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23 de Outubro, 2016 às 21:07 Por: Sibila Markis

Um coroa, amigo de meu pai me tirou o cabacinho

tags: virgindade abuso coroa ninfeta
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Estava no primeiro ano do ensino médio e estudava no turno da tarde. Era uma sexta-feira. Quinto tempo dentro da sala de aula, quando minha amiga Kênia, que sentava na carteira ao lado me chamou para ir à piscina na amanhã do dia seguinte. Aceitei o convite, lógico!

Fui pra casa toda animada. Ao chegar em casa, encontrei o amigo do meu pai sentado no sofá da sala. Ele era muito “manêro”. Eu me amarrava no cara. Não era só pelos presentes, bombons que ele me dava, mas pela atenção que recebia dele.

Ele me ensinava química e batia altos papos comigo. Nos divertíamos muito jogando baralho, além dos filmes que assistíamos. Eram demais os momentos que passávamos juntos. Eu o admirava muito.

Quando ele chegava na minha casa eu saía correndo pra pular em seu colo enquanto ele subia as escadas. Gostava de sentar no colo dele, abraça-lo cobri-lo de beijos. Existia dentro de mim uma mistura de inocência e malícia. Ás vezes eu sentava no braço do sofá em que ele estava sentado e esfregava suavemente meus peitinhos no ombro dele. Eu adorava provoca-lo.

O cara era feio. Seu nome era Carlos Alberto, um engenheiro, de uns 40 anos. Ele tinha uns tiques nervosos mega estranhos no olho, canto da boca, na não. Mas era cheiroso. O físico pouco atlético, era alto e com uma barriga saliente. Eu o observava todinho.

Ah! Já ia me esquecendo!! Sibila é meu apelido, é assim que sou chamada desde criança. Por conta das crises de asma, eu sibilava. Fui crescendo e a asma acabando, mas o apelido ficou.

Sempre fui uma menina bonita, de boca delineada e carnuda. Pele clarinha, bochechas que ficam vermelhas quando fico envergonhada. Meus são olhos castanhos. Adoro meus cabelos longos e claros. Porém, naquela na época eu usava franjinha e os fios estavam pouco abaixo dos ombros. Minhas coxas são roliças e sou bem bunduda. A cintura e seios na medida certa. Ah! Sou baixinha! Mas essa parte você pula!

Sou uma verdadeira potranca fogosa desde novinha. Tenho noção disso. Não que eu seja uma menina marrenta e convencida. Mas a verdade é essa ué. Fazer o quê?! Sou gostosinha mesmo!

Eu e Carlos Alberto tínhamos uma ligação intensa e gostávamos muito um do outro. Quando ele chegava em minha casa, eu largava o que estava fazendo pra ficar com ele na sala. Ele fazia tudo pra me agradar e minhas risadas com ele eram altas. Mas quando nossos olhares se cruzavam, algo dizia que existia algo mais entre nós.

Claro que meus pais perceberam! Claro que meus pais não queriam aquele tipo envolvimento! Carlos Alberto era um homem maduro e casado. Então meus pais começaram a criar situações que nos afastavam. Fui matriculada num curso de informática e como minha mãe sabia da minha paixão por dança do ventre, ela me inscreveu na academia mais perto de casa. Essa eu adorei!

Mesmo assim a gente se encontrava e quando estávamos juntos eu percebia o quanto ele babava em mim. Seu olhar era profundo e ele observava meus movimentos, meus gestos, meu jeitinho de falar. Ria alto, dava gargalhadas. Se encantava com a menina que começara a se transformar em mulher.

Contudo eu também notava que ele fazia um esforço muito grande para resistir contra seus impulsos. Uma vez quando estávamos sozinhos na sala a mão dele ganhou vontade própria e começou a passear entre minhas coxas. Foi subindo, entrando embaixo da minha saia, chegou a tocar em minha calcinha. Mas ela recuou. Eu fiquei quietinha esperando que fosse além.

Eu era inquieta e não parava sossegada. Mas, quando percebi que ao sentar no colo dele seu pau ficava duro roçando no meu bumbum, meu fogo no rabo incendiava. Ele aproveitava pra fazer cosquinhas pelo meu corpo. Nessa hora e eu me remexia ainda mais. Discretamente suas mãos voluntariosas abusavam dos meus peitinhos. Minha mãe odiava quando me via aquelas brincadeirinhas no colo de Carlos Alberto, mandava eu sentar no sofá imediatamente.

