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22 de Março, 2017 às 17:57 Por: Souza Lemos

TODA AÇÃO, TEM UMA REAÇÃO (Parte 3)

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Tinha se passado duas semanas desde aquela noite sexualmente inesquecível. Nós quatro tínhamos conversado e ficamos numa boa. Combinamos que sempre arrumaríamos um jeito de aproveitar essa nossa sintonia incestuosa. Mas durante essas duas semanas não aconteceu nada, decidimos tomar cuidado com os filhos, para não estragar tudo.
Minha esposa tirou uma semana de folga, e me fez adiar algumas manutenções, para passarmos três dias no sítio do seu tio. Como a filha dela tinha aula, e o filho estava trabalhando, não tinham como ir. Avisamos o Paulo e a Alyne pra dar uma olhadinha na casa e fomos. Era uma quarta, íamos ficar até sábado de manhã. Almoçamos no caminho, passamos no mercado pra comprar alguma coisa e chegamos por volta das 16 horas. O caseiro, que já estava nos esperando, nos atendeu prontamente. Quando paramos o carro e descemos, ele já vinha ao nosso encontro. Ele se chama Carlos, chamamos ele de Carlão, um negro alto e forte, tem 38 anos, +/- 1,80, separado. Ele estava de bermuda e regata, deixando a mostra seus músculos. Minha esposa de shortinho jeans e uma blusinha soltinha com sutiã sem alça. Nos cumprimentamos e enquanto ele nos ajudou a levar as compras pra dentro, seus olhares percorria o corpo da minha esposa. Não comentei nada com ela sobre isso, mas do jeito que ela fazia questão de deixar a blusinha cair pelos ombros, e empinava quando ia pegar as sacolas no porta malas, tenho certeza que ela também notou. O Carlão não demorou muito, perguntou até quando íamos ficar, e foi cuidar de alguns afazeres no sítio. A Maria estou louca pra cair na piscina, colocou um micro biquíni preto, e já pulou na agua. Eu demorei uns 10 minutos, coloquei a sunga, abri uma cerveja e fui ao seu encontro. Ela estava de costa apoiando na beirada da piscina, o corpo boiando, e a bunda com aquele fiozinho enterrado pra fora da água. Quando cheguei vi o Carlão varrendo as folhas próximo a churrasqueira, justamente onde tinha a melhor visão pra apreciar a bunda da minha esposa. Ele percebeu minha presença e disfarçou um pouco, mas não parou de olhar. Me deu uma sensação gostosa ao ver aquele negão desejando minha esposa, entrei rápido na água e fiquei ao lado da Maria, e comecei a alisar suas costas devagar. Descia minha mão até sua bunda, alisava e apertava suas coxas, e subia pela parte interna, passando os dedos pelo reguinho, roçando a buceta e o cu por cima daquela tirinha de pano, ela rebolava e contraia prendendo minha mão. Olhei para o Carlão, ele estava encostado na churrasqueira, segurando a vassoura com uma mão e apertando o pau por cima da bermuda com a outra. Continuei alisando minha esposa, e para provoca-lo, comecei a beijar suas costas. Passei o outro braço por baixo dela, segurando seus seios, e forcei meu corpo no dela, encoxando e prendendo ela na borda da piscina.
Ela virou o rosto e me deu um beijo molhado, empinou a bunda no meu pau e falou:
– Ai amor, tá de dia ainda!!!
Eu abracei ela por trás, segurando e massageando seus dois seios, e ainda de sunga, encaixei minha pica entre sua nádegas. – Sente como está meu pau, minha delícia, não vai ter jeito, quero te comer agora!
– Mas e o Carlão? E se ele tiver olhando? – Enquanto ela falou, mexia a bunda pra cima e baixo, fazendo meu pau encaixar mais no seu reguinho.
Eu tirei minha pica pra fora da sunga e encaixei entre suas coxas.
– Se ele estiver olhando, vai ver a esposa gostosa e safada que eu tenho!
A Maria empinou mais a bunda no meu pau, olhou pra mim e falou um pouco alto:
– Então mete logo na sua esposinha safada, senão eu vou pedir pro Carlão acabar com esse tesão que vc tá fazendo eu sentir.
