Sou Raquel, 42 aninhos, moreninha safada dos seios grandes, bunda gulosa, casada mas liberada pelo marido.
Saimos de viagem para Minas Gerais onde ficamos de passar o final de semana no sítio de um conhecido do meu Marido, o Vitor. Amigo dele de escola em São Paulo. Fugiu da cidade grande para cuidar do sitio da familia e de duas pousadas em Minas Gerais. Diz-se não se arrepender. O lugar é lindo, muitos campos, muita cachoeira, muita natureza. Dá uma vontade de ficar como viemos ao mundo. E foi isso mesmo que fiz.
Chegamos no sitio, fomos apresentado para o dono. Um homem da idade do meu marido, muito charmoso e educado, levou nossas bolças para dentro e nos ofereceu a piscina para nos refrescarmos do calor da tarde. Nos trocamos, colocamos os biquines e fomos para piscina. Eu e minha amiga paty, com os biquinhos de putinha, daquele que o marido tira o forro e quando molha aparece tudo, mas tudo mesmo.
Após nos refrescarmos saimos e fomos até a esteira e nos deitamos. O dono da chácara veio perguntando se faltava alguma coisa. Respondi que não, mas meu marido safado falou que estava faltando rola para sua esposa.
Vitor: - Não seja por isso (abaixou o calção e tirou a rola para fora)
Eu confesso, não posso ver uma rola para fora do calça que me dá água na boca. Me pus de cócoras na frente daquela rola e comecei a mamar. Meu marido safado foi desamarrando meu sutiã e minha calcinha, me deixando nua. Continei ali mesmo chupando a rola quando vem chegando outros 2 (que trabalham no sitio).
Vitor: - Pode vir chegando que a mulher do meu amigo aqui gosta da coisa.
Eu (rindo): - Gosto não, amo.
Paty (saindo da piscina): - Eu também quero.
Os rapazes tiram as picas para fora e ficamos nós duas lá nos deliciando que aquelas 3 rolas gostosas. A puta da Paty chamou meu marido que só assistia.
Paty: - Vem corninho, vem que eu te chupo já que a puta da sua esposa está com a boca cheia.
Eu: - Putinha é vc, sua piranha da cidade.
Sei que depois de um belo boquete pedi para não gozar, para guardar a porra para noite. Queríamos muita, mas muita porra.
Vitor: - Pode deixar querida, vai ter, vai ter muita.
Eu: - Já que á assim goza no peitinho da casada goza.
Não demorou muito e eles gozaram nas nossas caras. Ficamos eu e Paty nos lambendo, uma a cara da outra para ver quem tomava mais porra de macho.
A noite foi chegando e eu e Paty fomos nos vestir para a festinha. Eu me vesti de arrastão fina que mostra tudo, buceta, cú, seios. Paty estava de micro saia sem calcinha e um top transparente. Os mineirnhos foram chegando e nos comprimentando. É claro muita passada de mão nas tetas, na bunda. chupadas, essas coisinhas.
Por volta das 22:00 hs eu marido chama a todos no meio do quintal. Toca um bom sertanejo no fundo, o churrasco rolando solto e ele faz um discurso.
Mor (me abraçando por traz e segurando nos meus seios com muito carinho): - Pessoal, pessoal, um minuto. Essa daqui é a minha esposinha Raquel, gostosinha como podem ver (homarada só assobiando) e está aqui é minha amiga Paty, uma puta amiga.... Elas adoooram uma rola, por isso estão liberados para comê-la enquanto elas aguentarem. Mas a hora que ela parar por favor não vão forçar que estraga a brincadeira.
Um rapaz lá do fundo pergunta: - Ela dá o rabo?
Mor: - Sim, ela dá um rabo sim. É o que ela mais gosta.
Mor: - Então divirtam-se. um por vez.
Eu peguei na mão de 2 e levei para o cantinho mais escuro da varando onde tinham um sofá. Me sentei, abri as pernas e pedi para me chuparam. O primeiro já caiu de boca enquanto outro chupava meus seios. Paty mais ligeira, mal vi já estava sendo fodida de quatro se apoiando na sacada da varanda.
Eu: - Gostei da ideia Paty. (me levantei do sofá e me pus apoiada na varanda).
Eu: - Venham, formem uma fila para me fuderam.
Sei que formou-se a fila, um trepara uns 5 minutinhos e entrava outro no lugar. Assim foram revezando, e puderam nos fuder todos os 13 machos. Com carinho sempre come mais um, né!!
Não deixamos ninguém gozar pois seriam o desfecho com o bukkake. É lógico que os homens não aguentavam muito então pedi para formarem um círculo o mais apertado possível. Nem couberam todos. E então pagamos um boquete e punhetávamos eles nos deliciam com o leitinho de porra. E olha que foi muita, mas muita porra mesmo, que eu e a Paty mal conseguimos abrir os olhos. Maridinho é claro neste momento só nas fotografias.
Os homens iam a loucura nos chamando de puta, piranha, galinha. E nós nos deliciando com todas aquelas rolas. Levantamos e a porra escorria pelo peito indo até a barriga. Maridinho como sempre elogiando.
Mor: - Vcs estão linda esporradas.
Eu: - Mas é um corninho mesmo, merece um boquete.
Me ajoelhei de frente da pica dele enquanto todas só assistia um fiz um belo boquete e engoliu toda aquela porrinha gostosa. Fomos para o banheiro nos lavar, deixamos a porta aberta e começamos a nos acariciar (eu e a Paty). Logo eu e Paty percebemos que tínhamos uma platéia nos assistindo. Abrimos a porta do box e enquanto tomávamos banho e nos deliciamos uns 5 ou 6 deles assistindo só na punheta. Paty, safada que é ficava abrindo o cuzinho e mostrando para eles que cheiravam e lambiam com prazer. Eu, molhadinha ali no quarto fiz o mesmo. me deitei na coma toda molhada e pedi para me secarem. só vi mão a me secar. fiquei com a bunda arrebitada e com as duas mãos, com a unha vermelha de safada e o anel de casada que não pode falar, pedi: - Quem quer chupar meu cuzinho.
Fui majestalmente chupada até que o mor apareceu.
Mor: - Que isso, tem um monte de macho chupando o cú da minha mulher, não podem fazer isso aqui não, tem que vir para o quintal para mostrar para todos.
No meio do quintal por cima da grama colocaram um colchão e o mor disse. Acho que a coisa vai começar. Novamente, quem queria podia comer o cuzinho o a buceta, minha ou da Paty. Sei que a festa foi longe. Lá pelas 2:00 da manhã que a fome foi aparecer. Já não tinha mais muito pica dura a essa hora. Fomos entãos nos abastecer de churrasco, e sentando no colinho do maridinho.
O frio batia e abraçado do meu amor, fui dormir. A Paty, pelo que ouvi dizer ainda ficou mamando algumas rolas ainda de ir para cama.
A farra foi boa, e só para avisar, sempre com camisinha, sempre. Quero continuar a ser a putinha do meu mor por muito, mas muito tempo.