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14 de fevereiro, 2016 às 22:54 Por: Carol Sheraik

UM ENCONTRO CASUAL E FASCINANTE

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Olá a todos, estou de volta, sou a Carol, morena, tenho 36 anos e sou casada com um coroa de 54, muito gostosão, mas adoro ter umas aventuras, essa que conto agora aconteceu em dezembro de 2006 eu, meu marido, meus filhos e nossa empregada fomos passar um fim de semana em nossa casa de praia que fica em Guaratuba, litoral agitadíssimo a 120 km de Curitiba onde moramos. Tudo corria na normalidade e no domingo de manhã meu marido saiu para pescar com uns amigos, meus filhos como sempre dormiriam até tarde, eu então sozinha, vesti meu biquíni daqueles de chamar a atenção de tão pequenino bem cavadinho no bumbum e a parte de cima deixando bem a mostra meu seios torneados, modéstia a parte na época no auge dos meus 34 anos, sempre fui esbelta, orgulho de meu corpo moreno, 55 kg bem distribuídos, mas como eu adoro caminhar, cobri-me com uma canga parecendo uma saia bem curta que me deixava mais sensual ainda, fazia um sol lindo de morrer, andando acabei encontrando Cláudio 48 anos, um amigo que temos de Curitiba, perguntou por Luiz meu marido, e sabendo que eu estava sozinha se ofereceu para caminhar comigo, aceitei numa boa tratava-se de uma excelente pessoa, nosso papo estava tão bom que nem percebemos que nos afastamos da parte movimentada da praia, estávamos num lugar quase deserto, chegamos num local onde havia umas pedras enormes, Cláudio já não disfarçava seus olhares maliciosos para meu corpo, e também eu não fazia nenhuma questão de ser diferente, até o insinuava, ele me convidou para um mergulho, tirei minha canga que servia de toalha e puxando-me pela mão entramos no mar, a água estava deliciosa, brincamos bastante e de repente, Cláudio passou seu braço pelo meu corpo e disse bem no meu ouvido, como o Luiz deixa uma deusa assim sozinha, ele tem muita coragem, sua voz soou com muita sensualidade, olhei bem dentro de seus olhos e respondi no mesmo tom, não estou sozinha, você esta aqui, sorri e como um convite mergulhei numa onda, Cláudio entendeu e foi atras de propósito, com a força da onda meu minúsculo biquíni desceu um pouco ficando a marca aparecendo e a parte de cima deixou um de meus seios pra exposto, ao emergir não arrumei e fiz de conta que não percebi meus pêlos aparecendo e meu seio de fora, Cláudio pediu licença e arrumou minha calcinha com suas próprias mãos, seu toque me desconcentrou toda, ele percebeu e quando foi ajeitar a parte de cima veio outra onda e nos jogou para traz, ele tentou me segurar puxando-me contra si, nisso a parte de cima do biquíni se abriu, quase nua, mergulhei de novo, agora eu puxando-o que caiu sobre mim, ao levantar-mos juntinhos o beijo foi inevitável, com o tesão que estávamos e com a presença de poucos casais por ali também procurando isolamento, ficamos só de cabeça pra fora dágua, como dois namorados, senti seu pau duro encostado junto a mim, tirei para fora e comecei a massageá-lo, Cláudio por sua vez puxava-me contra si, mergulhei e abocanhei aquela vara, e como era grande, chupava com vontade enquanto ele fazia o mesmo em meus seios, pescoço, foi demais, levantei e com minhas próprias mãos conduzi aquele cacete delicioso para minha buceta que latejava de tanto tesão, desatei o laço de uma lateral do biquíni para facilitar e aquela tora me penetrou devagarinho, senti entrar tudo até sentir suas bolas encostarem em mim, em pé mesmo transamos alucinadamente e gozei, mudando de posição, fiquei de costas para ele e fui novamente penetrada, naquele vai e vem, eu pressionava minha bundinha para traz até sentir seu líquido ejacular dentro de mim, nossa, gozei de novo, me sentia uma adolescente transando com um namoradinho, nossa loucura estava tão boa que quase não percebemos a hora passar, já era quase meio dia. Exaustos, nos relaxamos um pouco e fomos embora, no caminho de volta Cláudio como todos me perguntou se eu já havia traído o Luiz com outros caras, lhe respondi com cara de santa – Não! Nunca, você foi o primeiro, menti; Combinamos que ele e sua namorada nos visitariam aquela noite mas sem dizer que nos vimos, meu marido voltou a tarde da pescaria, quando chegaram, Cláudio nos apresentou sua companheira, jantamos todos juntos e na mesa nossos olhares se cruzavam disfarçadamente sem que ninguém pudessem perceber alguma coisa; Depois do jantar resolvemos sair para um barzinho dançante, dançamos, e as vezes trocávamos os pares e numa dessas oportunidade Cláudio bem com jeito me apertou por traz e disse que não conseguiu me tirar da cabeça o dia todo e que não via a hora de poder estar comigo de novo; Então combinamos de nos encontrar em Curitiba em outra ocasião que felizmente não demorou a acontecer. Hoje, sempre quando saímos nossa transa é cada vez mais louca, adoro estar com ele, mas é como todos os outros que aqui relatei e que alguns ainda continuo vendo e mantendo relação amorosas, todos sem exceção são apenas aventuras pois continuo a amar meu marido, corno claro, pelos chifres que coloco nele, mas sei de fonte segura que ele me coloca também, Adoraria receber e-mails com estórias assim, Sou de Curitiba, Quem quiser contato comigo mesmo que só pra bater papo, me escreva emails ou no face [email protected], ah, hoje eu e meu marido temos uma relação aberta e ele sabe de todas minhas aventuras, podem falar com ele tbem [email protected]. Beijos.

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