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23 de Junho, 2016 às 15:00 Por: DrTesao

Uma noite alucinante

tags: striptease, exibicionismo, dominação, bdsm, incesto, oral, anal
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Esse relato é real, e pra não constranger ninguém apenas o meu nome e os das mulheres envolvidas são fictícios.

Sou Léo, 19 anos, loiro, olhos verdes, 1m75, 66 kg, malhado, e tô aqui pra começar a contar minhas aventuras com mulheres assim que entrei na faculdade de Medicina.

A primeira delas aconteceu logo no primeiro dia de aula, que na verdade era dia de trote. Minha beleza e forma física chamaram bastante a atenção das meninas, que logo iniciaram uma disputa saudável entre elas, pra ver quem me pegava como ´bixo`. Caí na mão de quatro delas, todas do 2º ano. Três eram muito bonitas, duas loirinhas – Rafa e Juju – e uma morena – Dani –, e outra mais ou menos, também morena, Mayra, mas tinha um corpo bem gostosinho.

Ficaram com dó de raspar meu cabelo, mas era exigência das regras dos veteranos. Depois de todas aquelas brincadeiras e sacaneações, que não valem o relato aqui, nos desgarramos do grupo e fomos pra um bar. Bebemos e conversamos até altas horas da madrugada, sempre com as meninas rindo muito e jogando várias indiretas sobre meu desempenho sexual e o tamanho do meu membro. Eu tava meio na retaguarda no começo, não por medo daquelas delícias, mas porque era ainda tudo muito novo pra mim, ser assediado daquela forma. Depois me descontraí, e comecei a jogar indiretas também sobre possíveis finais pra aquela noite. Nesse momento elas ficaram bem mais maliciosas. Fecharam a conta, pagando com o dinheiro que tinham arrecadado, e saímos do bar.

Fomos andando por ruas mais escuras e sem movimento, e elas começaram a tirar sarro do meu pau, mesmo sem ainda conhecê-lo, dizendo um monte de besterias sobre ele ser pequeno e que eu não tinha coragem de pegá-las. Quanto mais eu retrucava em contrário, mais elas ficavam atiçadas. Então parei, abri o zíper da calça e a abaixei junto com a cueca, e pus meu cacete pra fora. Ficou um silêncio descomunal, e elas só se entreolharam, impressionadas com o tamanho. Não falo pra me gabar, mas sei que estou bem acima da média nesse quesito.

Então a menos bonita, Mayra, abriu a bolsa e puxou uma corda de dentro. Todas imediatamente entenderam e me puseram de costas contra um posto, amarrando minhas mãos pra trás. Deixei rolar, ficando cada vez mais excitado com aquela agitação das meninas. Enquanto a Mayra dava nó em cima de nó, a Rafa e a Dani tiraram minha calça e cueca, e a Juju rasgou minha camisa, até que me deixaram totalmente nu. Sem esforço, meu pau se ergueu com vontade, e elas soltaram gritinhos histéricos, comemorando entre si.

Elas me deixaram louco de desejo enquanto tiravam dois ou um pra decidir quem seria a primeira a fazer boquete em mim, sugestão da Mayra aceita por todas. Dani foi a primeira. Pra me deixar mais louco, ela levantou a blusa, revelando seus seios pequenos mas perfeitinhos, e os passou, de um lado pro outro, no meu pau. Quase gozei naquela hora, mas me contive. As outras começaram a protestar, que aquilo não era o combinado, mas ela não deu bola, e depois colocou a boca nele. Ela parecia profissional. Chupou com vontade num entra e sai frenético, e no final brincou com a língua na cabecinha, o que fez explodir um jorro de porra que Dani teve dificuldade em manter na boca. Logo o chão tava molhado com parte daquele líquido branco, e os seios dela tinham alguns respingos, que ela tratou de lamber assim que tinha engolido o primeiro jato.

Mal me recompus e a Juju veio em seguida, abaixando a calça e deixando a mostra uma calcinha minúscula que mal dava pra esconder sua bocetinha lisinha. Ela virou de costas, e pude contemplar seu belo rabo. Era grande, torneado, uma delícia, com coxas grossas preenchendo ainda melhor aquela bela visão. Se ela tivesse peitos grandes, seria a perfeição em pessoa. Então ela agachou e começou a dar pequenos estalinhos na cabeça do meu pau, e ele novamente começou a se erguer, como um bom soldado que não foge a luta. Continuou assim mesmo quando ele endureceu completamente, mas agora dando beijinhos por cima, por baixo, pelo lado, me deixando com um puta tesão. Quase mandei ela meter logo a boca, mas ela caiu de boca logo em seguida, e não demorei nem um minuto pra gozar de novo. Como uma boa menina, ela engoliu tudinho sem deixar cair nada, aproveitando meu líquido precioso.

