Sou Raquel, 41 anos, casada a 5, moreninha clara, petinhos grandes, bundinha média e com o cuzinho igual casa de mãe, sempre cabe mais um. Liberada pelo maridinho e cada vez mais viciada em sexo.
Como já contei, mudei-me de uma casa para um aparatamento, o prédio é novo e os novos inquilinos estão se mudando aos poucos. Nesta semana mudou o vizinho da frente, um casal da nossa idade e um filho de uns 16/17 anos, mas muito bobinho. Para quem leu meu contos sabe que adoro um garoto novinho.
Naquele dia nem esperava nada, quando cheguei em casa, lá pelas 20:00hs, com várias sacolas de mercado, sai do estacionamento e encontrei no elevador o tal garoto, ele educadamente se ofereceu para ajudar. Eu, claro não recusei. Não que estivesse pensando em algo, mas porque estava pesado mesmo.
Subimos e ele me ajudou a colocar as sacolas na cozinha, perguntei de onde eles estavam se mudando, e tal. Como sempre, perguntei se ele tinha namorada, homem quando houve essa pergunta, não importa a idade, sempre fica imaginando que a mulher esta querendo alguma coisa. Batata, ele disse que não. E o elogiei falando como um garoto tão bonito poderia não ter namorada. Ele ficou todo todo.
Eu: - Quer comer alguma coisa. (com um sorrisinho no olhar. Se colar colou).
Ele: - Depende. (senti que podia rolar, resolvi fazer o jogo).
Eu: - O que vc gosta, pode uma coisinha molhada e quentinha.
Ele: - Se for saborosa.
Eu: - Pode ter certeza, saborosissinha.
Ele: - Nem imagino o que pode ser.
Eu: - É rosinha, e estou louquinha pra te dar.
Ele: - Mostra então. Quero ver.
Eu: - Acho que eu não tenho coragem? Cheguei pertinho dele e passei levemente o dedo sobre seus penis que já estava meio duro sob a calça.
Eu: Só mostro se vc mostrar o seu também.
Ele, meio assuto: - Caramba. Seu marido não vai chegar não?
Eu: - Vai, mas mais tarde, dá tempo de eu te mostrar. – pequei ele pelo braço e o levei até o sofá, perguntei novamente – Quer ver mesmo, depois não me venha falar que não queria.
Ele, Já com a pica toda dura sob a calça: Claro quer quero.
Tirei a bota e comecei a descer então lentamente minha calça, ficando somente de calcinha. Me sentei no sofá e tirei a calcinha para o lado, e mostrei minha xaninha lisinha e já brilhando de tesão.
Eu: - O que vc acha. Já viu bucetinha de mulher casada?
Ele: - Não, nunca vi uma.
Eu: - Então vem chupar a bucetinha da putinha do seu vizinho.
O garoto cai de boca, me chupava deliciosamente, e eu esfregava sua cara na minha buceta. Segurava sua cabeça e levava sua boa para cá e para lá na minha periquita. Eu: - Chupa safado, chupa a puta do visinho, chupa.
Caralho, como a língua daquele garoto é gostosa, ele beijava, soprava e lambia de uma forma profissional. Fiquei toda arrepiada. Ele queria tirar a cara da minha buceta, com certeza para me comer, mas eu não deixava. Segurava sua cabeça e esfregava novamente na periquita, te gozar na cara do garoto.
Já gozada, com a buceta toda melada, pedi para ele pegar um preservativo no aparador. Ele nem questionou, pegou o preservativo, agasalhou o penis, que não era muito grande não, acho que uns 15 centrimetros, mas bem duro. E socou loucamente na minha buceta.
Eu: - Ai, ai, ai... Soca, soca, soca na minha buceta, soca. Vai garotão safado, fude a sua vizinha, fode.
Ele não resistiu muito, em 3 minutos tava gozando na minha buceta. Tirei a camisinha que estava cheio de porra e guardei. O garotão com o sorriso de um lado ao outro da cara.
Eu: - Agora melhor vc ir embora, outro dia a gente se diverte mais.
Ele: - Estou a disposição a hora que precisar. Viu.
Eu: - Safado mesmo, não tem vergonha não de comer a mulher do visinho? (rindo)
Ele: - Eu não, safada é a mulher do visinho que dá para o filho do outro. (rindo).
Estava sentada e ele já de pé colocando as calças, não resisti e dei uma mamada naquela piroca novinha.
Eu: - Outro dia ponho essa piroca no meu rabo.
Ele: - Safada.
Nos despedimos e ele foi embora feliz. Maridão chegou, a primeira coisa que mostrei para ele foi a camisinha cheia de porra.
Eu: - Sabe quem me comeu hoje?
Mor: - Seu patrão?
Eu: - não, to frio.
Mor: - o porteiro?
Eu: - não, ta quente.
Mor: - O novo visinho?
Eu: - Quase, o filho dele.
Mor: - Safada mesmo. Não sabe ver uma piroca novinha que já quer fuder.
A essa hora já tinha tirado a camiseta e esparramado o esperma do garoto nos meus seios, mostrando para o corninho safado a porra do filho do visinho.
Eu: - Sente a porra do garotão.
Ele, safado, esparramava a porra toda pelos meios seios: - Que porra escorregadia. Que pelo que não está quentinha.
Eu: - Seu corno mesmo. – Enquanto o chamava de corno, alisava sua piroca safada, a tirava para fora e caia de boca.
Mozão, recebendo um boquete: - Quero você trepando com ele quando eu estiver em casa. Mas desta vez vai ter que tomar no cú, sua safada.
Eu, tirando a pica da boca: - Por isso que te amo mor, porque sabe do que eu gosto.
Mor: - Vai puta, chupa a minha pica pensando nele, chupava.
E eu fazia um boquete no maridão, labendo frenéticamente a cabeça da sua pica, chupando o seu saco, o deixando todo babado. Me levantei, pus as mãos na lateral do sofá e deixa a buceta a mostrar.
Eu: - Vem corninho, vem fuder a buceta usada da sua mulher, vem.
Mor: - Amo essa buceta usada. – E socou feito criança até me encher de porrra quente.
Adoro esse maridão corno.