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03 de Junho, 2016 às 15:08 Por: SEVERUS

Vai pescar amor (Donas de Casa X)

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Vai pescar amor (Donas de Casa X)

Sou Severus, e alguns de vocês já me conhecem pelas histórias, de outras pessoas que publico, sou um escritor fantasma, as histórias e aventuras, não são minhas, elas me são narradas e eu as escrevo e público para o prazer de vocês.
Estava meio parado, e pensei ter encerrado as histórias das donas de casa, porém, dias atrás foi procurado por uma leitora, que me disse ter criado coragem para narrar sua história, que a partir de agora é contada por ela.
Oi a todos, meu nome é Marlene, nome verdadeiro, sou casada, há 24 anos, tenho dois filhos, já grandes, casei com 21 anos, não por amor, mas porque estava gravida, e dois anos depois veio outro filho. Tenho 44 anos, meu marido tem 49, formamos um casal bem unido e feliz, sim, feliz apesar das circunstancia que nos levou para o altar, não tenha sido, como disse anteriormente, amor, mas, com o tempo ele veio, principalmente pelo esforço de meu marido, não posso negar, pois, várias vezes, eu pensei em me separar.
Como disse casei gravida e meu marido foi o único homem com quem realmente cheguei até o final, até á cinco anos atrás, quando, descobri, quase por acidente, que podia ter mais prazer, e melhor até, que só o dado por meu marido.
Como disse tenho dois filhos já homens, o primeiro com 24 anos e o mais novo com 22, ambos, hoje na faculdade, mas, á cinco anos atrás eles ainda estavam no colegial. E minha casa vivia cheia de adolescentes, ou apenas papeando ou fazendo trabalhos de escola, confesso meus dois rebentos são muito estudiosos, e a maioria de seus amigos também.
Bem, como disse há alguns anos atrás, eu e meu marido estávamos em uma daquelas crises de casamento e eu me sentia muito para baixo, sem motivação e de autoestima muito baixa.
Um alvo fácil para uma pessoa esperta e com segundas intenções, com uma conversa boa e um grau de sedução, que no meu estado, não precisava ser muito.
Um dia estava em casa quando meu filho mais velho chegou com dois amigos na mesma faixa de idade dele, 18 a 19 anos, para perguntar ao pai, que estava se preparando para um final de semana, de três dias, feriadão, para pescar, se podiam ir juntos. O mais novo que também adora uma pescaria, já ia de qualquer forma.
- Pai, podemos ir com o senhor? Meus amigos aqui, também curtem uma pescaria.
- Claro que podem, mas, vai deixar sua mãe sozinha – Disse meu marido, como se naqueles dias ele se importasse muito com esse fato.
- Mãe tem problema? Perguntou se virando para mim, que estava terminando o almoço.
- Não, sem problemas, até bom, ter um pouco de sossego em casa – Falei sem muito entusiasmo.
- Beleza mãe, fechou – disse meu filho mais para o pai que para mim.
Desliguei o fogão, pois a comida estava pronta e falei - Se sirvam, preciso arrumar umas coisas na lavanderia e depois eu como – Saí sem antes falar que os amigos dele também podiam almoçar.
Fui para a lavanderia que ficava no quintal de casa, que é bem amplo e arejado e comecei a chorar, por me sentir dispensável.
Estava já enxugando as lágrimas, quando percebi, o Aroldo, um dos amigos de meu filho na porta da cozinha me observando. Disfarcei e comecei a mexer em umas roupas que estavam de molho no tanque.
Ele se aproximou e disse - Tudo bem dona Marlene?
- Esta sim, esta tudo bem sim, vai almoçar – menti deslavadamente, porém, se me esforçar para ser acreditada. E não fui.
- Obrigado, mas, comi um monte de bobagem na rua, então, sem fome – Disse e completou - Olha Dona Marlene, eu sei quando alguém, esta chateada com alguma coisa, e neste caso eu acho que da senhora ficar sozinha, três dias, quando todo mundo vai se divertir.
Olhe para os lados, respirei fundo e disse – É verdade sim Aroldo, mas, por favor, não comente nada com o seu amigo, por favor, não quero estragar o final de semana dele com o pai.