Rafa veio logo em seguida, e começou onde nenhuma outra havia experimentado. A loirinha de seios médios e bundinha empinada não mostrou nada pra mim, mas com a mão esquerdo ergueu meu pau ainda flácido e, com a direita, massageou minhas bolas. Aquilo era gostoso demais, até que ela começou a pressioná-las, machucando um pouco, mas era como estar no céu. Então ela as lambeu, e com a mão esquerda ia e vinha, fazendo meu pau logo se erguer pro terceiro round. Rafa não teve pressa. Colocou a boca nele e fazia os movimentos devagar, como se quisesse me fazer sofrer pela demora e ao mesmo tempo se tornar inesquecível pra mim. Eu olhava em seus olhos, e ela demonstrava total controle da situação. Até que o jorro saiu, e eu fechei os olhos, gozando pra caralho, e acho que posso dizer que cheguei no orgasmo. Quando ela me soltou, eu não parava de sussurrar obrigado.

Senti a boca de Mayra cair com tudo pra cima do meu pau, e parecia que iria quebrá-lo. Ela punha dos dentes juntos, e eu tive que reclamar que tava machucando, mas ela nem me deu ouvidos. Logo percebi que ela não tinha prática, e olhei pra cara das meninas, tipo pedindo ajuda. A deusa dos meus sonhos, Rafa, foi a boa alma que chegou junto a Mayra e disse que ela tava fazendo errado. Pra quê! A menina empurrou a Rafa e começou a gritar, iniciando uma discussão que começou a fazer as casas vizinhas terem suas luzes acesas. Enquanto isso, sentia meu pau latejante por todo o esforço, e ao mesmo tempo com a pele queimando por causa dos dentes de Mayra.

Como elas não paravam de gritar, eu tentei mandá-las calar a boca, mas era em vão. Foi então que o dono da casa em frente onde a gente tava abriu a porta e veio em nossa direção. Assustadas, as meninas saíram correndo, levando minhas roupas e me deixando ali, nu e amarrado aquele poste. O cara, que já tinha os seus cinquenta anos, me olhou com olhos arregalados, e voltou correndo pra dentro quando a mulher ameaçou vir também. Tentei pedir ajuda pra ele, mas ele nem me ouviu. Comecei a ficar em pânico pensando no que ele podia fazer, ou qualquer outra pessoa que passasse ali e me visse assim. As meninas não voltariam, disso eu tinha certeza. Então tentei me desamarrar, mas a filha da puta da Mayra desengonçada fez os nós direitinho. Foi com alívio e medo que, depois de alguns minutos, constatei a chegada da polícia. Mas a minha noite só tava começando…

A viatura encostou próxima de onde eu estava, dando uns toquinhos desnecessários de sirene, e dois policiais vieram em minha direção. No mesmo instante, o dono da casa em frente, que tinha relatado a ocorrência, veio pra fora, e pude notar que sua mulher ficou na janela. O homem cumprimentou os policiais e começou a contar o que tinha acontecido, a briga das meninas e que tinha me visto assim ali. Alguns moradores de casas vizinhas, que perceberam o barulho, vieram ver, e se aproximavam cada vez mais.

Quando os policiais finalmente vieram falar comigo, pedi pra que eles me cobrissem, mas disseram que não tinham nada pra usar. O dono da casa nem se mexeu. Nesse momento, os outros moradores já estavam a minha volta, só observando meu pau e cochichando baixinho entre eles. O policial que parecia ser o líder dos dois começou:

-Quê que aconteceu aqui, rapaz?

-Fui pego por umas doidas e elas tiraram minhas roupas e me amarraram. Foi isso. Sou inocente nessa história. – inventei.

Os caras se entreolharam, e o líder se postou na minha frente:

-O senhor ali testemunha que elas estavam brigando por você, confere?

-Sei lá, elas eram loucas. Fizeram a maior confusão entre elas, e foi quando esse senhor apareceu. Eu tentei pedir ajuda…

-Elas só te deixaram nu e não fizeram nada? – o cara me interrompeu, e perguntou com ironia.

