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06 de Abril, 2017 às 13:56 Por: Malu

Transando com um careca pintudo

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Eu viajava sempre para o Paraguai como sacoleira. Ia buscar produtos e cigarros lá. Como pagar passagem de ônibus todo dia saía caro, o jeito era contar com a boa vontade dos caminhoneiros em dar carona. Todos os dias era aquela luta. Fizesse sol ou chovesse, frio ou calor, lá estava eu e minha prima na BR, esperando carona. Geralmente, os caminhoneiros eram mal cuidados e,alguns até relaxados. Não dava para sentir tesão por eles.Eu sempre tive uma inclinação para ser puta. Acho que em outras vidas já fui. Já quis ser estuprada, desejei que me comessem mesmo menstruada. Adoro dar de quatro, papai e mamãe, em lugares perigosos onde podemos ser pegos, em pé, na mesa, deitado. Com uma pica bem grossa. O importante é eu sentir um pau grosso dentro de mim e duro. Não é qualquer coisa que me satisfaz. Certa vez, uma amiga me disse que tenho apetite sexual de homem. Se eu tivesse um macho meu, daria todos os dias para ele.
Numa dessas viagens conheci o Roni. Careca, 1,67, branco, gordinho e barrigudo. Tudo que eu sempre evitei. Não era o tipo de homem que me apetecia não. Não era meu principe encantado. Começamos, eu e minha prima, a viajar com ele, no mínimo, três vezes por semana. Um dia tive que ir sozinha com ele. Ele era muito educado, respeitador, pagava lanche para a gente. Nesse dia que fomos sozinhos, o caminhão fundiu o motor e até vir o socorro, que não demorou muito, mas demorou o suficiente, ficamos dentro da boleia conversando. Eu estava de short, o que era raro, e minha calcinha era frouxa, ele meteu o dedo na minha xoxota e começou a mexer devagar e foi aumentando a intensidade de tal maneira que gozei em sua mão. Antes que eu pudesse me recompor, o mecânico chegou e o Roni saiu lambendo os dedos. Eu, atordoada do jeito que estava, comecei a arrumar a roupa, sem graça. O mecânico percebeu o que aconteceu, deu um sorrisinho e foi arrumar o caminhão. Seguimos viagem em silêncio. Fiz minhas compras e voltamos juntos. Nada mais aconteceu. Apenas na despedida, ele disse que se arrependia de ter me bolinado, pois, percebeu que eu estava chateada.
Eu disse que não foi nada. Mal sabia ele, que se ele me pedisse a bucetinha, eu dava com gosto. Dava o cu, dava qualquer buraco que o pau dele entrasse.
Cheguei em casa nervosa, tomei um banho frio e fui para a cama. Tive que me masturbar várias vezes durante a noite e mesmo assim não estava satisfeita. Queria o pau daquele careca dentro de mim.
Nos dias seguintes não o vi. Ele ia passar a páscoa com a família dele, em São Paulo, onde morava. Foram dias terríveis, eu queria ele, me masturbava todos os dias, várias vezes no dia e nem assim passava aquela agitação e nervoso.
Uma semana depois ele veio. Minha prima não pode ir com a gente. Fomos sós. Ele tinha que carregar o caminhão com madeira e ia demorar bastante. Fomos ao Paraguai, fiz minhas compras. Ele disse que almoçaríamos e descansaríamos em um hotel até o rapaz da madeireira avisar que o caminhão estava carregado. No restaurante, sentamos lado a lado. Eu ainda não tinha visto nem tocado no pênis dele, não sabia que cor era, de que tamanho era. Quando derrubei o garfo e me abaixei para cata-lo, vi como seu pau era enorme e não resisti. Comecei a tocá-lo e masturbá-lo ali mesmo. Parece que o Universo conspirou a nosso favor, deu um apagão de mais ou menos quinze minutos, e eu, que detesto sexo oral, chupei o pênis do Roni como se fosse o melhor sorvete do mundo. Ele gozou no calção, ficando todo melado. Suas mãos também não ficaram paradas, ele enterrou seu dedo no meu ânus, mas eu não me senti a vontade porque nunca tinha tido experiências lá atrás. Quando as luzes voltaram, tínhamos gastado vários os guardanapos, tentando limpar a porra do calção dele. Roni comeu bem pouco. Eu não entendia o porquê. Mas, ao adentrar no quarto, ele mandou eu tirar a roupa, puxou minha calcinha do lado e mostrou para que veio. Meu tesão era tão grande, maior que o pau duro dele, que eu gozei rápido, foi a primeira de muitas gozadas. Na hora de tomar banho, não tinha água e eu fui do Paraguai até minha cidade, sem me lavar e cheirando a porra. Mas, valeu a pena. Nunca imaginei que iria pirar por um careca, gostoso e pauzudo como ele. Sua pica era uma rocha.
Pena que, como bom sagitariano, ele era putanheiro e comia minha prima também. Depois de muitas fodas na boleia e nos quartos de hotéis, eu descobri a traição, terminei o relacionamento e a amizade com minha prima.
Mas, confesso que não esqueço daquela pica doce, dura e grande dentro de minha boca e de minha xota. Já tive mais de 30 machos e nenhum era gostoso e me fez gozar como o Roni.

Comentários

07 de Abril, 2017 às 17:21
Gladiador
Qta imaginaçao sem saber que metade da historia é fantasiosa aonde que um motor fundido seria concertado no mesmo dia kkkkkk este conto esta mais para fantasia que realismo muita imaginaçao sem concordancia Nota 0000000

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