Olá, sou Severus, um escritor fantasma, sou aquele que escreve para outras pessoas, que pelos seus motivos não gostam de escrever, ou não tem paciência para tanto.
Na última publicação “Como e Quando tudo Começou” , comecei uma série de quatro histórias de mulheres que me procuraram para contas suas histórias. O que elas tinham em particular, além de reclamarem que apesar de trabalharem fora, também eram donas de casa, todas como já informei trabalham fora.
Expliquei que a série “Donas de Casa” era realmente somente sobre mulheres que não tinham nenhuma profissão externa.
Ouvi suas narrativas e vi que poderia fazer uma minissérie de quatro histórias, a primeira, foi a já citada que por descuido esqueci-me de numerar, esta é a segunda. Se a sua história é ou não verdadeira e se as fotos corresponder á pessoa, eu não sei, cabe a vocês julgarem.
Quem narra a história hoje é Maria Helena, que a parti de agora assume a narrativa, divirtam-se.
Olá para todos. Meu nome é Maria Helena, nome verdadeiro, afinal é um nome comum.
Antes de continuar, vou dizer que é uma longa história. Peço desculpas, mas tem que ser assim para vocês entenderem.
Bem vamos lá, tenho 56 anos, sou casada a 33, casei cedo, pois engravidei, quando estava noiva do meu marido, o que não foi problema, pois estávamos apaixonados, depois viram mais dois, e sem hipocrisia, foram bons tempos do casamento.
Trabalho no administrativo de uma empresa, que não vem ao caso, e até tenho um bom rendimento. Não sou nenhuma miss, estou muito longe disso, mas não tenho vergonha mais de meu corpo. O que vou contar aconteceu há três anos mais ou menos, e me fez mudar a visão que tinha de mim mesma, e passei a me valorizar mais, e me divertir mais.
Nessa época já com 53 anos, e não mais o corpo de anos atrás, estava me sentindo muito maus comigo mesma, sem contar o marido que me procurava cada vez mais raramente e mesmo assim, bem, vocês entendem!
Meus filhos já crescidos, o meu mais velho com 35 anos e já casado, com um filho, sim sou avó já, o do meio com 28 anos e mais novo raspa do taxo com 20 anos, mas, o xodó da família. Mesmo assim, terminei a faculdade e continuei trabalhando.
Porém, vamos ao que interessa. Minha vida era casa, trabalho, casa, raramente saia da rotina, apenas nos finais de semana, algumas vezes me dava ao luxo de sair para um shopping ou dar uma volta vendo lojas nas ruas, só ou com alguma amiga.
Em uma manhã de sábado, fui acompanhar uma ao shopping, depois de ela insistir bastante, pois ela precisava.
- Que bom que veio Lena, você anda muito fechada em casa, precisa sair – Falou.
- Ah! Ando muito desanimada, acho que estou entrando em depressão – Falei olhando para uma vitrine, mas, não vendo nada na verdade.
- Xô essa boca para lá, que depressão – Me repreendeu minha amiga.
- Verdade. Estou me sentindo péssima, velha, não que não esteja afinal tenho 53 anos e já tenho um neto de cinco anos - Disse olhando para minha amiga, pelo menos cinco anos mais nova.
- Amiga. Sério. Tudo bem. Também não estou em forma, e olha que sou mais nova que você, se isso te consola? Mas, ainda damos um bom caldo – Deu uma cotoveladinha em mim e uma piscada.
- Não viaja – disse rindo.
- Já andamos bastante vamos tomar um suco ali na praça de alimentação, venha, você precisa desabafar – Me pegando pelo braço e quase me puxando me levou.
Ficamos lá conversando ela tentando me consolar e levantar minha moral e eu procurando ser realista com ela.
- Amiga, olhe bem, estou acima do peso, para não dizer gorda, celulites, tenho, rugas. E fala que dou caldo, só se for caldo de baleia – Falei balançando a mão como quem diz deixa para lá.
- Pare com isso, você tem uns peitões, coxas grossas. E você é bonita sim – Disse segurando minha mão por sobre a mesa, e sorrindo.
Olhei para ela e consegui brincar – Olha se alguém escutar, você segurando na minha mão e descrevendo como sou gostosa para você, vão pensar “Olha lá as duas sapas”, porque esse povo é muito preconceituoso – E cai na risada com minha amiga me acompanhando.
Estávamos rindo quando percebi um rapaz nos encarando, sentado duas mesas ao lado. Parei de rir e o encarei também, ia perguntar o que estava olhando, quando ele, levantou-se, passou por nós, e sorrindo falou sem parar apenas diminuindo o passo – Como é bom ver senhoras bonitas e charmosas com toda essa alegria, revigora a gente. Excelente dia para vocês - e foi se embora.
Olhei para minha amiga e falei – Somos senhoras bonitas e charmosas alegres agora, espero que isso signifique que ele ache que a gente esta ficando senil – caímos na risada novamente.