-Só me amarraram. Agora dá pra me tirar daqui, por favor? – tentei demonstrar inocência.

-Ilumina aqui, Ferreira…

O líder pediu pro outro, apontando pro meu pau. A rua era mal iluminada, então dava pra ver mais a silhueta do que meu pênis, propriamente. Quando a luz da lanterna foi jogada sobre ele, ouvi uns “oh” baixinhos dos moradores, constatando a minha superioridade. O líder analisou bem meu membro, e constatou:

-Tá todo arranhado e melado… Aponta aqui, Ferreira…

O cara direcionou a luz pro chão, e constatou o líquido do gozo próximo aos meus pés. Tentar falar alguma coisa só pioraria. Ele continuou, me encarando:

-Você gozou aqui, rapaz.

-Foi sem querer. Elas se aproveitaram de mim. – na mesma hora que falei isso, me arrependi.

-Se aproveitaram de um homem como você? Conta outra. – o líder virou pro senhor. – O senhor vai querer prestar queixa?

O homem me olhou, e depois se voltou pro policial, dizendo que não. Senti um alívio, mesmo com aqueles olhares secando meu pau. Mas o líder tirou minhas esperanças de voltar logo pra casa:

-Você vem com a gente. Tá preso por ato obsceno e ato libidinoso.

Na delegacia, entrei seguro pelos braços. Não tinha ninguém pelos corredores, o que me deixou um pouco mais tranquilo em relação a minha nudez. Na sala de espera, disseram que eu ia aguardar um pouco pra ser chamado. Antes de sentar, o líder pediu pra eu fechar as pernas. Quando me colocou na cadeira, fiquei com o pau pra cima, acomodado pelo saco, e pôs minhas mãos pra trás, me acorrentando em ganchos fixados na parede. Se o objetivo daquilo era me humilhar, ele tinha falhado, mas eu só fui me tocar depois.

Passou um bom tempo que eles tinham me deixado ali e desaparecido numa das portas de um corredor a minha direita. Eu tava do lado de um bebedouro, com sede, mas não tinha como pegar água. Foi então que uma faxineira, bonitinha até, entrou na sala, e tomou um baita susto ao me ver lá, daquela forma. Me olhava de rabo de olho enquanto tentava se concentrar no seu serviço, mas tava difícil, tadinha. Quando ela tava próxima a mim, tomei coragem e pedi se ela podia me dar um copo d´água. Parecia que ela tinha tomado um choque, mas se recuperou e, sem me olhar, foi direto pro bebedouro. Ficou ao meu lado, toda atrapalhada pra levar o copo na minha boca. Deixei os primeiros goles derramarem, e a água gelada caiu direto no meu pau. Aquilo o reativou, e instantaneamente ele ficou ereto, praticamente num ângulo de noventa graus. Aí já foi demais pra moça, e ela saiu correndo, deixando o copo cair no chão. E o pior é que ela mal fechou a porta de um lado e os policiais retornaram do outro. Fiquei constrangido, mas ao mesmo tempo senti que os intimidei. Eles não falaram nada. Me algemaram de novo, com os braços pra trás, e me levaram pra sala do delegado. Pelo menos era o que eu esperava…

Quando abriram a porta, constatei que era… uma delegada. Dessas de cair o queixo. Loirinha, toda arrumadinha, de vestido preto longo e jaqueta pequena de couro, na casa dos trinta anos. Mesmo com todo o orgulho da minha masculinidade a mostra, fiquei muito sem graça quando ela me olhou e nem me deu atenção. Baixou os olhos de novo pros papéis na sua mesa e mandou que eles me deixassem lá e fechassem a porta. Foi o que fizeram. Eu só queria que meu pau baixasse, mas não dava pra controlar essa ação. Ela mandou que eu me aproximasse, e fui direto na cadeira em frente a mesa. Dessa forma eu podia esconder meu membro um pouco. Assim que eu sentei, ela me deu a maior bronca, encarando meus olhos:

-Quem te mandou sentar?

Levantei, constrangido, com meu pau apontado bem na direção dela, e mais uma vez não obtive sua atenção. Só que aquela atitude, em vez de me broxar, me fez ficar com mais tesão. Ela era a delegada, podia me ferrar legal, mas era gostosa pra cacete. E decidi me esforçar pra manter meu pau ereto. O tempo passava, mas nada dela olhar. Anotava algumas coisas, lia outras, e fingia que eu não existia. Tava cansativo ficar naquela posição, mas eu não desistiria.