Não acreditei quando ela falou isso, pq pela distância que eu tinha visto o Carlão, eu tinha certeza que ele tinha escutado. Mas eu não consegui pensar em mais nada, puxei aquela tirinha de pano pro lado e encaixei a cabeça da minha pica naquela buceta quente, enfiei de uma vez, sentindo meu saco encostar nas suas coxas, ela gritou e rebolou no meu pau. Comecei um vai e vem rápido e firme, e a cada estocada arrancava gritinhos e gemidos da Maria, me deixando mais louco de tesão. Olhei novamente pro Carlão, sem parar de meter gostoso na minha esposa, ele não estava ao lado da churrasqueira, achei que tinha ido embora, mas pra minha surpresa, ele estava do outro lado, sentado em cima do balcão da pia, com a bermuda abaixada, batendo uma punheta descontroladamente, dava pra ouvir o barulho do atrito da sua mão no cacete, que devia medir uns 25cm. Minha esposa alheia a tudo isso, rebolava mais rápido, contraindo e soltando sua buceta anunciando o gozo que estava por vir. Soquei com mais força.
– Vai meu marido gostoso... rasga a buceta da sua safada... mete mais forte... me enche de porra... eu to gozaaando... Aaahhhhh...Oooohhhhh...
Ela não tinha mais controle da situação... ali dentro da piscina, rebolando, gemendo e gritando como se estivéssemos no nosso quarto... e no momento que senti sua buceta apertando meu pau, e o envolvendo com seu gozo quente e viscoso, enterrei tudo, e segurei lá dentro, soltando jatos de porra, foi tanta que escorreu buceta a fora, se misturando com a água da piscina. Ficamos ali engatados, meu pau enterrado na buceta dela, enquanto seu corpo tremia sob o meu, se refazendo dos orgasmos. Até que esse clima erótico foi interrompido com um gemido alto e um grito vindo da churrasqueira: – Gostooosaaaa!!!
Olhamos pra trás e vimos o Carlão de olhos fechados, enquanto esguichos de porra saiam da sua pica (parecia que tinha um reservatório), deixando uma poça esbranquiçada no piso.
Ficamos ali parados, olhando aquele negão se deliciando na punheta, por ter comtemplado nosso sexo ao ar livre em plena luz do dia... quando ele abriu os olhos, voltou a si, e de uma cena erótica, passou pra uma cômica, de tão desconcertado, ele saiu correndo, tentando arrumar a bermuda, tropeçando, e sumiu em direção a sua casa. Rimos muito com a situação, nos beijamos, demos alguns mergulhos e entramos. A Maria foi preparar o jantar e eu fui tomar banho. Coloquei uma regata e uma bermuda de algodão sem cueca, jantamos, conversamos um pouco, bebemos vinho, é claro que não deixamos de comentar do que fizemos na frente do Carlão, rimos mais um pouco e a Maria foi tomar banho.
Eu fiquei na varanda bebendo vinho. De repente ouço um barulho de carro chegando já perto da casa, quando olho era o Paulo e um cara. No momento fiquei preocupado, achando que tinha acontecido alguma coisa, ele me tranquilizou, falou que não era nada, que só tinha saído com esse seu amigo, pra ver um serviço e na volta resolveu passar por lá. Ele me apresentou o amigo dele, Maurício, tinha aproximadamente 1,80, não era musculoso mas era forte, uns 95k, branco. Eles sentaram, peguei mais duas taças de vinho, e ele perguntou da sua irmã.
– Onde está a delícia da minha irmã? ¬– percebi um sorriso malicioso nos lábios dele.
– Ela está tomando banho, acabamos de jantar á pouco tempo.
Ele olhou pro seu amigo e depois me falou:
– Hum... então vou esperar ela sair pra dar um beijo gostoso na minha irmãzinha cheirosa.
– Mas sem dúvida, vc sabe que ela não iria te perdoar, se vc fosse embora sem esperar por ela. – nesse momento veio em minha mente a cena do nosso ménage naquela noite de sexta feira, e o meu pau começou a dar sinais de vida, pulsando dentro da bermuda. A Maria gritou lá de dentro:
– Amooor... vc tá conversando com quem??
Olhei pro Paulo com ar de riso e respondi:
– Nós temos visitas amor, vem cá!
– Eu vou me trocar, já vou aí, eu to só de roupão.
Ainda olhando pro Paulo, falei:
– Não precisa amor, vem desse jeito mesmo, vc vai gostar da surpresa!