- Pode confiar em mim, e não fica assim não, tente ficar bem – disse sorrindo, Aroldo é moreno claro, com 18 anos na época e acredito que 1m85 de altura.
- Ficar bem? Vou tentar – E não tenho dúvida, que pelo olhar de Aroldo enquanto se afastava que ele já estava planejando algo.
No dia seguinte logo pela manha, meu marido e meus filhos partiram para três dias de pescaria e eu para três dias de solidão, pelo menos era o que eu achava.
Depois que os três saíram, voltei para a cama, era cedo e eu não estava disposta a começar a fazer qualquer coisa que fosse, e por incrível que pareça adormeci. Acordei já eram quase 11 horas, nunca acordei tão tarde.
Levantei e me forcei a fazer o serviço de casa, aproveitando que estava só, nem almoço quis fazer, comi o resto do dia anterior. Queria terminar logo e depois ver o que faria, estava pensando em sair um pouco, mas, sem destino.
_ Vou sair, não sei para onde, mas, vou sair depois de terminar aqui – Falei para mim mesma e voz alta, sem saber que depois só não sairia como minha vida começaria a mudar completamente.
Estava quase tudo pronto, quando tocaram a campainha, fui atender e era Aroldo, o que me surpreendeu e perguntei:
- Aroldo, você não devia ter ido para a pescaria?
- Devia, mas, resolvi não ir – disse calmamente.
- Certo então – disse – Mas, você quer alguma coisa?
- Ah! Sim, quero sim, posso entrar?
Surpreendi-me com o pedido, mas, como ele já fora em casa diversas vezes e era amigo de meu filho deixei entrar.
- Não repare na bagunça estou terminando de limpar a cozinha – Falei apontando o sofá para ele se sentar.
- Tudo bem Dona Marlene, eu entendo – Falou sentando-se no sofá.
- Mas, não sei o que você esta fazendo aqui, sabe que seu amigo foi para a pescaria, que alias você também estava certo de ir, não?
- Sim, deveria mesmo, mas, como já disse resolvi não ir – Falou muito calmamente, embora achasse um pouco grosseira sua resposta.
- Certo então – Falei mais séria, e completei querendo me livrar logo dele.
- Me fale em que posso ajuda-lo?
- Pergunta errada dona Marlene – Um sorriso que eu não gostei se estampou em seu rosto, quando continuou – A pergunta certa é o que eu posso fazer para ajuda-la?
- Como assim? Não entendi?
- Dona Marlene, ontem a senhora estava chorando lá no tanque, pelo fato de ter de ficar sozinha por três dias, porém, eu acho que não é só isso, acho que a senhora esta triste por outros motivos e até desmotivada para a vida – Fiquei impressionada com a calma e lucidez de Aroldo, que tive que me sentar na poltrona atrás de mim.
- Aroldo, de onde você tirou essa ideia, não sei... – Não terminei a frase.
- Olha Dona Marlene, sou novo, mas, tenho experiência para ver que o clima anda pesado aqui, pelo menos entre a senhora e seu marido – Falou novamente com aquela calma impressionante, mas, o sorriso havia desaparecido.
- Eu tenho experiência lá de casa, meus velhos vivem como cão e gato, e não sei por que não se separam, seria muito melhor para todo mundo – Seus olhos vagaram distante, talvez lembrado de algo desagradável.
- Aroldo, você vai me desculpar, mas acho que isso não é de sua conta – Falei até que meio ríspida.
- Claro que não Dona Marlene, contudo, gosto muito do meu amigo, que já esta sentindo o clima e gosto da senhora, uma pessoa muito boa. Por isso não fui à pescaria para poder conversar com a senhora... Ou melhor, a senhora ter alguém para desabafar.
Apesar da surpresa pela atitude ousada de Aroldo, e que em termos de ousadia descobriria em breve que ele estava apenas começando.
Porém. Pensei porque não, não havia ninguém mesmo para desabafar, meus parentes moravam em outra cidade, e não tinha amigas intimas a esse ponto. Não que Aroldo fosse, mas, havia percebido e se prontificava a conversar.
Certo, Aroldo falei, volte mais tarde, agora estou terminando o serviço e estou bem escrava Isaura de vestimentas.
