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01 de Março, 2017 às 08:24 Por: wK1

Trepando no bar (BOTECO) na sexta-feira de carnaval

tags: Casada putinha; Carnaval; Suruba;
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Sou Raquel, 41 anos, casada a 6 aninhos, moreninha clara, peitinhos grandes, bundinha média e do bem, bem assanhadinha.
Na semana anterior de carnaval. Encontrei o Cacal (um pintor com quem já tinha trepado) trabalhando no nosso prédio e cobrei ele:
Eu: - Cacal, vc por aqui??? Pensei que me esqueci. Está me devendo uma Gang com seus amigos.
Cacal: - Caralho, não esqueci da senhora não. Se quiser podemos marcar com a turminha lá do bairro?
Eu: - Nos eu bairro? E é seguro?
Cacal: - Claro, madame. A gente não é bicho não.
Eu: - Sei que não são, mas homem no cio não se segura não. To fora de ser estuprada.
Cacal (rindo): - A senhora ser estuprada?? Mais fácil a senhora nos estuprar.
Eu: - Seu safado.
Cacal: - Mais tarde falo com a senhora.
Dali a uns 30 minutos a campainha de casa toca, era o Cacal na minha porta. Abri a porta e atendi ali mesmo.
Cacal: - Posso entrar.
Eu: - Não querido, o corninho está em casa.
Cacal: - Opa.
Mor, gritando lá de dentro: - Quem é Mor??? (só para dar mais tesão, é claro que ele não virá vir quem é)
Eu (me assanhando): - Pode falar, mas fala baixo. Conseguiu os machos?
Cacal: - Consegui sim, tudo gente minha. Será no boteco do Chicão. Vamos fechar o bar só para senhora. Fechamos em 6 pelo menos.
Eu: - Hummm, tô gostando. (passando a mão na rola dela, por cima da calça).- Quem ver como ela está (pegando a mão dele e passando na minha xota já molhadinha).
Cacal: - Senhora é muito safada mesmo.
Eu então coloquei a mão por dentro da calça dele enquanto disfarçava na porta: - Imagina.
Eu: - Mas vou levar uns amiguinhos meus por segurança.
Cacal: - A senhora dando conta dos machos, sem problema.
Eu: - Tá duvidando de mim mesmo, né?
NIsso o mozão chega na porta e pergunta: - Opa, tudo bem.
Eu, disfarçando: - Esse é o Cacal, ele pintou nossa casa, lembra. Tava no prédio e perguntou se estamos precisando de outro serviço. Tava pensando em mandar ele fazer aquele grafiato que queríamos na sala.
Mor: - Pode ser, deixa o telefone com a minha mulher que ela te liga.
Cacal (dando-me o seu cartão): - Beleza, então vou indo. A hora que a senhora precisar do serviço é só me ligar.
Assim que ele saiu o mor: - Putinha mesmo, marcando um trepada com o marido em casa.
Eu: - Ele gosta.
Passei a mão na pica do mozão e estava durona. Bati um boquete ali mesmo, até ele encher minha boquinha de porra.
Na sexta-feira convidei o Sr Paulo e o Carlão, amigo do meu marido para me levarem no boteco. Os dois já me comeram várias vezes. Então fomos os 3 no dia. Eu já toda preparada, de vestidinho leve, sem calcinha, batom e unhas vermelhas, cabelo enrolados, bucetinha raspadinho pelo corno para os comedores se deliciarem. Chegamos no local e era um literal boteco. Cacal nos recebeu com uma cerveja e nos apresentou aos demais machos que já me esperavam. Até que não eram muito feios não. Mulecada nova na faixa dos 20/30 anos.
Só tinha 5 homens, mas tudo bem, mas os 2 que levei seriam 7 e já estava de bom tamanho. Cacau baixo a porta do bar e ficou um pouco mais escuro, apesar de a porta dos fundos estar aberta e a luz entrar pelos fundos. O Sr Paulo foi lá dar uma conferida se não tinha nada de estranho, mas não tinha não. Era apenas os 5 mesmo já com as rolas para fora. eu putinha que sou não perdi tempo e cai de boca. Paulo Ficou só rindo e olhando para minha voracidade de puta.