Depois de andarmos mais um tempo e comprarmos o presente da minha amiga, resolvemos que era hora de voltarmos para casa.
Na fila do caixa do estacionamento, e quem estava a nossa frente? O rapaz dos elogios. Cutuquei de leve minha amiga e mostrei com a cabeça, ela olhou para mim e assentiu, mostrando que também havia visto e rimos baixo. Assim mesmo chamaram a atenção do rapaz que olhou para trás, sério, mas nos reconheceu e falou.
- Olha se não são as bonitas damas charmosas novamente – E sorriu abaixando a cabeça em um cumprimento.
Minha amiga não tem papas na língua e falou – Olha meu rapaz, o que você quer dizer com alegres, senhoras, charmosas em? Que estamos ficando bobas?
Com um ar de surpresa falou – Me desculpe, não quis ofende-las e nem algo parecido, meus elogios foram sinceros, me desculpem mais uma vez – e começou a se virar para ir embora e eu falei segurando o braço dele – Desculpe a nós, porque um rapagão como você elogiando duas velhas, não é normal.
Ele sorriu e disse – Velhas não, maduras, mulheres maduras. E são realmente charmosas – completou.
Depois de pagarmos o estacionamento, caminhamos para a saída, com o rapaz que esperou-nos e pediu para nos acompanhar até fora do shopping.
- Olha, agradeço seus elogios e também suas desculpas. Porém, gostaria que entendesse. É difícil acreditar!
O rapaz sorriu novamente e falou – Bem, quanto a acreditarem ou não, nada posso fazer a respeito. E continuo achando-as bonitas e charmosas.
- Sei, sei. Duas coroas fora de forma charmosas, certo – falou minha amiga.
- Pois acredite eu acho – repetiu e completou - Existem muitos homens e rapazes que também achariam isso se as vissem. Mulheres maduras fazem sucesso entre uma classe masculina – Já do lado de fora do shopping.
- Uma classe de homens? – Perguntei
Ele sorriu e falou – Olhe senhora?
- Maria Helena e esta é Marcia – Apontei para minha amiga.
- Prazer, meu nome é Lucas. E como ia dizendo, pois estou ficando sem tempo, embora a conversa e a companhia sejam muito agradáveis. Existem pessoas e gostos para tudo e todos, não é – Ambas concordamos.
- Então existe, e acreditem, não são poucos os homens que gostam de mulheres maduras, coroas se preferirem, e não são somente os velhos, os jovens também.
- Não acredito – Falei e minha amiga concordou comigo.
- Bem como eu disse estou atrasado e preciso ir mesmo, mas, olhe fiquem com meu cartão, se precisarem de reforma elétrica na sua casa me liguem – Beijou nossas mãos cavalheirescamente partiu.
Olhei para o cartão e falei para Marcia – Que faço com isso?
- Oras guarde, vai que precisa de material elétrico. Um cabo grosso talvez – Falou dando de ombros mais rindo. Guardei na bolsa, onde ficou no esquecimento.
Minha vida voltou a rotina, trabalho, casa, casa, trabalho. E o casamento aquele marasmo. E eu cada vez mais para baixo com tudo que até meus filhos perceberam, mas, os enrolei com a desculpa de problemas de mulher.
Mais de um mês depois, estava em um restaurante perto do meu serviço, com amigas do escritório, quando vi o rapaz do shopping, ou pelo menos parecia ele, estava saindo com um grupo de homens de outra empresa ali perto, pois sempre os vejo. Contudo, poderia estar engana, pois esse rapaz usava um pequeno cavanhaque, e fiquei quieta na minha.
A tarde sentada na minha área de trabalho, pensando se seria ou não rapaz, e nem sei por que. Se existe uma coisa que me deixa irritada, é não ter certeza de algo.
Então me lembrei do cartão, e vasculhei a bolsa, estava quase desistindo quando o encontrei dobrado no fundo. Peguei-o, olhei para ele um instante, e pensei – Maria Helena, o que esta fazendo? Isso é curiosidade ou outra coisa? – Pois havia lembrado toda conversa que tivemos. Depois de um breve debate comigo mesma, liguei, no segundo toque ele atendeu.
- Alo, pois não.
- Olá, é o Lucas?
- Sim, sou eu quem fala?
- Desculpe incomoda-lo, acho que não se lembra, eu sou Maria Helena, nos conhecemos há algum tempo atrás em um shopping, estava com... – E antes que eu terminasse ele falou – Mas é claro que me lembro das duas damas risonhas e charmosas.
- Isso mesmo, segundo você – Falei.
- Bem não vamos começar com a história de acreditar ou não, em que posso ajuda-la?
- É mais uma curiosidade, por acaso você estava almoçando hoje no restaurante tal e esta usando cavanhaque?
- Sim para as duas perguntas, por quê? Me viu?
- Sim, mas, fiquei na dúvida, e ficar na dúvida me deixa angustiada. Mas, obrigada e desculpe-me incomoda-lo.