-Preciso fazer xixi. – falei de uma forma bem rude.

Então ela me olhou, e finalmente baixou os olhos pro meu pau.

-Não precisa, não. – ela disse com calma, pegando sua arma e encostando na glande do meu pau. – Você tem dez segundos pra deixar ele mansinho.

O que ela ia fazer? Atirar?

-Nove… oito… sete…

Aquela voz de veludo, e aquele negócio bem pressionado na cabeça do meu pau me deixaram excitado pra caralho. E ela começou a fazer movimentos circulares com a arma, me fazendo pirar.

-Seis… cinco… quatro…

Ela puxou o cão do revólver. Meu pau tava mais ereto do que antes.

-Três… dois… um…

A louca puxou o gatilho mesmo, mas só ficou no estalinho. Eu tava com a pulsação a mil. Então ela afastou o revólver, devagar, e deu pra ver um fiozinho fino do líquido viscoso entre a glande e o cano da arma. Ela me olhou e lambeu os lábios. Filha da puta, que tesão. Deixou a arma na mesma posição, e destravou o tambor. Só numa posição que não tinha bala…

-Você é louca…

A frase saiu espontânea, sem querer. Com uma mão, ela fechou o tambor do revólver, e com a outra puxou meu pau pra frente, levantando-o, quase me fazendo cair sobre a mesa. Minhas bolas ficaram certinhas sobre o tampo, e ela começou a dar coronhadas nelas, cada vez com mais força. Era uma dor infernal, mas eu tentava me manter calado, pensando que talvez ela me quisesse assim, submisso. Em seguida, empurrou meu pau com força pra trás, batendo-o contra minha barriga e me fazendo cair de costas na cadeira. Minhas bolas latejavam mais do que meu pau após os três boquetes e meio daquela noite.

-Ainda tá se sentindo valente?

A gostosa da delegada perguntou, tirando a jaqueta e subindo o vestido acima da calcinha de renda branca, ajeitando-o de modo a deixá-la exposta, provocativa. Olhei pro meu pau, que se mantinha ereto, firme, e a encarei com um sorrisinho malandro. Ela se aproximou e virou minha cadeira pro seu lado, depois foi pra trás e colocou as mãos na cintura. Do nada, chutou meu pau com seu sapato de bico fino. Caaaaraaaalhooooooo! Que puta dor! Aquilo foi mais forte que as porradas nas minhas bolas. Achei que ela tinha quebrado meu pênis. Me dobrei pra frente na cadeira, ficando sentado na ponta, porque meu saco ainda doía, e eu queria evitar que ela voltasse a me bater.

-Vai baixar esse pau ou quer mais porrada?

Pode parecer mentira, mas eu tava gozando. Me encostei na cadeira, deixando que ela visse meu pau em contrações despejando a porra no chão. A gostosinha não esperava por essa.

-Você é petulante, garoto… – me disse, com um sorriso sacana no rosto.

Então foi até a bolsa e pegou uma caixa de lencinhos de papel. Jogou próximo a porra e me mandou limpar. Com toda a dificuldade, com as mãos algemadas pra trás, fiz o que ela mandou. Quando acabei, joguei os papéis no lixo e voltei a ficar na frente dela. Nessa hora meu pau já tinha voltado ao normal, e ela me encarou, convencida.

-Ficou ou não ficou mansinho?

Eu até podia tentar erguer ele de novo, só imaginando como seriam aqueles seios médios, redondinhos, que se escondiam debaixo do seu vestido, e que sem a jaqueta dava pra notar perfeitamente, mas a dora nas minhas bolas e no meu pau era tanta que me aquietei, submisso. Ela voltou os olhos pros seus papéis.

-Eu podia até perguntar quem eram aquelas putinhas com você, mas claro que o machinho não vai dizer, né!?

Fiquei na minha. Eu não ia ser filho da puta de dedar as meninas que tinha acabado de conhecer. Não tanto pela Mayra, que não valia a pena, mas pelo presente que as outras me deram. E ainda tinha a Rafa, linda, que me deu tanto prazer…

-Como eu imaginava… – ela me encarou – É o seguinte, rapaz. Você é novo, tá com os hormônios a mil, as meninas facilitaram as coisas. Entendo o teu lado. E como ninguém quis abrir ocorrência contra você, vou dar um refresco. Você não deve nada a justiça.

Ela se levantou e tirou minhas algemas. Depois dessa preleção, voltei a me sentir constrangido, mas fiquei estático, sem saber como proceder. A delegada notou.

