PQP Raquelzinha, esta na hora de vc dar uma chance a nos leitores!!! Seria uma experiência incrível... 67998666725

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