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30 de Julho, 2018 às 13:07 Por: Sr. Martell

Tesão na Madrugada no Onibus

tags: Novinha, Onibus, Punheta
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Este conto é veridico, baseado em algo que me aconteceu no ano de 2012...

Estava eu passeando na cidade dos meus pais em Minas Gerais, onde passei as festas de fim de ano. No começo de janeiro comprei minha passagem com destino a São Paulo, onde eu iria retornar para trabalhar, a viagem seria longa, por volta de 26 horas, dessa forma assim que entrei no ônibus procurei meu lugar e fui descansar, nesse momento a poltrona do lado estava vazia, assim eu me deitei e cochilei.
Depois de um tempo dormindo, fui acordado por volta das 18:00 horas por uma senhora de uns 50/60 anos, que me pediu licença pois a poltrona dela seria a da janela, junto dessa senhora estava uma neta e um neto, a menina tinha por volta dos 18/19 anos, e o menino por volta dos 08 anos de idade, esse dois se colocaram nos bancos atrás de onde eu estava, cumprimentei a senhora, ofereci a ela e seus netos água, bolacha e bala, os dois netos aceitaram as balas. Nesse momento a menina se levantou pra ir no banheiro, foi onde não consegui mais tirar os olhos dela: Uma morena linda, cabelos pretos e longos, olhos castanhos claros, bunda grande e empinada, seios médios e um sorriso de deixar qualquer homem louco de desejo, com aquela carinha que é uma mistura de menina com mulher safada.
Como ela estava do lado do irmão e sua avó do meu lado, só a observei, e voltei a tentar descansar, notei que ela encostou a perna do lado da minha poltrona, como se quisesse esticar o corpo, como ela estava de saia, pude ver os pelinhos descoloridos de suas pernas morenas, fiquei ali por um tempo olhando e desejando aquela morena.
A noite desligaram as luzes do ônibus, assim escorei minha mão direita sobre as pernas dela, pouco abaixo do joelho, e fingindo estar dormindo fui acariciando sua perna, e subindo minha mão aos poucos, porém quando eu estava pouco acima do joelho, sinto ela segurando minhas mãos, no momento meu coração quase para, pois senti que ela iria me xingar, fazer um escândalo dentro do ônibus, mas não, ela pegou minhas mãos e a reposou sobre suas coxas.
Comecei a acariciar suas coxas, mas tinha dificuldade em subir mais, pois meu braço não era longo o suficiente, e se eu mudasse de posição alguém poderia ver, ficamos ali, eu fazendo caricias nas coxas dela, enquanto sentia ela abrindo e fechando as pernas, até que o ônibus parou para que o pessoal pudesse comprar algo para comer e ir ao banheiro, eu permaneci no meu lugar, enquanto a morena saiu para fora do ônibus, junto de sua avó e seu irmão.
Na volta para minha surpresa ela pede pra trocar de lugar com a avó, com a desculpa que queria ir do lado da janela, pois seu irmão não queria deixar ela ficar junto da janela, a senhora aceitou e elas mudaram de lugar, nesse momento minhas mãos começaram a suar, olhei para ela, e ela sorriu, um sorriso safado que me encheu de tesão e desejo.
Após alguns minutos, as luzes do ônibus se apagaram novamente, minhas mãos já estavam suando de ansiedade e desejo, nesse momento coloquei minha mão sobre a parte interna da sua coxa, quase tocando a sua calcinha. Ela não mostrou resistência, assim cobri minha mão com uma manta, o que dava muita discrição a toda a cena. Como ela estava de saia, consegui após fazer uma massagem em suas coxas encostar meus dedos na sua calcinha, que já estava molhada de tesão e desejo, com meus dedos fazia giros delicados, o que a enchia de prazer, ela não dizia uma palavra, apenas abria cada vez mais as pernas, e enxergava a calcinha de tesão, cedendo a aquele jogo gostoso.
Senti mais confiança, e puxei a calcinha de lado, começando a masturba-la com vontade, ela fechou os olhos e segurava para não fazer barulho, gemia baixinho entre os lábios, dedilhava a buceta da morena deixando meus dedos encharcados com o tesão que escorria por entre suas pernas. Eu estava doido de tesão, imaginando meu pau preenchendo aquela bucetinha quente e gostosa, que delícia seria comer ela ali mesmo, naquele busão.
Ela percebendo o quanto eu estava excitado retribuiu minhas cariciais, abriu o ziper da minha bermuda, puxando para fora meu pau que naquele momento estava duro como pedra, já babando de desejo, ela então começou a me punhetar, uma mão macia e quente. Nossa que sensação maravilhosa, ela pegava meu pau e segurava firme, depois relaxava a mão e ficava me masturbando devagar, nossa que tesão.
A mão dela já estava toda molhada do meu liquido, e sentia a respiração ofegante dela, os bicos do peito pareciam querer saltar. aquilo tava maravilhoso, sentia que ia gozar, e acho que ela sentiu também, pois parou de me masturbar, e novamente pegou minha mão e levou até sua bucetinha quente e molhada.
Voltei a dedicar toda minha atenção aquela bucetinha gostosa, enfiando meus dedos e começando a masturba-la, de tão molhada que ela estava meus dedos entravam e saiam facilmente, continuei fazendo um movimento de vai e vem que foi deixando suas pernas bambas, senti a buceta dela apertando meus dedos enquanto ela gozava, nesse momento comecei a sussurrar sacanagens no seu ouvido, chamando ela de vadia, de gostosa...
Nesse momento, movido pelo tesão ajeitei seu corpo, de modo que ela ficasse de costas para mim, coloquei meu pau na porta da sua buceta, e fiquei ali roçando a buceta dela com ele, ela não resistiu e pegou ele e enfiou na sua bucetinha, entrando com facilidade, o tesão estava a mil, e fui dando umas estocadas leves e suaves, sempre olhando para os lados com medo de alguém ver, o tesão misturados a adrenalina fazia o sexo ficar mais gostoso, ficava quase impossível segurar os gemidos, minhas estocadas foram ficando mais firmes, vigorosas, quase violentas.
Ela tava gemendo bem baixinho, mas com o tesão começou a fazer mais barulho, nesse momento tapei sua boca com uma das minhas mãos, mas sem interromper o sexo, sentia ela gozando no meu pau, sentia que ela desejava que eu não parasse nunca de penetrar sua buceta, quando senti que eu iria gozar, falei ao seu ouvido, ela pediu para que eu não gozasse dentro dela, então tirei o pau pra fora e ela começou a me punhetar novamente, e pediu para que eu gozasse ali mesmo, ela aumentou a velocidade das estocadas e eu não resisti e gozei como um louco, ela continuou acariciando a cabeça do meu pau, depois limpou a porra na minha bermuda, sorriu e virou para o lado, acabou adormecendo, satisfeita com o que havíamos feito.
De manhã cedo, sua avó a acorda, eles desceram numa cidadezinha rural quase que na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, olhei pela janela e vi ela sorrindo, nunca mais nos vimos, mas aquela foda nunca saiu da minha cabeça.

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