Ficamos nós três olhando pra porta, de repente ela apareceu com um roupão de algodão branco, no meio das coxas, fechado apenas na cintura com um laço. Suas pernas lindas toda de fora, inclusive a parte interna das suas coxas que apareciam através da abertura do roupão. O decote generoso deixou à mostra a metade dos seus seios fartos. Ela ainda com uma toalha na mão secando os cabelos, primeiro me olhou, sem entender, quando ela olhou para o outro lado da varanda e viu seu irmão, largou a toalha e correu ao seu encontro, ela se jogou no pescoço dele, ele a abraçou pela cintura, fazendo o roupão subir, deixando a metade da sua bunda de fora, revelando que estava sem calcinha. Do jeito que se abraçaram, pareciam que não se viam há dias. O Maurício ficou olhando, meio sem entender, mas aproveitou para passear o olhar por toda o corpo da minha esposa. Quando se largaram, o Paulo apresentou o Maurício pra ela, que sem se preocupar em arrumar o roupão já se inclinou sobre ele pra cumprimenta-lo com um beijo no rosto. O Maurício não tirou os olhos do decote da Maria, que por causa do abraço de seu irmão, abriu mais, deixando seus seios quase de fora, ela veio em minha direção, o Paulo e o Maurício, ficaram admirando suas coxas e a polpinha de sua bunda.
Ela veio e sentou no meu colo, ficamos conversando e bebendo vinho. Ela perguntou da Alyne, o Paulo falou que eles tinham ido fazer um serviço de elétrica numa padaria, mas não ia ter como fazer pq o dono não tinha comprado o material, então ele resolveu passar por lá, antes de voltar pra casa, mas a Alyne não sabe, então eles tem algumas horas pra ficar com a gente.
Eu com uma mão nas costas da Maria, coloquei a outra entre suas coxas e falei:
– Que bom amor, vc estava reclamando que ultimamente não estava conseguindo nem ver seu irmão direito. Agora vc pode aproveitar, afinal ele não tem hora pra ir embora, não é mesmo Paulo?
– Com certeza cunhado, temos a noite toda pela frente. Estou com saudade das nossas conversas – Ele falou olhando pra minha esposa e sorrindo maliciosamente.
A Maria fechou as pernas, prendendo minha mão, mostrando que já estava com tesão. Sorriu pra ele e aproximou seu rosto do meu:
– Eu vou buscar umas cervejas pra gente, minha vida, mas será que o Maurício vai gostar das nossas conversas? – Ela me deu um beijo gostoso e saiu com a cara de safada pra buscar a cerveja.
O Maurício ficou nos olhando sem entender, mas não falou nada. A Maria voltou rápido trazendo um balde com gelos e algumas latinhas, entregou uma pra mim e me deu um beijo gostoso, levou outra pro Maurício, e foi até seu irmão, que lhe puxou pro seu colo quando ela lhe entregou a cerveja. Ele abriu a lata, e deu um gole grande, depois colocou na boca da Maria e virou, ela bebeu mais escorreu um pouco pelos lábios, queixo, pescoço e seios. Ela olhou pra mim e falou:
– Amor... olha o que o Paulo fez... vem me limpar!
Eu me levantei, fiquei em pé em frente eles, puxei ela pelo braço, e dei um beijo na sua boca, depois virei ela de costas pra mim, e a abracei pela cintura, forçando meu pau na sua bunda, ela empinou. Eu olhei pro Paulo e falei no ouvido dela:
– Se seu irmão te sujou, ele que tem que limpar...
O Paulo sem perder tempo, se colocou na frente dela, segurando sua cintura e colocando a boca no meio dos seios da Maria, ele foi levantando, lambendo sua pele molhada de cerveja, suas mãos subindo pela lateral do corpo dela levando junto o roupão. Sua língua passou pelo pescoço, até chegar na boca dela. Se beijaram loucamente. Um chupando a língua do outro. A Maria com a bunda toda de fora, empinando e rebolando na minha pica por cima da bermuda. O Maurício vendo tudo aquilo incrédulo. O Paulo colocou uma mão atrás da nuca da Maria e continuou a beijá-la e com a outra arrancou o laço que ainda prendia o roupão pela cintura. Eu aproveitei e puxei o roupão, deixando ela nuazinha entre nossos corpos. O Paulo ficou de lado, sem desgrudar de sua irmã e começou a massagear seu seio direito. Eu segurei o esquerdo por baixo, olhei pro Maurício, ele estava apertando o pau por cima da calça.
– Vem logo cara, ela dá conta dos três!