Aroldo se levantou e me mediu de cima a baixo bem lentamente e falou antes de se virar e se dirigir a porta de saída.
- Para meus olhos, dona Marlene, vejo uma mulher bonita, atraente e sexy, mesmo vestida de avental e vestido de luta. Afinal a gata borralheira era bela, mesmo antes de se transformar em princesa.
Fiquei sentada ainda um bom tempo pensando no que ele dissera, é claro, que naquele dia não passou pela minha cabeça, que Aroldo não fora pescar com os outro, porque o peixe que ele queria era outro e ele já havia lançado a isca e pior o peixe já mordera.
Porque aquelas palavras mexeram comigo? Bonita, atraente sexy, não sou feia todos dizem isso, mas, tenho espelho em casa e não sou linda, mas, quando quero viro cabeças na rua.
Terminei meu serviço, tomei aquele banho, vesti um vestido melhor e até meio ousado com um decote bem generoso, tenho seios fartos, mas, confesso a vocês que não havia intensão alguma, foi casual a roupa.
Quando foi umas 8 horas, Aroldo chegou, e convidei para entrar, havia preparado um lanchinho para nós e suco, ficamos conversando bobagens e claro, entramos em meus problemas, que ele ouviu atentamente, por mais de uma hora.
- E é isso Aroldo, minha vida ultimamente se resume a isso – terminei.
- É realmente chato tudo isso – Ele falou calmamente.
- Mas, olha valeu você ter me escutado, ajudou a tirar um pouco dessa tensão – Falei sorrindo.
- Gostaria de tirar mais se me permitir – Falou olhando minhas pernas e no decote do meu vestido.
- Não sei como... – Parei e gelei, um arrepio correu pelo meu corpo.
Aroldo estava de bermuda e naquele instante ele abriu as pernas e pude ver o volume dentro dela.
- Algum problema Dona Marlene? E descaradamente passou a mão por sobre seu pau duro e deu uma leve apertada.
Minhas pernas tremeram, meu sague gelou, mas, também senti minha buceta se contrair e relaxar, molhando a calcinha. E antes que eu pudesse dizer algo ele falou.
- Olha Dona Marlene, o que eu quero é só lhe aliviar um pouco mais, sabe? Essa tensão, fazer à senhora relaxar, acabar com esse tesão recolhido – Disse isso na mesma calma de antes, enquanto apertava seu pau por sobre a bermuda, e aquele sorriso misterioso surgia entre seus lábios.
- Sai do transe que por uns segundos me tirou deste mundo e olhe séria para Aroldo.
- Escute bem meu rapaz, você esta pensando o que a meu respeito? Acha que sou uma qualquer? Pensa que porque estou em uma fase difícil em meu casamento eu... Eu vou... – Minhas palavras morreram na minha garganta, pois, Aroldo abriu a bermuda e tirou para fora um cacete extremamente duro. Não vou dizer medidas de comprimento e grossura, pois, não sei, mas, era grande e mais grosso que de meu marido, isso posso afirmar com certeza.
Novamente o mundo real desapareceu e eu só conseguia ver aquele pau sendo lentamente massageado por seu dono.
É claro, não duvida nenhuma nisso, que Aroldo percebeu na hora que mexera profundamente comigo e foi sua pergunta que me fez voltar ao mundo real.
- Gostou? Acho que sim?
- Arol... Aroldo eu acho que isso esta indo longe demais – Falei me atrapalhando nas palavras, querendo parecer séria de alguma forma. Contudo, séria era tudo que eu não queria mais ser. Eu queria era sentir um pau diferente na minha vida pelo menos uma vez, nada mais passava por minha cabeça, até me virar e a minha foto com meu marido e filhos que tinha sobre uma estante.
Naquele momento, meu tesão, minha bobeira que havia caído se desfez e levantei de uma unida vez e falei quase gritando.
- Saia já de minha casa antes que eu chame a policia para você rapaz, saia agora – Quase gritando apontando a porta, cuspindo as palavras. Naquele momento estava cega de ódio, pois, o meu lado prático havia me dito que Aroldo estava tirando vantagem da minha situação.
É engraçado como o ser humano é estranho, vai de um extremo ao outro em segundos.
