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03 de Julho, 2020 às 09:06 Por: Jeanlss

Sexo ao luar

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Nesse dia ela estava nos levando em um de meus locais preferidos na cidade. Percebi que à noite seria cheias de surpresas quando entrei no carro e ela estava de saia jeans, uma blusinha negra com rendinhas (decote evidente), batom roxo destacando seus carnudos lábios, antes mesmo de olhá-la podia quase que sentir aqueles lindos olhos grandes cravados em mim. Assim que entrei no carro indicou duas latas de cervejas que havia comprado para mim.


- Nem quero beber hoje, trouxe para você ir tomando. Você toma Bohemia?

- Sim, bebo. Respondi depois de devorar aquele bocão com um breve/caloroso beijo. Tudo sempre fora intenso com ela.

- Que bom! Pensei que talvez pudesse ter escolhido mal...


Então arrancou o carro e perguntou para onde eu queria nos levar. E em seguida disse pra conectar meu celular no carro dela e escolhesse uma boa música pra gente curtir. Confesso que estava adorando aquele jogo! São coisas como tais que a faz distinta. Somente sorri e peguei o telefone, e logo um dos hits de minha playlist estava ressoando no fundo de nossa atmosfera.


- Não quis que eu te pegasse em casa?
Perguntei em tom amistoso.

- Eu gosto disso, sabe?! Agradar... Me sinto muito bem quando eu é quem busco a "pessoa" e levo para algum lugar... Não sei, acho que sinto uma espécie de poder. É algo que me excita!

- Imagino! Disse e acrescentei. Onde a gente vai hoje é do outro lado da cidade, seria mais fácil se eu conduzisse...


Naquele tempo morávamos em Belo Horizonte à capital de MG, também conhecida como a cidade dos barzinhos. Orientei-a a seguir rumo a zona sul da cidade, no bairro Mangabeiras mais especificamente, e assim foi. Música ambiente, nossos perfumes forçados a se misturarem no ar, conversas amenas para nos atualizarmos das novas, carícias e trocas de elogios.

Percebi que ela, volta e meia, me lançava um olhar malicioso. E eu amando aquilo tudo! Mencionei à sainha Jeans e a blusinha com decote?
Pois bem, não me contive, e em meio a Av. Cristiano Machado, desatei seu cinto de segurança e arranquei aqueles peitos morenos para fora. Ela balbuciou algo sobre bater o carro caso eu a fizesse gozar naquela circunstância, e sua voz foi substituída por um gemido quando toquei seu mamilo direito com meus lábios e apertei o peito esquerdo com uma das mãos.

- Pára Lucas você está me desconcentrando! Disse com a voz rouca e respirando forte.

- Éh mesmo?! Retruquei afastando um pouco a boca de seu seio rijo, que assim como o resto do corpo denunciava o quanto queria que eu continuasse.

-Não faz assim... Falando para eu deixar ela dirigir.

Acenti e me ajeitei no banco, mas não antes de lamber o outro mamilo que ainda estava entre meus dedos e dar um beijo em seu rosto próximo ao pé do ouvido. E falei zombeteiro:

- Sou obrigado a ao menos lamber o outro para ele não ficar com ciúmes...

- Cachorro! Disse Clarice fazendo cara de brava e me olhando com o canto do olho, como se me fuzilasse de mentirinha.

Olhei para a pista e estávamos agora próximo ao Hotel Ourominas. Paramos no sinal e olhei novamente para Clarice e notei suas bochechas avermelhadas, aquela bocona linda, seus peitos (agora dentro do decote), suas mãos ao volante (unha azul) e então suas coxas...
Já lhe contei que ela possui um belo par de pernas?! Ela notando meu olhar fez novamente aquela cara de tarada. O semáforo indicando para seguirmos. Ela olha para frente, coloca marcha e arranca novamente o carro. Eis que por intuição compreendo aquele olhar e enfio as mãos entre suas coxas, procurando por seu sexo.

- E eu é quem não valho nada, Clarice? Você com esse sorrisinho, com esse decote, essas coxas de fora, sem calcinha e encharcada me pedindo para parar de chupar seus peitos...

- Uai, você falou pra eu vir à vontade...

- Agora você vai dar seu jeito de não bater o carro, preste atenção aí! Proferi entre os dentes enquanto alcançava seu cabelo na altura da nuca, e massageando com a mão espalmada seu clitóris.

A respiração ofegante e os gemidinhos voltaram, suas pernas sofrendo leves tremores e as suas súplicas e cheiro de sexo invadiram o ar. O mundo externo, trânsito, à música no rádio, se tornaram distantes naquele minuto. Se não fosse o insulfilm todo mundo veria aquela cena erótica que estávamos produzindo, quando pareavamos com algum carro ou ficávamos sob a mira das janelas dos ônibus à luxúria nos consumia, mesmo sabendo que não podiam nos ver. Aquilo durou alguns minutos e algumas "navalhadas" no trânsito, algumas faixas foram comidas nesse meio tempo. Até que ela pediu para sossegarmos pois estávamos correndo perigo rsrsrs...

Após uns 15min estávamos no bairro que eu indicara, e eu passei a orientá-la pelo restante do trajeto para chegarmos a um mirante mais afastado que eu conhecia. Já era por volta das 23h30min quando estacionamos o carro em uma das vistas mais magníficas de BH, porém optamos por não permanecer por muito tempo pois havia algumas pessoas ali e queríamos privacidade. Há alguns metros havia uma pracinha onde havíamos passado e tinha só um veículo parado, provavelmente com o mesmo intuito que o nosso. Paramos distante para que pudéssemos ambos desfrutar daquela maravilhosa noite.