Ele levantou meio ressabiado, e começou apertar e puxar o mamilo timidamente. Sem saber que isso é um dos pontos fracos dela. A Maria que nessa hora já gemia e rebolou feito louca, segurou o pescoço do Maurício e puxou enfiando seu seio na boca dele. ele começou a chupar forte, fazia bastante barulho, a baba escorria da boca dele, lambuzando ela ainda mais. Eu ainda encoxando ela, vendo tudo de perto. O Paulo descolou sua boca da dela e ficamos vendo o Maurício esfomeado, sugar com força o seio direito dela. O Maurício foi pra frente dela e começou a intercalar a chupada nos dois seios. Meu pau já doía de tão duro, encaixado no meio da bunda dela, separado apenas pela malha fina da minha bermuda. O Paulo desceu a mão até a buceta e voltou a beijá-la, enquanto eu chupava seu pescoço. Ficamos assim por alguns minutos, até que a Maria empurrou o Paulo no sofá e virou a bunda pra ele. O Paulo começou a beijar e morder a bunda da dela. O Maurício sentou ao lado deles, colocou a mão entre as coxas dela e começou a esfregar a buceta. Eu fui pra frente dela, via os dedos do Maurício entrando e saindo da buceta da Maria, ela abriu mais as pernas e olhou pra mim, passando a língua nos lábios e gemendo. O Paulo lambendo o reguinho e apertando seu seio esquerdo. Eu me aproximei mais, ela se apoiou na minha cintura e abaixou minha bermuda, liberando meu cacete melado. Ela pegou e punhetou um pouco, começou a lamber a cabeça, me olhando com cara de puta que eu adoro. O Paulo abriu a bunda da Maria com as duas mãos, e se deliciou com o cuzinho e a buceta dela. Ela começou a me chupar com mais vontade, enfiando minha pica toda na boca. O Maurício já tinha tirado a calça e estava se masturbando. A Maria segurou o cacete dele e começou a punhetar, olhou pra mim e perguntou se ele podia ser o primeiro.
– É claro meu amor, vc que decide! – eu abaixei e lhe dei um beijo de língua.
Ela se deitou de costas no sofá e abriu as pernas na direção do Maurício e falou:
– Vem logo, enfia esse cacete na minha buceta!
O Maurício olhou pra mim, confuso, acho que ainda não tinha caído a ficha.
– Vai logo cara, ela está mandando! Fode ela gostoso, antes que vc goze sozinho!
O Paulo já se arrumou de joelhos em cima do rosto dela e esfregou seu pau na sua boca. O Maurício começou a passar cabeça da pica na entrada da buceta da Maria. Eu fiquei em pé ao lado dela, segurando sua perna. O Maurício começou a enfiar, ela gemeu alto, e apertou forte meu saco. Ele começou a socar rápido e forte, seu pau entrou todo na buceta da minha esposa safada. Ela se abria toda, rebolando na pica de um macho que ela tinha acabado de conhecer. Eu ali, segurando sua perna, deixando ela mais arreganhada, vendo sua buceta e sua boca toda preenchida.
Enquanto todos estavam naquele transe, eu percebi uma movimentação atrás de mim, olhei de repente e vi o Carlão em pé, batendo uma punheta. Quando ele percebeu, ele parou e ficou me olhando segurando aquele cacete enorme. Eu não pensei duas vezes, fiz sinal pra ele se aproximar, ele hesitou mais eu insisti acenando com a mão e ele veio. Quando ele chegou, o Paulo e o Maurício olharam, mas eu fiz sinal pra eles não falarem nada, pq a Maria estava de olhos fechado, com o rosto embaixo do saco do Paulo, e não tinha percebido aproximação do Carlão. Eu apontei para os seios dela, e o Carlão entendeu o recado, se ajoelhou, passou por baixo do braço dela e caiu de boca. Chupava, lambia e mordia os mamilos entumecidos de tesão. Durante alguns segundos ela continuou gemendo, mamando no cacete do Paulo, rebolando na pica do Maurício e punhetando meu pau. Mas ela percebeu, que na posição que estávamos, não tinha como apertar e chupar seus seios. Ela abriu os olhos e viu o Carlão debruçado sobre ela, babando todo seu corpo, ela olhou pra mim, tirando um pouco o pau do seu irmão na boca e falou:
– Meu marido gostoso, eu sabia que vc não ia deixar eu ir embora sem experimentar essa pica preta enorme! – Mal ela acabou de falar, o Paulo meteu seu pau na boca dela de novo.
– Eu sei que quanto mais picas pra te fuder, mais vc adora minha safada! Então aproveita, pq vai ser melhor do que se tivéssemos combinado!