Num segundo estava excitada, vidrada naquele pau duríssimo, em outro estava puta da vida, por estar sendo vitima de um aproveitador esperto e sagaz.
Como se tivesse levado um tapa na cara, Aroldo arregalou os olhos, não acreditando em minha reação, a pouco estava certo de sua vitória.
Ele se levantou se arrumou rapidamente e vou para a porta, antes de sair, voltou o rosto em minha direção e falou.
- Me perdoe dona Marlene, me perdoe mesmo, fui um sacana, mas, me perdoe...
- Por quê? Por que fez isso comigo Aroldo – falei quase histérica.
- Porque sempre a achei um mulherão e.... -
- Saia já – Gritei, a porta bateu mesmo antes de ei terminar essas duas palavrinhas.
Após Aroldo ir embora cai no sofá e chorei muito, chorei até pegar em um sono tumultuado, que hoje já não me lembro de nada.
Na manhã seguinte acordei muito mal, minha cabeça doía um pouco e meus corpo também devido ao sofá. Fiz um café e me sentei mesa para tentar entender o que acontecerá na noite anterior.
A principio fiquei com raiva, depois triste, até angustiada. Mas, quando minha cabeça estava mais calma, isso já perto da hora do almoço, comecei a pensar em tudo que acontecerá de uma forma diferente, de outro ângulo e cheguei à concussão pasma, que eu fora uma grande idiota de não aproveitar a chance de experimentar outro cacete após tantos anos.
Eu disse que meu marido foi o único homem com quem realmente cheguei até as vias de fato, tanto que engravidei, porém, houveram outros.
Alguns namoradinhos, e eram só amassos e aulas. Sim, aulas com cada um aprendi uma coisa diferente. Aprendi a bater um punheta com o Rui, ele me ensinou também o prazer de gozar com o dedo na buceta.
Com o João aprendi a chupar um pau, uma coisa que passeia a gostar demais, tanto que aos 18 anos quando meus pais se mudaram do interior para a capital, já estava meio famosa pelos boquetes que pagava. E claro João também me mostrou a delicia de uma língua na buceta. Tanto que acabei cedendo para ele. Não a virgindade de minha buceta, e sim do meu rabo. Aqui tenho que relatar que eu gosto, mas, como toda mulher que também tem essa preferencia sabe, não é só gostar, o homem tem que saber meter para te dar mais prazer, e definitivamente meu marido nunca soube, tanto que passei a evitar esse tipo de relação com ele, e até agradeço as rapinhas que ele dá vira e dorme.
Passeio o resto da manhã e parte da tarde, lamentando minha explosão idiota de fúria, quando na verdade deveria ter caído de boca naquela pica moreninha. Porque, era exatamente o que eu estava precisando, Aroldo estava coberto de razão. Só que eu o havia enxotado de casa.
- Preciso me redimir – Falei alto na cozinha e ri dos pensamentos sacanas que começavam a surgir. E para a mulheres que me leem agora quando queremos somos muito criativas.
Lembro-me como se fosse ontem, como não tinha o telefone do Aroldo, liguei para o meu filho e perguntei como estavam as coisas, e se os amigos estavam se divertido, ele sem saber, me disse que dois tinham ido e que o Aroldo não, porque mãe dele não estava bem. Fiz-me de preocupada e pedi o número do celular dele para saber da mamãe doente.
Liguei quase que imediatamente, foram quatro toques ates dele atender, já estava quase desistindo, naquela tentativa é claro, não ia desistir naquela altura.
Após uma breve conversa onde o reprendi pelo acontecido, da forma mais séria possível, pois estava morrendo de vontade de rir.
O chamei para uma conversa em minha casa naquela noite, onde eu esperava que ele se mostrasse realmente arrependido.
Para aparentar mais seriedade, vesti uma calça jeans e uma camiseta nem um pouco transparente para espera-lo, porém, coloquei uma lingerie vermelha que tinha há tempos e não havia estreado ainda. Fiz as unhas, mas não me maquiei.
Aroldo foi de uma pontualidade britânica, oito horas estava na porta de casa, estava também de jeans e uma camiseta preta de rock, meu filho e eles gostam muito, confesso que também curto um metal.
