As histórias que pretendo contar envolvem um quadrado amoroso entre Carina, Marcos, Amanda e eu, em uma mescla sentimentos, provocações e muito, muito sexo!
Para começar, preciso me apresentar. Sou Julia (fictício), tenho 1,64 m de altura, pele clara, cabelos lisos e castanhos escuros cortados um pouco a baixo dos ombros. Quando tinha acabado de completar meus dezoito anos, terminei um namoro de longa data com um namorado que tinha desde a adolescência. Ele me pressionava, era abusivo, controlador e finalmente eu havia percebido e me libertado. Foi no mesmo momento em que passei para a Universidade. Sempre fui uma ótima aluna, exemplo da família, tida como a quietinha, boazinha e estudiosa. Logo consegui passar para uma universidade grande e de prestígio, o que fez com que eu me mudasse para outra cidade, para morar numa república.
O início dos estudos foi bem legal. Mesmo tímida, participei dos trotes para me enturmar e foi lá que vi Carina pela primeira vez. Pele branca, cabelos ondulados até os ombros, quadril largo e mesma altura que eu. Nosso primeiro contato foram alguns olhares e uns sorrisos inocentes (pelo menos da minha parte).
Dias depois houve um churrasco para os calouros. Assim que cheguei Carina me chamou para perto dela e de outros veteranos. Rimos, conversamos e foi bem divertido. Acabei conhecendo aquela garota sem saber o que o futuro me reservava.
Dois meses se passaram e sempre acabava esbarrando com Carina pela universidade. Ela sempre me encarava de uma forma que me intimidava, porém algo fazia eu devolver os olhares da mesma forma. Porém quando próximas, sempre ríamos, perguntávamos como a outra estava entre outras coisas. Até que um dia, amigos de sala me convenceram a ir a uma festa, e lá fui eu.
Enquanto caminhava pela festa não demorou muito para que eu percebesse aqueles olhares sobre mim, lá estava Carina, me comendo com os olhos. Caminhei na sua direção e chegando ganhei logo um abraço.
Ela: Que bom que te achei, pensei que não vinha.
Eu: Que bom mesmo!
Ela: Quer beber alguma coisa?
Eu: O que você me der!
Bebemos alguma mistura alcoólica, nada muito forte. Dançamos algumas músicas eletrônicas. Sorriamos uma para outra, colocávamos a mão uma nos ombros da outra, pulávamos, nos olhávamos no fundo dos olhos. O clima era incrível, ótimo até que Carina me pegou pela mão e saiu me puxando no meio das pessoas. Me levou para um corredor, na parte dos fundos da casa onde estava acontecendo a festa.
Quando paramos e ela me olhou firme, automaticamente fiquei contra a parede. Ela se aproximou, encostou suas mãos em minha cintura. Minha única reação foi acariciar seu pescoço e então nos beijamos. Um beijo doce e delicado, com um gosto maravilhoso. Segurei em seu pescoço com as mãos, mais forte, e fiz o beijo se tornar mais intenso. Ela retribuiu me apertando contra seu corpo. Em segundos já estávamos as duas quase sem ar.
Carina então me soltou e me puxou pela mão novamente. Saímos pelo portão às pressas, descendo as ruas com velocidade. Eu a seguia sem saber para onde. Até que ela parou, tirando uma chave do bolso. Abriu a casa e fomos entrando...
Continua...