Carlão não ficou de bobeira não e colocou a piroca para fora. Chupara vas 6 picas, tirando uma e colocando outra na boca. Eles me pegaram e me colocaram em cima da mesa de sinuca. Abri bem as pernas e só sentia diversas línguas no minha xota. Fechei os olhos para apreciar melhor aquela homarada louca para me foder.
Me pus de quatro na mesa e pedi para lamberem meu cú. Fizeram filas e sentia lingua quase dentro do meu rabo. Perguntava: - Gosta de cuzinho, gostam?
Eles riam e repondiam que gostava de rabo de puta.
Eu: - Então vcs vão ter, vão ter muito cú de puta hoje. Tá liberado a vontade.
Mal desci da mesa de sinuca e um já veio por traz e me enrabou, abaxei a cabeça e logo 2 picas apareceram para eu chupar. Chupava as duas enquanto era enrabado pelo terceiro. Paulo só olhando e conferindo se todos estavam com camisinha, pois sou puta mas não burra.
Sei que todos me comeram meu rabo. Um atras do outro revezando a vez.
Eu: - Vai aproveita que nem todo dia tem uma puta para vcs enrabarem de graça. Pete essa rola com vontade.
Um a um foram gozando no meu cú. Nenhum quis gozar na minha xota. Nunca vi como homem gosta tanto de rabo. Sei que gozo mais dando o cú, então gozei 2 vezes com a rola dentro do meu rabo.
Na segunda rada então perguntei: - Ninguém vai comer minha buceta não.
Ai sim eles trocaram o buraco e novamente me fuderam. Sei que não deixei ninguém insatisfeito. Eles me comeram sem parar, e é claro, me chamavam de puta, cadela, vaca. Essas coisinhas que estou acostumada. O suor corria na pele de todos então propôs irmos para fora e continuarmos a foda lá fora. O muro do lado era razoavelmente baixo e o tesão de poder ser vista trepando com um monte de homem me atiçava. Fui peladinha para fora e pedi novamente pica no rabo.
Sei que aquilo me deixou louquinho de tesão e gozei freneticamente, tentando não berrar demais. Sr Paulo só na punheta me observando. Perguntei: - Não vai me comer não Sr. Paulo?
Paulo: - Depos, depois.
Trepamos até as dez da noite, levando ainda gozada na cara, nos peitinhos, até que não tinha mais nenhuma pica dura. Me despedi de todos eles, agradecendo ao Cacal a gang-bang delicioso que tinha me proporcionado. Acho que estou viciada em suruba.
Saimos e o Sr Paulo deixou Carlos na casa dele. fez eu ficar peladinha no banco de traz enquanto me olhava pelo retrovisor. Disse-me. Agora nós vamos trepar.
Eu me sentindo totalmente usada por aqueles machos e ao mesmo tempo com o tesão lá em cima ainda, querendo rola, rola, muita rola.
Me levou até um motel é claro, e quando entro quem eu encontro me esperando. O corninho que tanto amo. Já com a piroca dura. Me tascou um beijão na boca que ainda cheirava a rola de macho, e carinhosamente me pergunta no ouvido: - Tá com o cuzinho arrombado mor, tá?
Eu: - Claro que tá mor, tá largo largo para vc.
Me pôs de quatro na mesma hora e me enrabou, enquanto o Sr Paulo dava sua piroca para eu chupar. É claro que queria uma DP com os meus machos. Sr Paulo no meu rabo e mozão na minha xota. Rebolei, gemi até gozar com os dois também gozando nos meus buraquinhos (eles me comem sem camisinha). Tiraram as 2 picas ao mesmo tempo e escorria porra dos 2 buracos. Mozão é claro não resistiu e fotografou meus buracos arregaçados e todos cheios de porra.
Sr Paulo : - Caralho, sua esposa é muito gostosa mesmo.
Mor: - Nossa esposa Sr Paulo, nossa esposa. E que putona ele é.
Eu: - Ai, assim ficou com vergonha.
Eles riram e me deram mais pica para chupar. É claro que o sexo foi a noite toda até dormimos os 3 juntos já esfalecidos de tanto sexo.

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