Fiz o sentar no sofá e eu na poltrona um pouco mais distante, enquanto ele se explicava e falava o que o levou aquela atitude, percebi o qual sagaz e inteligente ele era, observador e porque não dizer uma pessoa estrategista mesmo. Estivera me observando assim, como o clima em casa todas as vezes que vinha ver o amigo, e armou seu plano, convencendo os amigos a irem à pescaria assim que soube, e caindo fora no final com uma desculpa. E viria dar a cartada final em cima da esposa abandonada.
Não foram bem essas suas palavras, mas, foram ditas com firmeza, a firmeza de uma pessoa que tinha tudo para ser um líder futuramente em seu trabalho.
- Então foi assim, e assim, com essa calma você me conta isso – Falei séria, e admirada pela personalidade daquele jovem de 18 anos.
- Me perdoe dona Marlene, mas, não sei falar de outra forma. Vim pedir desculpas, pois agi errado mesmo – Falou olhando diretamente para mim.
- Apesar de tudo, não sei se você esta realmente arrependido do que fez e falou – Disse me segurando para não pular em cima dele.
- Olha dona Marlene, sou uma pessoa sincera, estou pedindo desculpas por tudo, mas, se dizer que estou profundamente arrependido será uma grande mentira – Falou sem mostrar nenhuma expressão.
- Então quer dizer que faria tudo de novo se pudesse voltar no tempo? – Perguntei.
- É acho que sim – responder sem titubear.
- Nesse caso então não tenho outra saída, por favor, espere aqui um instante – falei me levantando e saído da sala.
Fui para meu quarto tirei a calça e a blusa, coloquei uma cinta liga que havia, assim como a lingerie, comprado e não usado. Coloquei uma sandália de salto alto preta, deu uma rápida passada de ruge no rosto e pintei os lábios com o meu batom mais vermelho.
Quando entrei na sala apenas de lingerie e salto, Aroldo deu um pulo no sofá e arregalou os olhos, e podem apostar seu queixo caiu. Já disse não sou linda, mas, tenho meus atrativos, como pernas sem estrias ou veias aparentes. Não tenho barriguinha, um pouco de celulite na bunda, não muita, passável.
Aroldo fez menção de levantar, empurrei-o de volta e sentei de frente sobre ele, meus peitos, os quais já informei que são vistosos, foram direto na cara dele. Passei os braços em seu pescoço e suavemente falei – Então agora o tempo voltou Aroldo, o que você pretende fazer comigo – e então me debrucei sobre ele e beijei de leve sua boca, e depois sua face e por fim mordisquei sua orelha.
Aroldo deu um gemido, e suas mão voaram para minha bunda, sua boca desesperada querendo me beijar, me lamber.
- Calma. Calminha meu rapaz, não é assim que eu quero – Ele parou olhando não entendendo o que eu falava.
- Vamos com calma gracinha – e falando comecei a tirar sua camiseta. Aroldo pareceu entender que era eu que iria conduzir as coisas e facilitou minha ação, levantando os braços.
Não tinha um porte físico de atlético, mas, estava tudo em seu lugar e o membro que me importava já havia visto e gostado bastante.
Então começamos a nos beijar, suas mãos passeavam por minhas costas e sua boca desceu pelo meu pescoço até meus seios.
Endireitei-me e abri o sutiã, meus peitos, com os bicos até doloridos de endurecidos saltaram livres, para serem beijados, lambidos e mamados. E digo agora, Aroldo sabia tratar de peitos, ele beijou, lambeu e chupou muito meus peitos.
Após um tempo nesse pega, esfrega e chupa, desci do colo dele e abri seu cinto e calça, puxei com cueca e tudo para seus pés.
Seu cacete saltou duro como pedra, mas, desta vez todo melado, pois eu ficará sobre ele me esfregando. Arranquei seus tênis e acabei de tirar suas calças e cueca.
Ajoelhei-me a sua frente e com um tensão que a tempos não sentia, segurei seu cacete melado e comecei a lamber a cabeça toda, desci pelo tronco, sentindo as veias vibrarem e gastei um tempinho lambendo seu saco sem pelo nenhum.
Subi lentamente passando a delicadamente a língua por todo seu tronco e quando cheguei a cabeça abocanhei gulosamente, tirando um gemido alto de Aroldo.
