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22 de Setembro, 2016 às 01:16 Por: Kctudo Comedor

Salvei a gatinha de uma briga e ganhei seu cabaço de recompensa

tags: Tirei o cabaço da gatinha de 14
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Em 2011 tinha rompido meu namoro e estava morando só.
Um dia retornando com uma viatura de uma empresa aonde fazia um bico de Analista de Sistemas, passei por 5 garotas numa rodovia. Buzinei e elas mandaram parar. Todas sorridentes entraram no carro e pediram que as levasse até o shopping da cidade. Fomos conversando e nos apresentando. Uma delas pegou meu aparelho celular e anotou os telefones de todas elas. Eram garotas com idades entre 14 e 17 anos. Havia uma que aparentava ter uns 20 anos. Era magra, mais ou menos 1,75m de altura e uns 58 Kg. Pele branca e cabelos cacheados abaixo dos ombros. Vou chamá-la de Lala. (fictício)
À noite, por volta das 23:30 hs uma delas me ligou, dizendo que precisava de ajuda, porque estava com a Lala na escola e não podiam ir embora, pois um ex namorado dela havia agredido ela e estava com a atual namorada dele fazendo ameaças.
Peguei minha pistola e fui andando, a escola não era longe. Ao chegar, encontrei as duas meninas na frente da escola que já estava fechada e com as luzes apagadas e o casal agressor estava do outro lado da rua embeixo de um telhado de um bar. Me aproximei e o safado veio querendo me intimidar. Saquei a pistola, mandei que encostasse na parede e o revistei. Ele estava desarmado e fiz o procedimento padrão de abordagem. Chamei apoio de uma viatura da PM que compareceu no local, qualificou o meliante e o recolheu junto com a cúmplice para a DP. Uma outro viatura que se aproximou e solicitei que levassem as duas garotas menores para casa e explicassem para seus pais o ocorrido. Assim foi feito. Retornei para casa. No dia seguinte a mãe da Lala me ligou e pediu que fosse até sua casa porque queria conversar comigo.
Chegando lá, fiquei impressionado com a beleza da mulher. Era uma morena, não se parecia nada com a Lala. 1,65 de altura, cabelos pretos lisos e uma bunda que ficou queimada na minha retina.
Sua mãe pediu que eu contasse o que houve na noite anterior e lhe falei de forma abreviada. Ela agradeceu o apoio e me ofereceu um café. Recusei porque não tomo café, mas agradeci a gentileza e me retirei.
Após alguns dias Lala, voltou a me ligar. Dessa vez pediu que eu comprasse uma pizza que ela ia com as amigas jantar no meu AP. Comprei e elas chegaram bagunceiras como antes. A garota que havia me ligado pra pedir apoio pra Lala, era a mais bonita de todas, baixinha e rabuda. Eu pensava que ela era mais nova que a Lala, mas na verdade, era a mais velha de todas. Tinha 17 anos e namorava um garoto e a Lala apenas 14. Com todo aquele corpo de mulherão. Falsa magra. Lala me disse que tava a fim de ficar comigo e queria ir a um lugar reservado. Após alguns minutos de conversa foi que fiquei sabendo da sua idade e a dispensei. Após o jantar as levei para casa. Dias depois a encontrei na rua e me pediu para levá-la na casa de uma tia dela que morava em outro bairro. Fomos até lá e ela me apresentou para seus parentes como seu namorado. Nem abri a boca. Após retornarmos, lhe adverti que não éramos e nunca seríamos namorados, pois eu era um homem experiente e ela uma adolescente com minhocas na cabeça.
A levei de volta pra casa e conversei com a mãe dela novamente. Falei do comportamento da Lala e pedi que lhe desse conselhos para que não se envolvesse com ninguém e focasse nos estudos. A despeito do namorado que ela teve e lhe agrediu de forma covarde. A mãe de Lala me falou que não tinha problema nenhum eu namorar com ela, pois ela mesma havia se casado com 14 anos e era muito feliz no casamento. A menos que eu não gostasse de menina nova. Me faltou chão sob os pés. Saí de lá e fui dormir.
A partir de então Lala não parava mais de me ligar. Numa noite, comprei uma caixa de bombons e fui lhe fazer uma visita. Ela desceu até o estacionamento e ficamos conversando dentro do carro. Na intenção de afastar a garota definitivamente, falei que era uma despedida, porque eu havia sido transferido para o interior e não ia mais vê-la. Lhe dei alguns conselhos e ficamos conversando. Lala me disse que minha mãe tinha gostado de mim.
Fingi não entender e fugi do assunto, mas ela repetiu: - Você não ouviu? Minha mãe te achou um gato, disse que não era pra eu te deixar escapar, porque você é um tesão.
Logo me deu um beijo na boca e eu não resisti. Agarrei Lala dentro do carro e lhe dei vários amassos. Abri sua blusa e comecei a chupar os seus peitinhos durinhos e redondos. Lala enfiou a mão dentro da minha calça e começou a acariciar meu pau. Abriu meu ziper e ficou assustada com o dote. - Nossa gato! Que pauzão! É igual nos filmes pornô. Dei risada e ela não perdeu tempo. Mamou gostoso minha trolha.
Inexperiente e desajeitada, Lala parecia uma bezerra faminta na minha rola.
Algumas pessoas passavam pelo estacionamento que era iluminado e os vidros do meu carro não eram tão escuro. Sugeri que fôssemos para um local mais escuro. Andamos mais ou menos 2km em uma estrada de terra e paramos ao lado de uma cerca. Escuridão total.