- Não Maria Helena, não incomodou em nada, e olha amanhã tenho mais assuntos na sua região, posso convida-la para almoçar? Sua amiga também?
-Pode... Acho... Talvez... Não... Espere um segundo – Aquele convite me deixou nervosa, pegou-me de surpresa, e me reprendi por ter demonstrado isso. Respirei fundo e falei – Pode sim, me desculpe, tive que entregar algo aqui na empresa – Menti.
- Bom, muito bom, á que horas posso pega-la?
Não podia sair junto com as meninas do escritório. Poderia mudar meu horário de almoço, e respondi – ás 13h30 pode ser?
- Claro que sim, onde a pego?
- Me encontre no restaurante tal – falei e me despedi – Que doideira – Pensei.
No dia seguinte quase na hora de sair para o meu almoço, um frio percorreu minha espinha. – Você esta parecendo um adolescente indo para seu primeiro encontro, – Passou pela minha cabeça. Porém contente feliz até como há tempos não sentia
Estava chegando ao restaurante, que eu escolhera e ficava a duas quadras de onde trabalhava, o que me fez chegar um pouco atrasa. E ele já estava em pé na porta me esperando.
- Desculpe-me, já cheguei falando, mas, aqui é meio longe do meu serviço...
- Sem problemas – Falou Lucas, pegando e beijando minha mão – Vamos entrar – completou.
Pedimos nossos pratos e enquanto esperávamos – Falamos do calor, da correria, até chegar ao inevitável.
- Porque me convidou para almoçar, tudo bem que tenha negócios na região...
- Não tenho não, hoje eu não tenho nada por aqui. E convidei-a, porque como disse lhe achei charmosa, bonita, alegre – Falou.
- Nada por aqui, mas, ontem...
- Ontem eu tive, amanhã também, mas, no período da tarde, não poderíamos almoçar amanhã. E qual o problema em convida-la?
- Nenhum, mas, olhe em volta cheio de mulheres lindas...
- Pode ir parando por ai – Ele falou – Sim. Muitas mulheres lindas, outras nem tanto, mas, estou aqui com você.
- Mas por quê?
- Já disse, e eu estou naquela classe que lhe falei lembra? De homens que gostam de mulheres maduras.
- Lembro, mas, você ou essa classe só gosta de mulheres mais velhas?
- Eu não. Eu gosto de jovens também, sou noivo inclusive. Porém, tens alguns que só gostam de coroas.
- Você não usa aliança de compromisso?
- Não, isso é tão importante?
- Para mulheres sim.
Almoçamos e quando nos despedíamos, falei – Foi um prazer almoçar com você e me desculpe sair correndo assim. Como disse, minha empresa fica meio longe e já estou atrasa. E estou sem carro, dia de rodizio.
- O prazer foi meu acredite, venha meu carro esta na rua aqui do lado te levo sem problemas – Aceitei, pois estava realmente atrasada.
Pedi para deixar uma esquina antes do prédio onde fica minha empresa para evitar falarem bobagem.
Lucas me deu um beijo rosto e falou – Posso lhe dar uma carona a tarde para onde quiser?
- Imagina, o metro fica aqui perto e já estou acostumada...
- Eu insisto. Te pego aqui... A que horas?
Saiu sem pensar mesmo – Ás 17 horas – falei fui embora. Passei o resto da tarde refletindo sobre tudo, e confesso que no fundo estava adorando. Sabia que de alguma forma estava sendo paquerada. Isso já começou a mexer com minha baixa estima.
Á tarde quando sai e me dirigi à esquina, me passou pela cabeça que ele não estaria lá, que no fundo foi só gentileza ou pior uma brincadeira com coroa boba. Cheguei e lá estava ele me esperando, desceu e abriu a porta, um verdadeiro cavalheiro.
- Para onde? – Falou ligando o carro.
- Para minha casa que não é, porque se me virem chegando de carro com um homem, bem mais jovem, nossa nem quero imaginar – Falei – Pode me deixar em qualquer metrô, mais a frente – completei.
- Não. Não, levo você pelo menos alguns quarteirões de sua casa, esta bem assim?
Concordei e partimos, falei para ele alongar o caminho porque nesse dia sempre chagava um pouco mais tarde por estar sem carro, o que ele concordou sorrindo.
Fomos conversando, tranquilos e com o transito que estava ele nem iria precisar alongar o caminho.
Falamos do transito terrível, e a conversa acabou ali. Sem deixar que ficássemos em um silencio constrangedor perguntei.
- Lucas, você tem uma noiva da sua idade, você disse – Ele assentiu – E essa história de gostar de mulheres maduras? Você já me explicou, mas, não entendo.
- Vou ser claro para você Maria Helena, isso é fetiche, sabe o que é?
- Claro que sei, mas, acho estranho.
- Estranho é gostar de sentir dor, ou causar dor nos outros, isso é estranho, sem contar com coisas bem nojentas – falou fazendo aquela expressão de nojo.
