Aloha, mais uma semana no paraíso, mas, esta em especial tem sido diferente, no relato anterior falei que a noite estava sendo intensa, e, agora vou relatar o motivo. Desde a visita da Marcela e a chegada das nossas famílias estava tudo muito quieto, normalzinho mesmo, até com a Renata, transamos juntos apenas três vezes. Bom, o relato de hoje começa com uma videoconferência de trabalho, quando estourou a pandemia e me vi com 16 bocas a mais para alimentar e manter, junto com um amigo fizemos uma compra de suprimentos importados do continente através da empresa da Marcela, a noticia se espalhou entre pequenos comerciantes de Kauai e Mauí, e eu meio que virei representante da Marcela no Havaí, não posso reclamar, a comissão é boa e já cobriu os custos da compra que fiz para sustentar esta galera por seis meses.
Após a videoconferência, tomei um banho e estava saindo de casa para me juntar à família no gazebo que construí com meu pai, sogro e cunhados próximo à falésia, para um jantar com churrasco em família, porém, ao chegar na sala tive uma surpresa e nada poderia me preparar para o que viria depois; eu sou o segundo dos seis filhos dos meus pais, o Beto é o mais velho e depois de mim vem as três Anas (Ana Cristina, a Cris; Ana Cláudia, a Cacau; e a Ana Lúcia, a Aninha que depois de crescisa queria ser chamada de Analu) e por fim o Carlinhos o caçula. Dito isto, a surpresa era a Aninha que com uma cara bem sapeca e vestindo um vestidinho de malha que mal cobria a sua bunda me esperava na sala, ela é a mais apegada a mim das minhas irmãs e a mais parecida comigo, é alta mais de 1,80m, cabelos escuros, corpo bem definido com seios grandes e firmes e uma bundinha linda e pernas maravilhosas com quase nenhuma celulite aos 40 anos de pura boa genética, mesmo depois de duas gravidez, a danada nunca entrou numa academia e mal mal faz uma caminhada de vez em quando; Aninha pulou em mim e com os braços envolveu o meu pescoço e com as pernas os meus quadris e beijando meu rosto e pescoço dizia que estava esperando esta oportunidade desde que chegou aqui, que estava louca para transar com o irmão gostoso dela.
Surpreso e assustado, me afastei um pouco e disse que ela estava ficando louca, o que era aquilo, aí ela começou o seu discurso: “sem essa Alex, eu sei que você e a Sheila estão transando com a Renata, aliás que surpresa, a santinha da Renata”, que doideira é esta menina, de onde você tirou isto? Perguntei. “Eu achei seus relatos na internet, estava procurando uns contos eróticos para ler, culpa da Sheila eu gostar de contos eróticos, e achei um conto de um cara contando seu recomeço com e ex-esposa no Havaí, achei muito familiar a história e fui ler os demais relatos do autor e não precisava ser o Sherlock Holmes, para descobrir que você era o cara dos contos, e depois que eu lí os primeiros que você escreveu sobre seu período no Canadá, tive toda certeza do mundo. Não me leve a mal, você e a Sheila são as melhores pessoas que conheço, amo vocês de todo o meu coração, e foram os melhores pais do mundo, mas, nunca foram discretos eu e a Renata quando ficávamos com vocês para “cuidar” da Nandinha (minha filha), nós flagramos várias vezes vocês transando com a porta do quarto aberta, na sala e até na cozinha, vocês esqueciam que não estavam sozinhos em casa, até a Nandinha depois de crescida flagrou vocês várias vezes; aliás, dava inveja de ver a Sheila transando com você, as posições loucas que faziam, aquela agilidade dela, mas, eu ficava louca é pelo seu pau, a Renata eu não entendia muito o porquê naquela época, ficava mais vidrada na irmã. Aquela vez que passamos as férias com vocês em Fernando de Noronha, vimos os dois transando e a Renata, a santinha, até tocou a xoxota olhando a irmã sendo comida por você. Quer mais?’. Atônito e sem chão, me sentei no sofá e a Aninha tirando o vestido, já estava sem calcinha, ficou nua e sentou no meu colo na posição de cowgirl, e começou a esfregar a xoxota no meu pau por sobre o short. Eu disse que não poderíamos, ela disse deixa de ser hipócrita, eu respondi que não era isto, alguém poderia entrar, e ela disse que já tinha se antecipado e trancado todas as portas.