Muita coisa rolou entre eu e Carlos Alberto antes daquela noite de sexta, véspera do dia na piscina com Kênia no clubinho. Foi uma noite que esquentou ainda mais aquilo que já estava fervendo.

Eram umas sete horas mais ou menos e estávamos só nós dois na sala. O amigo de meu pai estava sentado bem próximo a mim no canto do sofá. Eu, com caderno no colo atenta às explicações que ele me dava de química quando de propósito, deixei minha borracha cair no chão. Era um motivo pra eu me abaixar, deixar a camiseta cair um pouco e mostrar pra ele meus pequenos mamilos rosados.

Nesse dia ele não resistiu. O coroa me pegou pelo queixo e ergueu um meu rosto, olhou nos meus olhos, tentou me beijar e colocou uma mão na minha coxa, deslizando-a pra bem perto da minha virilha, até tocar na minha xoxotinha protegida pelo tecido do short de malha.

Aí quem correu do pau foi eu. Me bateu um medo!... Ele era um homem eu só uma menina. Ele casado e meus pais atentos a quase tudo que acontecia entre a gente. Juro que eu desejei aquele beijo. Mas no fundo, eu sabia que não podia ir além das brincadeirinhas.

Enfim, depois que ele fez aquilo fiquei sem saber o que fazer. A mão dele, macia, passeando pela minha coxa e os dedos tocando a minha bucetinha daquele jeito, me deu até um calafrio... Senti minha xoxota latejar na hora. Minha vontade era de abrir as pernas e deixar ele me tocar na minha pele por baixo do short. Vi nos olhos do homem que a vontade dele correspondia a minha. Mesmo com aquele clima de excitação, tentamos voltar aos estudos.

Na manhã de sábado acordei bem cedo e cuidei da depilação. Deixei minha bucetinha com uma fina faixa de pelos. Ficou uma gracinha! Depois vesti a pequena calcinha do biquíni preto e um conjuntinho amarelo de saia curta e uma frente única que abotoava na frente. O sutiã do biquíni na bolsa com todos os meus apetrechos para o dia na piscina.

Saí de casa e tinha caminhado por uns vinte minutos. Chegando próximo do clubinho vejo Carlos Alberto lavando carro na calçada. Ele usava chinelos, estava de bermuda e sem camisa. Notei os poucos pelos no peito. E a grande revelação! Ele tinha uma tatoo no ombro que nunca tinha visto antes, um tigre saltando das costas pro peito, me amarrei!

Pra minha surpresa o cara morava na rua do clubinho. Fiquei feliz em vê-lo. Ele correspondeu com um sorriso delicioso, então me aproximei. Fiquei entre o carro e o portão de sua casa, conversamos um pouco e já ia me despedindo, quando rapidamente ele me segurou pela mão. Gelei ao ouvir sua pergunta:

- Sibila, quer entrar?

Pensei comigo. “Mas é claro que sim”!

Mas preferi perguntar sobre e mulher dele:

- Cadê Patrícia?

- Ela não está, foi passar o dia com seus pais.

Resolvi entrar. Pela porta da cozinha ele me conduzia. Fomos entrando pela casa. Daí pensei: “É agora o bicho vai pegar”! Aquele homem feio, cheiroso, encantador e inteligente que estava andando atrás de mim tentando me encoxar estava me excitando.

Carlos Alberto me levou pra sala de TV, onde tinha um sofá cama. O coroa se sentou abriu as pernas e me puxou pela cintura, continuei de pé a sua frente. Como sou baixinha, fiquei um pouco mais alta que ele ali sentado. Coloquei meus braços em torno de seu pescoço e o beijei. E que beijo! Depois ele me perguntou se eu já tinha “feito”...

Respondi que não, disse que eu ainda era virgem. Mas revelei meu segredo. Contei pra ele que me masturbava todos os dias na água do chuveirinho durante meus banhos. Ele deu uma risadinha com ar de safado e silenciou-se.

Em seguida me beijou ardentemente. Me agarrou. Me alisou das costas ao meu bumbum. Enfiou as mãos em baixo da minha saia, apertou minha bunda e tocou na minha bucetinha por baixo do biquíni, esfregou bastante a mão nela. Fiquei muito excitada.

Ali, naquele momento, meus seios estavam inteirinhos pra ele. Era só abrir alguns botões. Então, ele abriu aos poucos os botões da minha frente única. Meus seios foram surgindo. Carlos Alberto ficou encantado. Ele lambeu, chupou como louco, babou tudo. O bichão ficou doido!