- Mas, mulheres madura como gosta de falar – disse – Veja, por exemplo, eu, gordinha, com celulite e estrias...
- Não posso explicar Maria Helena, mas, sempre foi assim, coroas me deixam excitado, – Falou sério.
- Você se sente excitado por coroas? Mas, tem uma noiva...
- Como disse gosto de mulheres da minha faixa etária, mas, coroas me dão bastante tesão sabe? É uma espécie de tara.
- Você deve esta de brincadeira? Tesão por uma velha?
- Primeiro você não é velha, velha é a partir dos 70 anos. Segundo me excita sim.
- Desculpa as perguntas é que eu quero entender – E queria mesmo.
- Sem problemas, pode perguntar não tenho vergonha de responder.
- Eu sei que existem mulheres mais velhas que eu, por exemplo, que tem um corpão. São atraentes mesmo. Agora, não me acho feia. Mais linda e charmosa... Bem... – encerrei
Lucas riu e falou – Concordo com você em algumas ciosas. Mais não tenho como explicar. Eu gosto. E acho você charmosa, bonita, sexy e atraente.
Cai na risada – Tudo bem aceito, bonita e charmosa, agora, sexy e atraente, me desculpe, não dá.
- Não ria é sério, posso ser bem direto?
- Pode sim – falei ainda sorrindo.
- Acho tudo que falei de você, e tem mais, você me deixa muito excitado – falou sério.
- Nossa, essa você apelou, acho que você esta curtindo com a minha cara – Falei séria e já ficando brava.
- Se não acredita veja você mesma – Falando assim aceitou o pau calça de forma que pude ver o volume.
- Nossa não acredito – Falei pondo a mão na boca e virando o rosto para a rua, realmente surpresa e incrédula que aquilo estava acontecendo.
- Calma, não vou te atacar, nem nada. É só para você ver que não estou mentindo, já que não acredita. Lá no restaurante já havia ficado de pau duro, olhando para seu decote – terminou. Lembrei-me que realmente minha blusa é decotada e tenho seios grandes.
- Meu Deus eu não acredito nisso, repeti – Estava chocada, mais pela surpresa da situação que eu não esperava daquele rapaz tão gentil.
Vendo minha aflição, Lucas falou - Me perdoe Maria Helena, por favor, me perdoe, fique tranquila, vou encostar o corra e você poderá descer. Mas, por Deus me perdoe por todo esse constrangimento, por essa minha ousadia, por favor, me perdoe.
Ele dobrou uma esquina e encostou – Me perdoe, por favor, nunca quis ser ousado com você, olha viu ali a um quarteirão tem um ponto de taxi, eu pago, olha pegue e vá em paz, por Deus, que eu fiz – Falava tremendo com a carteira na mão tentando tirar umas notas dela.
Olhava para ele e para a rua. Minha cabeça a mil. Vários pensamentos passavam rapidamente: Um era saia do carro agora sem olhar para trás, outro é: Mande-o enfiar o dinheiro no cú e se mande, mas um dizia fique, veja ele se arrependeu, além do mais um cara na idade dele ficar de pau duro por sua causa, nesta altura do campeonato é um elogio.
Novamente respirei fundo e pensei mais um segundo e falei – Certo, vamos nos acalmar, ok? - Ainda tremendo Lucas assentiu
Certo então fique calmo agora, este tudo bem eu entendi tudo. Só fiquei um pouco chocada, mas, já esta passando também – Disse fazendo-o abaixar a mão que ainda segurava a carteira, bem na hora que duas moças passavam, dando risadinhas.
- Guarde essa carteira, vão pensar que eu sou uma puta velha sendo paga – Não consegui conter uma risadinha. Isso pareceu tira-lo do transe que se encontrava, falou ainda meio tremulo, e olhando para o piso do carro – Mas, me perdoe, sei que isso foi uma coisa imperdoável.
Como uma mãe que perdoa um filho falei – Lucas, olhe para mim – o fiz levantar a cabeça com as pontas dos dedos – Vou ser bem verdadeira, no primeiro momento fiquei chocada com sua atitude. Se o carro estivesse parado acredito que teria descido.
- Pode descer eu pago um...
– Chiuuu – Fiz pondo o dedo na frente da boca dele – Eu disse em um primeiro momento, depois refleti e acredite estou lisonjeada com sua sinceridade, agora sei que tudo que vem dizendo é verdadeiro. Não por suas palavras, mas, pelo seu estado, só mulher consegue fingir excitação – conclui sorrindo.
– Podemos ir agora? Você disse que ia me levar, então vamos? –Sorria para ele ver que estava tudo bem, e realmente estava.
Um silencio baixou sobre nós e eu para quebrar o gelo que estava se formando, falei brincando – Vou ficar com pena de sua noiva hoje. Mas, alguém tem que pagar o pato, não é? - Ele balançou a cabeça negativamente
Ainda em tom de brincadeira disse – Tudo bem foi tenso lá atrás, acabei com sua excitação.
