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06 de Junho, 2017 às 03:54 Por: m.2017

Comi minha cunhadinha parte II

tags: minha cunhadinha em São Paulo
Esse conto possui 7951 visita(s).

Olá amigos no conto anterior Descrevi à vcs como foi minha aventura com Paula, minha cunhadinha do Nordeste.
Hoje retorno para contar um pouco mais sobre minhas aventuras com aquele pedacinho de mal caminho.
Depois do que aconteceu no Ceará minha cabeça ficou naquela ninfeta deliciosa, aquela bundinha empinadinha aquele corpinho escultural, era uma tentação da qual guardava em detalhes em minha mente, tenho muito tesão na minha esposa que apesar de evangélica fervorosa não Deixa a desejar em nada quando o assunto é meter, mas mesmo assim, muitas vezes desci a rola em minha esposa imaginando que era Paula, aquela filha da puta mexia demais com minha cabeça...rs
Em abril, minha esposa me disse que sua irmã viria à São Paulo passar alguns dias por aqui, interiormente vibrei com a situação esperando que ela viesse à passar os dias conosco em nossa casa, mas tive a notícia de que ela ficaria na casa de sua tia em Guarulhos, logo constatei que a visita seria breve, e tomei um balde de água fria.
Paula se encontrava em São Paulo já faziam 5 dias e logo partiria de volta para o Ceará, o que me deixava agoniado em saber que não à veria nesse espaço de tempo, era sexta feira o final de semana se aproximava e soube que ela iria embora na segunda, estava já sem esperanças de vê-la, quando minha esposa me mandou uma mensagem pedindo que ao sair do trabalho passasse no mercado para comprar algumas coisas para o almoço do final de semana, passei no mercado e comprei tudo o que precisava, minha surpresa ao chegar em casa...PAULA.
Deslumbrante com uma blusinha de alça azul, uma calça Jeans apertada e um salto alto que chamava muito a atenção, meu TESÃO era imediato, tesão por aquela menina de cabelos encaracolados, de pele Branca, dona de uma bunda maravilhosa, de seios médios empinados....uma safada em pele de Santa, simplesmente minha cunhadinha deliciosa que levantando - se do sofá me recebe demonstrando entusiasmo.
Minha ninfeta estava ali, perto de mim.
À noite transo com minha esposa, imaginando a buceta da minha ninfa, imaginando que no quarto ao lado ela se masturbe tbm pensando em mim.
O tempo é nosso inimigo, o final de semana passa rapido demais, Paula embarcaria de volta ao Ceará já na segunda feira pela manhã, não tenho certeza de quais são seus desejos, se são compatíveis com Os meus.
Os olhares maliciosos são frequentes, as insinuações também. mas a oportunidade é escassa. Minha esposa só sairia De casa no dia seguinte à noite para ir à igreja..seria a minha chance. Talvez a única.
No decorrer do dia as coisas seguem da mesma maneira, o tempo passando rápido e o meu tesão aumentando ainda mais, será que Paula sentia o mesmo, já se passavam 4 meses desde a última vez que estivemos juntos naquela estradinha de terra no interior Do Ceará.
No domingo à noite minha esposa se preparava para ir ao culto, como fazia todos os domingos sem exceção , Paula fazia companhia à ela, enquanto eu me encontrava largado no sofá, de bermuda e regata...rs como de costume à aguardando para levá-la até o culto.
Apesar do convite para acompanha la, Paula já havia manifestado o desejo de ficar em casa e minha esposa não se opôs à sua vontade. naquele momento percebi que seu sentimento era o mesmo que o meu TESÃO.
Paula me Fez companhia no trajeto até a igreja, mais tarde voltaria para buscar minha esposa, nos despedimos e voltamos para casa, eu e minha cunhadinha gostosa, sozinhos, como ansiava. já no caminho sua intenção foi comprovada que era a mesma que a minha, sem disfarçar ,Paula encheu a palma de sua mão com meu pau, e dizendo que estava morrendo de saudades o tirou pra fora da bermuda e sem cerimônia caiu de boca, e me brindou com uma chupeta maravilhosa que me fez ir à loucura, o pau ja latejava de prazer e quando o tesão já era impossível de segurar chegamos na rua de casa, para não levantar suspeitas pedi para que ela parasse até chegarmos em casa, pedido prontamente NEGADO, aquela filha da puta sabia me provocar, por sorte não havia ninguém na rua e o portão automático era mais um aliado para nos manter discretos, saímos do carro com o tesão a mil, o peito palpitando, mal descemos do carro e já estávamos nos pegando, beijava sua boca com toda vontade do mundo, Paula, Ao mesmo tempo que me beijava, me chamava De cachorro e me dava tapas na cara, descemos ás escadas em direção à casa, foi quando ela não se conteve e me agarrou.