Não demorou muito nossos bancos já estavam inclinados, a saia não mais estava em seu corpo e eu estava ajoelhado no assoalho chupando aquela boceta deliciosa (estou duro só de lembrar), adoro chupá-la! Hora eu levantava e chupava sua língua hora descia e me deliciava com seu grelo. Sem deixar passar nenhuma parte daquele banquete, lambi cada canto e orifício, permeando tudo que estava sendo-me ofertado. Pude perceber o sertanejo tocando no fundo, quase podia sentir a lua nos observando, o cheiro característico do nosso prazer.

- Goza na minha boca?!

- Não, eu quero gozar no seu pau!

- Ahh mais você vai gozar nele tam...

De repente, noto a presença de uma luz vermelha refletindo ao longe e percebo ser um giroflex: subi para o banco, ela vestiu sua blusa e eu a minha e fingimos estar apenas conversando... Uma viatura da Guarda Municipal fazendo ronda. Quando se aproximaram do veículo jogaram a lanterna por alguns minutos e seguiram, repetiram o ato com nossos colegas no carro à frente e depois seguiram viagem. Rimos da situação, falamos alguns coisas e eu disse:

- Veste a saia, vamos sair do carro. Quero te comer em cima daquela mesa! Disse apontando para um conjunto de mesas de pedra.

- Você é doido? As pessoas vão passar e vão nos ver...

- Não ligo e sei que você também não. E o teu carro vai impedir que nos vejam. Bora!? Fala que tu não pensou em foder olhando para essa vista? Ainda mais debaixo dessa lua.

Trocamos mais alguns palavras, vesti minha bermuda e ela a sainha e fomos para as mesinhas. Uma vez lá, não precisa nem falar, né?! Ela sentou no banquinho de costas para a rua e eu a sua frente, abriu meu zíper, tirou meu membro para fora e me deu uma senhora chupada depois disse que queria sentar nele.

- Senta aqui! Me disse indicando onde ela estava sentada a pouco.

- Caralho morena, que tesão!

Ela mesma levantou sua saia, virou de costas para mim, de frente para a cidade, e guiou meu pau até a entrada de sua perequinha: estava tão molhada que sua carne não teve dificuldade alguma para dar acesso ao meu pau que estava duro feito aquela mesa, desceu rebolando com maestria até que eu sentisse seu fundo. Subiu até a cabeça depois soltou o corpo junto com um suspiro de alívio, repetiu o movimento e dessa vez olhou para trás, e pude ver o brilho daqueles olhos negros (e tenho certeza que não era a lua refletida).
Se Afrodite existe, tenho plena certeza que tiramos ela do tédio naquela noite!
A cada sentada era uma gemida, tanto dela quanto minha. Estávamos em êxtase! Ficamos ali por vários minutos. Ela sentando, gemendo, chamando meu nome, e eu me segurando para não inundá-la.
Vez ou outra passava algum carro, ela abaixava um pouco a saia, sentava em mim, sem me tirar de dentro, ficava quieta até que desviasse os faróis da gente, depois voltava a me torturar com aquela bunda, subindo e descendo. Estávamos acima da cidade e nos perdendo em nosso infinito particular.

- Gata, para por favor!? Senão tu vai me "quebrar". Falei e a abracei para que permanecesse sentada. Pude sentir meu pinto pulsar dentro dela, desesperado para enchê-la.

- Deixa eu sentar, tá gostoso. Falou manhosa.

- Não. Levanta e se debruça na mesa que agora é minha vez!

Ela se levantou, nos beijamos, virou de costas novamente deitando de barriga para baixo e empinando aquela bunda pra cima e disse:

- Então me come, meu preto gostoso!

E a tortura continuou! Cada estocada era um grunhido que eu soltava e um urro dela. Eu a perguntava se estava doendo e ela dizia que sim, mas que estava gostoso.
E ficamos nesse tesão por mais alguns minutos até ela anunciar que iria gozar, fiz uma força descomunal para não ir junto e estragar o momento dela.
Gozou e as perninhas dela ficaram bambas. Fiquei quieto por alguns segundos, para ela aproveitar a sensação e comecei a enfiar devagarzinho novamente, na medida que ela ia me permitindo.
Foi o tempo perfeito para eu tomar um fôlego também e diminuir a sina daquele momento.
Ela virou de frente, sentou na mesa de modo que deu para eu me encaixar nela, e continuamos o vai e vem por mais alguns minutos, porém ficou desconfortável e começou a passar muita gente.

Então ela voltou a se apoiar na mesa, abriu a bunda com uma das mãos e me permitiu invadí-la novamente. Aquilo estava sendo inacreditável. Aquela mulher, aquele lugar, aquela noite. Me deliciei por mais alguns minutos, passou um carro que acabou nos pegando no flagra, mas já estávamos na chuva... Ela apenas deitou na mesa e esperou que passassem. E após alguns minutos não me contive a anunciei que iria gozar. Ela se inclinou mais, abriu a bunda com as duas mãos e disse:

- Me enche de porra então!

Me acabei.



Comentários

11 de Julho, 2020 às 10:25
pinguim
otimo conto!

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