Enquanto falávamos os três continuava a saborear minha esposa, e ela correspondia, demonstrando o tesão que estava sentindo. Chupou com mais intensidade a pica do seu irmão, apertou a cabeça do Carlão no seus seios, rebolou na pica do Maurício e apertava meu saco a cada bombada que recebia. O Maurício segurou as coxas da Maria e puxou contra seu corpo, seu pau entrou até o fundo, até a bunda dela amassar o saco dele. Ele acelerou as estocadas e começou a gritar falando que ia gozar. Ele olhou pra mim e entendi, sem ele perguntar nada eu respondi:
– Enche a buceta dela de porra!!!
Nesse momento a Maria começa a rebolar com mais intensidade, sua barriga subindo e descendo freneticamente, seu corpo tremendo, sua respiração cada vez mais ofegante, sua voz embargada com o pau do seu irmão dentro da sua boca, ela começa a gritar falando que estava gozando. Ela cruzou as pernas atrás do Maurício, colando sua buceta no corpo dele. E os dois gozaram juntos. Ficamos vendo os dois gritarem, arfarem e suarem como nunca. O Maurício dando as últimas estocadas e a Maria tremendo como se tivesse levando choque até nos fios de cabelo, ele foi tirando seu pau devagar, enquanto a porra escorria da buceta da Maria, melando o sofá. Nem bem o Maurício saiu de dentro de minha esposa, o Paulo já trocou de lugar com ele.
– Fica de quatro irmãzinha, quero meter nessa buceta gozada!
Antes da minha esposa responder ela já estava de quatro, com ajuda do Carlão, que a levantou pela cintura virando seu corpo, e sentando no sofá, deixando seus 25cm de pica encostando no rosto dela. O Paulo, sem cerimonias, encostou a pica na buceta de sua irmã, e enterrou de uma vez, arrancando dela um grito abafado, pq sua boca já estava toda preenchida com a metade da pica do Carlão.
– Vai Dona, chupa minha pica preta!
O Carlão com a mão na cabeça dela, forçou o quadril, e aquela pica grande e preta, entrou de uma vez na boca da minha esposa, fazendo ela babar e engasgar. Seu corpo ia pra frente e pra trás, no ritmo das estocadas do seu irmão. Enquanto o Maurício se refazia no outro sofá, eu fiquei em pé ao lado deles, vendo minha esposa, se contorcendo e gemendo, rebolando e gritando, babando e arfando, engasgando e tossindo. Uma verdadeira puta. Enquanto sua buceta era socada pela pica do seu irmão, que ela conhecia tão bem. Sua boca era estuprada pelo cacete do Carlão. Era incrível, que a cada estocada, entrava mais daquele cacete em sua boca. Quando ele tirava, a baba caia, e ela deslizava novamente seus lábios até quase encostar nas bolas do negão. O Paulo começou a socar com muita força, a buceta dela fazia barulho de ar junto com a porra do Maurício que escorria do seu pau. A Maria gemia bastante. Me aproximei e abri sua bunda com as duas mãos. O Paulo gritou que ia gozar e enfiou tudo. Senti a Maria empinar e tremer o corpo todo. Devia ter chegado no útero, pq a barriga dele colou na bunda dela. Ele começou a socar rápido. Ela tirou a boca do cacete do Carlão, e gritou enquanto rebolou na pica do Paulo.
– Aaaiiii... iiisso... eu to goooozandooo.... Enche minha buceta de porra, safado!
– Nossa... hoje vc caprichou... nunca vc me esporrou tanto assim!
O Paulo soltou até a última gota dentro dela e tirou, seu pau estava bem melado, mas na hora não saiu nada da buceta da Maria. Ela sem perder tempo já foi levantando e sentando no colo do Carlão.
– Agora é vc Carlão... acaba de me rasgar! Enfia essa pica enorme na minha buceta!
– É pra já Dona, a senhora quem manda!
Eu em pé, meu pau latejando, duro feito pedra, vendo um rio de porra sair de dentro da buceta da minha esposa, escorrendo pelas suas coxas, melando o cacete enorme apontado pra sua buceta. O Carlão apressado, enfiou de uma vez, sem dificuldade por causa da quantidade de porra que saia da buceta dela. Mesmo assim ela gritou e afundou seu rosto no pescoço dele, empinando assim sua bunda. Começou a cavalgar enquanto enfiou seus peitos na boca do Carlão. Ele metia com força e rapidez, segurou a bunda dela com as duas mão e começou a socar fundo, a cada estocada seu cacete entrava mais dentro daquela buceta melada, suada e safada. Ela empinou mais ainda, enquanto ele abria sua bunda. Quando vi o cuzinho suado e rosado da minha esposa putinha piscando descontroladamente. Eu não perdi tempo, me aproximei e encostei minha pica. A Maria olhou pra trás e abriu um sorriso:
– Aaaiiii delicia... Assim eu adoro... dois machos me rasgando ao mesmo tempo... Vem meu amor, mete logo no meu cu...