- Nossa dona Marlene que delicia de boca – gemeu.
Aquele cacete preenchia na medida minha boca, e eu chupava com muito prazer mesmo, enfiando o máximo que dava e retirando lentamente, sem deixar de chupar com vontade, mas, sem desespero, apenas com tensão.
As mulheres que me leem sabe o prazer que é ter um pau duríssimo na boca, o prazer que é chupar e babar em um cacete vibrante.
Levantei-me e rapidamente deitei no sofá de lado e voltei a mamar aquele pau delicioso, sugava com prazer, ao mesmo tempo em que punhetava e gemia de prazer.
- Huuumm que delicia huuum que gostoso esse pau – Gemia e chupava
- Minha nossa que boca maravilhosa, meu, como você chupa dona Marlene – falava e gemia Aroldo.
- Picona, huuum, gostosa – gemia e chupava com gula mesmo. Parava e mamava só a cabeça vermelha pulsante.
- Dona Marlene – gemeu Aroldo – Desse jeito eu não aguento.
Queria que ele gozasse na minha boca, queria sentir a porra quente de outro macho novamente – Sim meu gostoso, não é para aguentar goze, me da leite, enche minha boca de leite quente de macho – gemia e chupava com mais força agora.
- Vou gozar – Gritou Aroldo.
Controlei a mamada e logo senti o jato quente, e logo depois outro, era bastante porra mesmo. Bebi bastante, mas muito escorreu da minha boca e pelo pau dele, que logo tratei de lamber tudo.
Então me levantei e disse – Delicioso seu pau Aroldo.
- Sua boca safada que é gostosa, dona Marlene boqueteira – Falou com um sorriso bem safado.
- Sou sim, mas, a tempo não era mais. Agora venha aqui – Disse soltando o lacinho que havia ao lado da minha calcinha e tirando-a fora.
- Vem chupar minha bucetinha vem, quero ver se sua boca é gostosa também – e deitei colocando uma perna no encosto do sofá, me arreganhando toda para Aroldo.
Meu amiguinho não esperou nenhum segundo e logo estava lambendo e chupando minha buceta com muita maestria e experiência.
Aroldo lambia minha bucetinha que vertia feito uma fonte de tanto tesão. Mexia a cintura de forma que ás vezes sua língua desliza-se para meu rabinho. Aroldo que de bobo nada tinha, percebeu e dedicou um tempo ao meu rabinho, antes de voltar a minha buceta melada.
Empurrei sua cabeça, pois não queria gozar, não naquele instante, eu queria era ser penetrada, e da forma que queria, tinha que estar bem tesuda.
Aroldo se levanta e veio para cima de mim a fim de colocar aquele cacetão na minha bucetinha. Não era essa intensão, porém, deixei-o deslizar para dentro de mim uns instantes, mas, novamente o afastei com delicadeza e falei.
- Calma garanhão, eu quero você sim, mas, só um instante – Me levantei e posicionei no sofá de joelhos e apoiada no encosto, de forma que minha buceta e meu cuzinho ficaram bem expostos.
- Nossa que visão maravilhosa – Falou Aroldo já me segurando pela cintura e posicionando seu cacete na entrada da buceta.
- Não senhor, pode parar, falei enfiando a mão por trás da almofada de encosto do sofá, onde havia, já pensando que tudo daria certo, um tubo de creme para ás mãos, não tinha outra coisa em casa.
Olhando por sobre o ombro, mostrei o tubo para ele e falei do jeito mais sacana que eu já havia falado em minha vida.
- Meu amorzinho, pega este creminho e lambuza seu cacetão, porque, já faz tempo, então sem creminho, não vai entrar fácil no meu cuzinho.
- Como? – Foi á reação de espanto de Aroldo.
- Meu cuzinho, você não quer comer meu cuzinho? – Falei bem manhosa.
- Nossa e como quero – Falou pegando o creme da minha mão.
Em seu nervosismo deixou o tubo cair duas vezes antes de conseguir abri-lo, percebi que apesar de ser um homem frio e calculista para suas ações, quando confrontando virava um rapazinho inexperiente.
Ele espremeu o creme na mão e começou a massagear a extensão de todo seu cacete, sobe meu olhar languido.