- É, acho que pisei muito na bola – falou sem me olhar. Então séria respondi – Já falei que esta tudo bem. Não vai deixar uma besteira acabar com sua noite com a noiva.
– Ela não vai pagar nada não – Repetiu e continuou, com uma voz calma - Porque uma coisa não tem haver com a outra – disse olhando de canto para mim – As formas de tesão são diferentes, o tesão que sinto por ela é muito diferente, não peça para explicar, não saberei – Só confirmei ter entendido.
- O tesão que tenho por mulheres madura, não dá para descarregar em outra pessoa, entende? E sei que quando chegar lá em casa, independente da situação lá atrás, vou ficar excitado novamente por imaginar... Bem é isso.
- Por imaginar o que? Por favor, conclua, na boa mesmo – Eu sabia mais meu ego queria ouvir da boca dele.
- Por imaginar você – falou meio constrangido – Então não tem nada haver transar com minha noiva, entende?
- É acho que sim. Mas, então como se resolve isso?
- Simples, vou deixar você perto da sua casa e vou minha entro no chuveiro para o banho e me masturbo – Falou sem tirar os olhos da rua.
- Se masturba?
- É bato uma punheta pensando em você, se me permite ser bem sincero? – falou meio irritado.
- Permito sim, sua sinceridade é clara – Falei balançando a cabeça impressionada – Se estou agora te irritando fico na duvida se desço ou não? – conclui.
- Isso é você quem sabe – falou sério, e continuou - Só estou muito chateado por tudo, me desculpe o mau jeito.
- Continue mais a frente tem uma estação do metro, com este transito horrível, terei tempo de pensar – Havíamos voltado para a avenida principal.
Não iria descer, estava testando-o, por fora estava séria, mas, por dentro estava rindo. E excitada imaginado a cena do Lucas no banheiro nu se masturbando pensando em mim: peladão no chuveiro socando uma e gemendo meu nome. Senti nesse momento, um fisgadinha na boceta, que a tempo não sentia. Esta excitada com a ideia.
Resolvi provocar o rapagão novamente um pouco, ajeitando a blusa de forma a deixar meus peitos mais visíveis o possível.
Para chamar a sua atenção disse – Lucas uma curiosidade, se é que ainda posso ter alguma? – perguntei olhando para frente – Mais, calmo, ele olhou para mim e claro que seus olhos se dirigiram aos meus peitos – Sim, pode sim.
- Quantos anos você tem?
- Tenho 29 anos, por quê?
- Sabe quantos anos eu tenho?
- Não sei, mas, isso não importa.
- Tenho 53 anos, tenho um filho com 32 anos e um netinho de oito meses – falei sem olhar para ele.
- Isso a torna mais atraente ainda – falou.
Continuamos falando de sobre idade, mas, apesar do transito estava próximo ao metro. Percebendo ele tentar se ajeitar toda hora no banco. Arrisquei uma olhada para o lado e para baixo, quando estava prestando atenção no transito, e percebi que estava novamente de pau duro.
- Algum problema Lucas? – disse sorrindo.
- Nada, tudo bem, estamos perto do metro, vai descer?
- Olha você é um péssimo mentiroso sabia? Devia ter percebido que falava a verdade desde o começo – disse e completei – Alguma coisa o incomoda não é?
- Desculpa o que vou dizer Maria Helena, mas, você esta me provocando á algum tempo. Percebi que abriu mais o decote...
- Mas, isso é uma mentira, se ele abriu um pouco mais foi sem querem – Disse fingindo ofendida – E é isso que esta te incomodando? – Tapei com a mão meu decote.
O vi tentar reposicionar o cacete duro de forma a parar de incomoda-lo e não perdi a chance de falar.
- Olha não foi proposital, mais... – Fiz uma pausa ante de concluir – Pelo menos seu tesão voltou, vai poder... Como você disse mesmo... – falei fazendo cara de quem esta tentando lembrar algo - ah! Sim, bater uma punheta pensando em mim, acho que foi isso.
Ele não respondeu apenas falou – Metro á frente.
- Devo descer ou não? Acho que vou, visto que estou te provocando novamente, e ficará nesse estado até chegar a sua casa, depois de me deixar é lógico.
- Se descer agora, não vou precisar chegar a minha casa para bater uma – disse seco e completou – Ali para baixo é cheia de empresas e essas horas estão desertas, encosto lá e resolvo isso.
Eu não ia desce mesmo E depois do que ele acabara de falar, minha cabeça fervilhava. Quero que entendam que estava excitada, mas, excitada. E ai acreditem ou não, pela oportunidade de ver minha fantasia de pouco se tornar realidade de alguma forma, eu queria ver aquele rapaz bater uma punheta na minha frente. E juro naquele instante era só isso.
Lucas entrou em uma rua paralela à estação do metro para que eu descesse. E logo encontrou uma vaga. E nem desligou o carro e disse – Pronto, chegamos e me perdoe por tudo, nunca vou incomoda-la por ficar em paz.