Aninha beijou minha boca e freneticamente a invadiu com a sua língua, eu exitei um pouco, mas, retribui o seu beijo, ela disse então que desde que largou o companheiro a quase quatro anos não transava e que só transaria comigo, eu apertei sua bunda e comecei a chupar os seus peitos, ela gemia e falava que não tínhamos tempo para isto, teria que ser uma rapidinha, e se levantou um pouco, eu tirei meu short e a cueca e ela posicionou meu pau na entrada de sua buceta que estava encharcada, e foi descendo pelo meu pau, sentia cada centímetro entrando e abrindo caminho por aquela buceta que estava apertada enquanto ela gemia cada vez mais alto, quando entrou tudo, minha irmã deu uma rebolada no meu pau e me chamando de gostoso começou a cavalgar cada vez mais rápido e mais forte, me beijando, me pedindo para fodê-la e para me segurar até ela gozar no meu pau, minha cabeça estava em parafuso, mal conseguia curtir a transa, e me assustei com a Aninha gozando feito louca e pedindo para gozar dentro dela, eu me foquei na transa e a coloquei de quatro no sofá e meti com força na buceta dela e soquei até ela gozar de novo e eu descarregar minha porra dentro dela, feliz ela retirou a calcinha do bolso do vestido e a vestiu, eu perguntei se ela não queria se lavar, ela disse que queria dormir com a minha porra dentro dela, e pediu para escrever um conto sobre o que havia acntecido entre nós e falou que esperava não ser a primeira e última vez, ela também me contou brevemente algumas coisas e me deu um beijo no rosto e foi para o jantar. Eu voltei ao meu quarto, ainda perplexo não pelo fato de ter comido a minha irmã em sí, sempre fui liberal em relação a sexo, mas, como aconteceu e o que ela me contou; passei uma água no corpo, troquei meu short que estava todo melecado pelos líquidos que escorreram da buceta da Aninha e fui para o jantar.
Ao me juntar com a família, a Sheila notou que eu estava diferente, ela veio até mim me deu um beijo e perguntou em meu ouvido se havia acontecido alguma coisa, eu respondi que sim e fiz um sinal que depois a contaria. A Aninha estava sorridente e falante durante todo o jantar e eu também tentei agir da forma mais natural possível.
Ao chegarmos em casa eu e a Sheila tomamos um banho e no chuveiro contei a ela tudo o que havia acontecido, ela também ficou perplexa, não pelo fato em sí, mas, com a revelação que nossas irmãs e nossa filha haviam nos flagrado transando a deixou chateada e com expressão de choro ficava falando “minha filhota”, então eu a abracei e disse que a Aninha falou que como ela já havia ensinado tudo sobre sexo à Nandinha, ela nunca ficou assustada quando nos via transando, ficava apenas excitada mesmo, ela nos admirava pois os pais de muitas de suas amigas eram divorciados e nós nos amávamos e eramos felizes como um casal de adolescentes apaixonados, a Sheila deu um sorrisinho pálido, e juntos caímos em um choro, relembrando a nossa filha, foi muito intenso, e aquela noite não dormimos, apenas relembrando os momentos felizes com a nossa filhota.
Na manhã seguinte, a Aninha chegou aqui em casa e ao ver a Sheila, disse que queria se desculpar, pois havia feito algo na noite anterior e que agora, quando amanheceu, ela não estava se sentindo muito bem com o ocorrido. A Sheila a abraçou bem forte e disse em seu ouvido, “ah! Sua safada, achava que era só assim, dar a buceta para o seu irmão casado, dormir com a porra dele dentro e no dia seguinte era só lavar que tava novo? Não é assim que funciona, mas, não esquenta a cabeça eu não ligo, só poderia ter me falado o que queria fazer antes, de daria umas dicas do que ele mais gosta”, e sorrindo deu um beijo em seu rosto. Perplexa, Aninha perguntou se ela não ligava mesmo, ela disse que não se importava, eu era o único homem dela, mas, não ligava de me compartilhar com ela assim como ela me compartilhava com a Renata, pois as duas eram as pessoas da família mais próximas a nós, mas, não era para ela se empolgar, pois trepada solo dela comigo seria só aquela, as outras ela iria participar e deu um selinho na Aninha e disse que o pessoal estava chegando para o café da manhã e era para ela ajudá-la a preparar as mesas no deck.
Um abraço a todos, e até a próxima.