Que saudade meu gostoso, dizia ela ,enquanto tirávamos a roupa ainda na cozinha. nos encaminhando pra sala já sem nenhuma roupa, não fiz nenhuma cerimónia, Paula sentou-se no sofá com as pernas abertas já sabendo o que viria, a buceta latejava ao sentir minha língua quente, que com sede de sexo explorava cada pedacinho daquela buceta maravilhosa.
Cada centímetro era preenchido com minha língua, Ela gemia, como de costume, muito alto à ponto de alarmar a vizinhança. Pra mim nada importava naquele momento, apenas chupar aquela bucetinha linda.
Chupei sua buceta com muita vontade, como se fosse a última vez que a via, a língua quente preenchendo todos os espaços, o grelo todo em minha boca, meus dedos a dedilhando..Paula não se segurou e se rendeu ao tesão, gemendo e gozando muito.
logo ela estaria em outro estado e não à veria tão cedo, aquela era a nossa chance, não tínhamos o tempo que gostaríamos, mas tínhamos o momento. coloquei Paula de quatro no sofá, aquela visão me fez sentir poderoso, a imagem viva em minha lembrança naquele carro, naquela estrada de terra no Nordeste ainda se fazia presente. Afastei um pouco suas pernas, o que me deu uma visão perfeita de sua buceta, mas meu objeto de desejo era outro.
Com um apetite voraz enfiei minha língua entre seu rabo empinado e me deliciei chupando seu cuzinho, Ela aparentemente com medo do que estava por vir, trancava o cu a cada chupada, mas apesar do receio e já sabendo que não tinha volta, gemendo muito, com uma voz quase sussurando, pediu, mete seu gostoso, quer foder meu cuzinho seu filho da puta?! Então fode meu cuzinho. Eu o fiz. Mas não de uma maneira qualquer, fiz com gosto, com muito tesão, queria que ela se lembrasse que aquele cuzinho tinha dono, que ao sentir minha rola ela jamais iria querer sentir outra novamente.
Aproximei minha rola do seu rabo, a inclinei levemente , o suficiente para que se acomodasse , e devagar comecei a empurrar a cabeça da minha rola naquele cuzinho apertado, Ela gemia, dessa vez numa mistura de prazer e de dor. Mas eu não pensava em nada naquele momento, apenas em satisfazer as minhas necessidades, era um ogro egoísta naquele instante e apesar dela pedir que fosse devagar, não respeitei , coloquei com força, metade do meu pau entrou rasgando seu cuzinho a outra metade anciava pelo mesmo desfecho, Ela gritava que doia, Mas gemia pedindo mais, dessa vez com menos força empurrei o restante Da rola, com sua mão esquerda Ela tentava me empurrar para trás em vão, minha rola só sairia Dalí quando fosse saciada sua fome.
Comecei os movimentos com suavidade, mas confesso que queria ser bruto, impus força, sem muita compaixão. Paula gemia alto, nessa altura já não reclamava tanto, os 18 cm de rola já se encaixavam perfeitamente no seu cuzinho, quanto mais ela pedia devagar, mais eu colocava com força e foi assim por um bom tempo, o pau entrando e saindo, Ela gemendo horrores, gritando de dor , aguentando firme até seu limite.
Goza M.... por favor amorzinho goza logo, não to aguentando mais.
De fato ela pressentia, o jato De porra era eminente, estava próximo do êxtase, tirei meu pau pra fora, a cabeça inchada DE tanto tesão as veias do tronco palpitando, a rola molhada com tesão e com sangue daquele cuzinho, que há minutos atrás era tão apertadinho e que agora sentia a sensação de ser arrombado por um pau grosso e latente.
O pau pronto para esguichar um jato de porra intenso, viro Paula pra mim, seu rostinho branquinho, porém naquele instante corado, talvez pelo tamanho esforço que teve que fazer para aguentar aquela rola pesada...
O jato de porra é intenso, lambuzo sua cara toda com aquele montante de porra, o ato final De uma obra de arte.
Tomamos um banho juntos, o nosso último momento até nos encontrarmos novamente, ( sim, tivemos mais um ultimo momento juntos). foi assim amigos que tracei minha cunhadinha pela segunda vez. Espero que tenham gostado do meu conto , à primeira parte desse conto se encontra no link de ninfetas com nome de comi minha cunhadinha, obrigado, aproveitem as chances e gozem sem pudor.

Comentários

13 de Junho, 2017 às 14:26
m.2017
delícia mesmooo...pq não? ...rs
12 de Junho, 2017 às 01:26
Colins@
Queria ser essa cunhada ein gozei sozinha bate mais gozei maravilhosamente !!
12 de Junho, 2017 às 01:24
Colins@
Nossa que delícias ! Queria ser essa n

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