– Lucas. Não vou descer - Disse olhando para ele, e continuei - Mas, como sou culpada em partes por isso - e apontei para o volume na calça.
Engoli em seco e continuei – Se eu falar que não fiquei um pouco chocada, constrangida vou esta mentindo, por outro lado estarei mentido se disser que não estou com a minha moral mais cheia, lisonjeada, e até um pouco excitada... – parei pensando em como ia falar o resto que estava na minha cabeça.
- E? – Questionou Lucas.
- Bem, vamos fazer um acordo? – disse sabendo que não haveria volta.
- Qual? – e questionando assim ele desligou o carro – Qual é o acordo?
Respirei fundo, molhei os lábios e falei – Você disse que ficou excitado olhando meus peitos pelo decote, verdade?
- Sim – respondeu olhando fixamente para mim – Ainda estou.
- Então para você entender, não é porque sou uma coroa, avó, com idade para ser sua mãe, que tudo isso não mexeu com meu lado feminino que á tanto tempo esta deixado de lado. Saber que um rapaz muito mais novo, ficou excitado de olhar para este seios caídos, porque são grandes sim, mas é o sutiã que os manter nessa posição... – falei puxando a alça por cima da blusa para mostrar a ele -... E ainda por cima falar que vai se masturbar pensando em mim, me enche o ego, me levanta o astral e me faz ficar excitada a ponto de criar uma fantasia – conclui.
- Que fantasia? – perguntou quase sorrindo.
- Essa fantasia tem haver com esse acordo que estou falando...
- Mas que...
- Calma estou chegando lá – Na verdade estava agora com mais medo que excitação, mas fiquei firme e falei – O acordo é o seguinte, eu te deixei excitado inconscientemente, no restaurante, porque nem imaginava tudo isso. Porém, sou realmente culpada de excita-lo agora deixando meu decote mais aberto, pronto confessei - Disse dando de ombros, ao que Lucas reagiu com – Eu sabia – fazendo cara de estava certo.
- Por outro lado, você com sua sinceridade direta, também me excitou a ponto de fantasiar como disse... – Respirei olhei para os lado, e como se alguém pudesse nos ouvir falei mais baixo – Fantasiar com você se masturbando – Ele arregalou os olhos, de deu uma risadinha balançando a cabeça.
Certo estou entendendo, você quer-me ver fazendo isso? Corrija-me se estou enganado.
Sim, isso me deixe ver você bater uma punheta em minha homenagem, que eu deixo durante esse tempo você olhar meus peitos. Mas, já aviso, não são mais empinados e nem durinhos.
Lucas sorriu e disse ligando o carro – Feito.
Depois de uns cinco minutos, chegamos ao local que Lucas havia mencionado. Era uma rua cumprida, com o fundo de empresas de ambos os lados. Apenas grandes portões de chapa de ferro, que deveria ser entrada e saídas de caminhão. Percebi que não havia viva alma na rua, mas, percebi câmaras de segurança.
Lucas dirigiu até um ponto e parou e me disse – Fique tranquila aqui não passa ninguém, e neste ponto as câmeras não podem nos ver.
- Como sabe tudo isso, já trouxe outras aqui?
- Sim, namoradas, nenhuma coroa, se é isso que quer saber. E quanto às câmeras, a desta empresa foi instalado pela minha, estamos em um ponto cego – completou abrindo seu cinto de segurança.
Apesar de serem quase sete da noite estávamos em horário de verão, e ainda havia só no alto das empresas.
- Se você diz – Estava agora meio apavorada agora que havia chegado ao local, mas, não havia volta.
- E nosso acordo? – falou apertando o pau sobre a calça acho que tanto de tesão, como de ansiedade que percebi nele.
- Acordo é acordo – falei tirando minha blusa, mas, muito envergonhada de meu corpo. Fiquei só de sutiã – se eu tirar ele, meus peitos vão cair – falei nervosa.
- Não me importo, tire, por favor – falou abrindo o cinto da calça e enfiou a mão esquerda. Podia a ver apertando o pinto sob a calça.
Sem muito jeito puxei as alças do sutiã, tirei os braços e ele ficou solto na minha barriga preso só pelo fechecler. Envergonhada segurava-os com as mão tapando os bicos.
Com a mão livre e muito delicadamente, ele segurou uma das minhas mão e me fez soltar o peito que claro caiu, sorte não ser uma tripa, depois fez o mesmo com a outra mão sorrindo – falou – quer segura-los segure-os por baixo. Peguei os e os levantei e agora mais desinibida falei – Assim que você quer, e levantei uma mão e abaixei a outras duas vezes para provoca-lo.
- Assim, mesmo - Falando isso, ele abriu o zíper da calça e tirou um pau bem interessante e duríssimo para fora, que me fez arregalar os olhos, e dizer – Nossa.
