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17 de Agosto, 2016 às 19:31 Por: uirapuru

Tudo começou na rodoviária II

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Tudo começou na rodoviária II
Finalmente chegou o grande dia. Após uma cuidadosa ligação à tarde do dia anterior, marcamos para o dia seguinte o nosso esperado encontro. Ela estaria numa certa rua às sete da manhã para aproveitarmos bem o nosso meio expediente. Eu a procurava e não a via. Ainda bem que o celular foi inventado.
-Onde está você minha linda?
-Já estou aqui perto daquela loja de eletrônica. Algo deu errado com nossos relógios e acho que estou adiantada.
- Sem problemas, já te encontro.
Acelerei um pouco mais, visto que ela estava bem à minha frente. Quase me faltou o ar quando a vi. Vestida com uma roupa bem soltinha, andar gracioso e aquela bunda de arrasar fazendo qualquer um olhar para trás. O vestido era de um tecido bem fino mas sem parecer vulgar. Nem curto nem longo demais. Uma dama muito fêmea. Parei ao lado dela e ela entrou já dando um show de pernas. Perfume inebriante, um botão propositalmente aberto mostrando um pouco daqueles magníficos seios e já deu uma vontade louca de cair de boca.
-Eu também estou morta de vontade mas vamos logo daqui. Meu marido deve estar por aqui em cima de um desses telhados consertando uma antena de tv.
Mais que depressa sumimos dali e fomos para um motel numa cidade vizinha, já que a nossa é muito pequena e muitos nos conhecem. Longe do perigo meu coração volta a bater mais compassado. Um olho na estrada e um beijo rápido acompanhado de um bom dia. Rimos um pouco mais aliviados. Aproveitei para sentir aquelas pernas. Que maciez! Pena que com o carro em movimento tudo é mais complicado. Fui com a mão até onde pude. A calcinha era tão pequena que parecia não existir. Ela achou melhor baixar o vestido com medo de algum motorista vê-la. Pude sentir o mamilo direito dentro de um soutien minúsculo. O biquinho estava rígido. Como demora para vencer os poucos quilômetros que nos separam do paraíso.
Afinal chegamos e achamos por bem o número 17. Ao fechar a porta da garagem do motel, era difícil saber quem estava com mais “fome” do que o outro. Era um tal de enfia a mão aqui e deixa enfiar ali, chupei aquele peito maravilhoso com as duas mãos apertando aquela bunda magnífica. Ela procurava tirar meu pau, desesperada para colocá-lo na boca e quando o fez quase perdeu a respiração. Era puro desespero de causa. Que delícia vendo aquela mulher que mais parecia um bloco de gelo e agora parecia que daquilo dependia sua vida. Como chupa gostoso! Achamos melhor parar tudo aquilo e caírmos no chuveiro. Ajudei-a a tirar o vestido, o soutien e a calcinha. Dei um beijo naquela buceta, que, afinal, não era uma buceta qualquer. Essa era daquele tipo que qualquer homem fica doido. Uma buceta cheirosa, apetitosa e saliente. Poucas mulheres esnobam uma assim. Chega perto da famosa “pata de camelo”, gordinha e de pelos bem curtinhos. Ela dizia que não podia ficar lisinha porque sua pele é muito sensível. Mas daquele jeito já estava bom demais. Fomos ao banho. Tentem imaginar uma mulher daquele porte totalmente ensaboada e de costas para mim. O pau duro como uma rocha e esfregando naquela bunda deliciosa e cheia de sabonete líquido . Ela deu um abaixadinha e era só o que eu queria no momento . Foi encostar a cabeça do meu pau e ele foi engolido facilmente por aquela buceta faminta. Para melhorar ela deu uma “mordidinha” nele. Aquela apertada gostosa que, se bobear, a gente já goza. Abraçando-a por trás e com as mãos naqueles peitos escorregadios, levei uma das mãos no grelinho dela. Um suspiro de tesão e um reforço com uma das mãos, ela apertou a minha mão contra a própria buceta. Enfiei dois dedos lá dentro com muita cautela pois já estava preenchida com meu pau. Com os três lá dentro ela uivou de prazer. Gozou com muita vontade minha fêmea. Como dizia um famoso cantor, a mulher tem que ser uma dama na sociedade e uma puta na cama. Acabamos de tomar nosso banho e fomos para a cama. Lá, caí de boca naqueles peitos durinhos e uma das mãos massageando aquele grelinho inchado e escorregadio de tanto suco que ela punha para fora. Explorei sua caverna com dois dedos e fazendo um entra e sai, senti que estava gozando de novo. Caí de boca naquela buceta com medo de morrer afogado. Que delícia! Há tempos não chupava uma buceta com tanto gosto. Ela deitada de costas e com os dois pés apoiados nos meus ombros fazia um quadro lindo. Deixava à mostra até o cuzinho que, por sinal, não ficou sem carinho. Meti a língua nele e passeei a língua de cima abaixo. Ela se contorcia toda e gozou de novo. Aproveitei que mulher tem muito mais facilidade para gozar e repeti a dose até que ela se cansou. Tomamos um vinho, comemos um pedaço de queijo, uns bombons e parti para o ataque novamente. Logo aquela buceta linda deu sinal de vida e resolvi penetrá-la de quatro. Que visão panorâmica! Um rabo daqueles não é todo dia que a gente tem à frente. A buceta parecia uma visão do paraíso e ali eu meti gostoso, devagar e bem fundo. Ao enfiar o pau na buceta dela, o cuzinho se mexia parecendo querer abrir e fechar. Eu metia e alisava aquela bundaça acariciando o cuzinho. Gozei como um doido. Foi uma sensação muito forte. Esguichei bastante lá dentro e ela gozou junto apertando meu pau. Quando desci, ela caiu de boca e chupou até limpá-lo totalmente. Que carinha de safada ela fazia. Fomos tomar um banho com hidromassagem para descansar um pouco.
Na próxima vez contarei as sacanagens na casa dela tendo o marido por perto.

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