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17 de Novembro, 2016 às 13:58 Por: LolaBaby

Sou a Perdição do Tatuado 1

tags: ninfeta, traição, provocação,
Esse conto possui 4527 visita(s).

Como meu primeiro conto, espero ser bem recebida por todos.

Começando, sou uma jovem de 25 anos(sim, jovem na aparência, pois aparento ter uns 17 anos no máximo), pele branca, cabelo castanho e liso, cintura fina, seios partos, 1,59m de altura, bem baixinha, 52kg.

Em 2012, conheci um rapaz muito bonito, alto, devia ter uns 1,90m de altura, corpo atlético, com algumas tatuagens, 5 anos mais velho que eu, com uma moto enorme que me fazia fantasiar estar naquela garupa usando uma mini saia e botas de cano longo.

Ele ficou por um bom tempo me alugando, chamando pra sair, e acabei me interessando por ele, ate descobrir que ele tinha namorada. Comecei a tentar evitar ele, mas ele sempre dizia coisas como: “você é minha perdição...”

Então um dia, foi marcado um encontro de amigos antigos da época da escola e eu fui, la estava ele, lindo como sempre, mas bem ao lado dele, sua namorada. Tentei ao máximo evitar de ficar próxima dos dois, mas ele sempre dava um jeito de falar comigo, ate mesmo por mensagens, mas chegou um momento que as mensagens pararam e do nada ele apareceu sentado ao meu lado e disse que a bateria do celular havia acabado. Ele largou ela la, e veio ficar comigo. Ficamos conversando, e a namorada resolveu ir embora, ele a acompanhou ate o carro e eu também queria ir pra casa, mas ele tinha me oferecido carona e disse que um outro amigo também iria, então eu concordei.

Quando então eu disse:” preciso ir, esta ficando tarde, pego um ônibus mesmo”

Então ele disse: “espera, vou chamar ele e a gente vai”

Fiquei esperando comportada no banquinho e ele voltou dizendo: “vamos, ele disse que vai depois”

Meu coração acelerou, entrei em desespero. Como eu ia entrar no carro daquele homem maravilhoso e comprometido estando sozinha e indefesa?

Entrei no carro e ele começou a puxar assunto. Mas eu estava catatônica, não conseguia me mexer, muito mesmo responder a qualquer pergunta. Então ele começou a falar o que sentia quando estava comigo, e que não sabia se conseguiria esconder por muito tempo e que o fato de eu não falar nada, nem mesmo olhar pra ele o estava incomodando e que ele queria parar em algum lugar para conversarmos em paz. Mas eu o impedi e disse que precisava ir pra casa, que estava tarde. Ele concordou e me levou para casa. Mas chegando la, ele estacionou soltando o meu cinto, passou a mão pelo meu pescoço e me puxou para um beijo inesperado, louco de paixão.

Depois desse dia, ele terminou com a namorada e começou a correr atrás de mim como se fosse um cachorrinho. Ficava rondando minha casa de moto, me acompanhava as compras...

Mas um dia, disse que queria namorar comigo...e eu não consegui aceitar e comecei a evita-lo o máximo possível. Não respondia mensagens, nem ligações. Ele acabou voltando com a namorada.

Passado um ano, voltamos a nos falar. Conversávamos todos os dias, mas coisas normais de amigos. Um dia eu fui cortar o cabelo e o chamei pra gente tomar um sorvete, mas comecei a achar que ele tinha me dado um bolo, já que ele não apareceu. Passei no banco e ele me mandou uma mensagem dizendo que estava chegando, que estava esperando o carro chegar. Então eu entrei no carro e ele me puxou pro colo dele, me sentando, começou a acariciar meu bumbum, e me beijando cheio de desejo, eu comecei a ficar eufórica, com a respiração acelerada, já tinha me deixado levar completamente sem força de vontade alguma de impedi-lo. Ele me colocou no bando de passageiro e disse: “vamos pra um lugar mais reservado”

Apenas concordei com um aceno de cabeça. O lugar mais reservado era um motel. Ele me segurou pela mão e me arrastou para aquela casa do pecado.

Mas chegando la, ele sentou na cama e começou a me beijar, me virou e me colocou deitada na cama, me beijando, acariciando meu corpo, eu sentia seu pênis rígido entre minhas pernas, colocou a mão por dentro da minha calcinha acariciando meu grelhinho, eu estava louca de prazer, mas comecei a ouvir minha consciência dizendo: “é errado, ele tem namorada, não deixe...”

E quando ele deslizou o dedo para me penetrar, eu o impedi. Ele suspirou e pediu desculpas, voltou a me beijar, beijou a parte de cima dos meus seios, e dizia: “ahh, minha perdição, minha delicia, como eu te quero...”

Então ele pegou uma de minhas mãos e colocou por dentro da bermuda dele. Arrepiei-me todinha ao sentir o tamanho e grossura daquilo tudo. Era enorme. Comecei a sentir um misto de medo e de tesão. Mas não o deixaria me comer ainda. Senti que queria provoca-lo mais.

Então comecei a punhetar ele, enquanto ele dedilhava o meu grelhinho.
Ele começou a suspirar e a gemer de prazer as vezes tentando me penetrar e eu o impedindo. Então o parei e disse: “tenho que ir embora...se tivesse chegado mais cedo...”

Ai ele me olhou e disse: “não por favor, fica mais um pouco, só mais um pouco!”

“Não posso.”

Então ele me deixou em casa.

Mas não ficou por isso, tem mais...

Continua na parte 2

Comentários

18 de Novembro, 2016 às 00:16
Geder
uauuu que conto maravilhosa; por gentileza envia mais travessuras meu email [email protected] ou whatsap 67998666725

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