Ao contrário do que imaginei, ele massageava o pau bem lentamente, fazendo sempre uma gotinha sair pela ponta lubrificando-o. Enquanto eu olhava vidrada para aquele cacete, e segurava os peitos empinados ele falou.
- Posso tocar um pouco? – pediu
- Pode sim – falei me inclinando um pouco em sua direção, enquanto ele pegava o pau com a mão esquerda e com a direta apertava meus peitos de leve, fazendo ficar toda arrepiada.
Depois voltou a massagear aquela pica dura, olhando oras para meus peitos, ora para mim. Que continuava com os olhos colados aquele membro empinado que a muito não via um assim. Era pouco acima da média, muito pouco, meio envergado para cima e com uma cabeça rosada que brilhava com a sua baba.
- Quer segurar um pouco? – Falou Lucas olhando para mim e depois para o pau, quebrando um pouco meu transe.
Podem não acreditar, mas, como disse queria mesmo era ver ele se masturbar, mais nada. Mas, puta que o pariu, depois de muito tempo ser sentir um cacete, com a estima baixa, não podia perder essa chance.
- Posso? E meio sem jeito fui esticando o braço e timidamente segurei aquele cacete vibrante, meu corpo todo tremeu, e acredito que Lucas percebeu.
Fiquei ali apenas segurando por um tempo, sentindo-o na palma da minha mão, depois comecei a alisa-lo todo, passando o dedo pela cabeça melada e tornando a segurar apertando um pouco, queria sentir aquele pau bem duro, que há tempos não via nem sentia.
- Que mão macia você tem Maria Helena – Falou olhando para mim, que sorri meio sem jeito, e agradeci o elogio.
Após passar a mão mais umas duas vezes e bem lentamente. Voltei a segurar aquele cacete que vibrava em minha mão e comecei a punheta-lo lentamente.
Segurava com a mão esquerda, o que me dificultava um pouco. Virei-me no banco em uma posição que me deixava um pouco arcada na direção de Lucas. Com o braço esquerdo apoiado no encosto dele, mas, conseguia alcançar o pau com a mão direita. Assim, punheta-lo com mais eficiência.
- Desculpe-me Lucas, estou meio sem pratica na punheta – falei olhando para o pau dele.
- Está muito gostoso, você está indo bem - disse – E completou e você esta gostando?
- Estou sim, estou adorando para falar a verdade – respondi olhando para ele. Depois, olhando para aquele caralho, e falei mais para mim, do que para ele - Que pau bonito, tão duro. Á muito tempo não seguro um cacete assim, tão vibrante.
Senti a mão dele fazendo carinho nas minhas costas, o que me deixou mais excitada, arrepiando-me toda.
- Posso encostar meu banco um pouco mais?
- Claro que pode – Falei sem largar nem perder o lento ritmo da punheta.
Ele deito um bastante o banco e eu assim perdi o apoio do braço esquerdo, forçando-me a me curvar ainda mais e apoiar-me no seu peito.
Lucas gemeu baixinho e falou – Muito gostoso mesmo, Maria Helena, você tem mãos de fada.
E meio brincando disse - Estou me esforçando para dar carinho para esta varona de condão.
Lucas continuou a alisar minhas costas e chegou até passar os dedos por dentro do cós da minha calça, o que me fez apertar as pernas.
Parei um segundo para me ajeitar, pois meu braço esquerdo estava doendo naquela posição de aguentar meu peso. E o encosto agora do meu banco me incomodava. O que fez Lucas perguntar – Esta cansada quer para eu termino?
Ajeitei-me rapidamente, levantei-me e deitei meu banco junto ao dele. Depois me debrucei novamente e segurando aquele pau gostoso – De jeito nenhum, estou adorando já disse só me ajeitando. Acha que vou perder a chance de continuar segurando esse delicioso cacete?
- Delicioso mesmo? – Falou agora subindo a mão e acariciando meu pesco e nuca, o que me fez levantar a cabeça e suspirar.
- Muito – falei lentamente de olhos fechados e a cabeça inclinada para cima, sorrindo de prazer. O que me fez para a massagem.
Então olhando para ele, sem soltar pau falei – Você me enganou com esse sua carinha bonita e fala macia, não era esse nosso acordo – Fazendo carinha de brava, porém, voltando a punheta-lo lentamente.
- Ah! Quem quebrou foi você, eu só perguntei se queria segurar – Falou e voltou a alisar minhas costa, do rego até a nuca, me fazendo puxar o ar ruidosamente.
- Pode ser mais fui induzida, só queria olhar – falei olhando-o de canto e sorrindo.
- Arrependida?
Parei de punheta-lo, fiquei apenas segurando-o, olhei para ele com meu melhor sorriso e olhinhos apertados – Nunca, estou adorando isso, me faz-me sentir viva. Faz-me sentir mulher novamente. Arrependida não mesmo, há muito não sinto a textura lisa e melada de um cacete na minha mão, estou matando a saudade – passando a mão do braço que se apoiava no peito dele sobe a camisa.