Segurei sua cintura e comecei a forçar, meu pau deslizou cu a dentro, e ela forçou a bunda pra trás. Ela gozou de novo, gritou e tremia muito, espremida entre nossos corpos. Ouvi ela engasgando, e vi o Maurício metendo a pica na boca dela. Ficamos fodendo assim por uns 10 minutos, até o Carlão começar a anunciar que ia gozar, socou forte, seu saco batendo no meu, até que ele deu um estocada forte, enfiando todos os 25cm de pica dentro da buceta da minha esposa, meu pau enterrado no seu cu, sentia através da pele que divide a buceta, seu pau inchando e pulsando, soltando jatos de porras dentro dela. Eu segurei seus cabelos e comecei a fuder com mais vontade o cu da minha puta, ela empurrava sua bunda a cada estocada, para que meu pau entrasse tudo. Segurei seus cabelos e forcei seu rosto no pau do Maurício, ela adora engolir uma pica, e dessa vez não se fez de rogada, só as bolas ficaram de fora. Ela rebolou na minha pica, enquanto o Carlão mesmo tendo gozado, mantinha seu cacete duro dentro da buceta dela. Ninguém falou mais nada, só se ouvia gemidos, respirações ofegantes, e barulhos das nossas picas fudendo a boca, o cu e a buceta da minha esposa enlouquecida. Eu soltei seus cabelos, dei um tapa na sua bunda e segurei firme na sua cintura e enchi seu cu de porra, urrando de tanto tesão. O Maurício não aguentou, segurou sua cabeça e gozou na boca dela, ela engoliu tudo. Tirei minha pica dos seu cu e ela saiu do colo do Carlão e deitou no sofá, toda suada, melada e gozada, escorria porra do cu e da buceta melando o sofá. O Paulo que tinha assistido toda a orgia, levantou e ficou de joelhos no braço do sofá e começou a punhetar em cima do rosto da sua irmã safada, o Carlão se levantou e ficou em pé ao lado, e também começou a punhetar. O Paulo gozou primeiro, cabelos, olhos, nariz, boca, foram cobertos com porra, e antes dela consegui se limpar, o Carlão já estava esporrando de novo, acabando de cobrir seu rosto, ele forçou seu cacete enorme na boca dela, acabando de esporrar lá dentro. Não sei de onde vinha tanta porra, saia pelos cantos dos lábios, melando todo o pescoço. Mas quando ele tirou, a boca dela ainda estava cheia. Ela nos olhou com aquela cara de safada de sempre, fechou a boca e engoliu tudo. Sentamos cada um num canto, peguei uma cerveja pra cada, ele beberam, se despediram e foram embora. A Maria ainda estava desfalecida no sofá, fui até ela e a beijei com muita vontade, mordi seus lábios e enfiei minha língua dentro de sua boca com tudo, peguei ela no colo e fomos tomar banho juntos. Dormimos o restante da noite toda. Mas claro que no dia seguinte rolou mais sacanagem com a companhia do Carlão.

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Comentários

23 de Março, 2017 às 19:09

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Adorei o conto...ja, conversei com alguns maridos assim tbm... Com o mesmo desejo e pedido... E com algumas esposas que queriam a mesma coisa...enfim diria que sexo bom é assim... Safado... Selvagem... Se dó... Com direito a tudo.... Muitas mulheres tem esse desejo e confesso que adoro isso... Tratar uma mulher como uma puta ma cama... Apenas para ela sentir prazer e gozar muito.... Não que seja.... Mais entre 4 paredes... Fazer ela se sentir. desejada... E que nessa hr... Pode ser o q quiser...sem medo... Adoro quando converso ou encontro mulher assim.... Que revela seus desejos e fantasias.... Afinal... Que cria coragem para contar, mesmo que seja alguém distante... Rsrs. E se quiser...me chame. whats (47) 92126411
23 de Março, 2017 às 03:28
peti_rj
Que foda fantástica!!! Delícia de conto!!! Se buscarem por mais companhia para a esposa, adoraria ajudar...

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