Há muitos anos que eu mesmo não via minha irmã gêmea por conta do trabalho em excesso e por estar ocupado com a família. Ela também não ia me visitar nunca, talvez por não se dar bem com a minha mulher. Infelizmente eu não me casei com a melhor mulher do mundo, mas ela é uma boa mãe pros meus filhos e disso eu não posso reclamar. Dessa vez a Nanda resolveu dar uma nova chance pra Luna, que não gostou muito da ideia, mas concordou por ser minha irmã e nosso aniversário.
Depois do bolo ter acabado e com ele a festa, todos ficamos mais à vontade na sala, conversando até algumas horas da noite. Minha esposa foi dormir, as crianças também e minha irmã idem. Geralmente à noite eu ficava com um tesão insuportável e meu pau estava visivelmente duro por baixo da calça de moletom. Não é muito grande, tem 16 cm e levemente torto para a direita. Eu já estava com a mão por dentro da cueca, tentando me aliviar quando eu ouvi um risinho baixo, quase sussurrado e bem familiar, mais próximo que eu imaginava.
— Tsc, tsc. Que coisa feia, maninho. Quantos anos você tem, 14? — Nanda estava usando um vestido colado e azul, que realçava sua pele bronzeada e marcava os seios grandes. Os cabelos iam até a cintura, negros, como os olhos dela. Era linda e mesmo sendo minha irmã gêmea, até mais bonita que eu.
— Nanda! Nossa, eu não sabia que você estava aqui. Que merda... — Resmunguei e coloquei a calça pra cima, um pouco envergonhado. Fernanda sentou-se no sofá, ao meu lado e o vestido subiu um pouco pelas suas pernas. Eu achava que meu pau não podia ficar mais duro e eu nem sabia porque estava assim perto da minha própria irmã, mas tudo aquilo era antigo e eu sentia uma coisa por ela desde mais novo.
— Eu sei... você não transa. Que bom que isso está prestes a mudar. — Foi a única coisa que ela disse antes de agarrá-lo com força, sentindo ainda por cima da calça. Eu gemi de surpresa e ameacei levantar, mas ela já havia baixado minha roupa.
Eu estava em pé na sala e minha irmã gêmea ajoelhada na minha frente, com aquela cara de safada que só ela tinha e sua boca estava a centímetros da cabeça do meu pênis. Impossível dizer não. Puxei na parte de trás de seu cabelo e forcei sua boca contra ele, e ela o chupou, tão maravilhosamente que eu estava quase gozando. Compreensível, porque eu não transava há meses e ela fazia aquilo tudo tão bem. Pior de tudo era a adrenalina de ser chupado enquanto minha esposa dormia no quarto do lado.
Sua língua quente ia e vinha e os dedos estavam fechados na base. A sua outra mão acariciava minhas bolas, que tiveram a atenção especial de sua boca. Ela estava me chupando como uma vadia, esfregando o meu pau na própria cara, cuspindo, me masturbando com as duas mãos até que eu não aguentei e gozei na boca dela. Fernanda sorriu e engoliu tudo. Ouvi um gemidinho saindo de sua boca gostosa depois que ela havia bebido a minha porra, como se quisesse mais.
— Deita no sofá, vai. Que eu vou chupar você agora. — Eu falei. E não é que ela já estava sem calcinha? Ri da sua malícia e apreciei a vista de sua vagina molhada. A sensação era de ter conseguido o troféu depois da batalha... e que batalha! Eu me sentia extremamente vitorioso e não esperei mais nenhum segundo para cair de boca naquele clitóris. Minha irmãzinha tampou a boca pra ninguém ouvir nada e se contorcia, na ponta da minha língua. Ela ficava cada vez mais excitada e chegou até a puxar meu cabelo, grunhir. Penetrei dois dedos dentro dela, toda molhada e quente, e ela se apertou contra os meus dedos. Fodi a vagina dela ao mesmo tempo que movia a língua e um polegar em seu grelinho. A mão que não segurava meu cabelo arranhava o sofá, e decidi que era hora de comer ela mesmo.
— Aqui não. — Ela disse ao perceber minhas intenções. Ela cambaleou pra fora do sofá e eu vi que o líquido dela escorria pelas pernas. Andou até o quarto de hóspedes e deitou de bruços pra mim, com aquela bunda grande e durinha pra cima. Nossa, eu quase enlouqueci. Peguei no meu próprio pau e quase pulei em cima dela. Afastei as pernas e a puxei mais pra cima. Meus dedos não se contiveram e eu meti no cuzinho da Nanda, que soltou um grito sem querer. Estapeei sua bunda em resposta e fechei a boca da minha irmã com a mão. Com a outra, segurei em sua cintura e posicionei meu pau na entrada da sua bucetinha e rocei. Fernanda rebolava contra mim e eu sussurrei o quão vadia ela era antes de fodê-la. Tudo aquilo me deixava louco e com muito tesão, mas eu precisava me segurar pra não gozar, bombando dentro da minha própria irmã, a cabeceira de madeira batia na parede. O mundo parecia que ia ruir e eu não me importava, não enquanto comia ela. De quatro ou em pé na cama. Nanda gemia baixinho e eu xingava ao seu ouvido, chamando-a de puta, vadia, piranha. Eu podia ter certeza que estava me apaixonando por ela e aquele rebolado que só ela tinha. Ela gemia meu nome, sentada no meu colo e a gente se beijava loucamente.
— Você é minha, Fernanda. — Eu disse com autoridade, segurando em sua bunda pra ela pular com força no meu colo. Já era tarde da noite e eu já tinha gozado muitas e muitas vezes.
— Só sua, meu gostoso. — Ela respondeu entre gemidos e logo seu orgasmo chegou de novo. Eu caí de costas no colchão, cansado demais pra continuar e ela parecia cansada também. Rebolou e cavalgou a última vez, com as unhas fincadas no meu peito antes de cair e dormir por cima de mim. Meu gozo estava dentro dela, guardado de presente.
Logo cedo eu levantei. Peguei minhas roupas espalhadas pela sala e me esgueirei até o quarto e deitei ao lado da minha mulher, com um sorriso no rosto, e dormi até ser acordado pelo seu grito da cozinha.
Acordei mesmo não querendo. Era dia de trabalho e eu precisava ir. Meu corpo estava quebrado mas eu me sentia melhor do que todos os outros dias, depois de vários meses. Cheguei na cozinha e ela estava lá, usando um pijaminha curto, com a bunda voltada pra mim, apoiada na ilha da cozinha. Eu podia sentir meu pau latejando por baixo da calça de dormir.
— Leva sua irmã quando for pro trabalho, Flávio.
— Claro, pode deixar. — Apertei a bunda da minha irmã quando garanti que minha esposa não estava olhando e fui logo me aprontar pra levá-la onde ela quisesse.