Liguei o som do carro e a única claridade vinha do painel do som. Lala não se cansava de mamar meu mastro.
Reclinei o banco e tirei sua calça jeans. Ela estava super molhada. A bucetinha pequena e com pelos fininhos. Caí de boca naquela pepeca. Ela gemia e apertava minha cabeça entre suas pernas. Eu estava amando saborear a cachoeira de tesão que saía do sua xoxota.
A coloquei deitada e deitei entre suas pernas. Encostei meu cabeção na entradinha da sua buceta e forcei sua racha. Ela deu um grito a falou pra ir com calma que era sua primeira vez. Gelei na hora. - Como é menina!!! Você é virgem? - Sou, porque? Você tem algum preconceito?
- Não Lala, puxa vida. Você é uma adolescente com toda uma vida pra viver. Vai estudar, curtir sua vida. Você é muito nova e eu nem vou poder ficar aqui mais, tô de mudança para o interior.
Lala me disse: - Não tem problema bobo, minha mãe disse que se eu não ficar contigo, ela vai dar pra você. Então eu não sou boba, quero dar primeiro.
Nem mensei mais em nada, Forcei sua entradinha mas ela gritava e travava as pernas. Tentei de várias posições e não conseguía romper seu cabacinho. Então falei pra Lala que ia levá-la pro meu AP outro dia e ia tirar seu cabacinho com calma, em um ambiente mais aconchegante. Então pedi que ela me fizesse um boquete porque eu queria gozar. Ela veio toda safada e me mamou até inundar sua boca com meu gozo. Mandei ela engolir tudo e ela obedeceu.
Ficamos deitados de conchinha no banco do carro e meu pau estava duro e quente. Aquilo me incomodava. Não aceitava a idéia de não conseguir rasgar aquele hímen.
Coloquei o pau entre suas pernas e fui fazendo um carinho no cangote, entre beijos de língua e abraços, encostei a cabeça do pau no seu cuzinho virgem e forcei um pouco. Lala percebeu a minh atara e segurou meu pau com uma mãe e começou a rebolar e esfregar a cabeça na buceta e no cú. Aquilo tava me deixando louco de tesão.
Ela colocou a cabeça na entradinha e deu uma bundada forte, a cabeça entrou; Ela gritou e ficou parada segurando meu cacete. Tentei tirar para não machucá-la, mas ela não deixou. Então ela mesma tirou de vagarinho. Eu senti meu pau puxar seu cú pra fora. Mas ela não perdeu tempo, lubrificou novamente na bucetinha e socou a cabeça no cú outra vez. Daí começou a rebolar com a cabeça da minha rola no seu cú.
Eu falei pra ela: - Não é assim que se faz sexo anal Lala, é assim. Segurei seus cabelos com uma mão e com a outra segurei seu quadril. Soquei de uma vez. E soquei mais, e soquei mais fundo. Ela berrava e seus gritos alimentavam mais o meu tesão. Continuei socando fundo no seu cú. Ela só gritava ai, ai, ai, ai... e eu socando cada vez mais forte.
-É assim que se fode Lalinha, minha putinha, Tma rola no seu cuzinho. Ela falava: - Me fode, não para, me fode gato, fode pra valer.
Suas palavras me levaram ao delírio e esporrei um rio dentro do seu cú.
Fiquei por alguns minutos abraçado com ela beijando sua boca e meu pau duro até o talo curtindo sua grutinha apertada.
Ela me perguntou: - Você vai mesmo embora e vai me deixar? Quem vai me proteger quando eu estiver em perigo? - Não meu amor, eu menti, não vou embora não. A partir de agora somos namorados. Vou cuidar de você.
Tirei o pau com força de dentro do seu cú e no mesmo movimento soquei na sua buceta. Senti minha rola rompendo seu cabaço como se estivesse entrando na boca de uma garrafa.
Ela falou gritando e com voz trêmula: - Ai que gostoso, Meu homem me come vai, me faz mulher. Aiiiiii como eu queria esse pau. Minhas amigas vão morrer de inveja, só eu tenho um pau gigante. Me rasga amor, me fode, mete igual no meu cuzinho.
Aquilo parecia acionar o turbo do meu cacete. Dava cada estocada na sua buceta de ladinho que a levantava do banco.
Então virei ela de bruços, me apoiei no banco e soquei com vontade na sua buceta.
Ela gozava e eu não parava de meter. Fiz ela gozar várias vezes em diversas posições e ficamos até umas 04:00 horas. Algumas pessoas já passavam por alí para irem trabalhar. Nos vestimos e voltamos para o seu apartamento.
Meu pau não queria mais amolecer. Parecia ter sofrido uma mutação. Estava gigante, cheio de veias e latejando dentro da minha calça.
Para garantir que sua mãe ou seu pai não brigasse com ela, eu a levei até a porta.
Quando sua mãe abriu a porta, logo viu a calça dela molhada entre as pernas e respingos de sangue. Eu não tinha percebido porque nos trocamos dentro do carro no escuro.
Sua mãe me falou: - Não acredito no que vocês fizeram. Eu sabia que ia dar nisso. Sorriu e mandou ela ir pro banheiro e dormir antes que seu pai viesse encher o saco. Me despedi e fui embora.
Algumas semanas depois, minha ex apareceu e voltamos a morar juntos, mas a Lala ficou sendo minha amante por alguns meses.

Comentários

10 de Setembro, 2019 às 00:15
Kctudo Comedor
Obrigado pelo reconhecimento. Meus contos são todos reais.
23 de Setembro, 2016 às 00:37
Garoto Dotado
Quem GOSTA de TROCA FOTOS Mesmo!!! ME CHAMA >>> (67) 8404-9021 Estou a sua Espera!
22 de Setembro, 2016 às 12:48
Limbo
Muito bom!

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