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07 de Agosto, 2016 às 21:42 Por: uirapuru

Tudo começou na rodoviária

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Uma manhã na rodoviária esperando por um parente e eis que vejo uma amiga que há anos não via. Cheguei a pensar que estava enganado. Muito bem vestida, salto alto e óculos escuros daqueles que encobrem boa parte do rosto. Nem me cumprimentou e eu fiquei sem saber o que fazer. Será que era ela mesma? Um corpo perfeito e bem melhor daquele que conhecera tempos atrás. O andar simplesmente de alguém em uma passarela, altiva e quase arrogante. Ela tem, sem sombra de dúvida, o quadril mais lindo que já havia visto. Os seios parecendo querer furar sua roupa, nem balançavam de tão durinhos. O porquê de não me cumprimentar, fiquei sem saber. Certeza de que era ela. E que perfume! Discreto mas avassalador. Após a chegada do meu parente, esqueci um pouco todo aquele visual, mas à noite alguém "pagou o pato" por tudo aquilo que presenciei. Como sorte é para quem tem, algumas semanas à frente encontrei com uma das irmãs que ela tem. Beijinhos, perguntinhas entre outras coisas e lá vem uma pergunta que me fez gelar:
-Você sabe onde mora a minha irmã Deise?
-Não faço a menor ideia. Por que?
-É que estou sem tempo e sem carro e já que vocês se conhecem, eu te peço um favor: Ela deixou esse casaco em casa e você poderia levá-lo para mim. Pode ser?
-Claro, para isso que servem os amigos. Qual o endereço?
Após dado o endereço, lá vou eu ver se "tudo aquilo" era realmente o que eu vira na rodoviária. Para meu espanto, se houvera alguma dúvida, deixou de haver. Ela havia passado por uma transformação significativa. Para mim, mulher tem que ter certos atributos e essa minha amiga agora tinha todos e alguns mais que eu viria a descobrir logo mais.
-Oi, Nilson. Há quanto tempo não nos vemos! Como você está?
-Oi Deise. Estou bem e feliz em vê-la novamente. Não sabia que você morava aqui tão perto de mim.
-Estive fora por algum tempo mas já estou aqui há dois anos. O que o traz aqui à minha casa?
-Na verdade sua irmã me encontrou e estava com muita pressa. Disse que você esqueceu esse casaco na casa dela e me pediu para trazê-lo. Para minha sorte, pude revê-la e saber que você está por perto novamente. Te vi outro dia na rodoviária e, na verdade, fiquei sem jeito de me levantar e te cumprimentar.
-Ora! Mas por quê disso?
Bem, é que fazia muito tempo que não a via, que fiquei sem muita convicção de que era você mesma.
-Nossa! Mas mudei tanto assim?
-Para te ser bem franco, você foi reconhecida por um atributo que só você tem.
-Há! Já sei. É a minha bunda que não consigo esconder.
-Tem razão, mas não foi só ela que te “entregou”. Foi o teu andar também. No total você estava linda. Bem, mas deixe-me ir embora pois notei essa aliança em seu dedo e não quero que teu maridinho fique com ciúmes.
Ele nem liga. Não precisa ficar preocupado. Venha outra hora aqui para nós conversarmos mais. A propósito, soube que você tem um escritório aqui na cidade. Qual o número de lá?
Trocamos telefones e fui-me embora. Ao entrar no carro notei um olhar bem caloroso me acompanhando. Em casa aquilo tudo mexeu com meus instintos e resolvi ligar para ela no dia seguinte.
-Bom dia Deise.
-Bom dia. Há quanto tempo! Rssssss
-Realmente esse “há quanto tempo” fez uma diferença e me deu vontade de te ligar. Ontem, quando conversávamos, você disse que teu marido não liga para ciúmes e estranhei, afinal você é de “fechar qualquer comércio”. Como pode ele não sentir ciúmes de um homem conversando com sua esposa?
-Na verdade nosso relacionamento está muito prejudicado. Ele é daquele tipo que goza, satisfaz a própria necessidade e que se foda o resto. Vira para o outro lado e dorme. Já que é assim, comigo não tem mais. Se quiser gozar vai ter que se masturbar. E é o que ele faz. Já peguei fazendo isso.
-E como ficam suas necessidades? Também fica no anonimato?
-Fazer o que né? Não posso me matar.
-Do meu lado também a coisa não está fácil. Sabe, depois de algum tempo de casados, a coisa fica meio estranha. Ora está cansada, ora com dor de cabeça e a semana vai embora a seco. Seria interessante se a gente se unisse para quebrar essa monotonia.
Na verdade eu esperei por uma bronca ou algo parecido. Essa minha amiga, talvez por escutar tanta baixaria por onde passa, que resolveu adotar um olhar de diretora de casa de correção. Não dá muita vontade de mexer com ela. Para o meu espanto, o que ouvi fez meu coração bater diferente. Ela disse:
-Taí um excelente ideia! Por que não? Podemos combinar alguma coisa?
Nossa! Eu nunca havia traído minha esposa mas a coisa aconteceu exatamente assim. Procurei me conter e ao meu entusiasmo e pedi a ela se possível um encontro antes de qualquer coisa. Meu receio seria de uma reação nefasta como uma ejaculação precoce ou uma sei lá o quê. Ela topou e dias depois ela me liga dizendo estar vindo para o meu escritório. Como trabalho sozinho, não vi grandes problemas como alguém chegar e nos “pegar com a mão na massa”, mas todo cuidado é pouco. Tratei de chupar uma balinha para amenizar um possível “bafo”, reforcei o desodorante e caprichei numa higiene rapidinho. O coração começou a bater mais forte. Logo depois ela ligava perguntando:
-
-Homem, onde você foi se esconder? Essa avenida é muito comprida e teu número não chega nunca. Estou sem carro hoje.
Fui até a porta e a vi ainda a uns duzentos metros da minha porta. Que andar lindo! Respondi que já estava perto e voltei para dentro já que “alguém” estava querendo pular para fora da calça. Puxei-o para cima para acomodá-lo melhor. A minha amiga entrou no escritório.
-Oi! Como isso é longe!
-Oi! Que bom que você veio!
Daí para a frente veio um beijo bem do saboroso e já que estava ali e o motivo era muito adequado, minha mão direita procurou o seio esquerdo. Ouvi uma interjeição de prazer e tratei de me aprofundar mais. Abri um pouco sua blusa e suguei seu maravilhoso seio. Pena que ali não era um lugar adequado para tanto mas, aproveitei a mão esquerda livre e puxei o “bruto” para fora. Acredito que tudo isso era esperado e ela adorou o que viu. Com muita maestria caiu de boca nele e o engoliu quase todo. Arrumei uma cadeira que estava perto e ela, sem nem largá-lo, sentou-se e continuou a chupá-lo como se estivesse morrendo de fome. Aquilo tudo era algo quase impossível de acontecer mas era verdade. Aquela mulher linda sugava meu pau que parecia prestes a explodir. Tivemos que interromper tudo aquilo antes que eu gozasse nela sujando-a toda. Não foi fácil para nenhum de nós. Como ela tinha ido de calça jeans, ficou difícil retribuir todo aquele carinho mas aproveitamos para nos amassar um pouco. Aproveitei para chupá-la mais um pouco e ela segurar mais um pouco ele. Com isso marcamos um dia para completar nossas vontades. Logo mais conto a sequência.

Comentários

08 de Agosto, 2016 às 13:56
Garoto Dotado
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08 de Agosto, 2016 às 13:56
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