- Vem querido, vem por na minha bundinha vem – falava o incentivando mais ainda. Ele jogou o tubo longe e veio se posicionar atrás de mim, que empinei mais minha bunda.
Começou a passar aquela cabeça melada no meu rabinho que piscava de vontade tesão, de sugar para dentro aquele mastro moreno.
Ele acertou e lentamente começou a me penetrar, o creme e minha excitação ajudavam muito.
- Isso querido de vagar, bem devagar – Falava e empurrava a bunda lentamente contra seu caralho, até sentir a cabeça passar.
Senti um pouco de dor apesar de tudo e pedi para ele esperar, que eu iria fazer o resto.
E assim, lentamente foi empurrando aquele cacete para dentro do meu cuzinho, lentamente, milímetro por milímetro, até sentir a barriga dele em minha bunda.
Fiquei parada me acostumando com algo enfiado no cú, após tanto tempo, não é fácil leitores, mas, o tesão ajuda muito.
Levei a mão a bucetinha e comecei a me masturbar, e quando já estava bem acostumada com o cacete atolado, puxei um pouco para fora, até a metade acredito. E dei uma leve rebolada para sentir a sensação. A dor sumira quase totalmente e estava sendo substituída por mais excitação.
Então empurrei a bunda novamente engolindo seu cacete todo e falei – Gostosão agora é com você, seu filho de uma puta, cadelo, fode gostoso.
Aroldo me segurou pela cintura e começou a fuder mesmo sem dó de mim, que gritava de dor e prazer.
- Aiiii que delicia, aiii come, fode o meu cuzinho – gemia.
- Vou fuder até gozar no seu cú sua cadela gostosa, vou fuder você bem sua putinha, principalmente por se fazer de fresca ontem – Falou quase com raiva e meteu fundo me fazendo gritar.
- Isso, aiii, gostosoooo, isso, me aiiii, me pune caralhudo – gemia e gritava.
Sabia que ele iria demorar mais para gozar, já que se havia acabado na minha boca, eu continuava me masturbando e depois de um tempo sendo socada no cu e me dedilhando na buceta gritei na hora do gozo e não sei como me livrei do Aroldo, caindo deitada no sofá. Não sei como aquela tora saiu do meu rabo sem eu perceber, mas meu gozo foi intenso.
Fiquei largada no sofá um tempo, e Aroldo se sentou na poltrona do outro lado, com a pica em riste ainda.
Quando me refis um pouco falei, que devíamos ir tomar um banho oque ele concordou, mas falou – Olha ainda esta em pé como fazemos com isso?
- Vamos tomar um banho e tudo se resolve = falei o chamado para o banheiro.
Depois de lavar bem seu cacete, me abaixei no banheiro e comecei a mamar novamente aquele cacete até ele gozar novamente.
Voltamos para a sala, peguei umas cervejas na geladeira e ficamos conversando, até que uma hora depois, meu amiguinho já refeito, porque nessa idade o homem é muito foda mesmo. Começou a alisar meus peitos e meinhas pernas e logo vi seu pau levantando rapidamente.
- Opa! Acho que seu amigo esta acordando novamente – disse já o segurando pelo saco.
- É acho que ele quer mais – Falou Aroldo sacanamente.
- Certo, querido, vai ter sim, e mais de tudo – Sorri me abaixando metendo o pau na boca.
- Tudo?
- Tudo dessa vez tudo – sorri e voltei a mamar.
Desse dia em diante minha vida mudou completamente, sempre que posso saio com alguém. Aroldo, bem, com ele, fiquei por um ano, porém, pintou uma gatinha na vida dele e ele foi ser feliz, deixando a gatona para outras aventuras.
Ah! Sim, Sabe como é homem, acabou dando com a língua nos dentes, e acabei dando para outros amigos de meus filhos, só uns seis ou sete, não lembro bem, não todos de uma vez, mas, para todos.
Sem dificuldades, pois sempre que meu marido, que agora pesca mais ainda, diz que vai pescar, eu que antes nada falava agora incentivo - Vai pescar amor, relaxa.
Agradeço a Severus pelo apoio, e por me ajudar a contar como tudo começou.

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