Eu esfregava meus peitinhos na cara, na boca dele. Enquanto isso ele enfiou as mãos embaixo da minha saia e puxou meu biquíni para baixo. Nesse momento fiquei nervosa. Ele percebeu e disse pra eu relaxar. Disse pra mim que não ia fazer nada demais que só queria ver como “ela” era. Então puxou minha calcinha para baixo até no chão.

Depois de tirar minha calcinha, ele alisou com delicadeza a minha xoxota, que toque gostoso! A umidade dela era tanta que os dedos dele escorregaram pra dentro da fenda, percorrendo do grelo até a entrada da vagina, massageando ela toda. Até que ele me pediu:

- Deixa eu ver como tu faz com o chuveirinho?

- Ahh!! Não neh! Tenho vergonha!

- Não tem nada demais, só quero ver, deixa?

Mesmo com medo e muita vergonha fui pro banheiro com ele. Lá sentei na cantoneira da banheira, encostei nas paredes com as pernas bem abertas e abri minha buceta rosinha. Então, direcionei o jato d’água do chuveirinho no grelo delicado. Enquanto isso, Carlos Alberto tirou a bermuda, a cueca.

Fique na expectativa de ver como era seu pau. Quando vi... Achei enorme, duro, grosso. Não desviava olhos, não conseguia. Então ele olhou pra mim me perguntou:

-Gostou do “Caco”?

Era o nome do dito cujo... Adorei! mas permaneci em silêncio!! E ele disse ainda:

-Hoje ele é todinho seu!!

Maravilhado, ele sentou no outro canto da banheira e ficou me observando no chuveirinho. Claro que não aguentou me olhar por muito tempo! Não demorou muito e ele veio com tudo. Ficou de pé na minha frente, colocou seu pau duríssimo na minha boca.

Não sabia exatamente o que fazer. Nunca tinha visto, imagina chupar?! Ele pegou na minha mão e segurando nela, ensinou-me os movimentos. Disse pra chupar a cabeça e depois engolir todinho. Era pra eu continuar me masturbando com chuveirinho em quanto o chupava.

Com gosto de chupar olhei em seus olhos para ver o seu tesão. O cara ficou desesperado o que minha boca macia e inexperiente era capaz de fazer! As pernas dele tremiam. Ele começou a gemer, pedindo pra eu não parar. De repente esguichou tudo na minha boca, tirei seu cacete da minha boca e continuava jorrando.

Espirrou esperma na minha cara, nos meus seios, misturou tudo. Senti o cheiro. Foi a primeira vez que senti o gosto de esperma. Tenho que admitir fiquei com nojinho. Mas mesmo assim fui até o fim. Assim que ele gozou, caiu despencado, amoleceu tudo. Carlos Alberto exaurido, sentou-se ao meu lado na beirada da banheira. E me disse sussurrando:

- Abre as pernas Sibila que vou te chupar!

Obedeci. Ele sentou no fundo da banheira, se enfiou entre as minhas pernas e foi com a língua dentro da minha bucetinha, que já estava toda arreganhada pra ele. Aí que eu vi realmente o que era sentir tesão... Aquela língua. Aquela boca, chupando minha buceta deliciosamente foi coisa de levar ao delírio. Estava difícil me segurar, o tesão foi demais. Gozei gostoso. Caraca! Foi perfeito demais!

Quando passou o clímax do orgasmo, o tesão era tanto que não conseguia que encostasse no meu grelinho. Eu queria cruzar as pernas e apertar o grelo. Estiquei as pernas, tentei expulsá-lo mas ele me segurava pelos quadris e continuava chupando. O tesão foi tão forte que bati no safado, dei uns socos nele, puxei cabelo, gritei, mas não adiantou nada. Ele continuou. Foi foda!

Depois que gozei, ele me levou pro seu quarto e me mandou deitar na cama. O tarado delicioso começou a me chupar todinha de novo. Sugou todo aquele melado de minha bucetinha. A língua insistente dele deslizando do cuzinho ao grelo, de baixo pra cima e de cima pra baixo, me deixou no ponto. Com a xoxotinha molhada, inchada, e latejando...

Quando estava quase gozando de novo, ele veio pra cima de mim na posição “papai mamãe”. Naquele momento me desesperei. Lembrei dos meus pais. Lembrei que ele era casado e tudo mais que nos impedia de continuar que estávamos fazendo. Imediatamente mudei de ideia. Não queria mais, não podia deixar rolar de jeito nenhum. Até ali foi delicioso, mas não podia continuar.