-Trata de controlar esse pau, porque ele ainda pode te trazer muitos problemas…

Pus as mãos na frente dele na hora, e nem consegui mais olhar pra cara da gostosinha. Ela abriu a porta e chamou um dos guardas.

-Deixa ele usar o telefone, pra alguém vir buscá-lo.

Depois da farra, chegava a hora de eu me explicar. Mas e se eu chamasse a minha irmã mais velha? Na verdade, minha quase irmã, porque ela é filha do meu padrasto, e ela sempre teve uma quedinha por mim. É, a noite podia terminar melhor...

Quando a Bia chegou de carro na frente da delegacia, eu já tava esperando lá fora, meio escondido perto de umas plantas. Quando abri a porta do carro, ela tomou um susto, mas ficou desconcertada ao me ver nu, apenas com a mão protegendo o meu pau, sentar no banco do passageiro.

-Desculpa, não deu pra explicar “isso” pelo telefone. – falei, apontando pra mim.

-Quando você disse que era problema por causa do trote, não imaginei… – ela gaguejava, tentando não me olhar.

-Me amarram assim num poste, e a polícia viu. Daí… – procurei simplificar.

-Só te amarraram? Foram uns caras? – ela me encarou.

-Mulheres… Quatro. – dei um sorrisinho amarelo.

-E…? – ela tava ficando com ciúmes.

-Me chuparam.

Bia olhou pro lado, disfarçando sua raiva. Fiquei quieto, curtindo o momento. Sempre desconfiei que ela era a fim de mim, e naquele momento tive a certeza. Depois de uns segundos, ela só ligou o carro e partimos.

-Obrigado por ter vindo. – falei algum tempo depois, no caminho. – Se minha mãe me visse assim, acho que surtava! – brinquei, mas ela se mantinha concentrada na direção. Mais um tempinho: – Não contada nada pra eles, por favor? – me referia aos nossos pais.

-Tudo bem. – Bia disse, secamente.

Esse jeito de falar mexeu comigo. A mina tava puta. Isso porque ela só sabia de uma pequena parte da história toda. Então decidi tirar a mão de cima do meu pau, e deixá-lo a vontade. Ele e minhas bolas já não doíam tanto, e eu tava começando a ficar excitado de novo, só imaginando como a Bia ia reagir. Claro que ela fingiu nem perceber, mas numa parada no sinal, ela olhou.

-Cê tá se achando, né!

-Tira também! – brinquei, apontando pra roupa dela.

Ela riu, mas tirou as mãos dos volantes e baixou o topzinho, deixando aqueles seios grandes e pontudinhos, tão lindos como eu imaginava, a mostra. Caí de boca no peito direito, lambendo e sugando com vontade. Ela apertava minha cabeça contra seu seio, mostrando que tava adorando. Peguei a mão dela e puxei pra baixo, dando a entender que era pra ela pegar no meu pau, mas Bia se esquivou.

-Assim, não!… – e me afastou, também, voltando a dirigir, ainda com os seios expostos. – Teu pau deve tá nojento.

Ela tinha razão, e eu tive que me aguentar até em casa. Já dentro da garagem, Bia arrumou os seios dentro do topzinho e abriu a porta.

-Vou pegar um shorts pra você.

-Não precisa. – abri a porta e saí do carro, só com a mão na frente.

-Tá doido? – Bia também saiu do carro. – E se alguém te pega assim? E as câmeras?

-Depois de tudo que rolou hoje, isso é o de menos. – fui andando, direto pro elevador.

Ela veio correndo atrás de mim, e ficou do meu lado na cabine, me olhando maliciosamente. Moramos no 12º andar, mas o elevador parou no 5º. Nos entreolhamos, um pouco assustados, e Bia se postou correndo na minha frente quando a porta se abriu lentamente. Duas senhoras entraram devagarzinho.

-Tá subindo. – disse a Bia, tentando demovê-las de entrar.

-Mas depois desce, né! – disse uma delas, fazendo um gesto com a mão tipo “não me importo”, e entraram de vez.

Aquela bundinha durinha da Bia encostada em mim fez meu pau se endurecer de vez, e ela me deu uns soquinhos furtivos na perna, como que querendo dizer pra eu parar. Mas como? Quando chegou no nosso andar, Bia e eu saímos juntinhos, mas não me importei em colocar as mãos pra trás, e dei um pequeno bônus pras velhinhas ao deixá-las verem as minhas nádegas.