Certo, então – disse levando a mão a base da minha nuca e massagear lentamente ali, me fazendo fechar os olhos e suspirar.
- Bem já que quase matou a saudade de um cacete mão, porque não mata a da boca também – falou sem parar de massagear-me.
Apesar do tesão que estava sentido, parei de punheta-lo e olhei para ele séria. – O que? Questionei como se não tivesse entendido a pergunta. Ganhando tempo para decidir o que fazer. E aqui mais uma vez falo, acreditem ou não, não era uma decisão fácil para mim, naquela época. Porque estava com receosa. Pegar em um pau estranho é uma coisa, coloca-lo na boca já é outra. Mas, a ideia já havia passado pela minha cabeça, só estava resistindo e agora, lá vinha à maldita dúvida novamente.
- Disse que já que matou a saudade da mão, talvez queira matar a da boca também – Falou massageando mais lentamente minha nuca e fazendo uma cara de criança pidona completou – Gostaria muito de sentir a macies de seus lábios nele.
Estava debruçada a mais ou menos 30 centímetros daquela pica de cabeça rosada e melada. Olhei para ela, e instintivamente lambi os lábios e salivei, não havia mais o que pensar meu corpo falou por mim. Pensado assim, fui me debruçando mais sobre ele. Parado quando estava a poucos centímetros da minha boca, que já estava entreaberta.
Passei a língua nos lábio novamente e mordi o lábio inferior, para dissipar minha dúvida. E funcionou muito bem. Abaixei a cabeça, abri a boca e coloquei a língua lentamente para fora e quando ela encostou-se à base daquela cabeça pulsante e melada, sorri e dei uma lenta, mas, deliciosa lambida até a ponta, onde uma gotinha de baba saia. Encostei os lábios na pontinha e suguei aquela gotinha para mim, estalei a língua. Então comecei a lamber aquele caralho melado todo.
Nesse meio tempo, Lucas abrira mais a calça me deixando ver até a raiz da vara.
Virei à cabeça para ele e falei com a ponta do seu cacete encostada no meu rosto – Safado.
- Sou sim, agora chupa minha pica, sua coroa vadia e deliciosa.
Aquilo em vez de me insultar me estimulou mais. Virei a cabeça, já com a boca aberta para receber aquele cacete duro.
Chupei com calma no começo, saboreando aquela sensação de ter novamente após anos um caralho duríssimo na boca. Comecei a punheta-lo lentamente com a boca. Tentei coloca-lo inteiro, mas, não consegui. Despois fui aumentando o ritmo. Tirando gemidos e xingamentos de Lucas.
- Delicia vadia, boqueteira safada, chupadora, cadela de boca gostosa, assim mama na minha pica, chupa esse cacete – falava.
Era indescritível o prazer que estava sentindo em chupar aquela picona dura, vibrante. Rodava a língua pela cabeçona, chupava só a cabeça macia.
- Delicia de pau, delicia chupar esse cacete. Há quanto tempo no tenho uma rola dura na boca, estou adorando chupar você cachorro sem vergonha – Falava esfregando o cacete nos lábios.
Depois de um tempo, senti que ele iria goza. Não tirei da boca, pois nunca havia até aquele dia recebido uma esporrada na boca.
Quando ele gemeu alto e senti o jato quente e viscoso na boca, tenho que confessar que dei uma gozada também. Fiquei quieta com o pau pulsando na boca cheia da porra que escorria pelo conto. Depois lambi até deixa-lo bem limpinho.
Lucas queria ir para um motel para terminarmos o serviço. Mas, precisava ir embora, apesar de tudo tinha família. E só naquela hora confesso ter se lembrado deles.
Dias depois fomos para um motel, onde ele me fudeu de todas as formas, inclusive inaugurando meu rabo virgem. Ficamos saindo por mais de seis meses. Tempo que ele acabou me apresentando a alguns amigos que gostam de uma coroa, todos na mesma faixa de idade dele, entre 25 e 30 anos.
Na primeira vez ele me apresentou um amigo, um moreno fortinho, fomos os três para um motel, onde tive meu primeiro ménage à trois, delicioso por sinal.
Lucas se casou e mudou para outra cidade, ainda nos comunicamos.
Nos últimos três anos, conheci vários homens quase ou da minha idade e um até mais velho, conheci garotos de tudo, de 17 ou 18 anos. Dei muito, chupei muita pica quando não dava por algum motivo fazer mais nada, e com menos frequência e mais calma, ainda dou e chupo alguns cacetes.
Continuo trabalhando, aposentadoria ano que vem, cuidando da casa, paparicando meu mais novo neto.
Desde aquele dia voltei a me sentir valorizada. Hoje sou muito mais feliz. Me aceito como sou, porque tudo é uma questão de gosto.
*Obrigada Severus por ter sito tão paciente comigo em meus extensos meus e-mails (Nota solicitada)