Então disse apressada:

- Carlos Alberto!... Não!

Ele não quis nem saber. O coroa tarado se deitou sobre mim. Senti todo o seu peso sobre meu corpo e ele falou bem baixinho no meu ouvido:

- O que foi, Sibila?

- Não quero mais, me deixa sair, por favor!

- Fique calma, não vou fazer nada demais!

- Melhor não! deixa eu ir...

- Só vou passar meu pau nela por fora, tu vai gostar...

Tentei mais uma vez me soltar, sair debaixo dele, mas ele me segurou firme.

- Calma!! Relaxa vou botar só na portinha...

Não tive outra opção a não ser aceitar. Eu estava de bucetinha piscando mesmo. Daí o coroa passou o pau na minha xoxota, esfregando meu grelo, lambuzando todo o seu cacete. Até que parou na portinha e forçou. Gritei na hora:

-PARAAA!!... Não por favor!!

- Calma!... É só a cabecinha!

- Você promete?!

Contudo, o safado tornou a forçar e nada da cabeça do pau dele entrar. Então, ele tirou e voltou a empurrar, só que, com mais força ainda. Senti uma dorzinha, mas o tesão estava aumentando cada vez mais com aquela brincadeira de colocar e tirar a cabeçorra de seu pau da entrada da minha xoxotinha. A pica dele já estava toda melada do mel de minha bucetinha. Mesmo assim, não entrava nada. Era como se não houvesse abertura, fosse tudo fechado.

Comecei a gemer de tesão e dor, estava muito excitada. Ele continuava tentando meter. A cada investida entrava mais um pouco, até que empurrou com força, com toda sua força, até escorregar um pouco pra dentro. Senti rasgar, sangrou, doeu pra caralho! Minha nossa! Senti o sangue quente escorrendo.

- Tu prometeu!... Sussurrei baixinho...

Ele não fez o que prometeu e meteu tudo dentro de mim. Como fiquei excitada com aquela pica toda dentro de mim! Me entreguei por inteira. O tesão me tomou por inteiro. Foi tão gostoso que compensava a dor. Nesse momento, esqueci de tudo que nos impedia.

Indescritível o que senti quando ele começou a meter. Comecei a gemer ao ritmo das estocadas que recebia. O feioso socou com vontade na minha bucetinha. Então falou bem baixinho no meu ouvido, sussurrando:

- Que delícia, Sibila! sibila...

Eu literalmente sibilava com a respiração ofegante e a boca entreaberta... SHIUUU AHNNN!!!...

Meu tesão já estava alcançando os limites do suportável quando anunciei que iria gozar. Lógico que aquele homem não resistiu, pois fiquei descontrolada debaixo dele. Rebolando sem parar.

Com o prazer que ele me proporcionou, minha bucetinha começou a pulsar. Contraia, mastigando aquele pau duríssimo que me preenchia todinha por dentro. Sem conseguir se segurar, o quarentão gozou juntinho comigo, puxando sua pica rapidinho de dentro de minha xoxotinha. Jorrou muita porra no meu umbigo...

Nada pra descrever a intensidade do exagero das minhas sensações. Quando terminamos, estávamos exaustos, esfolados e doloridos. Passamos a manhã toda fazendo amorzinho gostoso.

Antes de sair da cama, Carlos Alberto me disse que na próxima vez iria inaugurar “atrás”... Eu disse

- O quê?

- É... seu cuzinho será o próximo!!... Me falou com cara de cachorro.

- Nuncaaaaa, jamais, esse não...hahaha

-Poxa!

Lembrei de Kênia me esperando no clubinho. Levantei da cama, vesti minhas roupas, me despedi do feioso mais gostoso da cidade e saí correndo...


Comentários

01 de fevereiro, 2017 às 20:29
loba2073
Nossa, cara que tesão!!!!
24 de Outubro, 2016 às 20:11
caveira
nossa adorei teu Relato muito bem escrito e muito ecitante parabens ve se escreve sempre suas aventuras estare anciozos pra ler... um beijão do caveira aqui de MT.
24 de Outubro, 2016 às 18:38
Sibila Markis
obrigada :)
24 de Outubro, 2016 às 12:41
Geder
Uauuuuu que delicia. To ficando seu fã nao perco nenhum contos seu

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