No corredor, Bia me fez desencostar dela enquanto girava a chave na maçaneta.

-Safado, eu te defendendo e você se aproveitando de mim.

Só meti a mão na sua nádega, com força. Com a outra mão, agarrei seu seio, apalpando-o. Ela abriu a porta e entramos assim, sem nos importarmos se nossos pais nos pegariam no flagra. Enquanto fechava a porta, ou tentava, fiquei de frente pra ela e beijava-a com vontade. Ficamos assim por um tempinho, até que ela conseguiu desacoplar sua boca da minha.

-Vai tomar um banho. Te espero no meu quarto.

Depois do banho, fui direto pro quarto dela, ainda enrolado na toalha. Fechei a porta e tranquei com chave. A Bia tava deitada já toda nua, só com o lençol cobrindo suas partes íntimas. Deixei cair a toalha, já com a excitação a mil. Cheguei perto dos seus pés e comecei a puxar o lençol, descobrindo primeiro os seios maravilhosos, depois a bucetinha, que pro meu deleite era maior do que eu esperava. Então ela apagou a luz do abajur, mas eu já sabia o caminho.

Subi de joelhos na cama, e fui lambendo suas coxas até a virilha, de um lado e do outro. Passei a língua em volta do seu objeto de desejo, sem ainda tocá-la, deixando a Bia louca de tesão. Ela gemia e pedia pra eu comê-la, mas eu ia fazer do meu jeito. Então subi com a língua até os seios, dando voltinhas em seus mamilos, e depois chupadas leves em seus bicos, até mamá-los com força. Nesse momento, deixei meu pau ereto raspando sua buceta, fazendo ela pirar.

Desesperada de desejo, Bia agarrou meu pau com as duas mãos, e tratou de acoplá-lo. Em seguida pressionou as mãos sobre minha lombar, mostrando que queria que eu começasse a comê-la sem mais demora. Enquanto eu iniciava os movimentos, subi mais com a minha língua lambendo seu pescocinho, atrás da orelha, e depois encontrando sua boca, metendo minha língua com tanta força quanto meu pau, agora, na sua buceta.

A cama tremia, e ela me arranhava e fincava as unhas nas minhas costas como se nunca tivesse tido prazer igual. Quando finalizei, tirei meu pau, deixando o que restava de porra escorrer pelo seu ventre. Sem querer desperdiçar nada, ela veio com a boca na direção dele, de quatro, lambendo primeiro em torno da glande, depois chupando até enfiá-lo quase dentro de sua garganta. Na sequência tirou a boca e tratou de usar as mãos, me olhando com carinho. Voltou a enfiar a boca, e repetiu os gestos por mais duas vezes, até me fazer gozar de novo. Nessa hora, deitou-se na cama, com a boca aberta pra cachoeira de porra que meu pau ejaculava. Pra finalizar, apoiou-se nos cotovelos e, quase que totalmente de cabeça pra baixo, pôs a boca de novo no meu pau, puxando as últimas gotas do gozo.

Eu já tava achando ela maravilhosa, mas um gesto seu me fez apaixonar totalmente. Bia se levantou, toda dengosa, passando a mão pelo meu corpo, e foi até a janela. Afastou as cortinas, abriu os vidros e pressionou seu ventre e pernas na parede. Pôs as mãos pro alto, também segurando na parede, e deixou seu tronco avançar pra fora. Virou a cabeça de lado:

-Vem!

O quarto tava escuro, mas era extremamente excitante saber que comeria sua bunda na janela. Me aproximei, e ajeitei meu pau no seu cú. Ela se arrepiou inteirinha, tirando as mãos da parede e colocando-as sobre as minhas nádegas. Passava uma das mãos nos seus seios, apertando-os e massageando-os, e com a outra agarrei seus cabelos, pressionando sua cabeça pra frente. Deixei-a com o tronco todo pra fora, quase em 45 graus, e meti com força naquele rabo delicioso. Ela tava totalmente dominada, e eu finalmente tive o controle das ações naquela noite, depois de tudo. Quando gozei, ainda fiquei com meu pau lá dentro, aproveitando meu momento de rei. Ela não reclamou, e até gostou, porque se jogou pra trás e envolveu os braços no meu pescoço.

No meu quarto, já de banho tomado de novo, ainda tive vontade de bater uma, em homenagem a todas as mulheres que tinham passado por mim naquela noite. Depois disso, dormi feito uma pedra. Mas eu merecia, né!

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