Me chamo Raquel, 42 aninhos, moreninha safadinha dos seios grandes, casada mas liberada.
Estou desempregada e como meu marido está procurando um imóvel novo para sua empresa, fui com ele visitar alguns imóveis com um corretor. Como o corretor era nova, uns 25 anos, sem aliança, resolvi dar umas piscadinhas para ele enquanto olhávamos os imóveis. O safado retribuiu com sorrisos. Tínhamos mais um imóvel para visitar então pedi para o mozão dar um desculpa e falar que nos encontrava no imóvel em 30 minutos.
Eu: - Tá mor, vou com ele para já ir dando uma olhada no imóvel.
Realmente o imóvel era o melhor que tínhamos visto naquele dia. Pintura nova, piso todo maderado, gostei muito. Mas não foi disto que gostei. Chegando lá pedi para ele fechar a porta e dei um sorrisinho de canto. Ele entendeu.
Foi se chegando perto e eu também. Meti-lhe a mão na sua pica por cima da calça jeans. Já estava meia bomba.
Eu: - Hummm. O que é isso?
Ele: - É o brinde para inquilina safadinha.
Eu: - E como ganha?
Ele: - Só pedir.
Eu (enquanto ele já estava beijando o meu pescoço): - Eu vou querer.
Ele: - Eu sei.
Me encostou na parede e começou a apertar minha bunda, a subir minha saia, chupando meu pescoço e descendo até os seios. Abaixei a blusinha e tirei o sutiã. As tetonas safadas caíram na boca dele. O safado mamava vem, Fiquei ali, pressionada na parede sendo chupada nas tetas e dedada na buceta, enquanto alisava a rola por cima do jeans.
Ele: - Sua puta, pensa que não percebi que é uma putona.
Eu: - Eu. Eu sou casada.
Ele: - Safada.
Tirou a rola para fora e abriu as pernas naquela posição de homem safado. Confesso que fiquei de boca aberta com o tamanho e a grossura.
Eu: - Hummmm, que coisa linda.
Tirei a camisa e a sainha e fiquei só de calcinha e salto alto. Me agachei e cai de boca, mamando feito criança com o pirulito na boca. O Som da mamada ecoava naquela sala vazia. Como o mor estava para vir me levantei rapidinho.
Eu: - Me fode que o corninho já vem.
Ele: - Safada, mas estou sem camisinha.
Eu (tirando a camisinha da bolsa):- Aqui seu desprevenido.
Ele: - É muito puta mesmo. Que mulher casada leva camisinha na bolsa.
Eu: - Para de falar e me come.
Ele me socou ali na parede mesmo. Eu apoiada e de pernas abertas e ele por trás em pé me socando. O barulho era enorme. Dava impressão que a vizinhança inteira ouvia.
Eu: - Goza logo seu safado.
Ele: - Caraaaaalhhooooooo…
Eu: - Fode, fode a putinha do seu cliente, fode.
Ele: - Puta que o pariuuuuu. (gozou gostoso).
Mal ele tira a pica de minha buceta a buzina do carro do mor toca. Me vesti correndo enquanto ele arrumava a calça e a camisa, já bem amassada. Destrancou a porta e o mor já estava esperando. O mozão falou que a cara dele estava gelada, pensando que ele poderia desconfiar. Tadinho, mal ele sabia que o mor sabia de tudo.
Conversamos e ficamos de mandar a papelada para imobiliária com uma contraproposta já que o valor do imóvel estava caro. Vamos ver.
Beijos a todos, da sua Raquelzinha.
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11 de Agosto, 2017 às 13:31
ola td bem sou admirador bons contos , adorei o seu me escreva [email protected] |